A Utilização De Jogos De Empresas

A utilização de situações que simulam o dia a dia empresarial é um instrumento poderoso para evidenciar situações em que os participantes se sentem fortes para intervir com mudanças práticas, enérgicas e efetivas. Vivenciar situações-problema, enfrentar desafios e decidir com rapidez e presteza podem, igualmente, mostrar as fragilidades que alguns profissionais possuem (às vezes todo o grupo), principalmente na visão sistêmica dos processos e planejamentos organizacionais, bem como na famosa tomada de decisão.
A escolha de uma abordagem vivencial requer uma preocupação voltada para o objetivo do próprio programa, programa que precisa estar inserido na realidade da empresa, cenário, contexto em que irá ser aplicada. Não é nem ético apenas estar apresentando um produto pronto, que não está linkado ao que está acontecendo na prática. Daí a importância de se conhecer a empresa onde se pretende oferecer/desenvolver/apresentar o jogo, adequando-o ao que o contratante pede.
Embora a utilização de jogos seja bastante atraente, eles não podem ser utilizados como sendo um fim em si mesmos. Alguns dos objetivos que comumente são desejados nas empresas são:

Desenvolver e encorajar a prática de habilidades

• Implementar ou aprimorar o Planejamento Estratégico

• Identificar as dificuldades nas interfaces (gerências com maior interdependência nas atividades)

• Aprimorar a visão sistêmica

• Revisar posturas individuais

• Revisar e aprimorar práticas e estilos gerenciais

• Internalizar a prática da participação

• Estimular o pensamento criativo

• Permitir a reflexão de processos

• Estimular o trabalho em equipe

• Incrementar a filosofia da delegação de poder e responsabilidade sobre as decisões

• Avaliar o desempenho individual ou grupal

• Desenvolver potencialidades

• Melhorar as relações interpessoais

• Incrementar o processo de autodesenvolvimento

• Dar e receber feedback, etc.

Um trabalho lúdico-vivencial, além de proporcionar a identificação da realidade ‘real’ e a visualização do momento desejado (às vezes bastante idealizado mas pouco praticado), deve promover mudanças explicitas no status quo, seja dos indivíduos que compõem o grupo, seja no grupo como um todo. Os participantes devem ser levados a estabelecer um plano contendo as ações a serem implementadas; é o momento de traçar novos rumos, novos comportamentos e novas atitudes, em decorrência do que foi explorado nas fases anteriores. É aqui que o facilitador oferece recursos ao grupo para obter comprometimento com as mudanças que se façam necessárias.
Com tempo hábil para reflexões, avaliações da relação custo/benefício, identificação das probabilidades de acerto, cada jogador estabelece sua parcela de responsabilidade na busca de melhorias, de resultados desejáveis. Alguns dirigentes de grupos omitem esta etapa, deixam apenas ‘…para reflexão…’ ou dedicam um tempo demasiado curto, impedindo um resultado palpável, tão esperado, seja pelo empresário(contratante), seja pelos participantes que querem que a coisa melhore… e logo! Não proporcionar a mudança, a alteração, é o principal argumento daqueles que já vivenciaram um Jogo de Negócios, que já tiveram experiência com jogos de empresa, e que se mostram reticentes com o método. Não aplicar bem esta fase é deixar o processo em aberto, é, realmente, apenas, “jogar um joguinho”.
Dependendo do tipo de atividade vivenciada, o facilitador sugere:
Um plano de mudança pessoal onde o participante irá mencionar os aspectos que se dispõe a rever em seu comportamento. Este plano poderá ser sigiloso (somente o próprio autor é que toma conhecimento), ou divulgado, lido em meio ao grupo. Em qualquer uma das opções, o facilitador deverá esclarecer bem antes de conceder o tempo hábil para a execução do plano. Será desastroso um plano bem confidencial ser exposto ao grupo. O participante, pego de surpresa, poderá até não contestar no momento, e se deixar levar; os danos posteriores serão grandes. • Poderá, também, ser inserido o papel do coaching, ou do mentor, que consiste em um colega se “responsabilizar” por outro, dar-lhe dicas de procedimento, estabelecer com ele estratégias e abordagens. Quando o clima é favorável, a amistosidade é muito grande. Quando há rixas internas, competição disfarçada, mudanças na estrutura organizacional e alguns participantes descontentes frente à nova conjuntura, tal medida poderá auxiliar na formação de algumas parcerias e saudáveis alianças, que servirão para minimizar a frustração sentida por um ou outro membro do grupo. • Um plano de metas em subgrupos – os participantes traçam objetivos, elaboram metas, definem responsabilidades, estabelecem prazos e formas de acompanhamento das ações. Essas ações poderão englobar uma mesma área da empresa (para tanto, o subgrupo deverá se constituir de pessoas que pertençam à mesma área); poderão, também, envolver mais de uma área, gerência, divisão, etc. • Em se tratando de um evento aberto, onde várias empresas estão reunidas, o plano de ação e metas somente poderá ser efetuado em subgrupos com participantes de uma mesma empresa, se o programa tem continuidade e o subgrupo tiver condições de se reunir, ou, ainda, se ali estiver a cúpula empresarial, que detém o poder decisório.
A Você!
A vida o destino nos fez encontrar… Que legal, sinto-me prestigiada pelo encontro, pela caminhada, por vezes retirando pedras, espinhos, unindo ou construíndo pontes, mas sempre com um objetivo maior: Viver Intensamente!
Cada etapa, cada passagem mesmo que com alguns obstáculos que significam exercícios praticados para uma vida mais digna, tiramos ensinamentos, forças, coragens que somente um Ser Supremo pode nos distribuir mas temos o livre arbítrio de nossas escolhas!
Escolhas estas em que muitas vezes, para nós não temos como não aceitá-las… E aí está nossa verdadeira limpeza espiritual, nossa capacidade de acreditar, ter forças, buscar ajuda do Mestre, dos entes queridos e dos amigos!
Temos muito que te agradecer! Aqui de tudo existe e tem!!! É, temos e convivemos com pessoas iluminadas, que em suas passagens nos deixam um perfume maravilhoso; que com seu tempinho nos deixa o sorriso, a força, a alegria a certeza que estamos entre pessoas que distribuem o bem!
Incrível mas deveríamos parabenizar diáriamente,falar o quanto amamos ou o quanto esta pessoa que amamos é importante mas pena, não somos acostumados a dizer: Eu Te Amo Muito E Você É Muito Importante Para Eu ou Para Nós!
Te desejo que nunca pares de buscar cada vez mais sua beleza interior, continue ser essa pessoa a distribuir o brilho da vida, que as cores do arco-íris continue a colorir sua vida fazendo soar a melodia dos pássaros, das folhas, dos mares das dádivas Divinas!  E lembre-se: “A Felicidade não é um lugar ao qual se chega. É um caminho que precisa ser percorrido!”   Garantindo excelência nos resultados empresariais – Marise Jalowitzki  – autora do livro Jogos de empresas e técnicas vivenciais.

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