A Era da Informação e do Conhecimento

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As instituições políticas estão envolvidas em uma crise estrutural de legitimidade, intermitentemente devastadas por escândalos, com submissão total à cobertura da mídia e de liderança personificada, cada vez mais isolada dos cidadãos. Os movimentos sociais tendem a ser fracionado, local, com objetivos restritos e efêmeros, contraídos em seus mundos interiores ou brilhando por apenas um momento em um símbolo da mídia. Neste universo de mudanças confusas e incalculáveis, as pessoas inclinam-se a se reagrupar em torno de componentes primários: religiosos, étnicos, territoriais, nacionais, etc.

A cada dia as pessoas delineiam o sentido de suas vidas, não em torno do que executam, mas com base no que elas verdadeiramente são ou acreditam que são. Podemos tomar como exemplo, um tema atual, as discriminações regionais e sociais. Ser nordestino não é crime, muito menos um pecado mortal, iguais aos que fazem os religiosos sentirem o “calorzinho da caldeirinha”, porém, o antigo modelo bairrista ainda impede que as transformações intelectuais modifiquem o modo de pensar dos que cultuam esta filosofia. Para estes, só aconteceram as transformações tecnológicas.

É fundamental que “estas pessoas”, que ainda cultivam um estilo predominantemente regionalista, saibam que o mundo não é mais o dos nossos pais. A globalização trouxe consigo uma sociedade bem mais moderna, na sua maioria voltada para o neoliberalismo, sempre se modernizando e se capacitando, constantemente declinando para os sistemas de informação e comunicação. “A era da informação e do conhecimento”.

Vivemos em um mudo caracterizado pela globalização onde não podemos deixar de reconhecer que avançamos muito em ciência e tecnologia, porém os valores do ser humano, infelizmente, não acompanharam estas mudanças, mesmo assim, não há mais lugar para as discriminações raciais e/ou sociais, intolerância religiosa, entre outros. É fundamental que a sociedade contemporânea adote procedimentos diferenciados, não permitindo mais um “comportamento Feudal, retrógrado e de difícil compreensão”.   Alberto Peixoto

A VIAGEM- Pontos de vista de George Carlin sobre Envelhecer

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Aprecie a viagem; não há bilhete de volta!

Você sabia que a única época da nossa vida em que gostamos de ficar velhos é quando somos crianças?

Se você tem menos de 10 anos, está tão excitado sobre envelhecer que pensa em frações:

– Quantos anos você tem?

– Tenho quatro e meio!

Você nunca terá trinta e seis e meio. Você tem quatro e meio, indo para cinco! Este é o lance!

Quando você chega à adolescência, ninguém mais o segura. Você pula para um número próximo, ou mesmo alguns à frente:

– Qual é sua idade?

– Eu vou fazer 16!

Você pode ter 13, mas (tá ligado?) vai fazer 16!

E aí chega o maior dia da sua vida!  Você completa 21! Até as palavras soam como uma cerimônia:

VOCÊ ESTÁ FAZENDO 21. Uhuuuuuuu!

Mas então você ‘se torna’ 30. Ooooh, que aconteceu agora? Isso faz você soar como leite estragado:

“Ele ‘se tornou azedo’; tivemos que jogá-lo fora!” Não tem mais graça agora, você é apenas um bolo azedo.O que está errado?  O que mudou?

Você COMPLETA 21, você ‘SE TORNA’ 30, aí você está ‘EMPURRANDO’ 40.   Putz! Pise no freio, tudo está derrapando!

Antes que se dê conta, você CHEGA aos 50 e seus sonhos se foram.

Mas, espere! Você ALCANÇA os 60. Você nem achava que poderia!

Assim, você COMPLETA 21, você ‘SE TORNA’ 30, ‘EMPURRA’ os 40, CHEGA aos 50 e ALCANÇA os 60.

Você pegou tanto embalo que BATE nos 70! Depois disso, a coisa é na base do dia-a-dia: ‘Estarei BATENDO aí na 4ª. feira!’

Você entra nos seus 80 e cada dia é um ciclo completo; você bate no lanche, a tarde se torna 4:30;  você alcança o horário de ir para a cama. E não termina aqui. Entrado nos 90, você começa a dar marcha-à-ré: ‘Eu TINHA exatos 92′.

Aí acontece uma coisa estranha. Se você passa dos 100, você se torna criança pequena outra vez: ‘Eu tenho 100 e meio!’

Que todos Vocês cheguem a um saudável 100 e meio!!

Como permanecer jovem

– Livre-se de todos os números não-essenciais. Isto inclui idade, peso e altura. Deixe os médicos se preocupar com eles.

É para isso que você os paga.

– Mantenha apenas os amigos alegres. Os ranzinzas só deprimem.

– Continue aprendendo. Aprenda mais sobre o computador, ofícios, jardinagem, seja o que for, até radio-amadorismo. Nunca deixe o cérebro inativo. ‘Uma mente inativa é a oficina do diabo’. E o nome de família do diabo é ALZHEIMER.

– Aprecie as coisas simples.

– Ria sempre, alto e bom som! Ria até perder o fôlego.

– Lágrimas fazem parte. Suporte, queixe-se e vá adiante.  As únicas pessoas que estão conosco a vida inteira somos nós mesmos. Mostre estar vivo enquanto estiver vivo.

– Cerque-se daquilo que ama, seja família, animais de estimação, coleções, música, plantas, hobbies, seja o que for.

Seu lar é seu refúgio.

– Cuide da sua saúde: se estiver boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a. Se estiver além do que você possa fazer, peça ajuda.

– Não ‘viaje’ às suas culpas. Faça uma viagem ao shopping, até o município mais próximo ou a um país no exterior, mas não para onde você tiver enterrado as suas culpas.

– Diga às pessoas a quem você ama que você as ama, a cada oportunidade.

A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração.

Todos nós temos que viver a vida ao máximo a cada dia!

A jornada da vida não é para se chegar ao túmulo em segurança em um corpo bem preservado,mas sim para se escorregar para dentro, meio de lado, totalmente gasto, berrando: Que viagem!   Viva simplesmente, ame generosamente, profundamente, fale gentilmente, deixe o resto para Deus.

O Que Faz A Diferença É O Caráter

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Estou cada vez mais convicto de que se não trabalharmos arduamente na formação do caráter, de nada valerão as melhores habilidades e conhecimentos que alguém possa ter.

Ainda vivemos muito preocupados – nas famílias, nas instituições de ensino e nas empresas -, em proporcionar acesso e condições de desenvolvimento de habilidades e conhecimentos que possibilitem ao futuro profissional e mesmo àqueles que já atuam, o instrumental necessário para que sejam bem-sucedidos em suas carreiras, seja em qualquer área ou profissão escolhida.

Assim tem sido a preocupação de muitos pais, o currículo e projeto pedagógico de muitas escolas e universidades e os programas de treinamento e desenvolvimento das empresas.

Decerto temos profissionais extremamente competentes em várias áreas, estrategistas, com alto nível de conhecimento e tantas habilidades que são capazes de elevar suas equipes e organizações para altos patamares de rentabilidade e lucratividade. No entanto, esses mesmos profissionais, por desvio de caráter são capazes de manchar a reputação das empresas, além da própria, gerando grande prejuízo para toda a cadeia e para a sociedade.

Eis, porque, defendo com ardor que precisamos investir em todos os tempos e lugares, no desenvolvimento das virtudes, dos valores humanos essenciais. Como disse Aristóteles, na Ética a Nicômaco, “a virtude do homem será a disposição do caráter que o torna bom e que o faz desempenhar bem a sua função” e “as coisas nobres e boas da vida só são alcançadas pelos que agem retamente”.

Possuir competências e não ter as virtudes como alicerce de vida e das decisões que precisam ser tomadas no dia-a-dia é o que temos testemunhado em nosso tempo.  Como lembra o mestre Stephen Covey: “Precisamos trabalhar o caráter e a competência para solucionar os problemas estruturais e sistêmicos. Lembre-se: trabalhe primeiro o programador se quiser aperfeiçoar o programa”.

A começar em nossas casas na educação dos filhos, nas instituições de ensino que têm uma responsabilidade muito maior que apenas transmitir conhecimento e, por que não? nas organizações empresariais, urge que se desperte para a importância de se investir na formação em valores humanos, sem os quais, tudo pode se perder.

Se quisermos um mundo melhor, o que significa melhores empresas, melhores famílias, melhores relações humanas etc, antes de tudo precisamos despertar e expandir a nossa consciência para a importância dos valores em nossa vida. O que fez, faz e a fará sempre a diferença é o caráter, a começar pelas lideranças. Aliás, é exatamente isso que, para mim, define um líder: o seu caráter.   Robson Santarém http://www.animah.com.br/

Lições de Trabalho

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Dia 1 de Maio, dia do trabalho.

Uma data importante e de reflexão baseada normalmente em direitos e não em deveres.

Data que muitos querem reivindicar seus “direitos”, sem se preocupar com seus deveres, como se todos os trabalhadores fossem perfeitos e não houvesse por parte de empresas o reconhecimento e o sucesso.

Lógico que isto não é uma verdade absoluta, existem injustiças em ambos os lados, desde profissionais mal remunerados e dedicados, como funcionários que forjam o INSS para continuarem recebendo sem trabalhar.

Penso que o sucesso advém do trabalho e não do sindicato – sem desmerecer obviamente a organização de várias pessoas em prol de seus ideais – contudo, é a partir do meu trabalho e esforço que poderei ter uma carreira plena.

Pensando neste diapasão, surge a figura daquele que cresce profissionalmente, se prepara, mas quando chega ao início do sucesso, se vê diante de um emaranhado de dúvidas e situações que não sabe como agir.

Assim, neste dia em que comemoramos o trabalho, a minha reflexão vai para aqueles que realmente trabalham por si, se desenvolvem e crescem, apesar dos pesares.

 

O texto abaixo foi escrito por Fernando Dias Cyrino:

Carta para um jovem gerente

Meu jovem gerente,

Receba de novo os cumprimentos pelo novo cargo. Sei da sua importância e de como se sente. Está feliz e realizado por ter tido reconhecidas suas competências. Creio que você, a organização e a equipe que agora lidera mereciam uma preparação mais efetiva e que levasse em conta também o fator humano na gestão. Afinal, será cuidando de pessoas que você irá gerar os resultados que todos esperam.

Dominar as finanças e saber conduzir o planejamento são competências, sem dúvidas, necessárias à função gerencial. Só que considerar alguém preparado somente com esses dois programas de treinamento é pouco e por isto me admira a coragem da sua empresa em progredi-lo, sem que houvesse algo focado na condução de pessoas na sua formação gerencial. Digo isto mesmo sabendo que vários de nós nascem com habilidades de liderança bem desenvolvidas. Mesmo assim, vejo se cometerem muitos equívocos quando essas habilidades não são aprimoradas.

Nessa carta quero lhe falar, amigo gerente, com muita brevidade, de alguns pontos para os quais você deverá prestar atenção e caso sinta, pelos feedbacks recebidos da equipe e chefia, que precisa se desenvolver neles, que não fique somente nesses itens bem superficiais, mas que busque, bem rápido, algo com mais substância. Considero que o gerente, além das competências mais técnicas e do negócio, é aquele que: 

1 – Sabe ouvir – Saber ouvir é muito mais do que ter uma boa audição. Escutar é colocar-se todo para, mais do que perceber, sentir o que está por detrás daquilo que lhe está sendo trazido. Saber ouvir é colocar-se inteiro, o que significa parar tudo para só ter olhos, ouvidos e coração para quem está lhe falando. “Vá falando aí que estou escutando”, dizem algumas pessoas enquanto, por exemplo, olham sua caixa de mensagens no computador. Este comportamento mata a possibilidade de haver ali alguma conversa efetiva e profunda. Quem age assim definitivamente que não é um gerente. No máximo pode ser nomeado como um chefe. O gerente que sabe ouvir tem a equipe sob seu controle.

2 – Confia e é confiável – Antes de cobrar confiança o bom gerente é aquele que demonstra confiar nos companheiros que estão sob seu comando. Demonstrar confiança não se dá nas grandes negociações ou em momentos relevantes de comando. Ela acontece nas pequenas atitudes do dia a dia.  Provar confiança é cumprir o que se prometeu, estando escrito ou não. É não se deixar levar por fofocas e diante de palavras ou atitudes que possam ter um sentido negativo, antes de considerá-las como certezas, dar respostas de boa fé. As aparências podem nos enganar. O gerente confiável respeita as pessoas e tem consciência da sua humanidade. Ao errar ele sabe pedir desculpas. 

3 – Comunica – A equipe do gerente bom comunicador possui total clareza sobre o que é esperado dela e em contrapartida, sabe o que pode conseguir de cada um dos membros do seu time. Comunicar é evitar as agendas ocultas e estar aberto para ouvir opiniões diferentes, sem demonstrar enfado ou irritação. Comunicar-se bem é ter uma agenda de reuniões com a equipe, independente de haver uma crise ou algo muito importante a ser dito. Com o exemplo da comunicação que vem do seu líder, todo o time cresce e vai se transformando também em comunicador. Agindo assim vão sendo eliminados os mal entendidos e as terríveis “caixas pretas”. O gerente comunicador é assertivo.

4 – Forma pessoas – As pessoas postas sob o comando do gerente formador estão sempre em processo de desenvolvimento. Ele investe, não gasta, tempo ensinando as tarefas e atividades. É paciente e sabe que ter uma equipe bem formada é o grande capital que lhe dará condições para bancar o próprio crescimento. Formar e desenvolver é apoiar para que todos tenham suas competências atualizadas, para tudo aquilo que lhes é demandado. Isto significa tornar as pessoas capazes de agir sem que haja necessidade de supervisão direta. Ele identifica os potenciais e os trata diferenciadamente. O formador tem sempre pelo menos dois membros da sua equipe sendo preparados para, se necessário, sucedê-lo. O gerente que desenvolve capacita a equipe. Ele a encoraja para que se supere, buscando sem cessar degraus mais altos de desempenho.

5 – Mantém a motivação – Um rápido olhar à nossa volta irá mostrar várias pessoas “cumprindo burocraticamente o seu papel”. Gente que poderia dar muito mais e que se reserva o direito de só entregar aquilo que lhe é pedido. Será que são felizes assim? Claro que não. O ser humano é movido a desafios e é, com certeza, uma carga bem pesada ter que passar o dia todo fazendo estritamente o que se manda, em troca do salário no final do mês. Quanto nossos empregados poderiam dar além? Com certeza, bem mais do que a média produz hoje. O bom gerente é aquele que ajuda a equipe a manter alta sua motivação. Faz isto cuidando para que as condições de trabalho sejam satisfatórias e que haja desafios para todos. Manter o time motivado pressupõe também comemorar as vitórias. Mas não somente isto. É preciso ainda analisar em profundidade o fracasso. Com bom senso, o que significa, sem colocar o foco na busca de culpados. Importa considerar o acontecido para que não mais se repita. Caso o gerente se sinta incapaz de manter alta a motivação, que pelo menos não desmotive seu time. 

6 – Acompanha a execução – Observo que ainda há muito gerente executando tarefas. Cuidado, porque você não é pago para isto. Ao realizar a atividade o gerente cumpre a atribuição de algum membro da equipe. O bom gerente é aquele que faz fazer. O problema é que alguns confundem isto com algo como “largar a tarefa” nas mãos de alguém, como se dissesse: “toma que o filho é seu”. Nada mais errado. Passar a tarefa significa primeiramente ter certeza de que o que está sendo pedido foi corretamente compreendido. A partir dessa compreensão impecável, o gerente ficará próximo ao executante para apoiá-lo, dar o ritmo e corrigir com ele a rota, caso seja necessário. Cuidado porque estar perto não pode significar que ali estará posicionado um chato o tempo todo. Alguém de prontidão para tolher a liberdade e a criatividade do empregado. Há gerentes que pensam que acompanhar é perguntar como está indo a tarefa.  Todos sabem que a resposta padrão para tal pergunta será “vai tudo bem”. A questão é que nunca se sabe se este “tudo bem” corresponde à expectativa do gerente. Acompanhar a execução é, enfim, aproveitar o tempo de interação para desenvolver o empregado e também para aprender com ele e com a equipe.

7 – Está no controle – É importante que todos saibam que há mãos seguras no comando e que se possui clareza quanto ao caminho a ser percorrido. O gerente que está no controle dá segurança à equipe. Ele aloca, com sabedoria e alinhado aos objetivos organizacionais, os recursos disponíveis. Controlar não é dirigir apenas com os olhos no retrovisor, confirmando os buracos da estrada, mas sim mirando à frente. Cuidando para que o orçamento seja bem executado. Prevendo as dificuldades que poderão acontecer daí por diante. Controlar bem é ter um bom “painel de controle”, atualizado e disponível para ser acessado pelos membros da equipe. O gerente que tem o controle em suas mãos é confiante e transparente. Controlar é não ter medo de cobrar. É manter a equipe sempre atenta à qualidade, prazos e custos, sabedora de que é a soma do trabalho de cada um que gerará ou não o bom resultado final. Controlar é enfim dar espaço e condições para que todos atuem como controladores do espaço organizacional.  

8 – Dirige um time – O bom gerente não tem um grupo sob seu comando, mas sim um time altamente qualificado e treinado. Não um time qualquer, mas uma equipe vencedora. E quem é o principal responsável por este treinamento e qualificação é o seu técnico, ou seja, o gerente. Como responsável pelo time ele buscará apoio da organização, principalmente do RH, que é o especialista em pessoas na empresa, para que a equipe seja cada dia melhor. Dirigir um time é saber distribuir as tarefas. Deixar bem clara a posição de cada um e o mínimo que se espera dele. É tomar cuidado para que as estrelas não queiram “jogar sozinhas, segurando demasiadamente a bola” e nem que os “normais” fiquem esperando que os talentos resolvam os problemas sozinhos.

9 – Valoriza a inovação e a criatividade – O gerente é aquele que conhece bastante de gente e por isto sabe que cada um dos participantes da sua equipe tem mais competências do que demonstra. Todos têm riquezas insuspeitadas e o gerente deve ajudar nas suas descobertas pela equipe.  Ele sabe que há muitos riscos em se trabalhar somente com pessoas parecidas e por isto valoriza as diferenças. Trata-as como riquezas a serem exploradas. Aproveita o que cada um tem de melhor gerando bastante sinergia. Ele estimula a equipe a buscar o novo e a testá-lo, estando sempre em prontidão para conduzir ou apoiar a mudança necessária Apóia as ações inovadoras e criativas e as valoriza perante a organização.

10 – Dá poder ao seu pessoal – O gerente é aquele que “empodera” as pessoas. Que faz com que saiam da zona de conforto e busquem o crescimento. Ele as encoraja e cria o que podemos chamar de ”viés para o erro”. Este nada mais é do que dar condições aos empregados para irem além da tarefa, o que aumenta a possibilidade de falhas. Se os erros são punidos fortemente, passa-se tacitamente o recado de que não é bom tentar algo novo, eis que errar queima. Uma equipe “empoderada sabe que o erro nunca é bem vindo, mas que precisa ser considerado como possibilidade real. Gerente que empodera o time tem consciência de que o seu sucesso está nos resultados gerados através do poder, das competências, comprometimento e criatividade da equipe.

Quanto aprendizado devemos ter, não é mesmo?

Não basta querer crescer, devemos nos preparar, estar preparados e conectados as novidades tecnológicas e de gestão, sem nunca esquecer das pessoas.

Ufa!

Mãos a obra. O sucesso depende primeiro do trabalho, que depende do preparo, que depende dos relacionamentos, conhecimento e aprendizado.

E assim a vida segue, com uns crescendo, outros reclamando e outros ainda se organizando para reclamar e tentar ganhar no berro.

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br

O Jardineiro e os Negócios

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Sempre tive uma vontade oculta de ser jardineiro: mexer com a terra, afundar os pés e as mãos em suas entranhas, sentir-lhe o calor e o frio, inebriar-me de seus cheiros, seguir as estações do ano, contemplar o sol e a chuva, lançar a semente e esperar a lenta maturação da vida… Mas especialmente cultivar flores. Quem sabe, um dia, ser uma entre elas!

A flor é como um negócio, precisa ser cuidada, regada, visto com olhos diferenciais para que possa frutificar, e não apenas como um único jardim, onde todas são iguais.

Cada negócio é único e merece sua atenção, lembre-se disto!

Mas a profissão de jardineiro tem suas armadilhas. Sem dúvida, é gratificante ver as plantas se erguerem do solo, produzir botões e estes se abrirem em pétalas de diferentes cores e tonalidades. Em pouco tempo, porém, elas murcham, secam, desaparecem. Com a mesma voluptuosidade com que buscam o céu azul, a luz e o ar livre, também se curvam encarquilhadas sobre o chão, morrem e caem no esquecimento. Menos mal que deixam na terra suas sementes e que estas, em potencial, contêm novas flores. Cedo ou tarde, haverão de romper a superfície da terra e se reerguer para a vida.

Quantas oportunidades desaparecem depois de lançadas?

Quantas vezes nos deparamos com negócios praticamente fechados e há uma desistência?

É a lei de mercado, só realmente acontece depois de contrato assinado.

Outra armadilha é que, após preparar o solo, lançar a semente, e zelar diariamente pela sua gestação, o jardineiro pode surpreender-se com alguma flor que nasce fora do jardim cultivado. Tanto carinho e cuidado, para ver o broto ressurgir em meio ao mato e aos espinhos, ou entre as pedras do caminho. Flores são seres rebeldes, crescem não raro onde menos se espera, longe de nosso alcance. Às vezes são mais vivas e vigorosas onde a terra é mais agreste.

E como não falar de atravessadores, de pessoas sem mandato que querem melar todo o trabalho desenvolvido?

E pior, pessoas estas que demonstram mais confiança do que nós aos mandatários. E aí, foi-se o negócio, se não houver destreza e inteligência emocional do outro lado.

 

Ninguém como o jardineiro se dá conta de como a flor é bela e frágil. Ou melhor, bela porque frágil. Oferece seu brilho intenso e colorido, mas sempre provisório. Tão forte quanto fugaz, talvez porque possui uma estranha consciência orgânica de que sua passagem pela vida é breve. Logo terá de desaparecer! O mesmo ocorre com o perfume. A flor exala-o com tanta intensidade que chega a embriagar o viajante que passa. Mas fenece junto com ela. Também neste caso é verdade que, apesar de resistir mal à tormenta, a beleza e o perfume da flor jamais se apagam da memória de quem os experimentou.

Quem tem o mandato sabe o quanto é ou não frágil, conhece o EBITDA, potencialidades, valor de mercado, entre outros.

Sabe que aquele negócio tem momento certo, mercado dirigido e por aí a fora. Sabe que dependendo da época e da situação, tudo pode murchar como uma flor.

E, se sabe tudo isto, que tem feito a respeito?

Mas o cultivador de flores conhece outros segredos. Sabe que cada uma delas é única, incomparável e insubstituível. Inútil perguntar qual a mais bonita, a mais sedutora a mais cheirosa. Todas o são, embora distintas. Ou melhor, todas são belas justamente porque distintas! É a diversidade de formas e aromas, cores e tons que torna encantado o jardim.

Assim é o plantel de uma empresa de negócios. Cada qual com sua beleza, forma e aroma, cada negócio é único, singular, mesmo estando entre tantos outros em par.

O senhor do jardim sabe, ainda, que cultivar flores não é tomar posse delas. Se tentar fazê-lo, mata-as, perdendo-as para sempre. De resto, essa relação com as flores reproduz-se na relação com outros seres vivos, plantas ou animais, como também na relação entre as pessoas. Cultivar implica não em dominar e possuir, mas deixá-las livres. Livres para que outros possam desfrutar de seu conhecimento e riqueza. A posse é a negação do amor.

Ninguém é dono do negócio em si. Um lado é dono da empresa, outro do dinheiro e para nascer o negócio entre ambas é necessário a sintonia, negociadores, interesses em comum, etc.

Achar-se dono do negócio porque tem o mandato é um tiro no pé. Quanto mais astuto, inteligente, negociador e nervos de aço, mais ainda será seu o negócio, mas nunca como propriedade, e sim, por resultado de si mesmo.

O jardineiro é diferente do colecionador. De fato, O cultivador de carros de luxo, de pérolas preciosas, de contas bancárias, de objetos exóticos, como também o cultivador de mágoas ou ressentimentos, de ódio ou vingança, torna-se escravo daquilo que cultiva. Constrói sua própria prisão. “Onde está teu tesouro, aí está teu coração”, diz o sábio Jesus. Ao contrário do colecionador, o jardineiro aprende que somente há de colher as flores que cultiva com o toque mágico de suas mãos, rudes e ternas a um só tempo. Mas ele as colhe com o olhar, com o deslumbramento da alma. Prendê-las é condená-las à morte.

Colecionar resultados é bom, contudo não podemos nos basear neles para vislumbrarmos o sucesso. O sucesso é um eterno recomeço.

Atingiu o sucesso? Ótimo, aprenda com ele, colha seus frutos e retome o caminho da lida para construir um novo sucesso.

É assim o ciclo da vida.

E assim, livre e bela, a flor pode entregar-se gratuitamente a todos que visitam o jardim. Seu brilho fala de Deus quando guarda as gotas do orvalho noturno ou abre suas pétalas à luz matutina, quando dança ao ritmo da brisa suave ou oferece seu néctar ao beija-flor, o qual, a seu turno, transportará o pólen para fecundar outras flores, alimentando assim o ciclo interminável da vida.

Unida ao sorriso da criança, ao murmúrio ou ao rugido da água, ao canto do pássaro, à luz longínqua da estrela, ao sol que chega ou que parte, ao olhar de quem ama ou à lágrima de quem ainda é capaz de chorar, aos corações sedentos de justiça ou às mãos que combatem pelos direitos humanos – a flor integra a grande orquestra da criação. Instrumentos distintos, que tocam notas diferentes, mas exprimem a beleza de uma sinfonia comum.

Cultivar flores é cultivar relações novas, livres, autênticas, transparentes. Relação consigo mesmo, com o outro e com os outros, com a história de um povo, com o meio ambiente, com o Transcendente. Essas dimensões, embora distintas, não constituem instâncias cerradas uma à outra. Ao contrário, todas se entrelaçam inextricavelmente. Todas se interpelam e se integram, se enriquecem e se complementam. O cultivo de uma repercute no crescimento das demais, o descuido de uma significa o esvaziamento de todo o ser.

Não tenha medo de dar informações gerais, de divulgar aquilo que pode ser divulgado, de transparecer no negócio quem você é.

Apesar de serem negócios, os mesmos são feitos por pessoas e assim sendo, confiança é a base de qualquer negócio.

Como ponto final, vale sublinhar, uma vez mais, a lição da flor: porque é bela, fugaz e frágil, ela brilha e se apaga, revela-se e se esconde, aparece e desaparece, como o Amado que se oculta para estimular a busca e nutrir um amor fiel e persistente.

Sejamos nós a lição do jardim: Aprendermos cada vez mais a frutificar e fortalecer nossos negócios com trabalho, perseverança, verdade e astúcia.

Somos resultados da nossas escolhas, então sejamos a escolha do sucesso!

 

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br

Como nos enxergamos?

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Dia 28 de Abril, dia da educação no Brasil.

Educação? E o que isto tem a ver na forma que nos enxergamos?

Somos reflexo da nossa educação e aprendizado. Não apenas de quem nos educou, mas da forma que aprendemos a partir da educação que tivemos.

Podemos ter os melhores mestres do mundo, se não quisermos aprender, nada acontecerá.

Falamos em ter uma educação diferenciada no Brasil, mas ninguém sabe o hino nacional, com raras exceções sabem o hino do seu Estado, e nem vamos falar da história do Brasil, dos Estados, nossas pseudo revoluções e por aí a fora.

E qual a importância disto?

Como compreender que hoje o Brasil ainda é uma colônia com hábitos portugueses, espanhóis, alemães, italianos, sem saber que por eles fomos colonizados e introjetados em suas culturas?

 

Nossa cultura indígena, por mais rica que muitos possam defender, sempre esteve alicerçada em hábitos de subsistência. Guerrear, conquistar, crescer, nunca fez parte do DNA original do Brasil. Hoje, os índios são um reflexo disto: Querem terras e mais terras, sem nunca terem conquistado elas (e há aqueles que dizem que por estarem aqui antes tem o direito. Então ignorem toda formação do mundo atual e conquistas históricas, daí podemos aceitar esta premissa – estes mesmos acreditam em conquista da independência com o grito do Ipiranga por Dom Pedro, coelhinho da páscoa, papai noel, etc).

Contudo, mais do que história, somos um reflexo daquilo que vemos, da forma que enxergamos o mundo.

A exemplo disto, uma história:

A CASA DOS MIL ESPELHOS

Tempos atrás em um distante e pequeno vilarejo, havia um lugar conhecido como a casa dos 1000 espelhos.  Um pequeno e feliz cãozinho soube deste lugar e decidiu visitar. Lá chegando, saltitou feliz escada acima até a entrada da casa.

Olhou através da porta de entrada com suas orelhinhas bem levantadas e a cauda balançando tão rapidamente quanto podia. Para sua grande surpresa, deparou-se com outros 1000 pequenos e felizes cãezinhos, todos com suas caudas balançando tão rapidamente quanto à dele. Abriu um enorme sorriso, e foi correspondido com 1000 enormes sorrisos. Quando saiu da casa, pensou:

– Que lugar maravilhoso! Voltarei sempre, um montão de vezes.

Neste mesmo vilarejo, um outro pequeno cãozinho, que não era tão feliz quanto o primeiro, decidiu visitar a casa. Escalou lentamente as escadas e olhou através da porta. Quando viu 1000 olhares hostis de cães que lhe olhavam fixamente, rosnou e mostrou os dentes e ficou horrorizado ao ver 1000 cães rosnando e mostrando os dentes para ele. Quando saiu, ele pensou:

– Que lugar horrível, nunca mais volto aqui.

Como temos visto o mundo que nos rodeia?

Como temos agido em relação ao mundo que nos rodeia?

E porque vemos/agimos da maneira que procedemos?

Somos resultados de nossas escolhas. Escolhas estas que são baseadas na educação que tivemos e do aprendizado que colhemos desta educação. Educação esta que gera nossa opinião e verdades ao longo da vida.

Sendo estas premissas verdadeiras – na minha crença o são – uma data como hoje merece uma enorme reflexão, pois nosso presente e futuro dependem deste pensar: Porque concluímos da forma que concluímos nossas verdades?

Seja a forma que você pensa hoje, certamente já pensou diferente no passado e quiçá irá pensar diferente no futuro.

Somos educados e aprendemos o tempo todo, basta permitirmos este aprendizado.

Contudo, ao deixarmos de lado o pensar e adotarmos a filosofia Zeca Pagodinho de ser – deixa a vida me levar, vida leva eu – iremos ser o reflexo daquilo que os outros pensam e acreditam. Mais o menos o que acontece com um povo que não exprime suas ideias e deixa que uma grande massa faminta, pobre de ideias e verdades elejam os representantes de todos, e não apenas daqueles que não pensam.

Dia da educação. Vale a pena pensar em educação, aprendizado, vida, verdades, novas verdades. Nesta ordem.

Sua vida pessoal e profissional agradecem.

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br

Não Desista

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Nesta sexta-feira, vamos ver este vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=Stexe0lO7Js

Somos como o ratinho ou no primeiro sinal de problema desistimos?

Como temos enfrentado o que a vida nos apresenta?

Somos reativos ou proativos?

Temos recebido porrada e devolvemos porrada ou recebemos porrada e devolvemos compreensão?

O que realmente temos feito para mudar?

Não se iluda, a mudança começa em você, seja pessoal ou profissionalmente.

 

Quer melhorar de emprego? Vá a luta!

Quer ganhar mais? Produza mais, faça mais!

Mesmo assim não te valorizam? Parta para outro emprego!

Quer emagrecer? Fecha a boca e faz exercício!

Quer ser reconhecido? Primeiro reconheça!

Enfim,

Quer ter sucesso? Não desista!

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br

Pessoas. Valor. Resultado

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Qual o bem maior de uma empresa?

Sem dúvidas, as pessoas que a compõe, afinal, sem o material humano, não há como evoluir, desenvolver qualquer empresa.

E você gestor, já parou para analisar qual o material humano que possui na sua equipe?

As qualidades, defeitos, trejeitos, enfim, tudo que envolve as pessoas que hoje você lidera?

Para auxiliar nesta reflexão, divido um texto que pertence ao filme Marley e Eu:

Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca.
Símbolos de status não significavam nada para ele.
Um graveto já está ótimo.
Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro.
Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro.
Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não.
De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?

A pergunta é verdadeira: Quantas pessoas?

 

A grande maioria quer o contrário, quer se sentir superior por subjulgar outras. Quer ofender e atingir outros para “crescer”.

Quanto mais convivo com os cães, mais admiro os seres dito animais, pois os ditos humanos são muito burros, mesquinhos, de valores incrivelmente duvidosos.

Como tudo na vida, a regra não é absoluta e alguns seres humanos são extraordinários. Alguns seres humanos. Agora, os cães, senão na sua absoluta maioria, mas na sua plena maioria podem ser descritos como extraordinários.

#Ficaareflexão de como estamos agindo em nosso mundo dito humano.

E mais, como você está agindo na sua equipe, na sua empresa.

A sua atitude será também reflexo para os seus liderados.

Se você for mesquinho, der única importância ao dito sucesso, ao invés do desenvolvimento pessoal e profissional, terá liderados exatamente como você, afinal, as pessoas ficam aonde se sentem confortáveis.

Pessoas. Valor. Resultado.

Uma sequência lógica, não é mesmo?

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br

Emails: Necessidade ou Compulsão?

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Recentemente na França foi proibido a todos os patrões que enviassem emails a seus funcionários ou estes acessarem seus emails e documentos de trabalho após as 18h.

Não vamos abordar a questão da legalidade, se isto é justo e perfeito para os empregados, nem mesmo se empregados são folgados ou empregadores são malvados, até porque o comparativo seria nulo, uma vez que lá a regra é de 35 horas por semana e a cultura de lá e a nossa são diferentes no tocante ao trabalho.

Vamos pensar no título do artigo: Temos necessidade ou compulsão pelos emails?

Quando você pensa em email, você:

(a) Já verifiquei hoje

(b) Já olhei várias vezes hoje

(c) Estou lendo este artigo e verificando novamente

(d) Não verifiquei hoje

(e) Opa, agora me lembrei que tenho um email, vou verificar.

Qual a sua opção?

 

Uma grande parcela está nas letras “b” e “c”. Trata email como se cada email recebido fosse uma prova de carinho, uma forma de alguém dizer “Te amo”. Sinceramente… Sentir vazio porque não recebe um email é uma falta de amor próprio enorme.

Além deste tipo que fica desesperado com emails pessoais, há os compulsivos profissionais.

Tenho que responder, isto é prova da minha eficiência.

Tenho que ler, analisar e responder na maior brevidade possível, isto será bom para minha carreira.

Enviaram o email as 23h40m e tenho que responder antes das 8h para mostrar que sou motivado e que trabalho mais que os outros…

Exceto se você trabalha por conta e seus emails pessoais e profissionais são os mesmos (e mesmo assim deve haver limites), devemos criar regras para ler, analisar e responder os emails.

Ler emails enquanto aguarda ser atendido num médico, por exemplo, pode ser útil, ajuda passar o tempo e ainda limpa a caixa de entrada.

Agora, ler emails enquanto está com outra pessoa na sua frente, além de ser uma gafe, é desprezar a pessoa que está com você. A pergunta é: Você veio falar comigo ou ficar me mostrando o seu último email/post no celular?

Em 2013, em um projeto de consultora que fiz, implementamos em uma empresa a substituição de quase 90% dos emails por fluxos dentro do sistema de gestão deles, de forma a que esta compulsão e desorganização que os emails proporcionam acabasse.

E você, o que tem feito para mudar de necessidade – quando ela realmente existir – a compulsão que hoje existe em sua vida em relação aos emails?

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br

Como Somos Vistos Lá Fora?

O jornal The Economist mais uma vez ao se referir ao Brasil, associa o Brasil a algo negativo.

Desta vez, fomos chamados de preguiçosos, onde o título diz que precisamos acordar de uma soneca de 50 anos.

Para argumentar esta chamada, são usados dados do PIB:

“A produtividade total, que mede a eficiência com a qual o capital e o trabalho são utilizados, é menor hoje do que era em 1960. A produtividade do trabalho foi responsável por 40% do crescimento do PIB brasileiro entre 1990 e 2012, comparado a 91% na China e 67% na Índia, de acordo com a consultoria McKinsey”.

A reportagem segue, explicitando razões:

Razões

A reportagem é ilustrada pela imagem de um homem descansando em uma rede na praia e sugere que os trabalhadores brasileiros são “gloriosamente improdutivos” e precisam “acordar do seu repouso”.

No entanto, os fatores que a revista cita para explicar a baixa produtividade brasileira não tem nada a ver com preguiça e sim com obstáculos bem conhecidos do brasileiro – como a falta de infraestrutura, a má qualidade da educação e a gestão ineficiente nas empresas.

O texto também critica o fechamento da economia, que protege as companhias locais de concorrentes estrangeiros mais eficientes e dificulta a importação de tecnologias que poderiam melhorar a produtividade.

 

A revista recomenda que para amenizar o problema, o país olhe para dois setores que se tornaram mais eficientes no passado recente: o financeiro e o do agronegócio.

Leia na íntegra: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/brasil-vive-soneca-de-50-anos-diz-the-economist

 

Pois bem.

Começo com uma pergunta: O que você pensa disto?

Muitos dirão que não somos preguiçosos, que trabalhamos muito, que o brasileiro é honesto e trabalhador na sua maioria.

Quero acreditar que sim. Quero muito.

A realidade em inúmeros lugares é bem diferente. Percebemos que uma grande maioria quer apenas os benefícios e não os ônus do trabalho.

Muitos querem salários maiores, que trabalham muito e que precisam ganhar cada vez mais, quando, em fato, o que produzem é simples, repetitivo e pode ser facilmente substituído ou feito por uma máquina.

Ou criamos diferenciais ou estaremos fora de competitividade.

Por óbvio, existem trabalhadores, existem mentes brilhantes por aqui. E também óbvio que no estrangeiro temos trabalhadores simplórios e outros não.

Igualmente lógico que nossa burocracia e burrocracia nos atrapalha por demais.

Ainda neste sentido, temos muitos “gersons” e aproveitadores (como em qualquer lugar existem).

Talvez nos falte mais educação.

Talvez falte cultura.

Talvez falte estrutura e até oportunidades.

Impressões para reflexão, apenas isto.

E você, como vê o seu Brasil?

E porque pensa que lá fora somos vistos diferentes?

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.Web: www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br