As Lentes Da Visão

“Não é a incapacidade dos outros em apreciar as tuas habilidades que te deve preocupar, mas a tua incapacidade em apreciar as deles.”. (Confúcio)

Tendemos a ver nas pessoas um pouco de nós: o que pensamos, somos, nossa forma de ser. Devido a isso costumamos pensar – quando não exigir – que todos tenham os mesmos pensamentos, interesses, objetivos que nós.

Se somos nervosos, agressivos ou pessimistas, nossa tendência de ‘visão de mundo’ é essa. O mesmo acontece se formos positivos, fortes, vibrantes. Em outras palavras, o mundo tem a cor que lhe conferimos, de acordo com nossas ‘lentes’.

Se estas lentes estão escurecidas pelo pessimismo, por exemplo, tudo à nossa volta parecerá escuro: faremos das pequenas situações grandes problemas; tudo parecerá constantemente envolto em trevas. Se nossas lentes estão turvadas pelo desânimo, o universo que nos rodeia se apresentará desesperador, perderemos a motivação e o desejo de evoluir.

Se, ao contrário, nossas lentes estão clarificadas pelo otimismo, sentiremos que em todas as situações há aspectos positivos e novas oportunidades de crescimento. Isto serve para ‘coisas’ e, principalmente, pessoas.

Para vivermos melhor e adotarmos um mundo mais “colorido” devemos cuidar de nossas lentes alimentando-as com ternura, justiça, bom senso. A mesma atitude é válida para o outrém significativo, ou seja, as pessoas ao nosso redor que pertencem ao nosso mundo pessoal e/ou profissional e que nos são caras.

Lentes bem cuidadas auxiliam-nos na adequada tomada de decisão, pois apontam diferentes caminhos, formas, possibilidades. A cor do mundo, portanto, depende da nossa ótica.

Sabendo que o que mostramos ao mundo sempre reflete – mesmo que parcialmente – o que trazemos no interior, talvez seja o momento de analisar:

 

Como você se comporta com as pessoas ao seu redor? Que tipo de relação estabelece?

Costuma definir limites de conduta aos outros e a você mesmo?

De que cor anda o seu mundo?

O que você faz para deixá-lo mais “colorido”?

O entusiasmo, a vibração, a alegria e o bom humor são os ‘detergentes’ para nossas lentes. Pense nisso. A hora é agora.             Izabel Failde

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