O Que É Feedback?

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Quando pensamos em feedback, logo nos vem a cabeça, “um puxão de orelha”, pois associamos esse nome a uma retorno negativo do que fizemos.

Mas não deveria ser assim, ele tem como objetivo transmitir a uma pessoa informações que a ajudarão a melhorar seu desempenho, no sentido de conseguir atingir os objetivos programados.

Ele pode ser de dois tipos: Aberto: Aquele que vai direto ao assunto através de perguntas que são realizadas durante a aplicação de testes e exercícios. Mostrando assim o que a pessoa entrevistada entendeu ou não entendeu; Velado: Esse é observador, e não tem como mentir a verdade, pois é realizado através da expressão, posição, movimentos e atitudes do entrevistado.

Dar feedback é uma coisa muito complicada, assim como receber também é, mas para aplicar é necessário que quem vai fazê-lo saiba se a pessoa está ou não preparada para aquilo. Pois uma critica que poderia ser levada como sugestão de melhora, muitas vezes é levado para o lado pessoal.

Por isso é importante passar para funcionários, que o feedback pode ser tanto positivo, quanto negativo, pois as pessoas precisam saber sobre o que estão errando, bem como o que estão fazendo de bom para melhorar a organização.

Como receber um feedback?

Primeiramente, devemos ouvir sem interromper a pessoa, e para isso, relaxe, respire fundo e ouça atenciosamente o que ela tem a te dizer, pois o que foi dito pode te acrescentar de uma forma muito positiva. Depois de feito isso, faça algumas perguntas, afim de saber se realmente você entendeu o que foi dito e por final reconheça o que é correto. Concordar com algo que foi dito a seu respeito é bem diferente do que concordar que você é da forma descrita.
Agindo dessa maneira o processo é menos doloroso quando negativo. E quando positivo, consegue extrair o máximo de informações para que continue acertando sempre.
E lembre-se, o feedback é indispensável para que as pessoas dentro da organização saibam como está seu desempenho. Por isso não se assuste quando for chamado para um. Pense nele como uma forma de aprendizado!!                   Fernanda Damasceno

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O Vento Canta

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Era uma vez uma indústria de calçados aqui no Brasil que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia.

Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.

Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:

“Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.”

Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu:

“Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos …ainda.”

Moral da História:

A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro. Da mesma forma, tudo  na  vida  pode  ser  visto  com   enfoques e maneiras diferentes.

A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:

 ”OS TRISTES ACHAM QUE O VENTO GEME; OS ALEGRES ACHAM QUE ELE CANTA”.

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida, faz toda a diferença.

Haja paciência! Ou seria: Aja paciência!

1Haja paciência!

Ou seria:

Aja paciência!

Se você tivesse que escrever essa oração tão escutada no cotidiano, ficaria em dúvida?

Se a resposta for sim, é completamente aceitável, já que a maioria das pessoas teria sim seus questionamentos a respeito.

Mas vejamos: é necessário que você aja rápido e decida qual usar!
Pois não quero que haja nenhum tipo de reclamação depois!

E dessa forma, percebeu a diferença?

“Aja” é a flexão do verbo “agir” conjugado na 1ª ou 3ª pessoa do singular do presente do subjuntivo ou do imperativo afirmativo (aja ele). Pode ser substituída por “atuar”, “proceder”.

Veja: Aja de maneira civilizada com aquele homem. (proceda)
É bom que você aja com naturalidade. (atue, proceda)
Não quero que aja com desrespeito à autoridade. (proceda)

“Haja” é a flexão do verbo haver na 1ª e 3ª pessoa do singular do presente do subjuntivo ou do imperativo afirmativo ou negativo (haja você, não haja você). Pode ser substituída por: acontecer, existir, ocorrer, ter.

Observe: Haja o que houver, estaremos juntos nessa batalha. (Ocorra, aconteça).
Queremos que haja harmonia entre nós. (exista, tenha)
“Haja luz, e houve luz”. (Tenha)

Retomando a dúvida inicial “Haja paciência” Ou “Aja paciência”, temos certo:

Haja paciência! Ou seja, Tenha paciência!

Agora, se fosse “Aja com paciência” seria dessa forma, pois significaria: “Proceda com paciência”.

Lembre-se de que “haja vista” não varia e, portanto, permanece no feminino: fiquemos de cabeça erguida, haja vista tantos problemas que já superamos. Jamais escreva “haja visto”.

Por Sabrina Vilarinho- Graduada em Letras- Equipe Brasil Escola

A Liberdade De Papagaio

A Liberdade De Papagaio

Um mercador que tinha um papagaio preso a um poleiro. Um dia resolveu viajar para Amazônia e perguntou ao louro o que desejava de lá. Este lhe pediu: – Se vires algum bando de papagaios livres, pergunta-lhes como também posso ser livre e voar.

Na Amazônia o mercador viu um bando de papagaios e gritou-lhes a mensagem do louro. Ao ouvi-lo, o guia do bando caiu como morto. O homem, penalizado, pensou: – Coitado, devia ser parente do meu papagaio.

Ao voltar, contou o sucedido a seu papagaio e este, para seu espanto, tombou como morto. O homem lamentou, mas, resignado desprendeu o louro inerte e o atirou ao quintal. No próprio impulso com que foi jogado, ele alçou vôo e pousou num galho. O mercador, muito admirado, perguntou: – Afinal, que significa tudo isso?. E o papagaio respondeu: – Apenas segui a lição.

Não basta adquirir sabedoria, é preciso também saber usá-la. A maioria de nós esqueceu como sonhar. Trocamos a capacidade criativa por segurança. As mudanças atuais são o despertador universal nos convidando para lembrar dos sonhos e esperanças. Este é o momento de perceber que além de nós existe uma inteligência muito mais ilimitada atuando. Ela irá superar nossas expectativas, se confiarmos nela. Quanto mais lembramos do sonho, mais alerta ficamos para as coincidências e sincronicidade que nos levam em direção à ele.

Você não precisa viver sua vida do jeito que as pessoas acham que você deve viver, pois você é a única pessoa que pode tornar sua vida maravilhosa.

Comunicação Eficaz Fortalece Relação Entre Empresa E Colaboradores

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O estabelecimento de uma boa comunicação sempre fez parte de todos os processos que envolvem a história da evolução do homem. A questão é fazer entender-se de maneira clara, como também interpretar corretamente aquilo que a outra parta está transmitindo. Isso também acontece no dia a dia das empresas. Ou seja, as organizações precisam estabelecer canais de comunicação para que os colaboradores compreendam o que se espera deles e, em contrapartida, as empresas necessitam entender as reais necessidades do capital intelectual.

Uma organização que tem estabelecido uma boa política de comunicação interna é a Atlas Copco, pois tem em sua Gestão de Pessoas, a premissa de que a manutenção dos canais eficazes de comunicação com os colaboradores é um diferencial que se traduz em resultados para a organização e para os próprios funcionários. De acordo com Waldir Eugenio Lucio, gerente de Recursos Humanos, esse trabalho tem sido realizado com o objetivo de manter os colaboradores a par de todas as informações da empresa que afetam direta ou indiretamente suas vidas, a fim de possibilitar uma melhor compreensão do contexto onde todos estão inseridos e como cada um pode contribuir para o alcance dos resultados. Além disso, as ações focadas na comunicação interna também possibilitam a materialização da visão e dos valores corporativos.

A Atlas Copco é uma multinacional de origem sueca especializada em produtos e serviços que abrangem desde equipamentos de ar e gás comprimido, geradores, equipamentos de construção e mineração, ferramentas industriais e sistemas de montagem até serviços relacionados, como pós-venda e aluguel. Dentre as principais ações utilizadas para estreitar o relacionamento com os funcionários, a empresa recorre às seguintes práticas: Reunião Departamental Mensal; Reunião Geral Trimestral; Café com o Gerente Geral; Reunião Bom Dia, na Fábrica; veiculação do Jornal Interno; sites institucionais; murais e quadros de avisos; além de recursos de redes sociais como, por exemplo, o Facebook e o LinkedIn.

Ao ser indagado se a empresa possui algum canal formal para mensurar os resultados sobre as ações de comunicação interna, o gerente de RH da Atlas Copco responde que a organização conta com a pesquisa bienal de clima organizacional, onde são incluídas perguntas sobre o nível de satisfação do pessoal em relação à comunicação interna. O resultado tem sido positivo, uma vez que os colaboradores apontaram que houve melhorias no quesito comunicação, nas pesquisas realizadas em 2012 e 2010.

“O investimento na comunicação interna tem gerado benefícios internos, principalmente porque as ações demonstram transparência organizacional e assegura um melhor resultado individual, a partir do conhecimento das grandes metas, diretrizes e valores organizacionais”, assinala Waldir Eugenio Lucio, ao acrescentar que, além disso, as pessoas se sentem valorizadas quando percebem a mobilização do corpo gerencial da empresa no sentido de compartilhar as principais informações, bem como ouvir os colaboradores e implementar ações de melhoria com base no feedback recebido dos mesmos. Isso, consequentemente, resulta em motivação e comprometimento.

Por fim, o gerente de RH lembra que além da empresa trabalhar com todos os canais de comunicação já citados, a área de Recursos Humanos também reforça as ações de entendimento ao investir nos processos coaching, feedback individual que são práticas sistemáticas e estruturadas pela própria organização. “Não podemos deixar de registrar que os líderes são os responsáveis pela melhoria na comunicação interna e que tem sido assinalada nas pesquisas de clima organizacional”, conclui.                 Patrícia Bispo para o RH.com.br

A Arte Da Persuasão I

“É preciso beijar muitos sapos para encontrar um príncipe.” Slogan da 3M

Resumo:
Você consegue influenciar indecisos, capturar a atenção dos participantes de uma reunião, reverter inimizades?

Líderes, administradores, vendedores, enfim todas as pessoas envolvidas em negociação, em defender idéias e ideais precisam conhecer e serem capazes de utilizar os princípios da persuasão.

Você conhece e aplica os princípios da persuasão, pessoal e profissionalmente, para facilitar a sua vida? E o pessoal da sua empresa aplica? Isto pode ser um diferencial…

O objetivo das pessoas que trabalham com marketing é capturar a atenção do cliente potencial para poder mostrar os benefícios que ele – o cliente – pode usufruir com o produto ou serviço que está sendo trabalhado. O marketing trabalha também, na sua essência, com persuasão.

Mas não somente o marketing trabalha com persuasão, os líderes, os vendedores, entre outros, também.

Mas o que é persuasão?

Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, persuasão é a o ato ou efeito de persuadir. Ficamos na mesma!

E o que é persuadir? Pelo mesmo dicionário é “levar ou convencer (alguém ou a si mesmo) a acreditar ou aceitar; convencer (-se)”.

O conhecimento de como a persuasão ocorre pode levar a ações que facilitam a vida de vários profissionais, e a nossa própria vida particular. Como todo conhecimento pode ser utilizado para o bem ou não, utilizaremos aqui somente a aplicação ética das técnicas oriundas do que se conhece sobre a persuasão.

Um dos mais destacados estudiosos da persuasão é o Dr. Robert B. Cialdini, autor, entre outros, dos seguintes livros, em inglês:

“Influência: ciência e prática” e
“influência: a psicologia da persuasão”.

Este renomado especialista cita seis grandes áreas de facilitação que ajudam na “arte de persuadir”:

– Amizade;.
– Reciprocidade;
– Consistência;
– Autoridade;
– Validação Social;
– Raridade.

Descreveremos os seis princípios; abaixo e hoje, somente os três primeiros. Na semana que vem os últimos três e, para encerrar o ano, um resumo com Dicas Práticas de como utilizar estes seis princípios para a sua vida familiar, para a sua vida profissional e em sua empresa.

Então prepare-se e leia com muita atenção, pois estes são os primeiros três princípios da Arte da Persuasão:

1. Princípio da Amizade
As pessoas gostam daqueles que gostam delas.

Aplicação:
– Para influenciar pessoas, ganhe amizades, descubra semelhanças e elogie sinceramente.

As pessoas preferem dizer “SIM” àqueles que eles conhecem e têm amizade.

2. O Princípio da Reciprocidade
As pessoas dão o troco na mesma moeda.

Aplicações:
– Dê aquilo que você quer receber.
– É dando que se recebe.

As pessoas têm mais boa vontade em atender solicitações (favores, serviços, informações, concessões, etc.) de pessoas que antecipadamente as favoreceram de alguma forma.

3. O Princípio da Consistência
As pessoas seguem e perseguem compromissos claros e consistentes.

Aplicações:
– Mostre os comprometimentos públicos, escritos e voluntários.
– Reconheça os comprometimentos voluntários.

As pessoas têm mais boa vontade em seguir uma certa direção se elas perceberem que ela é consistente com um compromisso já existente.   Carlos Alberto de Faria – calfaria@merkatus.com.br

A Arte Da Persuasão II

“Vá à luta, faça-se útil!” Peter Drucker

Resumo:
Você conhece e aplica os princípios da persuasão, pessoal e profissionalmente, para facilitar a sua vida?

Nesta semana a continuação deste assunto essencial, muito pouco divulgado e importantíssimo para quem quer se inserir no mercado, desde vender uma idéia de negócio a produtos ou serviços…

Na semana passada vimos os três primeiros princípios da persuasão:

1. Princípio da Amizade
As pessoas gostam daqueles que gostam delas.

2. O Princípio da Reciprocidade
As pessoas dão o troco na mesma moeda.

3. O Princípio da Consistência
As pessoas seguem e perseguem compromissos claros e consistentes.

Hoje apresentamos, a seguir, os outros três princípios:

4. O Princípio da Autoridade
As pessoas reconhecem o notório saber.

Aplicações:
– Não assuma que o seu conhecimento é evidente, facilite a vida dos outros com os seus conhecimentos.
– Coloque o seu conhecimento para ajudar os outros.

As pessoas têm mais boa vontade em seguir direções e recomendações de um comunicador no qual enxerguem uma autoridade reconhecida ou com um conhecimento significativo.

5. O Princípio da Validação Social:
As pessoas seguem caminhos abertos por semelhantes.

Aplicações:
– O exemplo vindo de semelhantes cria predisposição favorável.
– Use o exemplo dos amigos, colegas e conhecidos sempre que disponível.

As pessoas têm mais boa vontade em executar uma ação recomendada se eles percebem evidências de que algumas outras pessoas, especialmente os semelhantes, já estão executando.

6. Princípio da Raridade
As pessoas precisam mais daquilo que elas têm menos.

Aplicações:
– As pessoas dão valor ao que é raro.
– Utilize e evidencie informações exclusivas e benefícios únicos.

As pessoas julgam oportunidades e objetos mais atrativos na medida em que estes sejam mais escassos, raros, ou de baixa disponibilidade.

Cada um destes aspectos, levantados pela pesquisa do Dr. Robert Cialdini, pode e deve ser trabalhado por todos os profissionais que queiram atuar, de forma ética, para promover tanto a sua pessoa – marketing pessoal -, como as idéias que defende, os serviços ou produtos que vende, quer seja ele vendedor porta a porta ou um líder.

Eu diria que mais do que isso: estes pontos precisam ser considerados nas suas táticas de aproximação e de desenvolvimento de relacionamentos, quer seja entre pessoas físicas ou entre pessoas jurídicas – mesmo porque pessoas jurídicas não se aproximam, quem se aproxima são pessoas físicas, representantes de pessoas jurídicas.

No caso de pessoas jurídicas, então, precisa haver cuidados extremos na uniformidade e coesão das suas atividades de aproximação e relacionamentos das diversas pessoas físicas que se apresentam e representam a empresa, frente às pessoas físicas representantes do cliente ou cliente potencial.

Como a sua empresa pode utilizar cada uma destas áreas para consistentemente aparecer e oferecer oportunidades que facilitem a persuasão pela sua oferta?

E no seu caso de profissional de gabarito? Como você pode se utilizar destes princípios?

E na sua vida pessoal, na sua vida em família? Como você pode se utilizar destes princípios?  Carlos Alberto de Faria – calfaria@merkatus.com.br

A Arte Da Persuasão III

“É mais trabalhoso conduzir os homens pela persuasão do que pela força.”        Paul Claudel

Resumo:
Aqui estão as regras básicas que facilitam a obtenção do “Sim!”.

A persuasão é utilizada todo dia, a seu favor ou contra você. Você pode escolher utilizá-la ou não. Outras pessoas podem não fazer o mesmo…

Você escolhe se você quer aplicar estes conceitos em seus papéis e em suas atividades de líder, de negociador, e de vendedor.

Hoje apresentamos Dicas Práticas do uso dos princípios da persuasão em sua vida, no dia a dia.

1. Princípio da Amizade
As pessoas gostam daqueles que gostam delas.

2. O Princípio da Reciprocidade
As pessoas dão o troco na mesma moeda.

3. O Princípio da Consistência
As pessoas seguem e perseguem compromissos claros e consistentes.

4. O Princípio da Autoridade
As pessoas reconhecem o notório saber.

5. O Princípio da Validação Social:
As pessoas seguem caminhos abertos por semelhantes.

6. Princípio da Raridade
As pessoas precisam mais daquilo que elas têm menos.

Vistos e explicados todos os princípios, vamos às aplicações práticas desses princípios.

Dicas Práticas
Como se utilizar desta “teoria” na vida, no dia a dia?

A seguir apresentamos algumas questões apontando para a utilização destes achados:

– para a sua empresa,
– para você profissional, e
– para você, na sua vida familiar,

nesta ordem:

– Amizade:
A minha empresa envida esforços e disponibiliza recursos para a manutenção e o desenvolvimento de relacionamentos e parcerias junto aos seus clientes?

Eu mantenho uma rede de contatos profissionais – o tal de “networking” – que ajudo e me ajudam profissionalmente?

Eu cuido e cultivo de cada uma das relações familiares, individualmente?

– Reciprocidade:
O valor que o nosso cliente percebe é superior ao valor que ele paga?

Eu sou uma fonte de soluções para a empresa na qual eu trabalho?

Eu sou um exemplo a ser seguido na minha família?

– Consistência:
A minha empresa faz o que promete e só promete o que tem certeza poder cumprir, não importando os custos?

Independentemente do meu estado de espírito eu dirijo os meus esforços e produzo o que a empresa espera e precisa de mim, a cada minuto do meu trabalho?

Eu trato a todos na minha família com respeito, independentemente do meu estado de ânimo?

– Autoridade:
A minha empresa, em conjunto com os seus clientes, analisa possibilidades, aponta direções e escolhe os caminhos que são os melhores para todos?

As minhas atitudes e comportamentos promovem confiança na equipe?

O passado mostra que as minhas decisões estavam certas?

– Validação Social:
A minha empresa tem testemunhos e clientes significativos dentro do mercado em que atua?

Eu trabalho e negocio para conseguir a adesão e um compromisso comum junto aos meus pares, antes de levar um assunto ou projeto adiante?

Eu e meu parceiro atuamos afinados e em conjunto, somos uma parelha?

– Raridade:
A minha empresa possui, sob a ótica dos nossos clientes, vantagens competitivas únicas e difíceis de serem copiadas pela concorrência?

Eu foco a minha atuação e o meu aprimoramento profissional naquilo que eu faço a diferença?

Eu compartilho e contribuo para o crescimento pessoal e familiar com os meus pontos de vista e minhas percepções?

E então, como está a sua empresa na arte da persuasão?

Estes mesmos princípios podem e devem ser utilizados na negociação:

– colocar ênfase em interesses comuns, – ressaltar a experiência e sucessos anteriores em negociação,

– ressaltar os benefícios únicos e raros que podem ser obtidos,

– colocar na mesa de forma clara e transparente os interesses reais e batalhar por eles,

– ter uma postura de colaboração e procurar acordos do tipo ganha-ganha,

– especificar o sucesso e a satisfação obtidos em acordos e ajustes semelhantes feitos anteriormente.

Estas são algumas das possibilidades do uso dos princípios da persuasão em negociação. Você consegue identificar os princípios utilizados nos exemplos acima?

As abordagens de mudanças, tanto internas e como externas, envolvem um cuidadoso planejamento de como será construída a ponte que leva do ponto onde vocês estão, para onde vocês querem ir? Esse planejamento leva em consideração como se dará a persuasão com os clientes internos e externos?

Quais são os profissionais que na sua empresa que precisam saber trabalhar com Persuasão? Quais são os empregados que negociam? Somente os vendedores e os líderes?  E então, como está você como profissional na arte da persuasão?  E então, como está você na arte da persuasão, em sua família?
Carlos Alberto de Faria – calfaria@merkatus.com.br

Comunicação Empresarial

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A Comunicação Empresarial (Organizacional, Corporativa ou Institucional) compreende um conjunto complexo de atividades, ações, estratégias, produtos e processos desenvolvidos para reforçar a imagem de uma empresa ou entidade (sindicato, órgãos governamentais, ONGs, associações, universidades etc) junto aos seus públicos de interesse (consumidores, empregados, formadores de opinião, classe política ou empresarial, acionistas, comunidade acadêmica ou financeira, jornalistas etc) ou junto à opinião pública.

A Comunicação Empresarial tem assumido, nos últimos anos, maior complexidade, tendo em vista a necessidade de trabalhar com diferentes públicos (portanto diferentes conteúdos, discursos ou linguagens), o acirramento da concorrência, a segmentação da mídia e a introdução acelerada das novas tecnologias.

Hoje, exige-se do profissional da área não apenas conhecimentos e habilidades nas práticas profissionais, mas também uma visão abrangente do mercado e do universo dos negócios. Mais do que um simples executor de tarefas (bom redator de releases, bom relacionamento com a mídia, excelente editor de house organ), o profissional de comunicação empresarial deve ser um executivo, um gestor, capaz de planejar, estrategicamente, o esforço de comunicação da empresa ou entidade.

O mercado brasileiro e internacional já dispõe de empresas especializadas na realização deste trabalho e, internamente, as empresas ou entidades também têm experimentado gradativa profissionalização. Hoje, a Comunicação Empresarial já desempenha papel fundamental, definindo-se como estratégica para as organizações, superada a fase anterior, em que suas ações, produtos e profissionais eram vistos como acessórios, descartáveis ao primeiro sinal de crise.

A literatura na área cresce vertiginosamente, com a contribuição de profissionais do mercado e das universidades (a Comunicação Empresarial, em seus múltiplos aspectos, tem, cada vez mais, sido objeto de trabalhos na graduação e na pós-graduação em Comunicação no Brasil). Muitas universidades, como a USP e a UMESP, para só citar duas instituições de ensino tradicionais na área de Comunicação no País, mantêm linhas de pesquisa em Comunicação Empresarial em seus programas de pós-graduação e já contabilizam mais de uma centena de dissertações e teses já defendidas.

Da mesma forma, multiplicam-se os eventos sobre Comunicação Empresarial, destacando-se, dentre outros, os Congressos promovidos pela Comtexto Comunicação e Pesquisa, pela Mega Brasil e pela ABERJE, entidade mais representativa da área. Fonte: ww.comunicacaoempresarial.com.br