Apareça Na Busca

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Os sites que cadastram currículos funcionam como o Google. Ou seja, você precisa aparecer entre os primeiros resultados da busca. O ideal é ficar entre os 20 candidatos da pesquisa. Na Curriculum.com.br, site de hospedagem de CVs, 86% das buscas são feitas por profissões e cargos e 54%, por idade. Para aumentar suas chances quando fizer seu currículo na Internet, em sites de hospedagem como Monster, Manager, Curriculum.com.br ou Catho, preste atenção às seguintes recomendações:

1- Preencha todos os campos. Inclusive a carta de apresentaçao pessoal, caso exista esse espaço. Os bancos de dados online colocam os documentos completamente preenchidos em melhor posiçao.

2- Como a maioria das buscas é feita por cargos e profissões, liste todos os sinônimos e ocupações compatíveis com a sua. Exemplo: se você é economista, pode perder a chance de ser entrevistado para uma vaga interessante caso a busca seja realizada por “gerente financeiro”. Não economize nesse item.

3- Atualize a data da edição do seu CV regularmente. Currículos que permanecem muito tempo inativos são preteridos pelo mecanismo de busca. Atualize o seu documento sempre – nem que seja apenas para deixar a data de edição em dia.

4- Revise o seu curículo. Erros de português prejudicam muito a apresentação de um candidato. O mesmo vale para problemas de layout.

5- Evite mencionar pretensão salarial. Isso pode fazer com que você nem chegue a uma entrevista. O melhor, nesse caso, é negociar diretamente com quem irá contratá-lo, de preferência depois da entrevista.

6- Caso exista um espaço para uma auto-avaliação e apresentação livre, aproveite. A chance é boa para que a empresa lhe conheça melhor, identifique seu estilo profissional e suas características. Não subestime esse campo.

José Eduardo Costa

A Carreira É Sua

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Não existem regras prontas para o sucesso, pois o que se aplica a uma pessoa não se aplica a outra. Como um bom chef de cozinha, cada um precisa criar sua própria receita, seus ingredientes e sua maneira de fazer.

Independente de suas convicções e crenças, pode ter uma grande certeza em sua vida: a carreira é sua! Não, não tem jeito! Grande parte da responsabilidade é toda sua, então nada de lamentações, mas sim ações. Leia e reflita:

» Nada de paternalismo – Nós, brasileiros, temos um paternalismo muito forte arraigado em nossa cultura. A culpa é sempre do governo, da sogra, do chefe. Estamos sempre à espera de um super-homem que vai arrumar o país, nos trazer o progresso. Chega dessa história! John F. Kennedy, ex-presidente dos EUA, dizia: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”. Não espere que sua carreira decole graças a uma política econômica ou pela sorte de ter um chefe iluminado. Crie e seja dono do seu próprio destino, tenha as rédeas de sua carreira. É o melhor presente que você pode se dar.

» Cuidado com suas escolhas – O tempo todo, consciente ou inconscientemente, fazemos escolhas. Algumas fúteis, sem importância; outras de maior relevância. O simples fato de não querer ou de não fazer escolhas já é uma escolha. Mas não se esqueça de que você é o maior responsável pelas suas escolhas. Fique atento às suas opções, perceba se estão trazendo a você benefícios e resultados. Sua carreira está da maneira que está devido às suas escolhas, é claro que existem coisas que não temos controle e não podemos influenciar, como uma recessão mundial ou alguma circunstância de força maior. Mas boa parte de sua carreira, volto a afirmar, está assim devido às escolhas que você fez no decorrer de sua vida.

» Crie um círculo virtuoso – Coisas ruins também acontecem com pessoas boas e não há como evitar as más fases da sua vida. Mas podemos, em vez, de ficar nos lamentando usar essa energia para algo produtivo. Sugiro que você crie hábitos positivos e virtuosos. Que tal ler pelo menos 20 páginas de um livro qualquer quase todos os dias ou fazer 30 minutos de caminhada três vezes na semana. Ler uma história para o filho no mínimo duas vezes na semana, levar sempre que puder uma cesta básica na igreja, preparar uma comidinha bem gostosa para o amor de sua vida pelo menos uma vez por mês, os exemplos são infinitos. Pequenos atos que quando viram hábito tornam a nossa vida mais gostosa. Com sentimento de felicidade produzimos muito mais, vale a pena praticar atos virtuosos regularmente. Eu não trabalho no Ministério da Saúde, mas recomendo.

» Aposte em você – Quem não gosta de fazer uma fezinha na Mega-Sena de vez em quando? Já que, às vezes, gostamos de apostar, sugiro que faça uma aposta em você. Aposte nos seus talentos, na sua capacidade de realização, na sua criatividade. Dê uma chance a si e não seja seu maior inimigo, mas seu melhor amigo. Cuidado com seu grau de auto-exigência, aprenda a rir de seus erros e lembre-se sempre de que você não precisa saber e fazer tudo. Compartilhe seus sentimentos, tente implantar suas idéias e não as deixe somente no papel. Criatividade tem a ver com implantação e não só com projetos e mais projetos. Uma idéia só é válida quando implementada.

» Somos seres interdependentes – Acredite e fortaleça sua equipe. Ninguém faz nada sozinho, é muito importante estar ciente de que dependemos uns dos outros. Pode parecer bobagem, mas ainda nas empresas encontro feudos. Diretores, gerentes ou chefes que como reis acreditam que seus colaboradores são como súditos, prontos a atender todos os seus desejos e que estão a sua disposição a qualquer hora. Carreira tem a ver com gestão de relacionamentos. O maior diferencial de seu sucesso corporativo está na sua capacidade de gerir seus relacionamentos. Manter uma relação ganha-ganha, criar uma imagem positiva, ser um profissional que inspire confiança e que agregue valor ao ambiente. Sempre que puder contribua com o desenvolvimento das pessoas e acredite que tudo tem um retorno, quanto mais você dá, mais você receberá. Essa é uma das leis do universo que se aplicam perfeitamente no mundo corporativo e que eu espero sinceramente que você faça um bom uso dela.

Paulo Araújo

Saiba Como Usar A Vitrine Da Internet Para Construir Uma Imagem Pessoal Positiva

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Há mais de 120 milhões de blogs na web. Ser criativo não é fácil.

A internet é uma vitrine. Escreva seu nome no Google e confira o resultado: surge um rastro digital feito de listas de aprovação em concursos, comentários em salas de bate-papo, resultados de competições esportivas e fotos. A web registra pedaços de sua vida e forma uma imagem virtual. As empresas de recrutamento já descobriram isso faz tempo. A consultoria americana Michael Page, que tem escritório em São Paulo, desenvolveu, por exemplo, uma ferramenta de busca própria, voltada para encontrar informações de profissionais na web. É impossível controlar tudo o que sai publicado na internet. Mas é possível aumentar a relevância de uma parcela das informações. Confira nossas sugestões e use a rede a seu favor.

SEJA NATURAL
Evite criar uma imagem altamente positiva. Trata-se de um erro facilmente percebido por headhunters e recrutadores. Ninguém é perfeito, e demonstrar humanidade, acredite, pode contar pontos a seu favor. As empresas valorizam candidatos autênticos. Portanto, seja transparente. Não minta nem omita. Tenha apenas bom senso. “Não faça na internet algo que você evitaria fazer no mundo real”, diz Fernando Mantovani, gerente do escritório de São Paulo da consultoria de recrutamento Robert Half.

PUBLIQUE CONTEÚDOS PERTINENTES
Se tiver algo realmente a dizer na internet, diga. Se não for importante, fique calado. “Criar mais um blog ou abrir uma comunidade para não ter o que dizer é perda de tempo. Tente ser singular no conteúdo”, diz o paulistano René de Paula Junior, autor de seis blogs independentes e funcionário da área de experiência do usuário da Microsoft.

SIGA SEU RASTRO

Uma vez por mês, Marcelo Sant’Iago, diretor de novos negócios da agência de publicidade digital MídiaClick, de São Paulo, entra no Google, digita seu nome e faz uma busca. É uma boa medida. Os buscadores são um termômetro para saber o que aparece sobre ele e se há alguém falando algo a seu respeito. “Encontro meu trabalho em outros sites”, diz Marcelo Sant’Iago.

EVITE A IMAGEM DE POPSTAR

Estar presente em todos os sites de relacionamento, blogs, fotologs e comunidades da internet não é bom para a imagem. “Fazer marketing pessoal em excesso atrapalha”, diz Karin Parodi, diretora da consultoria Career Center, de São Paulo. “Evite a alta exposição”, diz Karin.

TORNE-SE UM VERBETE

Há uma série de grandes executivos com um verbete criado na enciclopédia virtual Wikipedia. Muitos foram construídos de forma neutra, enquanto outros são partidários ou subjetivos demais. Criar um para o seu nome é simples. Se alguém já criou seu perfil, você poderá alterá-lo com informações mais precisas. A dica é fazer buscas freqüentes para descobrir se há novidades ou erros envolvendo seu nome.

FAÇA USO DE SUA LISTA DE CONTATOS

No L’inkedIn, Plaxo ou qualquer outra rede de relacionamento, é importante trazer para a vida real a lista de contatos virtuais. “Cuide da sua rede de contatos, não a procure só quando necessitar”, diz Karin Parodi, diretora do Career Center. Ou seja, mantenha contato com as pessoas fora da internet.

CORRA PARA O LINKEDIN

É consenso entre headhunters, recrutadores e executivos: o LinkedIn é a ferramenta de relacionamento profissional mais poderosa da internet. Preencha cada item com o máximo possível de informações. Tome cuidado: o que vale é a qualidade dos relacionamentos, e não a quantidade. Entre os contatos conhecidos, tente fazer uma seleção de quem realmente integrará sua rede. Evite adicionar desconhecidos e recomendações exageradas. “O risco de obter uma série de recomendações sem critério é cair no descrédito. O recrutador percebe e checa esse tipo de coisa”, diz Ricardo Basaglia.

SEJA DISCRETO

O Orkut é um dos sites de relacionamento mais conhecidos do Brasil e também o de maior exposição. Marcar presença em suas páginas não é ruim. Pelo contrário, pode transmitir a imagem de profissional conectado. No entanto, use o bom senso. Não vá moderar a comunidade “Eu odeio a minha empresa”. Cuidado também com fotos ousadas.

MELHORE A PESQUISA

Já ouviu falar de Search Engine Optimization (SEO)? Trata-se de uma combinação de técnicas e estratégias para facilitar a seleção de um site pelo Google, por exemplo. Otimizado, o site salta para os primeiros lugares na lista de resultados. As empresas usam o SEO. Nada impede que um profissional faça o mesmo para destacar seus blogs profissionais. Há alguns macetes tecnológicos, como programar o site para os buscadores, atualizar constantemente o conteúdo e fazer com que o maior número possível de sites inclua links para a sua página.

Fonte: http://vocesa.abril.com.br/edicoes/121/aberto/informado/mt_288906.shtml

Françoise Terzian

Mulheres Executivas Ganham Mercado, Mas Ainda Perdem Com A Desigualdade Salarial

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Por mais que a nossa sociedade promova a idéia de direitos e oportunidades iguais para homens e mulheres, em geral elas ainda enfrentam obstáculos maiores do que eles para avançarem em suas carreiras. Não somente a tão famosa dupla jornada feminina é um problema, mas também a diferença salarial entre os sexos.

Dados do IBGE deste ano apontam que, apesar do crescimento de 11,3% na renda da população entre 2003 e 2008, as mulheres receberam 70% do salário dos homens em todas as regiões do país. Ainda no começo de 2009, o caso de Lilly Ledbetter, trabalhora norte-americana que por 15 anos ganhou 40% a menos que um homem ocupante do mesmo cargo em sua empresa, ganhou visibilidade. E foi a partir de sua denúncia que o recém-eleito presidente Barack Obama assinou, em 29 de de janeiro, a Lei de Igualdade, que prevê o mesmo salário para homens e mulheres.

Sendo assim, fica claro que o problema da distinção salarial entre os sexos não é exclusivo do Brasil, a diferença é que aqui uma medida na dimensão da americana ainda não foi tomada. Ano após ano vemos órgãos de pesquisa lançarem números que mostram quão injusto é o mercado de trabalho para a mulher, mas, por outro lado, de 1976 a 2002 o número de trabalhoras teve um acréscimo de 25 milhões, segundo o IBGE.

Nos Estados Unidos, a ONG Catalyst, que tem como objetivo acompanhar os avanços femininos no mercado de trabalho, divulgou em outubro de 2007 uma pesquisa que analisou a chefia das 500 maiores empresas listadas pela revista Fortune. Segundo o estudo, as organizações que tinham uma maior representação das mulheres na direção conseguiram também uma melhor performance em relação àquelas com menor proporcionalidade do sexo feminino. No quesito “Retorno sobre Investimentos”, por exemplo, as companhias que apostaram nelas tiveram um resultado 66% mais positivo do que as que contavam com menos mulheres no comando.

Qualidades femininas como flexibilidade, paciência, e até mesmo a intuição, garantem, ao meu ver, os resultados positivos encontrados na pesquisa da ONG. A mulher, principalmente a que trabalha fora, é casada e tem filhos, consegue desenvolver uma capacidade incrível de liderança. Em casa, mesmo com pouco tempo, muitas conseguem ser as chefes, afinal, algumas responsabilidades, como ajudar o filho nas tarefas da escola e se preocupar com a organização, ainda são delas. Capazes de por em ordem um lar, facilmente conseguem levar para a empresa essa pró-atividade.

Outra característica que admiro no sexo feminino é o dom que elas tem de conseguir resolver mais de uma coisa ao mesmo tempo. Credito isso principalmente à dupla jornada, porque mesmo quando estão no trabalho não podem se desligar por completo da família, e nem devem. Contudo, é necessário que as responsabilidades ligadas ao lar não recaiam somente sobre a mulher, por mais forte que elas possam ser. Com certeza uma atividade compartilhada por marido e esposa fará com que nenhum dos dois fique sobrecarregado ou exausto.

Por parte das empresas, os números divulgados pesquisados pela ONG Catalyst, mesmo que referentes a outro país, não deixam dúvidas de que apostar em executivas pode ser vantajoso para o sucesso da companhia. Dessa forma, entendo que o caminho é abrir espaço para que talentos femininos possam crescer profissionalmente, reconhecendo que para isso um salário igual entre ambos os sexos é fundamental e serve como estímulo.

Renato Grinberg é diretor Geral da Trabalhando.com.br e especialista em mercado de trabalho. É pós-graduado na UCLA (University of California, Los Angeles) com MBA pela University of Southern California, Marshall School of Business (USC).

Quanto Vale o Capital Intelectual de sua empresa? Ou o seu próprio Capital Intelectual?

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A palavra capital, em sua origem mais remota, vem do radical indo-europeu kap, “cabeça”, daí a idéia de “principal” que ela desperta. Com efeito, no mundo dos negócios, o capital é o principal, uma vez que um empreendimento é o emprego de capital para torná-lo produtivo. O lucro é a remuneração do risco do investimento. O empreendedor corre esse risco e só perde se o capital intelectual for pequeno.

Entre o capital empregado e os produtos e serviços gerados está a função gerencial em que se inclui o capital intelectual. À função gerencial compete tornar produtivos bens e serviços. Gerir e gerar são dois verbos irmãos.

O dicionário define capital como “riqueza, com dinheiro ou propriedade, usada ou acumulada em negócios por indivíduos, sociedades ou empresas”. Diz também que é todo bem econômico aplicado à produção. Ainda mais: diz que é toda riqueza capaz de produzir renda. Mas essa é uma conceituação antiga, pois hoje, com a evolução da perspicácia e sagacidade do empreendedor, inclui-se no capital da empresa insumos invisíveis como a inteligência, a criatividade, o conhecimento, a intuição, que está relacionada ao feeling . É mesmo de estranhar que não se tenha, desde logo, incluído na definição de capital justamente aquilo que vai gerar a riqueza material: o capital intelectual. Assim, hoje em dia, a definição de capital deve ser: “riqueza, com insumos invisíveis como inteligência, criatividade, conhecimento acumulados por indivíduos, por meio de livros, cursos, congressos, seminários, vivências, dinâmicos encontros para troca de experiências, dinheiro ou propriedade, usada ou acumulada em negócios, por indivíduos, sociedades ou empresas”.

Até aqui, quando se enumeravam os bens que constituem o capital de uma empresa, só a parte material era mencionada, embora, o capital intelectual dessa empresa fosse o mais valioso, pois toda empresa de sucesso deve seu resultado ao talento de seus recursos humanos. E talento pode ser treinado. Qualquer coisa, antes de se tornar um bem, foi antes uma idéia implementada pelo capital intelectual.

É mais fácil mencionar os bens que se podem ver, de maneira direta, enquanto o capital intelectual tem que ser medido indiretamente por meio de resultados conseguidos com a ajuda de cursos que a pessoa tenha feito, de seminários de que tenha participado, de palestras a que tenha assistido, de congressos a que tenha ido etc. A Universidade, em sua função de ensino, mede seu capital intelectual pela produção acadêmica: livros, artigos, palestras, participações em congressos, encontros, jornadas, artigos escritos, seminários, reuniões etc. A empresa deve medir seu capital intelectual pelos resultados apresentados.

A empresa não está interessada na inteligência pela inteligência, ou na criatividade pela criatividade, mas sim no que a inteligência e a criatividade do pessoal de sua empresa podem realizar para ela, com reflexos sociais.

Todos os bens que existem foram extraídos – e continuam sendo – da Terra e transformados em riqueza pelo capital intelectual.

Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia

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Rotatividade Interna de Advogados. Como fazer?

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Uma interessante pesquisa no final do ano passado elaborada pelo GEJUR nos brindou com vários pontos analíticos de como minimizar ou não fazer quando acontece a rotatividade de um profissional dentro do escritório ou departamento jurídico em relação a carteira que ele cuidava.

Como sabemos, muitos escritórios grandes e médios, percebendo o crescimento das bancas menores, organizaram-se em núcleos, com líderes ou facilitadores de áreas que podem ser por matéria ou clientes. Neste sentido, quando um profissional vai para outro setor ou para outro escritório/empresa, os processos a ele dimensionados são um “problema” a ser resolvido, tanto em matéria de controle como em matéria de atendimento.

Vamos analisar a pesquisa do GEJUR e após alguns comentários:

Quando o número de processos de uma empresa é enorme e os escritórios ainda precisam dar atenção a outros clientes, não é difícil que muitos processos troquem de advogados além do necessário. Para evitar que essas trocas possam se tornar comprometedoras, a GEJUR consultou alguns profissionais que deram algumas dicas para evitar o problema.

Evitar a Rotatividade de Advogados: ”A rotatividade da equipe é um problema muito grande, embora real e inevitável. Não temos um plano de carreira estabelecido, mas fazemos reuniões semanais com a equipe para avaliar o que foi feito, o que pode ser melhorado e para distribuir responsabilidades. Anualmente concedemos aumentos de salário quase que exclusivamente baseados no critério de merecimento.”

Respeitar os Limites dos Advogados: ”A partir do momento em que a atenção em face de prazos ou teses utilizadas em peças começam a ser prejudicados. Por isso que deve-se respeitar o limite biológico de cada individuo, ou seja, respeitar o correto horário de trabalho, ter um ambiente saudável de trabalho e procurar utilizar a tecnologia da melhor forma possível.”

Divisão por Áreas e Segmentos: ”facilita o processo e permite que a um determinado cliente seja diretamente atendido por uma equipe ou pelo menos dois advogados e um estagiário. Além disso, há as coordenações, sempre ocupadas por sócios mais graduados e com quase nenhuma rotatividade que garantem a vinculação duradoura de determinado profissional ao processo.”

Dimensionar a Quantidade de Varas Atendidas por Advogado: “Através do sistema de destinação de processos para os advogados de forma organizada, por um administrador, de preferência pelo titular do escritório. Os advogados se tornam responsáveis técnicos (“handler”) pelos processos a eles destinados. Segundo esse sistema, só haverá troca de profissional responsável por motivos técnicos ou por determinação do administrador.”

Fonte: www.gejur.com.br

A metodologia de separar carteiras de clientes ou matérias por grupos de advogados com um facilitador é boa, personaliza o atendimento e a forma de trabalho, propõe maior conhecimento do cliente e agrega valor.

Penso que além dos pontos citados, dois momentos são fundamentais:

1. As próprias pessoas;

2. A tecnologia;

Em relação as pessoas, basta pensar um pouco: Se vou deixar na mão de um sócio minoritário ou apenas colaborador com mais experiência um grupo de pessoas para que ele comande e além disto uma carteira de clientes ou matéria específica, preciso treinar este colaborador, dar a ele incentivo financeiro, produtivo e motivacional.

Outro ponto importante de ser observado em relação a pessoas é que geralmente esta pessoa líder/facilitadora terá contato com o cliente. Se a todo momento houver rotatividade dela ou ainda, os processos internos (jeito de trabalhar do cliente) for embora com quem foi embora, o cliente vai perdendo a paciência e acaba por procurar um escritório que realmente entenda dele e não apenas diga que entenda e não cuide nem dos processos internos para manter uma padronização de fluxos e atendimento.

E diante de toda esta questão, surge a tecnologia, como um forte aliado.

A grande maioria dos sistemas já possuem a troca de responsáveis dos processos e de clientes. Isto significa que se o cadastro for feito de forma adequada e dentro do que o sistema prevê, bastará alguns cliques e tudo poderá ser mudado no sistema (agenda, processos, fluxos) para o novo responsável.

Assim, mister que a tecnologia seja usada com inteligência para prever este tipo de situação de fluxo e investir em pessoas para que os contatos sejam permanentes, bem como em gestão, para que com cada troca de pessoas que precisar existir, possamos ter um caminho único de procedimentos para os próximos colaboradores adotarem.

Seus clientes agradecem.

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on the Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business,Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.gustavo@gestao.adv.br

O Que Ponderar Para Aceitar um Trabalho Freelancer?

Além do posto na empresa: o que ponderar para aceitar um trabalho freelancer?

Seu orçamento estava um pouco apertado e você, em busca de novos desafios. A rotina escritório-casa-escritório já estava começando a incomodar. Foi então que apareceu a oportunidade de fazer um trabalho freelancer. Ele será por pouco tempo, mas ajudará bastante a equilibrar suas finanças. Diante desta situação, fica a dúvida: devo avisar a empresa sobre a nova atividade ou  não? O que preciso ponderar para aceitar a proposta?

De acordo com a consultora de RH (recursos humanos) da Catho Online, Gláucia Santos, é importante colocar para a empresa sobre a nova atividade, porque de alguma forma ela pode vir a interferir no trabalho que realiza dentro da companhia. “Se tiver certeza de que não tem interferência alguma, não precisa colocar”, completou ela.

O que acontece bastante hoje em dia são pessoas que fazem freelancer no comércio ou em algo relacionado a uma atividade de lazer, como artesanato, “porque entra como uma segunda fonte de renda e um prazer”, nas palavras da consultora.

Mesma atividade?

“Agora, quando o profissional vai trabalhar como freelancer, com algo que é parecido com o que faz na empresa, entra a questão da ética. Se usa ferramenta, informação da empresa, pode até ser demitido por justa causa”,
explicou Gláucia.

Realizar a mesma atividade como freelancer e empregado em uma empresa é muito comum para profissionais que atuam na área de tecnologia da informação, desde manutenção até o desenvolvimento de projetos. Mas, neste
caso, o profissional está dividindo aquilo que aprendeu com sua experiência, com sua formação técnica. Quando aceitar?

Por isso, antes de aceitar o convite, é preciso ficar atento a algumas questões. Afinal, a sua principal fonte de renda ainda é o trabalho na empresa, o que significa que não vale a pena colocá-la em jogo por algo que
não ajudará a resolver seus problemas financeiros. O principal deles é se o trabalho temporário não irá tomar tempo na empresa, fazendo você deixar de participar mais ativamente.

Outro ponto a observar é o ganho com a nova atividade, não só financeiro, mas de modo geral. “Porque muitas vezes o ganho financeiro não compensa a perda de tempo”. Confira também seus objetivos profissionais. Ao aceitar a atividade, você estará se desviando deles? O novo trabalho poderá ajudar a alcançá-los?

Detalhes

Caso você aceite o trabalho freelancer, é bom estar atento a alguns cuidados, para não comprometer nenhuma das atividades:

* Não dê contatos da empresa em que trabalha para o novo contratante.
Desta forma, você evita que ele interrompa sua rotina na companhia e prejudique sua imagem. Forneça apenas os pessoais; * Depois de aceitar a proposta, providencie uma agenda! É preciso ter bastante organização para poder lidar com as duas atividades dentro dos prazos exigidos. Isso também ajuda, de acordo com Gláucia, a separar um tempo para você.          Flávia Furlan Nunes – InfoMoney

Como Contratar Advogados?

Uma decisão recente do TST trouxe a tona novamente a questão da contratação dos advogados pelos escritórios.

De um lado, poucos escritórios usam advogado empregado dentro das regras da CLT. De outro, temos a figura do associado, amplamente usado e poucos de maneira correta. Temos também a figura do sócio, em muitos casos apenas para mascarar uma relação de emprego.

Qual a melhor?

Algumas dicas importantes foram dadas em uma reportagem do Valor Econômico, que transcrevemos abaixo:

Ao contrário do que se imagina, escritórios de advocacia não estão livres de responder a processos judiciais. Grandes bancas têm sido acionadas na Justiça do Trabalho por ex-advogados que buscam o reconhecimento de vínculo empregatício. O Emerenciano e Baggio, o Peixoto e Cury, o Machado Meyer e o Chalfin, Goldberg, Vainboim & Fichtner Advogados Associados estão entre as que enfrentaram recentemente o problema no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Há decisões a favor e contra os escritórios. São práticas entre as bancas o contrato de associação, sem o vínculo de emprego, e o ingresso do advogado como sócio. Em menor número há profissionais contratados como empregados, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Quando fica caracterizado que o associado ou sócio exerce funções de empregado, a Justiça do Trabalho tem reconhecido o vínculo, com base no artigo 3º da CLT. O dispositivo considera empregado quem presta “serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário”. Não há distinção entre atividade intelectual ou técnica e manual.

O TST tem mantido as decisões dos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) por ser impedido de reexaminar provas, conforme a Súmula nº 126. Nos TRTs, é analisada a presença dos requisitos que caracterizam a relação de emprego, como a obrigatoriedade de ir ao escritório todos os dias, cumprimento de horário, salário fixo, subordinação a superior hierárquico e ausência do poder de decisão. A partir desses requisitos, o Emerenciano, Baggio e Associados Advogados foi obrigado a reconhecer o vínculo com uma associada da área cível. O caso foi encerrado no TST no dia 7. A 6ª Turma não conheceu o recurso da banca e manteve decisão do TRT do Rio. Os desembargadores entenderam que havia subordinação na relação e remuneração fixa. Segundo a decisão, o próprio contrato de associado confirmou o pagamento salarial, e não de honorários. Ainda consideraram que a advogada não tinha autonomia inerente a um advogado associado ou sócio, pois se submetia a um supervisor e não tinha poder decisório. Ela não podia discutir propostas de honorários com clientes e não tinha autonomia para conduzir os trabalhos – todas suas petições eram assinadas por um superior hierárquico, além do diretor da unidade. Caso faltasse ao trabalho, precisava justificar a ausência. O Emerenciano alegou que os serviços prestados pela advogada se deram em decorrência do contrato de associação, não havendo que se falar em relação de emprego. Também defendeu que a advogada atuava com autonomia e que, ao assinar o contrato, tinha plena consciência de seus atos. Por nota ao Valor, informou que o caso é comum ao cotidiano empresarial. “Disputas na área trabalhista compõem o cotidiano de qualquer atividade e nos setores de serviços jurídicos não é diferente “, diz. Ainda acrescenta que em outros processos que tramitam no TRT de São Paulo contra a banca, os desembargadores reconhecem que advogados possuem conhecimento especializado sobre temas jurídicos e isso “afastaria a alegação de inadequada aplicação do regime jurídico ou qualquer relação de hipossuficiência”.

Já o Peixoto e Cury, o Machado Meyer e o Chalfin, Goldberg conseguiram demonstrar na Justiça a inexistência de relação de emprego. O Peixoto e Cury foi processado por uma advogada que em 2007 tornou-se sócia não patrimonial e em 2009 adquiriu cotas para se tornar sócia patrimonial. O caso foi analisado em agosto pela 8ª Turma do TST, que manteve decisão do TRT paulista. Para o TRT, a profissional estava “longe de ser enquadrada como empregada”, conforme o estipulado no artigo 3º da CLT. Segundo decisão, a condição de sócia foi confirmada por uma das testemunhas, que afirmou também que ela recebia pró-labore e entrava na distribuição de lucros. De acordo com o sócio da área trabalhista do Peixoto e Cury, André Villac Polinésio, com as provas produzidas “restou amplamente demonstrado que a relação mantida entre o escritório e a reclamante era de efetiva sócia patrimonial”. Conforme Polinésio, ela era responsável pela área tributária, agindo como efetiva sócia, seja na representação da sociedade ou na gestão de advogados e estagiários.

O Chalfin, Goldberg, Vainboim & Fichtner Advogados Associados encerrou em setembro mais um processo no TST. Segundo a sócia da banca, Priscila Fichtner, um grupo de seis advogados que deixou o escritório descontente entrou na Justiça pedindo reconhecimento de vínculo empregatício. Desses, cinco casos já foram finalizados no TST a favor do escritório. Esses mesmos advogados ainda teriam oferecido denúncia ao Ministério Público do Trabalho (MPT). “O órgão analisou o contrato, fez investigações e no fim reconheceu que realmente funcionamos como uma sociedade de advogados”, afirma.

O Machado Meyer também chegou a sofrer ação judicial, mas conseguiu comprovar que uma ex-advogada da banca não tinha vínculo de emprego. Ela trabalhou por sete anos no escritório. O TST manteve decisão do TRT do Rio. O escritório preferiu não comentar a questão.

Para o conselheiro federal e presidente da Comissão de Sociedades de Advogados do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), André Godinho, o contrato de associação de advogados com escritórios está previsto no artigo 39 do Regulamento Geral da OAB. Para Godinho, a maioria desse contratos é legítima e condiz com a realidade. “O que eventualmente pode acontecer é a fraude nessa relação”, diz. Para evitar ações judiciais desnecessárias, Godinho recomenda que o contrato de associação seja o mais claro possível.

Fonte:http://www.valor.com.br/legislacao/3319590/bancas-respondem-acoes-trabalhistas#ixzz2j9Z2c0af

Com toda certeza não existe formula mágica para as relações de emprego.

Precisamos reconhecer o que queremos naquela relação e fazer o melhor possível.

Vai contratar alguém apenas para prestação de serviço? CLT nele.

Pretende contratar em um formato que remunera conforme a lucratividade? Associação nele.

Pretende demonstrar total interesse em manter o talento na empresa? Sócio nele.

Agora, advogados que contratam advogados desconhecerem o básico do trabalhista? Não dá, né?

Vamos fazer das formalidades contidas na contratação um mero detalhe formal, cujo o principal é o conteúdo de quem foi contratado e as tarefas que devem por ele serem executadas. Isto sim, faz a verdadeira diferença.

Gustavo Rocha – Sócio da GestãoAdvBr – Consultoria em Gestão e Tecnologia Estratégicas         Sócio da Bruke Investimentos    www.gestao.adv.br http://www.bruke.com.br      gustavo@gestao.adv.br

Escravidão = trabalho. Concorda?

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Muitas pessoas concordam com o título do artigo: Para elas, ter um trabalho é similar a ser escravo de algo.

Ao levantar de manhã já resmungam que o dia será ruim, pois tem que ir ao trabalho. Parecem escravos ou obrigados a ir trabalhar, pois sem o trabalho não há o dinheiro.

Uma troca que realmente parece injusta numa primeira análise: Tenho que trabalhar para ganhar dinheiro que servirá para comprar o que quero e viver numa boa. Sem trabalho, não posso comprar o que quero nem viver numa boa.

Historicamente, temos uma evolução que desvirtuou o sentido do trabalho. Na Grécia antiga, somente os escravos trabalhavam. Os cidadãos se dedicavam a política, ou seja, a filosofia e ao relacionamento com outros cidadãos. Trabalhar na agricultura e outros era função dos escravos.

Até hoje, mesmo com uma Grécia falida, tem gente que acredita que somente quem trabalha é escravo.

Apesar de concordar com o bordão de que “quem trabalha não tem tempo para ganhar dinheiro”, penso que o motivo não é o trabalhar em si, mas sim a falta do pensar.

Enquanto na Grécia antiga quem pensava, quem se dedicava a filosofia e a política (não a forma como hoje temos a mesma, lógico) era considerado cidadão e o restante escravo, hoje temos uma falta do pensar, uma falta da visão política e social nos colaboradores e alguns gestores.

Muitos, querem apenas fazer suas tarefas, sair as 18h e curtir a vida. Outros, querem nem mesmo muitas tarefas, receber seus salários e gastar, viver.

Se a vida fosse somente isto, seria tão vazia não é mesmo?

O que falta? Falta o pensar, falta visão do todo, falta política na acepção da palavra:

“O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica

Falta ver que a coletividade, seja da empresa, seja da cidade, do Estado ou país deve ser analisada como um contexto do seu trabalho.

Como temos funcionários que não pensam!

Fazem tarefas com o mesmo mecanismo de um robô e quando são convidados ou obrigados a pensar em fazer algo diferente somente sabem reclamar e achar que tudo é ruim ou que a mudança nunca irá dar certo. Ao serem questionados do porquê não dará certo, respondem: Porque nunca fizeram assim antes… Ou seja, são reféns do passado, reféns da falta de pensar…

Quiçá, reféns da escravidão de sua própria burrice.

Quer sair da escravidão? Faça como cidadãos gregos antigos: Pense. Crie mudanças e situações para mudar a polis (cidade, Estado, nação). Não seja escravo do passado ou da cultura de outros.

Como diziam os gregos e a regra vale até hoje: Quer ser cidadão e não escravo? Debata política e pense.

Pensar não dói. Exercite seu cérebro!

Gustavo Rocha – Sócio da GestãoAdvBr – Consultoria em Gestão e Tecnologia Estratégicas – Sócio da Bruke Investimentos
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