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Dicas Para Uma Boa Entrevista

Tenha boa linguagem corporal. Cumprimente seu entrevistador em pé, com um aperto de mão firme e um sorriso. Sente-se ereto, com os dois pés no chão. Fale de maneira clara e confiante. Procure manter um nível confortável de contato visual durante a entrevista.

Ouça o que está sendo perguntado. Pense sobre suas respostas para as perguntas mais difíceis e não dê detalhes irrelevantes. Dê exemplos positivos de sua experiência até o momento, mas seja conciso. Evite, porém, dar respostas muito curtas, com uma única palavra.

Esteja preparado para fazer perguntas que já tenha elaborado de antemão. Isso demonstra que você refletiu sobre a função e pesquisou sobre a organização. Certifique-se de que sejam questões abertas. Isso encoraja o entrevistador a fornecer informações adicionais.

Mostre seu entusiasmo pela função, mesmo que você tenha algumas reservas. Estas podem ser discutidas em uma etapa posterior. Page Group

Perguntas De Uma Entrevista De Emprego

O Google admitiu recentemente que fazia perguntas “estranhas”, “impossíveis” a seus candidatos de emprego, e que tal prática se revelou numa absoluta perda de tempo.

Não adianta mil perguntas desconexas, cara feia na hora da entrevista e fazer de tudo para o candidato se sentir nervoso.

Isto mesmo, perguntar coisas não direcionadas ao negócio em si não vale a pena.

Vejamos um trecho desta reportagem:

(…) É o que Laszlo Bock, vice-presidente de operações para pessoas do Google, afirmou em entrevista ao New York Times, publicada ontem: “Quantas bolas de golfe cabem em um avião? Quantos postos de gasolina existem em Manhattan? Uma total perda de tempo. Elas não preveem nada. Elas servem principalmente para fazer o entrevistador se sentir esperto”, disse ao jornal americano.

Ele chegou a esta conclusão após analisar dez mil entrevistas feitas por funcionários do Google e relacionar o que os entrevistadores avaliaram sobre cada candidato com o desempenho que os aprovados tiveram no trabalho. O resultado do levantamento? Não havia nenhuma relação entre o que o recrutador valorizava e a maneira como os contratados trabalhavam, depois. 

Para Bock, as entrevistas comportamentais estruturadas são as que, realmente, funcionam. “O interessante sobre as entrevistas comportamentais é que quando você pede para que alguém fale com base na própria experiência (…) você vê como ele, realmente, interage em uma situação do mundo real e (…) o que ele considera difícil”, afirmou. 

(…)A pesquisa feita na empresa mostrou que a nota média dos candidatos na faculdade também não é um bom argumento para prever se ele será um bom profissional no futuro. “Depois de dois ou três anos, sua habilidade para ‘performar’ no Google não tem nenhuma relação com seu desempenho quando estava na escola porque as habilidades exigidas na faculdade são muito diferentes”, disse. “Você também é, fundamentalmente, uma pessoa diferente. Você aprendeu e cresceu, você pensa sobre as coisas de uma maneira diferente”. 

Para ele, os ambientes acadêmicos são artificiais. “As pessoas bem sucedidas são (…) as que foram condicionadas a ter sucesso naquele ambiente”, afirmou. “Uma das minhas frustrações quando estava na faculdade é que você sabia o que o professor queria em uma resposta específica. (…) É muito mais interessante resolver problemas onde não há uma resposta óbvia”. E ele deu a entender que é este tipo de pessoa que o mercado precisa.

Segundo ele, o número de pessoas sem diploma de ensino superior que trabalham no Google cresceu nos últimos anos. “Temos equipes em que 14% dos profissionais são pessoas que nunca foram para a faculdade”, disse ao New York Times. (…)

Veja, a seguir, algumas das perguntas difíceis que o recrutadores do Google já fizeram na entrevista de emprego, segundo os próprios candidatos:

1 Se você fosse Larry Page por um dia, o que você faria?

2 Como você resolveria o problema de trânsito em São Paulo? 

3 Por que a mídia digital é melhor que a convencional?

4  Quanto é dois elevado a 64?

5 Imagine um armário repleto de camisetas. É muito difícil encontrar uma camiseta nele. Então, como você organizaria o armário para encontrá-las facilmente?

6 Projete um plano de evacuação para São Franscisco.

7 Você é o capitão de um navio pirata e sua tripulação fará uma votação para definir como o ouro será dividido. Se menos da metade dos piratas concordar com sua proposta, você será morto.Como você recomendaria um meio para dividir o ouro de forma a ganhar uma boa recompensa mas ao mesmo tempo sobreviver?

8 Explique, em três sentenças, o que é uma base de dados para seu primo de oito anos. 

9 Que método você usaria para encontrar uma palavra no dicionário? 

10 Como você armazenaria 1 milhão de números telefônicos? 

11 Se você fosse o gerente de produto do Google Adwords, como faria um plano de marketing desse produto? 

12 Quem são os principais concorrentes do Google e como Google compete com eles?

13 Se você fosse o gerente de marketing de produto do Gmail, como faria um plano de marketing para alcançar 100 milhões de clientes em seis meses? 

14 Quanto você acha que o Google fatura diariamente apenas com as propagandas no Gmail?

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/entrevista-de-emprego-dificil-e-perda-de-tempo-diz-google?page=1

Penso que depois de analisar dez mil entrevistas, a reportagem tem dados importantes a fornecer e quiçá fidedignos.

De que adianta boas notas se não sabe se relacionar?

De que adianta perguntas complexas sem contexto com as competências que precisam ser avaliadas?

De que adianta testes esdrúxulos para selecionar vagas de pouca importância estratégica ao negócio?

Questionamentos, ao meu ver, que não podem ficar de fora quando pensamos em uma entrevista de emprego.

Existem métodos como PI (Predective Index), encaminhar para uma análise de um psicólogo com ênfase neste tipo de seleção e diagnóstico, algumas dinâmicas de grupo, enfim, métodos que podem dar uma visão ampla e aproximada do que o candidato representa e o que podemos esperar dele.

Por óbvio, somente na prática, no dia a dia é que vamos perceber a verdade do currículo, pois o papel e o editor de texto aceita qualquer coisa.

Aproveite então o contrato de experiência: Se em 90 dias não deu certo, porque raios você acha que o candidato vai mudar depois do 91 dia?

Se adaptou, está dando resultado, parabéns, está efetivado. Não está, parabéns, será recomendado.

Recomendado? Sim, a trabalhar noutra empresa.

Simples assim, afinal, não existe nem empresa, nem candidato, nem esposa, nem marido perfeitos.

Existe sim, alguns que são feitos um para o outro, mesmo com seus erros e distorções.

Então, na hora de procurar seu chinelo velho para o pezinho torto como diz o dito popular, não crie mil etapas nem mesmo perguntas difíceis: Vá para o básico e veja se na prática funciona.

E pode perguntar pro Google, ele mesmo disse que ser complexo não vale a pena…

Gustavo Rocha-Sócio da GestãoAdvBr – Consultoria em Gestão e Tecnologia Estratégicas-Sócio da Bruke Investimentos- http://www.gestao.adv.br | http://www.bruke.com.br-Contato integrado: gustavo@gestao.adv.br [Email, Skype, Gtalk, Twitter, LinkedIn, Facebook, Instagram, Youtube]

Dicas Para Entrevista de Trabalho

dicas

Uma entrevista de emprego não se resume a responder uma dúzia de perguntas ou rezar para que seu currículo seja aceito. Aqueles 40 minutos, às vezes, dizem muito mais sobre você do que uma folha de papel cheia de dados (seu currículo). Se muitos profissionais, já empregados, têm dúvidas quanto à forma correta de agir em uma reunião ou até para manter contatos corriqueiros com seus superiores e colegas de trabalho, imagine quando você é o alvo de uma entrevista.

A etiqueta empresarial surgiu para te dar uma força nesses momentos de dúvida. Dominar determinada área técnica não é mais o único fator relevante para o sucesso profissional. “No mercado competitivo de trabalho, é exigido do profissional também a competência pessoal”, afirma Lívio Callado, consultor de marketing pessoal e etiqueta empresarial, autor do livro “Relacionamentos Interpessoais”.

Podemos dividir nossas qualidades em dois patamares:

Competência pessoal
– Sentir-se feliz e satisfeito (a) consigo mesmo (a);
– Estar motivado todos os dias;
– Amar o que faz;
– Fazer sempre o melhor.

Competência profissional
– Escolher a profissão certa;
– Fazer cursos de aperfeiçoamento e aprimoramento;
– Atualizar-se;
– Aceitar desafios.

Mas não pára por aí. A imagem é e sempre será seu cartão de visita. Portanto, quando for batalhar um emprego, deixe em casa as roupas coloridas, transparentes e decotadas, as saias justas, as bijuterias grandes e pesadas, aquele terninho “Pink”, o sapato velho e desgastado.

Outro fator que está diretamente relacionado com sua imagem na hora da entrevista é a comunicação. De nada adianta estar muito bem vestido, andar corretamente, cumprimentar as pessoas adequadamente, se, na hora de expor suas idéias na entrevista, só ouve-se erros de concordância verbal, gírias, piadinhas de mau gosto, interrupções constantes para contar vantagem (achando que isso enriquecerá seu currículo…), etc.

Veja, passo-a-passo, como se comportar numa entrevista. Assim, você vai se sentir mais segura na próxima vez que se deparar com uma interessante oportunidade de emprego.

Fonte: http://mulher.terra.com.br

A Lógica Por Trás De 19 Perguntas Comuns Em Entrevistas De Emprego

ENTREVISTA

Depois de ser chamado para algumas entrevistas de emprego, você passa a aprender que a maioria dos entrevistadores perguntam as mesmas coisas. Mas o que os empregadores querem ouvir quando questionam “Onde você se vê daqui a cinco anos?”?

Desde “Conte-me sobre você?” – que tem o objetivo de verificar suas habilidades de comunicação e como você se apresenta – até as mais desafiadoras e inusitadas, como “Se você fosse reduzido ao tamanho de um lápis e colocado em um liquidificador, como você sairia de lá?” – que procura testar suas habilidades de resolução de problemas -, confira alguns conceitos por trás dos interrogatórios terríveis que os desempregados encaram.

As questões basicamente têm o objetivo de descobrir três coisas: se você é capaz de fazer o trabalho, por que você quer esse emprego e se você conseguirá se adaptar à organização.

19. Qual ideia você levaria adiante se tivesse um milhão de reais para investir em um negócio de empreendedorismo?

Intenção: Verificar quão consistente é sua capacidade de planejamento.

18. Se você fosse escrever uma autobiografia, qual seria o título?

Intenção: Entender como você pensa.

17. Se você fosse reduzido ao tamanho de um lápis e colocado em um liquidificador, como você sairia de lá?

Intenção: Testar como você é capaz de lidar com um problema inesperado.

16. Como sua família e seu/sua parceiro/a se sentem a respeito de você trabalhar até tarde?

Intenção: Descobrir se sua família apoia você e seu trabalho e qual a sua flexibilidade em fazer horas extras.

15. Por que as tampas dos bueiros são redondas?

Intenção: Perceber se você consegue raciocinar seguindo a lógica.

14. Se você tivesse que se livrar de algum estado do Brasil, qual seria e por quê?

Intenção: Checar se você é capaz de estabelecer prioridades.

13. De quantas moedas você precisaria para alcançar a altura do Cristo Redentor?

Intenção: Investigar quão boa é sua capacidade de pensar quantitativamente.

12. Onde você se vê daqui a 5 anos?

Intenção: Esta é clássica. O entrevistador, neste caso, está procurando por evidências de objetivos na carreira e ambições.

11. Por que eu deveria contratar você?

Intenção: Testar seu nível de autoconfiança.

10. Quais são suas fraquezas?

Intenção: A pergunta visa observar a sua autoconsciência.

9. Fale mais sobre você.

Intenção: Verificar suas habilidades de comunicação e como você se apresenta.

8. Se eu pedisse para seus amigos descreverem você, o que eles me diriam?

Intenção: O objetivo aqui é aprender se você é uma pessoa bem orientada, capaz de falar honestamente e abertamente sobre você mesmo.

7. Conte-me sobre o pior chefe que você já teve.

Intenção: Compreender o quanto você, candidato à vaga, já aprendeu com más experiências passadas com supervisores.

6. Por que você quer trabalhar para a nossa empresa/organização?

Intenção: Descobrir se você pesquisou bastante sobre o lugar antes da entrevista.

5. Conte-me sobre um episódio em que você falhou.

Intenção: Ninguém acerta o tempo todo, por isso discuta sem rodeios sobre uma dessas situações. O entrevistador também gostaria de ouvir como você lidou com o fracasso.

4. Fale sobre um projeto no qual você trabalhou que requisitou um forte raciocínio analítico.

Intenção: A pessoa está pedindo para você demonstrar suas competências.

3. Qual livro você está lendo atualmente?

Intenção: A ideia é explorar sua curiosidade intelectual, seus interesses ou, talvez, quão antenado você está com a indústria ou as tendências profissionais.

2. Conte-me sobre uma vez em que você teve de enfrentar um dilema ético.

Intenção: O entrevistador está à procura de evidências que comprovem seus valores éticos e sua honestidade.

1. Por que você quer sair de seu emprego atual?

Intenção: A pergunta tem o objetivo de esclarecer que você não ficará apenas alguns meses nesse trabalho e que você estará satisfeito em seu emprego novo. [Life Hacker]

Sem Rumo Na Carreira?

Sem Rumo Na Carreira

Cada um tem seu Everest para escalar, mas a altura do cume de cada um depende de sua vontade própria. Ele pode ser muito alto, como uma presidência, por exemplo, ou não tão alto assim, como uma direção ou gerência

“Se conselho fosse bom, seria vendido”. O velho ditado popular virou verdade há um bom tempo. Muitos dos profissionais que recebo estão “perdidos” de alguma forma em suas carreiras. Seja porque estacionaram em um patamar ou cargo, por não saberem se trocam de profissão, por quanto tempo devem permanecer na empresa, onde investir o dinheiro destinado à carreira, mas, principalmente, que caminhos tomar.

encruzilhada-350Aconselhamento de Carreira é um serviço vendido, sim, atualmente. Há profissionais que possuem expertise de mercado e entendem os movimentos que as empresas fazem e estão passando. Além de conhecer as profissões mais visadas no momento e as que serão mais procuradas no futuro próximo, assim como a maneira mais eficaz de se chegar “lá”. O “lá” está entre aspas, pois tudo depende da pessoa e do quão alto se quer chegar.

Costumo dizer que cada um tem seu Everest para escalar, mas a altura do cume de cada um depende de sua vontade própria. Ele pode ser muito alto, como uma presidência, por exemplo, ou não tão alto assim, como uma direção ou gerência. Seja lá qual a altura do seu, é preciso estar muito bem preparado para a escalada.

Muitos profissionais que já atendi, mesmo anos após termos conversado, me agradecem como se eu fosse um verdadeiro “anjo da guarda” da carreira deles. A função do “aconselhador” é mostrar ou fazer pensar a melhor maneira de chegar até um ponto ou qual caminho seguir. E porque tanta gente precisa que alguém diga o que deve ser feito? Muitos profissionais acabam ficando “cegos” em relação à própria carreira.

Já teve aquela impressão de que opinar sobre as situações e problemas dos outros é muito mais fácil do que nos seus? É exatamente isso que acontece. Quando se está dentro do assunto e contexto, e ter vivenciado uma situação por tanto tempo, é difícil enxergar as oportunidades e caminhos diferentes que ali estão, mas não se enxerga. A ajuda de alguém especializado no assunto carreira, e com visão de mercado, permite uma análise profunda desse tipo de situação, além de um redirecionamento ou adequação dos objetivos de curto, médio e longo prazo. Esse olhar externo permite uma análise fria e com maior isenção dos fatos, facilitando então a criação de estratégias para consertar ou melhorar o quadro em questão.

Não se pode esquecer, entretanto, que se trata de conselhos. A palavra “conselho”, segundo Michaelis é: juízo, opinião, um parecer sobre o que convém fazer. Ou seja, os profissionais apenas orientam, baseados em seus conhecimentos, a forma mais eficaz de resolver um determinado assunto. Dependerá, portanto, da própria pessoa orientada, norteada por seus princípios e experiências, a decisão de colocar em prática tudo aquilo que lhe fora sugerido, ou parte daquilo.

Aparência Importa, Sim

Teste exclusivo feito por VOCÊ S/A confirma: quem se veste mal não ganha nem a chance de mostrar sua competência

Sabrina Carbone, executiva de marketing, entre as duas produções escolhidas para  o teste: detalhes como cor e tecido fazem toda a diferença na aparência
Dois segundos. O tempo que você leva para dizer bom-dia a um headhunter é exatamente o tempo de que ele precisa para formar a primeira impressão sobre você. Os dados são de uma pesquisa da Universidade Harvard e, no mundo dos negócios, podem ser traduzidos assim: sua aparência é tão importante quanto a sua formação e experiência profissional. Se o visual não agradar, pode dizer adeus àquele cargo que você tanto deseja. Porque ele jamais será seu. Numa entrevista de emprego, não tem currículo, plano de carreira e referência profissional que resistam à má impressão provocada por um terno de segunda, um decote exagerado ou uma maquiagem carregada. Num primeiro olhar, são esses pecados que grudam no subconsciente da pessoa que está lhe avaliando. E é praticamente impossível conseguir arrancá-los de lá.

Foi exatamente isso o que mostrou um teste feito com exclusividade para esta reportagem, para verificar até que ponto o visual interfere na contratação. A pedido da VOCÊ S/A, dois executivos paulistas passaram pela avaliação de quatro recrutadores (dois homens e duas mulheres): Sabrina Carbone, de 35 anos, executiva de marketing com especialização na Universidade da Califórnia-Santa Bárbara, e Emerson Walter dos Santos, de 29 anos, executivo de marketing com MBA Executivo pelo Ibmec. Os headhunters analisaram currículo, aparência, experiência, comunicação e adequação a uma vaga fictícia, criada por nossa equipe.
Nas duas primeiras ocasiões, os dois usavam roupas, sapatos e acessórios inadequados para uma entrevista de emprego. Nas outras, estavam cuidadosamente vestidos e maquiados, seguindo as orientações da consultora de imagem Ilana Berenholc (veja as fotos ao longo da matéria e uma entrevista com Ilana). O resultado deixou todo mundo de queixo caído. Com o mesmo currículo e a mesma experiência profissional, os dois arrancaram elogios de uma das duplas de headhunters e várias críticas da outra. A única diferença de uma entrevista para a outra era exatamente a aparência.

aparencia olheiras

OLHEIRAS Ar de cansado
CAMISA amarela com textura e colarinho mole
GRAVATA de poliéster, dura, com nó pequeno
PRENDEDOR DE GRAVATA nunca deve ser usado
BOTÕES Todos os botões do terno fechados
TECIDO DO TERNO sintético, com padronagem chamativa
PASTA de modelo antigo em cor destoante
CALÇA muito comprida
SAPATO mocassim marrom com solado

solado cabelos

CABELOS volumosos
MAQUIAGEM carregada e brilhante (sombra combinando com a cor do terno)
BIJUTERIAS Brincos grandes e de strass, assim como o anel e a pulseira
DECOTE exagerado
TERNO claro, em cor inapropriada para entrevistas
CALÇA justa e curta
BOLSA com grandes argolas prateadas
SANDALIA muito alta, com dedos à mostra

 

Para começo de conversa, numa das empresas Sabrina não ganhou nem cafezinho quando estava mal produzida. No quesito aparência, ela foi criticada pelo decote profundo, pelo terno justo e de cor clara, pelos acessórios brilhantes e pela maquiagem pesada. Os dois headhunters que a avaliaram nessa versão não ficaram impressionados com seu currículo, nem se deram ao trabalho de conversar com ela em inglês, procedimento rotineiro numa seleção desse porte. Ambos foram taxativos: não encaminhariam a executiva para nenhuma das empresas que atendem. “Parecia que ela ia para uma festa e não para uma entrevista de emprego”, disse um deles. Com Emerson, o desastre se repetiu. Quando foi indagado sobre o visual do profissional, um dos headhunters disparou uma metralhadora contra o executivo. “Ele estava malvestido e com ar de cansado. Dava para perceber que o terno era novo, mas inadequado para a ocasião e para o próprio profissional. Vestia mal e ficava ainda pior com a camisa de tom amarelo-claro e o prendedor de gravata! Sem falar naquela pasta horrível e no sapato com solado de borracha.” Resultado: desclassificado.

Um dia depois, Emerson e Sabrina foram entrevistados por dois outros headhunters. Ela usava terninho preto de uma conceituada grife brasileira, escarpim preto de salto médio, acessórios e maquiagem discretos, cabelo na escova. Ao vê-la entrar, um dos recrutadores disse que ficou convencido de que ela justificaria um salário de 15 000 reais, mesmo antes de entrevistá-la. Outro revelou que, apenas com o currículo em mãos, não tinha ficado muito curioso para conhecê-la. “Mas, quando a vi, pensei: ‘Ela vai ter uma boa justificativa para sua vivência profissional e deve ter boas histórias para contar’.” Emerson não deixou por menos. Vestiu terno cinza-escuro, camisa branca, gravata de seda e sapatos pretos de amarrar. Transmitiu tanta credibilidade que um dos headhunters perguntou se podia ficar com seus contatos para o caso de surgir uma vaga de verdade, em uma das empresas com que trabalha. Tanto ele como Sabrina disseram que, quando estavam clássicos e elegantes, conseguiram o dobro do tempo nas entrevistas e passaram pelo teste da conversa em inglês. “Me senti muito mais valorizada. Quando estava malvestida, a entrevista mais parecia um check-list”, diz Sabrina.

sabrina cabelos

CAMISA branca
GRAVATA de seda com listras diagonais e nó Windsor (clássico)
BOTÕES Último botão do terno aberto
TERNO de cor escura, de tecido adequado: lã fria com padronagem discreta
BAINHA na medida certa
SAPATO preto de amarrar

amarrar cabelos

CABELOS com escova
MAQUIAGEM discreta em tons de marrom
CAMISA branca sem expor o colo
TERNO clássico e escuro,com detalhes sutis
ANEL Discreta peça de designer: toque de personalidade sem perder a classe
BOLSA média, preta e discreta
BAINHA na medida certa
ESCARPIM preto com salto médio

Ele usa terno e camisa Crawford, sapato Shoestock e gravata VR
Ela usa terno Lita Mortari, camisa Siberian,sapato Arezzo,bolsa e anel do acervo pessoal de Ilana Berenholc.

OS FEIOS QUE ME DESCULPEM…

O teste é uma mostra do que acontece diariamente nos processos seletivos realizados Brasil afora. VOCÊ S/A ouviu alguns dos principais headhunters do país sobre a questão da aparência. E o que eles revelaram não é muito diferente do que Emerson e Sabrina sentiram na pele. “A primeira impressão conta muitos pontos na seleção”, diz Renata Filippi Lindkuist, headhunter da Mariaca & Associates, consultoria de recrutamento e aconselhamento de carreira, em São Paulo. “O executivo feio, baixo, fora dos padrões básicos de beleza precisa estar impecavelmente vestido para ganhar mais tempo na entrevista e provar sua competência. “Em contrapartida, os bonitos já são recebidos com bônus. “Você não espera alguém lindo na sua sala. Mas espera alguém adequado para uma entrevista”, afirma Carlos Diz, sócio do Instituto de Liderança Executiva, no Rio de Janeiro, e ex-sócio da SpencerStuart, uma das maiores empresas de recrutamento do mundo. “Estar bem vestido nessa hora faz muita diferença, pois você mostra para o entrevistador que está preocupado com a imagem que está passando”, explica.

A preocupação dos headhunters com a aparência dos candidatos é tanta que rendeu um capítulo inteiro do livro Como Conquistar Uma Ótima Posição de Gerente ou Executivo… E Dar Um Salto Importante em Sua Vida Profissional (Editora M. Books), da consultora Sharon Voros, recém-lançado no Brasil. Num dos trechos, a autora descreve o comportamento dos headhunters norte-americanos antes de conhecer um profissional. “Alguns dos momentos mais tensos acontecem no aeroporto, onde os recrutadores costumam marcar reuniões com os candidatos”, escreve Sharon. Quando os passageiros desembarcam, todo headhunter torce para que o seu candidato seja alto, bonito e muito elegante. Exatamente como no Brasil. Alguns dos recrutadores entrevistados para esta reportagem dizem fazer até apostas sobre o candidato que seus clientes vão escolher. “Nem sempre é o melhor”, diz uma ex-headhunter paulista, com 15 anos de experiência em seleção de altos executivos. Ela conta que uma vez apresentou cinco profissionais para um cliente. A seleção estava na etapa final, o que significa que todos eles apresentavam um ótimo padrão de competência e adequação ao cargo. “Um deles tinha o melhor perfil. E nós sabíamos disso. Mas sabíamos também que ele não seria o escolhido, pois tinha uma grande cicatriz no rosto”, lembra. “Entre os cinco, havia um que, além de competente, era muito bonito. Sem dúvida, ele foi o escolhido.”

Outro experiente headhunter conta que, uma vez, ficou muito impressionado com o currículo de uma candidata. Ao entrevistá-la por telefone, sentiu a mesma energia positiva. No dia da entrevista pessoal, porém, veio a grande decepção. “Ela estava preparada para sair à noite e não para uma entrevista”, lembra. “A roupa era justa e tinha um decote muito exagerado. Apesar de excelente, não poderia apresentá-la para meu cliente.” Sim, eles prestam atenção em todos os detalhes. Todos mesmo. Antes de apresentar um ótimo candidato ao cliente, uma consultora paulista preocupou-se em avisar o representante da empresa: o profissional tinha um furo na orelha. Não usava brinco, mas tinha um furinho comprometedor. “O cliente disse que não havia problema e que o candidato era muito bom. Mas que não iria contratá-lo porque não havia a tal química entre eles. Entendi muito bem o que isso significava”, diz ela.

BONITOS E RICOS

Uma boa aparência não garante apenas uma vantagem competitiva numa seleção de emprego. Profissionais considerados bonitos e elegantes também costumam ganhar mais e conquistar as melhores posições. Estudo conduzido pelos economistas americanos Daniel Hamermesh e Jeff Biddle avaliou o impacto da aparência nos ganhos dos executivos. A pesquisa mostrou que quem estava abaixo do padrão de beleza recebia 9% a menos por hora e quem estava acima do padrão ganhava 5% a mais. O economista sênior do Federal Reserval de Saint Louis (uma das unidades do banco central norte-americano) Michael Owyang, aprofundou um pouco mais a questão. Segundo ele, as diferenças entre os salários dos mais bonitos e mais feios são resultados de uma queda na produtividade dos menos favorecidos. A explicação de Owyang é que quanto mais bonita for a pessoa, mais confiante e confortável ela se sente e, portanto, mais produtiva ela é.

Economistas parecem adorar essa questão. Nicola Persico, Andrew Postlewaite e Dan Silverman, das universidades da Pensilvânia e Michigan, nos Estados Unidos, realizaram um estudo sobre a relação entre os salários e a altura dos executivos. A partir de análises com americanos brancos, chegaram à conclusão de que cada 1,8 ponto percentual acrescentado ao salário correspondia a 1 polegada a mais na altura. Uma pesquisa do jornalista norte-americano Malcolm Gladwell, autor de Blink – The Power of Thinking Without Thinking (Ed. Hardcover), com os CEOs das 500 maiores empresas americanas listadas na revista Fortune parece comprovar a teoria. Na totalidade, os CEOs são aproximadamente 3 polegadas (cerca de 7,5 centímetros) mais altos do que a média do homem americano.

PRECONCEITO?

Você pode estar pensando que as histórias acima refletem sobretudo o preconceito que reina no meio corporativo. É verdade. Há, sim, um estereótipo a ser preenchido quando se está à caça de executivos. E isso pode ser uma tacada perigosa no jogo da contratação. “O preconceito existe, sim. É natural do ser humano. Se você acha uma pessoa interessante, há uma predisposição para encontrar pontos positivos nela”, diz o psicólogo Moacir Carlos Silva, do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo, especializado em comportamento organizacional. “É muito importante que o headhunter se cerque de outros dados objetivos, para não comprar uma fraude”, afirma.

Os recrutadores concordam e procuram ressaltar que o que está em jogo não é apenas a aparência. Ela conta muito, mas está longe de ser o único fator avaliado. “Beleza abre portas, mas isso não significa que a pessoa vai tê-las sempre abertas”, afirma o consultor Carlos Diz, do Instituto de Liderança Executiva. “Para isso, você precisa provar sua competência, habilidade política e jogo de cintura no dia-a-dia. ” A questão é: fica mais fácil provar que você tem conteúdo quando tem uma aparência nota 10. “Quando nivelamos candidatos em termos de competência e perfil, é claro que há um favorecimento para os mais bonitos”, afirma Sofia Esteves do Amaral, da DM Recursos Humanos, em São Paulo. “Mas estamos falando de candidatos com o mesmo nível de currículo e experiência profissional”, esclarece. Ou seja, nem pense em torrar as economias do MBA no próximo shopping. Você pode deixar todo mundo morrendo de inveja da sua produção, mas é claro que não vai ser contratado só por causa disso. E tem mais. De nada adianta gastar uma bolada se você não souber exatamente o que é que os recrutadores consideram um visual competente. Há uma série de regrinhas para o guarda-roupa corporativo, que incluem desde a cor da camisa até o tecido do terno. O que parece lindo para você às vezes é uma heresia para os headhunters.

O PESO DA IMAGEM

“Por mais competente e elegante que fosse, eu sempre seria uma pessoa com 130 quilos”, diz o consultor de empresas familiares René Werner, de 52 anos, hoje com 75 quilos. No começo do ano passado, René fez uma cirurgia no estômago. Além de cuidar da saúde, ele constatou que um visual mais saudável iria render bons resultados no trabalho. “A aparência comprova a sua competência. O fato de corresponder à imagem esperada de um bom profissional ajuda a consolidar meus contatos com clientes”, afirma. A obesidade é um fator grave de desclassificação de candidatos. Todos os headhunters entrevistados disseram que há uma forte rejeição a obesos. Segundo eles, pessoas gordas passam a idéia de lentas, doentes e preguiçosas. E René sentiu a diferença assim que fez a cirurgia. “Um dos clientes viu uma foto em que eu ainda era gordo e disse que não me contrataria se eu tivesse aquele peso”, conta. René trabalha com empresas familiares e muitas vezes ajuda na seleção de candidatos. Sempre há uma preferência por profissionais que sejam elegantes e educados. “Competência é algo que se treina. Postura e boa educação, não”.

QUE PRIMEIRA IMPRESSÃO!

Publicitário, diretor de atendimento na McCann-Ericsson em São Paulo, MBA da FGV, inglês fluente, experiência internacional, gerenciamento de equipes. Gostou do currículo? E se o dono for um belo executivo de 30 anos, 1,86 m de altura, olhos verdes, sorriso carismático, guarda-roupa impecável e cabelo bem cortado? É claro que a história fica bem mais interessante. E o pernambucano Maximiliano de Lacerda sabe disso. “Rostinho bonito não vale nada se você não é competente. Mas uma boa aparência é, sim, uma vantagem competitiva”, afirma. Em entrevistas de emprego, por exemplo, ele está acostumado a receber um tratamento muito mais receptivo pessoalmente do que por telefone. Cara a cara, o impacto positivo da primeira impressão transmite credibilidade e facilita a conversa. “Ganho mais tempo e liberdade para passear sobre diversos temas. Assim, tenho mais chances de mostrar os meus pontos fortes”, diz. Para garantir a aparência da foto acima, o publicitário faz academia com personal trainer, corta o cabelo todo mês e investe em roupas e sapatos. Segundo ele, um visual de primeira também ajuda a negociar o salário. Afinal, a imagem representa o seu padrão de vida: se ele é alto, a remuneração não costuma ficar atrás. Existe preconceito? Às vezes. Mas ele não perde tempo com quem acha que beleza e inteligência não andam juntas. E até brinca: “Uma boa imagem não é decisiva, mas é fundamental nos negócios. E ajuda nos momentos mais inusitados. Numa reunião tensa, nada como uma tirada engraçada e um bom sorriso. Não tem quem resista”, diz ele, com uma boa gargalhada.
FIQUE BEM NA FOTO

Antes de ir para uma entrevista, preste atenção em alguns pontos:

AS VIRTUDES

Forma física

Apresentação impecável

Relação adequada entre peso e altura

Roupa conservadora, adequada ao ambiente da empresa

Roupa de qualidade

Ternos e sapatos escuros

OS PECADOS

Roupas baratas

Má postura

Uso exagerado de perfume

Unhas com esmalte lascado Brincos com pingentes

Ternos de poliéster

Camisas de manga curta

Roupas brilhantes

Pernas nuas à mostra

Sapatos sem engraxar, desgastados

Sobrancelhas que viram uma só

Fonte: Como Conquistar Uma Ótima Posição de Gerente ou Executivo… E Dar Um Salto Importante em Sua Vida Profissional, de Sharon Voros (Editora M. Books) Daniela Diniz

Porque Algumas Pessoas Nunca São Chamadas Para Entrevistas

por que algumas pessoas

Encontrar o emprego certo exige esforço e autoconhecimento.

De repente você se vê desempregado, com seu dia todo disponível e fica imaginando como irá fazer para preencher um tempo que antes simplesmente voava. As conhecidas 8 horas de jornada não eram suficientes nem mesmo para as tarefas mais simples de um dia conturbado de trabalho, e agora se arrastam vagarosamente. Não se desespere, especialmente se seu objetivo for encontrar uma colocação no mercado que finalmente deixe você e seu empregador satisfeito.

Procurar emprego dá trabalho e não tem nada a ver com lazer. Exige planejamento e determinação, mas acredito que isso não seja novidade para ninguém. Entretanto, quando falamos em autoconhecimento e sucesso profissional, as pessoas costumam arregalar os olhos e surpreender-se, pois não enxergam relação entre os dois. Mas a verdade é que todos aqueles, ou pelo menos a grande maioria dos empresários bem sucedidos e profissionais de carreira brilhante, sabem claramente quais as características que o levaram ao topo, assim como tem total consciência sobre suas deficiências e como poderiam ser determinantes para seu fracasso. Portanto, faça agora mesmo sua listinha negra e busque no passado aqueles resultados de testes e avaliações de desempenho e competências que você nunca deu a devida importância.

Por outro lado, vale ressaltar que tão ou mais importante do que conhecer-se bem é saber como usar esse conhecimento. Tratar essa informação como um precioso artifício de guerra é o que pode diferenciá-lo de outros milhares a procura do sonhado emprego. Afinal, de que valem os tão temidos testes psicológicos se após seu resultado não houver uma análise profunda do que foi apresentado e a definição de um plano de ação que minimize os efeitos de suas “fraquezas” e utilize seu “potencial” para alcançar o sucesso. Olhe para trás e traga a memória os elogios e advertências que recebeu na sua trajetória profissional e pessoal. Procure reconhecer em si o que é verdadeiro e como afetou sua vida profissional.

Mas voltando ao início, quando falei em planejamento e determinação, não posso deixar de mencionar o quanto é importante seguir as regrinhas básicas para se encontrar um emprego:
Elabore um currículo eficiente e mantenha-o sempre atualizado;
Estabeleça uma rotina e a cumpra com determinação;
Defina os meios de divulgação do seu currículo;
Selecione as empresas que lhe interessam e, com quem ou como fazer contato;
Faça uma lista de pessoas que conhece, onde trabalham e de que maneira podem lhe indicar um emprego. Entre em contato com elas;
Mantenha-se informado sempre;
Use o telefone sem medo, um contato pessoal é sempre mais eficiente;
Esteja sempre pronto para fazer um contato de trabalho:

Agora, para aqueles que fizeram uma autoavaliação e conhecem bem seu perfil, avalie cada proposta sob essa nova perspectiva e quando aceitar uma delas, inicie de uma forma diferente. Seja honesto consigo mesmo e lembre-se sempre de que você aprendeu a usar seu potencial a seu favor. Não caia na velha armadilha de seguir o barco. Você tem suas qualidades, as conhece e agora chegou à hora de usá-las a favor da empresa com a qual está colaborando e seguir em frente.   Andréa C. Contrucci  www.vallemprego.com.br

Um Lápis e um Papel

Um Lápis e um Papel

Você lembra como foi a sua última apresentação de trabalho na escola ou universidade? Como foi sua primeira entrevista de emprego? E como você, vendedor, avaliaria sua apresentação dos produtos e serviços da empresa? Você consegue chamar a atenção e impressionar seu(s) interlocutor(es)?

Muitas vendas não são fechadas porque não são apresentadas razões, benefícios e valores que realmente motivem o cliente a desejar o produto ou serviço. Outras tantas não são nem iniciadas porque o vendedor simplesmente não consegue articular uma idéia, comunicá-la, inovar e fazer uma apresentação diferenciada.

Imagina que você é o décimo candidato a ser entrevistado pelo diretor de uma grande empresa. Após a terceira entrevista, ele manda a secretária avisar que terá uma reunião e só tem tempo para mais duas conversas. Um amigo meu passou por isso. Ele não hesitou. Pegou um lápis, fez uma rápida apresentação num papel e pediu à secretária para entregá-lo ao diretor. Minutos depois, ele assumiu o cargo, e anos depois, ele assumiu essa cadeira de diretor. O que ele escreveu? Conto-te mais tarde…

Não importa se você trabalha com vendas ou não, pois em algum momento de sua vida você terá que apresentar a si mesmo, alguma idéia, algum relatório, algum objeto, enfim, apresentar algo ou alguém a uma determinada pessoa ou público. E você precisará que essa pessoa concorde, aprove, deseje, enfim, compre o que você esteja apresentando. Então, pensando nisso, seguem algumas perguntas que você deveria responder antes, durante e depois de sua apresentação:

Estou convicto do que vou apresentar? Meu amigo, se nem você comprou a idéia, como acha que vai convencer alguém a fazê-lo? Quem não está convicto também não está preparado para transmitir confiança, segurança e tranqüilidade, necessárias para qualquer decisão de compra. Enfim, não está nem presente.

De quanto tempo disponho para minha apresentação? Eu já vi apresentações de vendas durarem anos ou meses até serem concluídas, como também durarem minutos ou segundos. Já ouviu falar de apresentação em elevador? Você nunca sabe quando vai encontrar no elevador um diretor inacessível para quem você tanto deseja vender.

O que quero apresentar? Você nem sempre terá tempo para apresentar a si mesmo, sua empresa, produtos e soluções, exatamente, nessa ordem. Algumas vezes, você tem que focar no que ele quer realmente ouvir. Recomendo, inclusive, que você tenha sempre uma apresentação resumida para ser feita num elevador, ou corredor de algum evento.

Conheço as necessidades de meu cliente? Ficará mais fácil e rápido se você conhece bem a realidade da empresa e do diretor. Seus problemas, desejos, carências e expectativas. E não dá tempo para descobrir isso num elevador. Lembre-se: você não vai apresentar seu produto, mas o que ele fará por cada cliente e situação em particular.

O que ele vai ganhar com isso? Enquanto você não apresentar benefícios realmente percebidos como benefícios, vantagens realmente competitivas, e valores realmente valorizados, você não estará apresentando nada atraente e convincente. Diga o que você fará não só pela empresa, como também pela pessoa que está do outro lado da mesa. Tenha um presente especial, além do produto ou serviço.

Como prender sua atenção logo no início? Se você não tem a atenção do cliente, nem capta seu interesse de imediato, não terá como conquistar sua aprovação ou desejo pelo produto. Então, mostre logo quanto você pretende economizar com a solução proposta. Ou ela fará seu cliente ganhar mais, ou perder menos.

Tenho como capturar todos os sentidos dos clientes? Se você só fala, ele só ouve. Mas se você o deixa falar, pegar em algum objeto, sentir cheiros e, quem sabe, .saborear. o produto, sua probabilidade de envolver o cliente na apresentação é bem maior. Faça os olhos dele brilharem como ocorre com os das crianças quando vêem um brinquedo ou doce favorito.

Enfim, apresentar algo é ir à presença de alguém, estar também presente e transformar esse algo num presente irrecusável. Respondendo às perguntas acima, você também responderá a principal pergunta do cliente: .Por que devo gastar meu tempo com você e meu dinheiro com isso?.. Uma dica final: a melhor maneira de ganhar uma venda é ganhando, primeiro, o cliente já na apresentação.

Ah! Quer saber o que meu amigo escreveu no papel? .Não contrate ninguém até falar comigo. Não estou aqui para falar do que já fiz pelos outros (curriculum), mas sim o que farei pelos seus clientes, empresa, você e por mim..

Capcriche na .A+PRESENTE+AÇÃO.!

Marcos Antonio de Sousa – Graduado em Engenharia Eletrônica e MBA em Administração de Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Especialista em vários cursos nacionais e internacionais de vendas para o mercado de segurança eletrônica. Atua como consultor de Marketing, Vendas e Estratégia Empresarial para as empresas do ramo de segurança. Consultor da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE). Conferencista em eventos realizados pela FENAVIST (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores). Colunista da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (ABSEG). Palestrante nos principais congressos, simpósios e eventos de segurança eletrônica e privada do país. Articulista no Jornal da Segurança e SegNews, nas revistas Proteger, Venda Mais, Infra, Segurança&Cia, SESVESP, Security, Higi Press (ABRALIMP) e Negócio Fechado (Japão). Autor do livro: Vendendo Segurança com SEGURANÇA.http://www.marcossousa.com.br/ – marcos@consultesousa.com

Perguntas Criativas Na Hora De Contratar

Realizo várias entrevistas a fim de selecionar colaboradores para empresas. Muitas delas, ao me contratarem, espantam-se com algumas questões que elaboro num questionário para que os candidatos respondam.

Afirmo que sou capaz de contratar um indivíduo sem experiência alguma, mas que seja profundo nas respostas que mais me interessam. Também comunico que sou capaz de não contratar indivíduos com um “invejável” currículo se não forem intensas as suas respostas no questionário.

Já não precisamos mais somente de pessoas com grande experiência. Não que a experiência não possa ser positiva. Quase sempre ela o é. Mas há pessoas que laboram em determinada área há anos, porém são crianças nas suas atitudes, meninos quando o assunto é comprometimento com a geração de resultados – dão no trabalho o mínimo que podem.

Selecionar não é uma tarefa fácil. Não há um manual, uma fórmula, uma regra que certifique, por exemplo, que o contratado será bem-sucedido na empresa, que fará o seu melhor enquanto estiver nela.

Além das perguntas clássicas, lanço algumas que fazem os candidatos perscrutarem o mais profundo do seu ser para poder dar respostas. Muitos deles não compreendem o motivo de tais questionamentos, mas procuram responder. Outros, que bebem das contaminadas águas da arrogância e da prepotência, julgam que tais perguntas não são interessantes para o cargo que pretendem ocupar e não as respondem.

Veja algumas perguntas que utilizo para selecionar funcionários. Se parecerem absurdas e sem o menor sentido, é hora de rever sua forma de contratar, pois possivelmente você está contratando devido à grande experiência e demitindo não por falta dela, mas por falta de motivação, entusiasmo, comprometimento, etc:

• Qual foi a última vez que você deu dinheiro na rua para quem lhe pediu? Por que deu ou não deu?

• Quantas vezes, neste ano, você ajudou alguém com cadeira de rodas a subir na calçada ou atravessar a rua?

• Você se emociona ao ver cenas de pessoas carentes, passando por todo tipo de dificuldades? O que faz depois?

• Você pede nota fiscal em todas as suas compras?

• Abraça seus pais, filhos, todos os dias, ou, se eles não estão mais com você, abraçava-os frequentemente?

• Você contribui para alguma obra social (religiosa ou não)? Qual? _____________ Por quê?

• Você acredita em Deus? Por quê? ____________

• O que aprende em sala de aula você tem o hábito de rever em casa, ou está certo de que a escola é que tem de ensinar dentro de quatro paredes?

• Como você tem se preparado para exercer a (s) função (s) em que deseja laborar?

• Qual é o seu maior sonho profissional? E como pretende conquistá-lo? Ou não pretende?

• Pelo que você tem lutado? Por qual motivo se levanta todos os dias?

Como disse, muitos não entendem o sentido das perguntas. Não sou melhor que nenhum entrevistador ou outro profissional que recrute e selecione pessoas para o trabalho. Sou mais um caminhante na estrada da vida pessoal e profissional, que penso que pessoas com alto nível de altruísmo, motivadas e que buscam se preparar continuamente, que têm metas e sonhos e, por menor que sejam, têm noção de como pretendem atingi-los, poderão mais facilmente ser lapidados pela organização em que pretendem laborar.

Ouse, tenha coragem e responda você essas questões!  –  Paulo Sergio Buhrer