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A Tecnologia E A Ideologia

Tudo que vem da tecnologia ajuda, não é mesmo?

Errado.

A tecnologia pode ser útil sim, mas depende muito mais do ser do que do ter.

Como assim?

Nas empresas, o uso de tecnologia é obrigatório, quase um mal necessário. São sistemas, processos internos, emails, protocolos, prazos, enfim, uma infinidade de tecnologia usada todos os dias para garantir o sucesso e competitividade.

Até aí, tudo bem.

Mas, quando esta tecnologia começa a impactar no ser humano, começamos a ter problemas.

Você já parou para pensar no que acontece quando falha a internet? E se você tivesse que conviver e trabalhar sem as ferramentas de tecnologia que usa no dia a dia?

Como seria?  Um caos? Uma maravilha?

Uma interessante reflexão do ensaista português Vergílio Ferreira:

O Espaço Que a Tecnologia Expulsa

A tecnologia que inunda o mundo de hoje, e a ciência que a serviu, não o invadem apenas na parte exterior do homem mas ainda os seus domínios interiores. Assim o que daí foi expulso não deixou apenas o vazio do que o preenchia, mas substituiu-o pelo que marcasse a sua presença. O mais assinalável dessa presença é por exemplo um computador. Mas será a obra transaccionável por um parafuso?

Vergílio Ferreira, in ‘Escrever’

 

Em bom português brasileiro: A tecnologia sem a ideologia, sem o como usar, sem o pensar, sem a gestão é cega, nula, burra.

Se você pensa que ao comprar a tecnologia a solução está dada, ledo engano.

A solução/resposta/sucesso está na forma de pensar a tecnologia, na inteligência da sua aplicabilidade e não apenas da sua aplicação.

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br

 

Homens da Lei… Ou Homens de Negócios?

Nesta semana, artigos escritos sobre o tema há anos atrás, com contexto e verdade ainda atuais e comentários em cima do lance.

O tema de hoje é Negócios.

Artigo original de Março de 2011:

 

Homens da Lei… Ou homens de negócios?

Está na Bíblia Sagrada: «Cuidado com os doutores da Lei, que gostam de andar a passear com trajos vistosos e de serem cumprimentados com todas as atenções na praça pública. Escolhem os primeiros lugares tanto na casa de oração como nos banquetes. Devoram os bens das viúvas e desculpam-se fazendo orações muito compridas. Mas Deus há-de castigá-los ainda mais por causa disso.(Mt 12, 38-44)

Já naquela época a fama dos advogados e operadores do direito não era muito boa.

E hoje, como está depois de 2000 anos?

Para alguns profissionais continua o mesmo. São taxados e menosprezados.

Como você se vê neste contexto?

 

Se você se enxerga desta forma, precisa rever seus conceitos.

A advocacia mudou. Mudou muito. Já até anunciaram o fim dos advogados. Leia aqui.

Contudo o verdadeiro fim está na forma em que vsilumbramos a advocacia e não na profissão em si.

Precisamos ver uma advocacia mais pró-ativa, perto do cliente, focada em resultados e gestão, utilizando a tecnologia com todo o seu potencial.

Não podemos perder mais tempo com o processo. Precisamos focar em negócios.

Isto é ser mercantilista e ofender o código de ética?

NÃO!

Isto é sobreviver em um mercado cada vez mais competitivo e que precisa do advogado para orientar, acompanhar e crescer.

Precisamos que os advogados vejam esta realidade e participem dela. Ficar atrás de pilhas de processos não irá mudar a advocacia, apenas irá deixar o judiciário contente, pois ficamos a mercê de suas decisões.

Temos que conquistar nossa independência.

Não somos meros peticionadores ou pedidores para juizes. Nossa função social é infinatamente maior.

Precisamos com afinco nos dedicarmos ao mercado, conhecer as novas tendências, possibilidades, ações, teses, enfim, precisamos estar conectados e sintonizados com o que está ocorrendo lá fora do escritório.

Quer ser um homem da lei? Cuidado, até na Bíblia a referência não é boa.

Quer ser um homem de negócio com formação jurídica? Parabéns, o mercado está a sua espera!

*************************

Comentário atual, Abril de 2014:

Para mim, a frase de JP Morgam nunca foi tão atual:

“Eu não contrato advogados para me dizerem o que eu não posso fazer, mas sim para dizerem como posso fazer o que quero fazer”.

Precisamos encarar que no universo da advocacia não temos mais como ser apenas românticos ou idealistas.

Precisamos de profissionais conectados ao mercado, com visão estratégica, com vontade de conhecer o seu cliente e fazer por ele além da lei, fazer por ele o que é permitido, mas não divulgado, nas leis.

Lógico, não estou discorrendo sobre a frase de cunho popular “O bom advogado conhece as leis e o ótimo advogado, o juiz”. Nada de coisas ilegais ou escusas.

Precisamos de advogados conectados aos negócios, formatados para fugir do judiciário, para conciliarem, para buscarem mais o resultado do que propriamente leis e teses jurídicas…

Sabe aquela máxima machista: Quem gosta de homem é veado, mulher gosta de dinheiro? No mundo dos negócios, podemos afirmar que quem gosta de teses jurídicas é o estagiário do juiz, juiz gosta de objetividade e clareza, além de estar o mesmo atrelado a decisões do CNJ…

Então, vamos aos negócios e usar o direito como base para excelentes negócios!

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br

Gestão

Nesta semana, artigos escritos sobre o tema há anos atrás, com contexto e verdade ainda atuais e comentários em cima do lance.

O tema de hoje é Gestão.

Artigo original de Dezembro de 2010:

Violência, gestão e direito

Violência. Temos assistido todos os dias uma violência sem tamanho. São pessoas que brigam no trânsito, filhos que matam pais a facadas e vão dormir, maridos que homicidam suas esposas por motivos frívolos…

Violência. Um mal da sociedade moderna.

Violência. Parece que estamos sedados a ela, aceitamos como algo normal e crimes brutais viram fatalidade…

Pois é amigo leitor… Mais um ano se encaminha para o final. Mais um ano em que aceitamos muitas coisas que deveriamos repudiar. Mais um ano em que muitos de nós se perguntam como fazer para mudar o que está acontecendo…

Justamente esta reflexão que quero fazer hoje.

 

Neste blog dedicamos tempo para discorrer sobre gestão, tecnologia e qualidade. Aqui queremos atualizar nossos leitores sobre as novidades, inovações e técnicas para facilitar o seu dia a dia. E o que mais podemos querer?

No mínimo, auxiliar o leitor a criticar o que vê e lê. Criticar faz parte da gestão. Nada nasce em termos de gestão se não houver uma crítica/raciocínio/pensamento acerca das tarefas e atitudes que fazem o dia a dia.

CHEGA DE VIOLÊNCIA SOCIAL!

CHEGA DE CORDEIROS SEGUINDO UMA MASSA SEM RUMO!

CHEGA DE VIOLÊNCIA AO NOSSO CÉREBRO!

Pensar não dói, mas tem responsabilidades. Aceitar tudo como está é simples, mas não modifica a situação atual.

E o direito, onde está neste contexto?

De uma forma que talvez nem o próprio direito se sinta capaz de realizar: Com paz social.

O direito dentro da sua realidade de justiça e decisões deve se preocupar com a paz social.

Viva a conciliação!

Concordo integralmente, desde que seja feita a crítica que devemos conciliar, devemos buscar a paz social, mas jamais aceitar que a justiça diga que um cidadão não tem direito a algo simplesmente porque se der o direito haverão inúmeras ações iguais…. Isto não é paz social. Isto é injustiça.

Este é o último post de 2010. O Blog estará a partir de amanhã entrando em recesso até o dia 03 de Janeiro de 2011. Diante disto, escolhi um tema que deixe uma reflexão profunda para este tempo de férias e festividades: Violência, gestão e direito.

Não seja passivo diante da violência, nem se acostume com ela. Jamais deixe de planejar, buscar novos vôos, alçar novos caminhos. São através dos objetivos que fazemos um mundo melhor. E você, advogado, juiz, promotor, estagiário, seja um construtor social. Lapide a pedra bruta da sociedade para termos algo concreto, polido e belo. A paz e justiça social passam pelas suas mãos todos os dias.

Um ótimo final de ano e festividades com amor, vida e sucesso!

*************************

Comentário atual, Abril de 2014:

Devemos viver além do judiciário.

Advogado que está preocupado apenas em distribuir ações, está cada vez com menos direito para ser conquistado.

O judiciário vive um lobby forte dos tribunais superiores e de ações de massa.

E o papel do advogado?

Cada vez mais ligado a negócios, conciliação, arbitragem, especialização em áreas e temas atuais (internet, fusões aquisições, etc).

Enfim, 

Para encontrar o seu mercado, não foque apenas no judiciário. Foque nas necessidades do seu cliente e ao mercado, para que seus produtos possam ser adequados a realidade atual.

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br

Nuvens. Já Chegamos Lá?

Falamos do processo eletrônico, falamos de segurança da informação, falamos de tecnologia aplicada a advocacia.

E daí? O que realmente tem mudado?

Mudou a forma de se comunicar com o judiciário, alguns dirão. Outros, dirão que a tecnologia está matando a advocacia.

Enquanto este debate fica em nossa mente, nos Estados Unidos, os advogados se reúnem para debater como a tecnologia pode influenciar os seus clientes, seus negócios.

Então, hoje, convido vocês a conhecerem mais sobre este debate, lendo este artigo:

 

No Techshow da ABA (American Bar Association) deste ano, foram apresentadas novas regras do código de ética dos advogados, para adaptá-lo à era digital. De uma maneira geral, o advogado tem o dever de ser competente tecnologicamente e estar consciente das implicações éticas da computação em nuvem.

(…)

A palavra mais usada em toda a discussão é o adjetivo “razoável” — isto é, advogados não precisam ser gênios em tecnologia, mas devem fazer “esforços razoáveis” para preservar a confidencialidade dos dados ou informações do cliente, mantidas na nuvem. Devem impedir qualquer divulgação não autorizada, mesmo que isso ocorra de forma inadvertida.

(…)

Até o momento, seccionais da ABA em 14 estados apresentaram propostas sobre as responsabilidades éticas dos advogados em relação à computação em nuvem (ver abaixo). Os representantes da ABA apresentaram cinco recomendações:

• Mantenha-se atualizado;

• Aprenda o que não sabe;

• Lembre-se de que você não está garantindo a segurança das informações do cliente contra acesso não autorizado [isso fica a cargo da empresa provedora do serviço de computação em nuvem];

• Reveja, periodicamente, as medidas de segurança adotadas pela provedora do serviço de computação em nuvem;

• Não se esqueça de que circunstâncias especiais exigem precauções especiais.

As propostas das seccionais da ABA procuram conciliar a computação em nuvem às obrigações éticas dos advogados. Algumas podem ser adotadas por qualquer escritório de advocacia, outras podem ser discutidas. Uma proposta interessante é a de estabelecer no contrato de serviço a responsabilização civil da provedora por qualquer vazamento de dados dos clientes.

Conheça as propostas que as seccionais da ABA apresentaram, até agora:

ESTADO Propostas
ALABAMA · Saiba como a fornecedora lida com armazenamento e segurança de dados.· Assegure-se razoavelmente de que o acordo de confidencialidade seja obedecido.

· Conheça as melhores práticas sobre salvaguardas de dados.

ARIZONA · Tome precauções razoáveis de segurança, incluindo proteção de senha, criptografia, etc.· Desenvolva ou consulte alguém com competência em segurança de computação online.

· Reveja periodicamente as medidas de segurança.

CALIFÓRNIA · Avalie a natureza da tecnologia, precauções de segurança disponíveis e limitações ao acesso de terceiros.· Consulte um especialista na ausência de expertise dos advogados.

· Avalie a sensibilidade dos dados, o impacto de um vazamento para o cliente, a urgência da situação e as instruções do cliente.

IOWA · Assegure-se de que terá acesso irrestrito a seus dados, quando necessário, incluindo a remoção deles na terminação do serviço.· Determine o grau de proteção assegurado aos dados armazenados em um serviço de computação em nuvem.
MAINE · A fornecedora do serviço e possivelmente seus funcionários devem ter uma obrigação executável de manter a confidencialidade.· A fornecedora deve notificar o escritório sobre qualquer caso de vazamento.

· Os dados devem ser transferidos à fornecedora de uma maneira segura.

MASSACHUSETTS · Reveja (e examine periodicamente) os termos do serviço, restrições ao acesso a dados, portabilidade dos dados e práticas de segurança da fornecedora do serviço.· Siga expressamente as instruções do cliente em relação ao uso de tecnologia de nuvem para armazenar e transmitir dados.

· No caso de informações particularmente sensíveis do cliente, obtenha a sua aprovação antes de armazenar ou transmitir informações pela internet.

NOVA HAMPSHIRE · Tenha um entendimento básico da tecnologia e conheça as mudanças nas leis e regulamentos sobre privacidade.· Considere obter o consentimento informado do cliente, antes de armazenar na nuvem informações altamente confidenciais.

· Remova os dados do cliente da nuvem e os dê a ele à conclusão da representação ou quando o arquivo não precisa mais ser preservado.

· Faça um esforço razoável para assegurar que as provedoras de serviço na nuvem entendam e ajam de uma maneira compatível com as responsabilidades profissionais dos advogados.

NOVA JERSEY · A provedora do serviço deve ter uma obrigação executável de preservar a confidencialidade e a segurança.· Use tecnologia disponível para proteger as informações contra tentativas previsíveis de bisbilhotagem dos dados.
NOVA YORK · A provedora deve ter uma obrigação executável de preservar a confidencialidade e a segurança dos dados e deve notificar o advogado se for citada por dados do cliente.· Use tecnologia disponível para proteger as informações contra tentativas previsíveis de bisbilhotagem dos dados.

· Examine as práticas de segurança da provedora do serviço e reveja periodicamente para se certificar de que estão atualizadas.

· Investigue qualquer quebra potencial de segurança ou lapsos da provedora para se certificar de que os dados do cliente não sejam comprometidos.

NEVADA · Escolha uma provedora de serviço na qual possa confiar razoavelmente, no que se refere à preservação das informações confidenciais do cliente.· Instrua e exija que a provedora mantenha a confidencialidade das informações do cliente.
CAROLINA DO NORTE · Examine os termos e as políticas e, se necessário, renegocie, para se certificar de que sejam consistentes com suas obrigações éticas.· Avalie as medidas de segurança da provedora e sua estratégia de back-up.

· Assegure-se de que os dados poderão ser recuperados se a provedora interromper suas atividades ou se os advogados quiserem cancelar o serviço.

OREGON · Assegure-se que o acordo de serviço exija que o vendedor preserve a confidencialidade e a segurança.· Exija o envio de uma notificação no caso de os dados serem acessados por uma parte não autorizada.

· Certifique-se de que o serviço de back-up seja adequado.

· Reavalie passos preventivos periodicamente, à luz dos avanços da tecnologia.

PENSILVÂNIA · Tome medidas razoáveis para se certificar de que todo material armazenado na nuvem permaneça confidencial.· Empregue salvaguardas razoáveis para proteger os dados contra vazamentos, perdas de dados e outros riscos.

· Conheça todas as propostas de possíveis salvaguardas.

VERMONT · Tome precauções razoáveis para assegurar que os dados do cliente permaneçam seguros e acessíveis.· Considere se certos tipos de dados (como, por exemplo, testamentos) devam ser guardados no formato original em papel.

· Discuta a adequabilidade do armazenamento em nuvem com o cliente, se os dados forem especialmente sensíveis (por exemplo, segredos comerciais).

Fonte: http://www.conjur.com.br/2014-abr-04/advogados-americanos-discutem-implicacoes-eticas-computacao-nuvem

 

Observando estas mudanças propostas e o debate em si, percebemos que por lá os pensamentos são muito focados em segurança, em replicar a informação – mesmo em meios não eletrônicos – para que a segurança seja preservada.

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br

Tendências de Mercado: Propriedade

Muito se fala em tendências de mercado, em estruturações, em bolsa, em o que é quente ou não, e por aí vai.

Ocorre que para analisar estes fatos temos que estar amplamente conectados a sociedade, suas verdades, nuances e principalmente o que tem mudado ao longo dos anos.

Uma análise verdadeira leva em conta estes preceitos, uma vez que analisar tendências com bases em alguns meses atrás só pode dar errado.

Uma importante tendência de mercado, a propriedade, parece estar com os dias contados.

Não de acabarmos com ela como instituto, mas ela deixar de ser um investimento tão procurado como é hoje.

Se compreendermos que a sociedade tem se tornado cada vez mais individualista e principalmente focada em resultados para si, ter posse das coisas pode não ser tão interessante como poder aparentar ter as coisas – aluguel – e viver mais e melhor naquilo que dá prazer pessoal.

Como assim?

Para entendermos bem o assunto, divido uma interessante reportagem:

Na canção I Get Around, os Beach Boys iam de cidade em cidade arrasando brotinhos a bordo de seu carango que nunca fora batido. Onde houvesse música jovem nos anos 60 e 70, lá estaria o carro, símbolo máximo de independência. Beatles com Drive My Car, Deep Purple com Highway Star. Mas algo mudou. Desde 1990, jovens de países desenvolvidos como Reino Unido, Alemanha e Japão têm dirigido cada vez menos. O fenômeno até ganhou um nome japonês – kuruma banare, ou desmotorização. Uma década depois, veio o impensável: o kuruma banare americano. De 2001 a 2009, os jovens dirigiram 23% menos, andaram 24% mais de bicicleta, 16% a pé e 40% de transporte público nos EUA. Mesmo aqueles com renda familiar acima de US$ 70 mil anuais dobraram seu gasto com transporte público de 2001 a 2009.

É verdade que a crise econômica global tem seu papel aí – sem grana, jovens deixam para depois o casamento, os filhos e o financiamento da casa própria. Em vez disso, alugam um apartamento perto do transporte público, do trabalho, das compras e da diversão – ou simplesmente ficam na casa dos pais e continuam a pegar o carro do velho, como faziam aos 18 anos. Talvez eles voltem ao subúrbio quando a economia melhorar. Ou talvez não. Isso porque, junto com a economia, as aspirações de consumo entre os jovens urbanos de classe média também mudaram.

“O automóvel passou a ser identificado como um produto antigo – afinal, seus avós e pais já tinham um carro na garagem”, diz Adriana Marotti, professora da Faculdade de Economia e Administração da USP e pesquisadora de novas tecnologias na indústria automotiva. “Além disso, não tem o mesmo apelo tecnológico de smartphones e tablets, e é considerado vilão em questões ambientais.” Isso, somado aos custos de propriedade do veículo – impostos, combustível, estacionamento – e à grande disponibilidade de transporte público, faz o automóvel perder o apelo para os jovens em países desenvolvidos.

Algo parecido acontece com a casa própria. Nos EUA, três em cada dez adultos entre 25 e 34 anos moram com os pais, o número mais alto desde a década de 1950, segundo um relatório do Pew Research Center. E isso é pouco perto do que acontece na Itália, onde um em cada quatro adultos entre 30 e 44 anos vive com a “mamma”. Com o financiamento da faculdade, o salário inicial baixo no início de carreira e a vida de solteiro alargada, voltar para a casa dos pais depois da faculdade virou o caminho natural. Mesmo entre os que saem do ninho, o aluguel passa a ser mais atraente do que a casa própria. Novamente, a culpa não é apenas da crise econômica – o fenômeno, que pode ser observado em outros países desenvolvidos, começou já nos anos 80, embora tenha se acentuado depois de 2008.

E quais são os desejos dessa geração? Investir não em coisas, mas em si. O dinheiro que seria gasto com carro e casa é repartido em cursos (o principal motivo para americanos não saírem de casa é que estão pagando o financiamento da universidade), viagens (jovens fazem 190 milhões de viagens internacionais e, segundo a ONU, isso vai subir para 300 milhões em 2020), shows de música (de 1999 a 2009, a venda de ingressos nos EUA subiu de US$ 1,5 bilhão para US$ 4,6 bilhões), jantares, espetáculos bacanas, saltos de paraquedas… O jovem urbanita não precisa necessariamente de um carro para sair azarando, mas de um smartphone para saber onde se dará bem e de um táxi ou transporte público para chegar até lá. Voltemos ao pesadelo do carro. Se somarmos IPVA, seguro e depreciação de um carro popular, teremos algo por volta de R$ 6 mil em um ano – sem contar manutenção e combustível. Com esse dinheiro, dá para comprar uma passagem de ida e volta para a Alemanha (R$ 2 mil), cinco noites num hotel simples (R$ 500), ter fundos para comer e se divertir (R$ 1 mil) e, de quebra, mais dois dias de aluguel de um Porsche para dirigir sem limite de velocidade pelas Autobahnen (R$ 2 500). Agora, qual foto renderá mais “curtir” no Facebook – você lavando o carro 1.0 na frente de casa ou você ao volante do Porsche alugado? Pois é, o que conta na hora de compartilhar não é o “eu tenho”, mas contar: “Vim, vi e vivi”.

Para ter acesso às coisas sem precisar possuí-las, jovens começam a substituir a propriedade por serviços ou trocas. Isso deu espaço para um novo tipo de mercado, que teve seu embrião no fim da década de 1990, com o compartilhamento de músicas nos tempos do Napster, encontrou o meio ideal em meados dos anos 2000, com o Ebay e as redes sociais, e teve finalmente uma motivação econômica com a crise de 2008 – a economia do compartilhamento. Com a ajuda de sites e apps, é possível pegar emprestado desde uma serra tico-tico até um apartamento em Ipanema a preços módicos. O site Airbnb, por exemplo, permite que pessoas ofereçam para aluguel um imóvel durante a temporada em que não forem usá-lo – por exemplo, quando estiverem em férias. Fundada em 2008, a empresa já funciona com mais de 200 mil imóveis em 26 mil cidades de 192 países.

(…)

Uma nova economia
Tudo isso também representa um desafio para os países desenvolvidos. E que desafio: mudar as bases de suas economias. A indústria automobilística, por exemplo, sempre foi o pilar econômico da Alemanha, orgulhosa de seus Audis, Mercedes, BMWs, Porsches e Volkswagens. Com menos gente dirigindo, esse pilar pode acabar fraco demais para sustentar todo o resto. A construção de novas casas, apartamentos e prédios de escritório criou booms imobiliários nos EUA, no Japão, na Espanha. Booms que mais tarde dariam em bolhas, mas que mesmo assim foram fundamentais para enriquecer esses países. Com menos gente comprando casa na praia (e preferindo alugar imóveis que, obviamente, já estão construídos), e menos gente saindo da casa dos pais, a demanda por casas e prédios novos também diminui. A construção civil sofre. E mais um pilar tradicional das economias perde força. E agora?

Bom, talvez a resposta esteja embutida na própria crise da economia tradicional. Se algumas áreas definham, outras crescem e aparecem. É o caso dos “serviços conectados”, como o do Airbnb. “Conectados” porque não teriam como existir sem a internet onipresente de hoje. O que esses serviços novos fazem é transformar essa onipresença em onipotência – o acesso à rede (e a posse de um cartão de crédito) já garante casa e carro prét-à-porter em qualquer grande centro. Mas o fato é que ainda há muito o que expandir nessa área. Muito a criar. E é nesse terreno fértil e ainda pouco explorado que podem estar os alicerces de uma nova economia.

MENOS É MAIS
A posse de bens diminui no exterior. E o dinheiro vai para restaurantes, viagens, shows…

MAIS É MENOS
No Brasil, a tendência ainda é gastar com carrões. E não sobrar muito para o resto.

Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/fim-propriedade-731724.shtml?utm_source=redeabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super&fb_action_ids=562931273782038&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%5B556236717795491%5D&action_type_map=%5B%22og.likes%22%5D&action_ref_map=%5B%5D

Seria esta uma tendência confirmada futuramente no Brasil?

Estaríamos caminhando para uma era de menos gastos com propriedades e mais gastos com o viver em si?

E além do mercado, o que mais acarretaria na economia e na forma de vivenciarmos o mundo?

Estamos preparados?

Tendências… Somente o tempo dirá.

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on the Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business,Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.gustavo@gestao.adv.br

Out or In – Sourcing?

Em uma época em que tudo se terceiriza, algumas empresas tem optado pelo caminho inverso, estão interiorizando tecnologia e processos antes externos, internamente.

Os cuidados tanto no out como insourcing são enormes.

Hoje, repassamos algumas dicas para não errar no insourcing extraídas do portal CIO:

1. Objetivos
Um bom ponto de partida é definir o que se quer atingir com o insourcing, ou seja, espera-se economia, melhores serviços, ou aumentar a dinâmica dos processos? Definidas as respostas para esses questionamentos é chegada a hora de avaliar a atual estrutura da organização e de descobrir se ela possui os requerimentos necessários.

Comparar o custo total implicado na transição com o investimento necessário para manter a terceirização é outra tarefa que deve ser atendida. Uma boa análise da questão leva em torno de três meses e requer dezenas de revisões.

 

2. Avaliação de custos
No levantamento de custos envolvidos ao reincorporar as funções outrora terceirizadas, a honestidade e as margens de cálculo são absolutamente críticos. Existe uma série enorme de itens na composição do cálculo, entre eles, o quanto isso pode impactar em aumento da conta de energia elétrica, qual o custo para compra de hardware e de software e o investimento para capacitação de pessoal.

Questões legais devem ser igualmente apreciadas. Nesse caso entram na conta os custos para encerrar o contrato, a renovação das licenças e os acordos de manutenção.

“Também faz sentido pensar no investimento mensal requerido para a manutenção dos serviços. É comum as empresas subestimarem esse valor”, ressalta Mathers.

Pode ser especialmente complicado avaliar a capacidade dos funcionários na empresa e quantificar os novos recursos necessários para realocar ou contratar novos empregados.

3. Questões contratuais
Se haverá despesas com taxas de quebra de contrato, é melhor pensar nisso. Muitos instrumentos abrigam cláusulas para a proteção das partes em caso de quebra ou encerramento antes do previsto. A empresa contratada pode realizar investimentos enormes para assumir algumas tarefas e livrar-se dessas despesas contraídas é complicado.

4. Conhecimentos
Ao decidir pela terceirização, a empresa contratada e a contratante devem reunir as equipes técnicas para definir prioridades e requerimentos. A decisão de realizar os serviços na empresa devolve às costas da organização o peso de definir essas questões. Provavelmente muitos dos técnicos que estavam na empresa quando essa decidiu terceirizar os serviços, agora estão trabalhando para essas companhias e não é de responsabilidade da empresa contratada desenvolver uma solução sob medida. 

Procurar alguém com profundo conhecimento da estrutura da organização é a saída para estabelecer um bom quadro do que precisa ser feito.

5. Suporte
“Independente da estratégia adotada, é importante considerar demandas futuras”, diz Mathers. Desenvolver uma perspectiva futura acerca das condições financeiras e de negócios e estudar de que maneira os serviços reintegrados vão atender à empresa nesse momento faz todo o sentido.

6. Fonte dos problemas
Se o fator motivador para o insourcing for uma decepção com o prestador de serviços, há a necessidade de uma profunda reflexão.

“Jamais esqueça que o cliente faz as coisas serem o que são. A não ser que você passe um bom tempo identificando onde foi que participou na construção dessa insatisfação, corre o risco de enfrentar o mesmo problema em pouco tempo”, sinaliza Mathers.

 7. Apoio interno
Nada é mais fatal para reintegrar processos do que a falta de compreensão por parte de executivos em cargos de chefia na organização. O ideal é envolver o board nas discussões sobre a manobra o quanto antes. É fundamental garantir que os projetos em andamento não sejam afetados pela decisão.

8. ROI
Cada serviço terceirizado envolve entre 20 e 30 variáveis. Em um nível macro, à complexidade de realizar o insourcing devem ser integrada a questão de quanto da estrutura da empresa foi efetivamente transferida para o prestador de serviços. Saber, por exemplo, se a base de dados está abrigada na empresa contratada ou nos servidores internos é fundamental. No que se refere ao ROI, para cada processo de insourcing, devem ser calculados até 6 meses, no caso de processos complexos, esse prazo vai de 9 a 14 meses.

Fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/2013/11/13/insourcing-e-uma-boa-opcao/

Não é simples, eu avisei.

Estas dicas são mínimas e não personalizadas, quer dizer, em cada caso podemos ter muitas outras variáveis envolvidas que impactam no resultado final.

Usar interno ou externamente algo da empresa é uma decisão complexa e principalmente particular: Somente com análise crítica, muito vagar e maturidade pode dar certo.

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on the Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business,Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.gustavo@gestao.adv.br

E Agora José?

2014 iniciou. E agora José?

O ano iniciou e você sequer sabe o que fazer da vida… E agora José?

Janeiro somente pra férias? E os negócios? E agora José?

Planejamento estratégico sumiu? E agora José?

A tecnologia tem mais problemas que soluções? E agora José?

As pessoas no seu negócio mais atrapalham do que ajudam? E agora José?

E os seus planos José?

E a família José?

E os relacionamentos (não apenas os afetivos, mas os profissionais também) como estão José?

É José… 2014 chegou. Com ele, mais um ano de vitórias, derrotas e lutas. Um ano com a data mística da Copa do Mundo.

Data mística? Lembra José que tudo de bom (estádios, ruas, viadutos, metrô, saúde, educação) ia acontecer até a copa do mundo? Pois é José… A copa taí… Hora de ver promessas cumpridas… Ou em Outubro logo depois da Copa botar pra correr todos que prometeram e não cumpriram…

 

É José, a vida segue… Pra onde José?

Pra onde vamos com tanta incompreensão, dor e falta de paciência?

Pra onde vamos sem planejamento, sem tecnologia e sem pessoas que pensem?

Que pensem, José!

Chega de esmolas para que se diga que tudo está melhor José!

Chega de trabalhos repetitivos que máquinas podem fazer José!

Chega de cabides de emprego que não geram nada além de rendas a pessoas desocupadas José!

Chega…

E agora José?

E agora João? E agora Maria? E agora Silvas, Santos, Rodrigues, Rochas, etc do Brasil?

Sejamos nós a mudança que queremos ver no mundo, já disse Ghandi.

Então, sejamos nós a mudança para um 2014 melhor.

Chega inclusive de incomodar o José.

E agora José? Que o José seja um de nós com uma resposta pronta: A hora é agora, o minuto é este e o segundo é precioso demais para ser perdido. Mãos a obra!

 

Article write by Gustavo Rocha GestãoAdvBr CEO – Consultancy on the Strategic Management and Technology Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more. Mobile: [51] 8163.3333 | Contact: gustavo@gestao.adv.br [Mail, Skype, HangOut, Twitter, LinkedIn, Facebook, Instagram, Youtube]  |

Sempre Foi Assim, Não É Mesmo?

Quantas e quantas vezes ouvimos alguém dizer: “Eu faço isto porque sempre fiz assim, me ensinaram quando entrei na empresa e até hoje continuo fazendo o mesmo”.

Literalmente estão afirmando em alto e bom tom: A única coisa que faço na vida é reproduzir aquilo que me ensinaram, não sou capaz de pensar a respeito.

Com perdão dos animais, mas seres humanos agindo como animais irracionais (embora muitos animais valham mais a pena que alguns seres humanos) é um absurdo, principalmente no universo corporativo, afinal, se querem ser imbecis, que sejam em suas famílias e residências!

Devemos combater a ignorância do ambiente corporativo e a principal ignorância/burrice/idiotice e outros adjetivos é aquela que bloqueia o conhecimento e o raciocínio: A tese do eu sei tudo, ninguém precisa mudar nada, como está, fica.

Aliás, lembram daquela brincadeira de estátua: Como está, fica? Muitos adultos ainda brincam no universo corporativo da mesma forma.

Ao meu ver, certo está o Chico Buarque de Holanda quando diz: “As pessoas tem medo de mudança. Eu tenho medo que nada mude”.

Cada vez mais precisamos de inovação, de criatividade e principalmente do pensar.

Chega de ver profissionais recorta e cola.

Profissionais recorta e cola que não passam de repllicantes da situação atual. Deixa os replicantes para a música e para o cinema!

Vamos exercitar o pensar, a busca pelo conhecimento e não apenas por informações ou dados.

Se assim procedermos, temos grande chance de sucesso, não apenas profissional, mas também pessoal.

Agora, ao vivermos fazendo réplicas do que outros acham bom, divulgaremos teses sem ter a menor noção do que estamos falando, como no exemplo abaixo:

Os Cinco Macacos
(autor desconhecido)

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.

Depois de um certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, mais nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.

Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.

Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

“Não sei… Mas as coisas sempre foram assim por aqui…”

Devemos pensar no que estamos fazendo o tempo todo, seja no lançamento de uma informação em um sistema, seja numa ligação telefônica que atendemos, pois, por sermos do jurídico, a cada momento que somos consultados é como se déssemos um parecer.

E que parecer você está emitindo todos os dias?

De que pensa no que faz e faz bem feito?

Que simplesmente age como se tudo fosse perfeito e não muda nada?

Mudar por mudar igualmente é burrice. Agora, não estar aberto para pensar diferente é debilidade, penso eu.

E você, o que pensa da mudança?

Gustavo Rocha-Sócio da GestãoAdvBr – Consultoria em Gestão e Tecnologia Estratégicas-Sócio da Bruke Investimentos- http://www.gestao.adv.br | http://www.bruke.com.br-Contato integrado: gustavo@gestao.adv.br [Email, Skype, Gtalk, Twitter, LinkedIn, Facebook, Instagram, Youtube]

A Vida Como Ela É: Negócios?

A vida como ela é, simples direta e crua:

Já pensou na forma que você faz negócios?

Nem sabe o que e fazer um negócio?

Perguntas básicas:

Você tem uma empresa?

Sabe quanto ela vale?

Sabe calcular retorno, reinvestimento e valor de mercado?

Compreende o mercado a ponto de saber se é o momento de investimento, receber capital (estrangeiro ou nacional) e/ou vender a empresa e partir para outros projetos?

É amigo leitor, nem sempre ficar com a empresa pode ser uma boa ideia. Temos este ranço antigo de quem cria a empresa deve morrer nela.

Nada disto!

Quem sabe você tem uma boa veia para criar ideias, para montar projetos e depois, administrá-los, não é a sua praia?

Neste caso, melhor vender, deixar para quem sabe administrar e ir para outro projeto novo. Você ficará mais feliz e o retorno financeiro será melhor.

No mercado temos inúmeras possibilidades. Contudo, o mercado não é para amadores.

Antes de sair por aí dizendo quanto vale a sua empresa, faça um valuation. Deixe um especialista verificar no mercado e dentro do seu negócio como ele vale e por quanto ele pode ser vendido, avaliado para investimentos, capitais e sociedade.

O mesmo vale para fusões e aquisições. E neste caso ainda é imprescindível analisar os pontos de gestão de cada negócio, pois serão como um casamento: Duas empresas completamente diferentes no modo de agir e pensar tentando morar junto….

E por falar em morar junto, tem que se avaliar uma série de escopos, uma vez que pode mais valer a pena morar separado, pode ser mais interessante não unificar marcas, gestores, etc.

Uma análise que profissionais podem dar um norte mais adequado do que o conhecimento empírico de mercado dos empreendedores/sócios.

Enfim, negócios?

Sim, mas com conhecimento e cautela, afinal, de amadores o Brasil já tem demais, a começar por aqueles que recebem do povo uma procuração e pensam que é para fazer negociatas e não defender interesses, se tornando profissionais em negociatas para si e amadores para quem lhes deu a procuração… Mas, isto já é outra história….

Gustavo Rocha-Sócio da GestãoAdvBr – Consultoria em Gestão e Tecnologia Estratégicas-Sócio da Bruke Investimentos- http://www.gestao.adv.br | http://www.bruke.com.br-Contato integrado: gustavo@gestao.adv.br [Email, Skype, Gtalk, Twitter, LinkedIn, Facebook, Instagram, Youtube]