Os Maiores Erros do RH

Há coisas inexplicáveis que acontecem dentro das empresas. Inúmeros projetos e idéias sucumbem por erros e falhas que, após reconhecê-los, ficamos nos perguntando como não os notamos.

No mês de julho deste ano, a revista Profissional & Negócios publicou uma lista com os maiores erros do RH. A listagem contempla desde falhas que acontecem por falta de conhecimento técnico antes do iní­cio de um projeto até erros por falta de habilidade ou comprometimento, confira:

10° Lugar

Adotar programas de treinamento e desenvolvimento sem qualquer levantamento prévio das necessidades da equipe.

9° Lugar

Em qualidade de vida, dar atenção aos grandes projetos, que envolvem muitas pessoas, e esquecer dos detalhes, do dia-a-dia corporativo.

8° Lugar

Transmitir informações de grande importância para o público interno sem, anteriormente, tratar os temas com as lideranças da empresa.

7° Lugar

Atuar de maneira imparcial, baseando suas decisões e recomendações em aspectos pouco objetivos e sem regras claras ou lógicas.

6° Lugar

Oferecer um pacote de benefí­cios estático e pouco interessante para grande parte dos colaboradores.

5° Lugar

Contratar apenas candidatos com os quais tenha mais afinidade e empatia.

4° Lugar

Ser inábil ao comunicar para os colaboradores as condições técnicas de um programa de PLR e de uma avaliação de desempenho.

3° Lugar

Oferecer programas de treinamento como parte do pacote de benefí­cios.

2° Lugar

Implantar uma avaliação de desempenho apenas com a prerrogativa da remuneração, esquecendo do aspecto “desenvolvimento profissional” .

1° Lugar

Não conseguir atrelar as ações de RH ao plano estratégico da empresa.

E você? Concorda com a lista?  Daniel Rios Viana

 

Você Sempre Tem Razão. Sempre.

Estamos sempre provando para nós e para outros o quanto estamos certos

Ninguém gosta de estar errado.

Algumas pessoas tem pavor de errarem, de não fazerem a coisa certa. Preferem nem tentar, quando não tem certeza de que vão acertar.

Queremos estar certos. Queremos ter razão. Seríamos malucos se não fossemos assim.

Determinamos nosso sucesso ou fracasso antes de fazermos a tentativa. Nós ensaiamos mentalmente – geralmente não temos consciência disso – se vamos ter sucesso ou fracasso. Nós agimos de acordo com esse ensaio e obtemos o resultado que determinamos para nos mesmos. Quando acertamos, estamos certos.

Quando erramos, estamos certos também.

Para maioria das pessoas é mais fácil de entender isso, ao se lembrar de algum resultado indesejável. Você disse “isso vai me dar muita dor de cabeça”?

Sem saber, estava se preparando para ter dor de cabeça.

Você provavelmente nem percebeu, mas o fato é que estava vendo imagens de você tendo dificuldades, ou seja, aprendendo como fazer para ter dor de cabeça.

É natural então que tenha agido de acordo com esse planejamento (sem ter consciência disso) e chegou ao resultado que você já sabia que ia chegar.

Você estava certo.

Você conseguiu provar mais uma vez, que tinha razão.

Algumas poucas pessoas usam esse mecanismo – sem ter consciência disso, na maioria dos casos – para ter resultados mais interessantes.

Dizem ou pensam: “isso é fácil, vai dar tudo certo”.

Sem saber (alguns fazem isso intencionalmente), começam a ver imagens onde tudo está dando certo. E na hora de agir, agem de acordo com o que planejaram

(muitos não tem consciência disso) e obtém o que programaram para si mesmos.

Eles estavam certos. Eles conseguiram provar mais uma vez que tinham razão.

Se você pensou: “tudo isso é uma bobagem”, você está certo.

Você tem razão. Mesmo sem querer, você irá provar que tudo isso é bobagem.

Mais uma vez, você irá provar que tinha razão.

Uma ótima semana para você.

As Competições Grupais e o Poder nas Organizações

Desde os primórdios da humanidade, pessoas e organizações concorrem por posições de poder ou destaque. A História demonstra que as pessoas foram aprendendo a lidar com as referências de poder e status, de forma a agregar valor a sua marca pessoal e profissional. A competitividade entre os segmentos de mercado e a extrema valorização de talentos que tenham a visão do todo fizeram com que organizações buscassem novos padrões e modelos de comportamentos.

Surgem então as competições grupais inter e intra organizações em busca dos melhores profissionais de mercado, melhores práticas com vistas a “sequestrar” uma maior fatia ou ganhar uma concorrência. É comum vermos práticas organizacionais dissonantes, ou seja, para o mercado a organização apresenta uma imagem, porém, internamente sua imagem é contraditória e não reflete seu posicionamento mercadológico.

Em função desta dicotomia as pessoas sofrem internamente por falta de uma identidade, por falta de coerência, e acabam por “canibalizar” seus parceiros, suas crenças em busca da melhor fotografia organizacional e da melhor forma de se posicionar no mercado de trabalho. Os “pavões” profissionais precisam de um vasto território, para serem notados, valorizados e estão sempre em busca de um espaço cada vez maior para que possam brilhar. Essas pessoas, assim como as organizações que as valorizam, maximizam tais talentos, acabam se “perdendo” e, em algum momento, terão que se ajustar a novos padrões, novos conceitos de gestão estratégica e de pessoas para que possam sobreviver.

Neste contexto temos ainda que considerar a sazonalidade do mercado e suas políticas, as influências externas, e ainda os modismos que agregamos ao nosso mundo empresarial. Em função desses fatores, temos que rever nossas práticas, nossos programas de desenvolvimento, nosso perfil profissional para este novo mercado que, hoje ou amanhã, irá se sobrepor aos velhos conceitos.

Faz-se necessário que pessoas e organizações busquem a excelência pessoal e profissional, mas com objetivos definidos, devem saber onde querem chegar, o porque deste projeto pessoal ou profissional, para que mercado se preparam, como se preparam, o porque se preparam e até onde vale a pena ser “modelo” de excelência, sem a visão dos processos e das pessoas, as quais são o foco de toda e qualquer instituição seja ela formal ou informal.

Os grupos profissionais devem ser entendidos na macro estrutura no contexto empresarial e, para tanto, devem ser incentivadas políticas de desenvolvimento pessoal ou profissional que objetivem sua aplicabilidade no trabalho, no convívio empresarial e que busquem os resultados propostos.

Não podemos incentivar a concorrência desleal e infundada, sob o risco de provocar a massificação de pessoas e propostas de trabalho. O crescimento corporativo de ter como pano de fundo o respeito às individualidades humanas inseridas no contexto globalizado das sociedades do conhecimento e do crescimento empresarial. Marisa de Fátima Poças Alves dos Santos

Dez Atitudes Proibidas No Trabalho Em Equipe

Dez Atitudes Proibidas No Trabalho Em EquipeA máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional.

É que a capacidade de trabalhar bem em equipe tem sido uma das habilidades comportamentais mais valorizadas pelos recrutadores. Por isso perguntas com foco nesta competência são frequentes nas entrevistas de emprego“É muito importante porque uma equipe ruim pode destruir uma empresa”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Aumento de custos, erros constantes são alguns dos prejuízos ocasionados por uma equipe que não trabalha bem junta.

Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais são os principais erros que os profissionais cometem e que podem comprometer todo o trabalho de uma equipe. Confira:

1 – Ser inflexível e não transparente na comunicação

“Um dos principais erros é a pessoa se comunicar da mesma forma com todo mundo”, diz Marcia Rezende, diretora do Instituto de Thalentos. Conforme ela explica, comunicar-se bem não é simplesmente falar bem. “É preciso ter flexibilidade na comunicação e vontade de compreender o outro”, explica.

“É algo relacionado à empatia. Se uma pessoa é mais delicada o ideal é ser mais sutil na comunicação, com alguém mais focado em fatos e dados é melhor ser mais objetivo”, diz Meiry.

A transparência também é palavra de ordem no trabalho equipe. “É importante que a equipe saiba quais são as condições e as limitações do seu trabalho”, diz Márcia.

2 – Não alinhar o objetivo

Cada participante tem uma meta individual. Um quer ganhar dinheiro, outro está em busca de reconhecimento profissional ou de uma promoção. Mas se essas pessoas não encontram um objetivo em comum que mova a equipe, todo o trabalho pode ser comprometido, segundo Marcia. “Uma equipe desalinhada custa para a organização”, diz.

Isso acontece uma vez que o trabalho em equipe só funciona quando os participantes têm um objetivo em comum. “Em neurolinguística é o que chamamos de metaobjetivo, está acima dos objetivos pessoais”, diz a especialista.

3 – Comprometimento zero

Um participante não comprometido vai prejudicar os resultados atingidos por toda a equipe. “Sem valores e objetivos alinhados, a chance de faltar comprometimento é alta porque o trabalho precisa fazer sentido para o profissional”, diz Marcia.

4 – Falta de planejamento e de respeito a prazos

Sem participantes focados e com planejamento nenhuma equipe vai para frente. É importante que as prioridades sejam dadas e que cada um saiba muito bem qual o seu papel dentro da equipe e siga à risca o que foi definido, na opinião de Márcia. “É preciso saber o que é urgente, o que é prioritário e respeitar os prazos”, diz a especialista.

5 – Criticar um participante na ausência dele

Descontente com a atitude de um dos colegas de equipe, o profissional reclama dele para as outras pessoas. Pode até parecer inofensivo, mas não é, segundo Meiry. “Gera um mal estar tremendo”, diz a consultora. “Falar diretamente é muito melhor porque reduz a interferência e dá a chance de a pessoa receber um feedback sobre as suas ações”, explica.

6 – Desvalorizar o trabalho do outro

Em mercados cada vez mais competitivos, a tendência é valorizar demais o trabalho individual dentro da equipe e ignorar ou desvalorizar o esforço dos outros participantes. “Com a competitividade como pano de fundo, este é um erro comum”, diz Meiry. Lembre-se de que uma postura assim transmite a imagem de arrogância.

7 – Não assumir erros

Certamente uma pessoa assim já deve ter cruzado o seu caminho. Ótimos em apontar o dedo e denunciar o erro alheio, péssimos na hora de assumir seus próprios equívocos. “Se alguém da equipe erra, o certo seria que o erro fosse encarado como sendo de todos, mas infelizmente a realidade não é essa”, diz Meiry.

8 – Ignorar as regras estabelecidas pela equipe

Respeito às diretrizes é essencial, mas nem todo mundo faz isso. “Muitas pessoas acabam ignorando as regras e fazendo as coisas do jeito que elas acham melhor”, diz Meiry.

A resistência geralmente está ligada à adoção de novos processos, procedimentos e sistemas. “As pessoas têm dificuldade em se adequar”, diz Meiry.

9 – Desequilíbrio emocional

Tomar feedbacks negativos como perseguição pessoal, melindrar-se diante de críticas construtivas, perder a calma e apelar para gritos e grosserias. Estes sintomas podem indicar que o profissional peca em relação ao equilíbrio emocional, segundo Meiry. Além de ser prejudicial ao andamento do trabalho de toda a equipe, há o risco de essa pessoa acabar isolada.

10 – Não aceitar as diferenças

Entender que a heterogeneidade de uma equipe é um aspecto a ser valorizado nem sempre é comum. “Entender e respeitar as diferenças é essencial, mas muita gente quer moldar as pessoas de acordo com seu ponto de vista”, diz Meiry.

É claro que os embates vão acontecer, mas tentar entender os outros é o caminho correto na hora de solucionar conflitos e construir alianças. “Negociação é fundamental”, lembra Márcia.

Fonte –  Revista Exame

A Escolha Do Rei Arthur

Imagem 58

O jovem Rei Arthur foi surpreendido pelo monarca do reino vizinho enquanto caçava furtivamente num bosque. O Rei poderia tê-lo matado no ato, pois era o castigo para quem violasse as leis da propriedade, contudo se comoveu ante a juventude e a simpatia de Arthur e lhe ofereceu a liberdade, desde que no prazo de um ano trouxesse a resposta a uma pergunta difícil. A pergunta era: O que querem as mulheres?

Semelhante pergunta deixaria perplexo até o mais sábio, e ao jovem Arthur lhe pareceu impossível de respondê-la. Contudo aquilo era melhor do que a morte, de modo que regressou a seu reino e começou a interrogar as pessoas: a princesa, a rainha, as prostitutas, os monges, os sábios, o bobo da corte, em suma, a todos e ninguém soube dar uma resposta convincente. Porém todos o aconselharam a consultar a velha bruxa, porque somente ela saberia a resposta.

O preço seria alto, já que a velha bruxa era famosa em todo o reino pelo exorbitante preço cobrado pelos seus serviços. Chegou o último dia do ano acordado e Arthur não teve mais remédio senão recorrer a feiticeira. Ela aceitou dar-lhe uma resposta satisfatória, com uma condição: primeiro aceitaria o preço. Ela queria casar-se com Gawain, o cavaleiro mais nobre da mesa redonda e o mais intimo amigo do Rei Arthur!

O jovem Arthur a olhou horrorizado: era feíssima, tinha um só dente, desprendia um fedor que causava náuseas até a um cachorro, fazia ruídos obscenos… nunca havia topado com uma criatura tão repugnante. Acovardou-se diante da perspectiva de pedir a um amigo de toda a sua vida para assumir essa carga terrível. Não obstante, ao inteirar-se do pacto proposto, Gawain afirmou que não era um sacrifício excessivo em troca da vida de seu melhor amigo e a preservação da Mesa Redonda. Anunciadas as bodas, a velha bruxa,com sua sabedoria infernal, disse: O que realmente as mulheres querem é Serem Soberanas de suas próprias vidas!! Todos souberam no mesmo instante que a feiticeira havia dito uma grande verdade

e que o jovem Rei Arthur estaria salvo. Assim foi, ao ouvir a resposta, o monarca vizinho lhe

devolveu a liberdade.

Porém que bodas tristes foram aquelas… toda a corte assistiu e ninguém

sentiu mais desgarrado entre o alívio e a angústia, que o próprio Arthur. Gawain, se mostrou cortês, gentil e respeitoso. A velha bruxa usou de seus piores hábitos, comeu sem usar talheres, emitiu ruídos e um mau cheiro espantoso. Chegou a noite de núpcias. Quando Gawain, já preparado para ir para a cama, aguardava sua esposa, ela apareceu como a mais linda e charmosa mulher que um homem poderia imaginar! Gawain ficou estupefato e lhe perguntou o que havia acontecido. A jovem lhe respondeu com um sorriso doce, que como havia sido cortês com ela, a metade do tempo se apresentaria horrível e outra metade com o aspecto de uma linda donzela. Então ela lhe perguntou qual ele preferiria para o dia e qual para a noite. Que pergunta cruel…Gawain se apressou em fazer cálculos… Poderia ter uma jovem adorável durante o dia para exibir a seus amigos e a noite na privacidade de seu quarto uma bruxa espantosa ou quem sabe ter de dia uma bruxa e uma jovem linda nos momentos íntimos de sua vida conjugal. Vocês, o que teriam preferido? … O que teriam escolhido? A escolha que fez Gawain está, mais abaixo, porém, antes tome a sua decisão.

Atenção é muito importante que você seja sincero:

O nobre Gawain respondeu que a deixaria escolher por si mesma. Ao ouvir a resposta, ela anunciou que seria uma linda jovem de dia e de noite, porque ele a havia respeitado e permitido ser soberana de sua própria vida.

A estória mesmo sendo direcionada a mulher, é uma verdade universal, válida a todos os seres

vivos. Um desejo comum a todos é o de ser soberano de sua própria vida, ou seja a liberdade.

Nunca existirá felicidade completa para o ser vivo que seja restrito de sua liberdade. Infelizmente, assim como a saúde, muitos somente dão o devido valor após perdê-la.

Trabalho Em Equipe

Nossas observações e estudos relacionados ao tema “Desenvolvimento de Equipes” têm nos conduzido a algumas conclusões que apesar de parecerem óbvias, apresentam situações que raramente são encontradas na rotina de trabalho e nas relações dentro de Organizações, Departamentos, Áreas ou mesmo dentro das próprias Equipes.

Por sinal, sempre que as pessoas se referem ao seu grupo de trabalho, mesmo os próprios Gerentes, utilizam o termo “minha equipe”. Baseados na afirmação que toda equipe é um grupo, porém, nem todo grupo é uma equipe, há uma pergunta que precisa ser respondida:

Como está a sua empresa? Vocês trabalham em grupo ou EQUIPE?

Entendemos que Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. O respeito e os benefícios psicológicos que os membros encontram, em geral, produzem resultados de aceitáveis a bons. No entanto este grupo não é uma EQUIPE.

Entendemos que Equipe é um conjunto de pessoas com objetivos comuns atuando no cumprimento de metas específicas. A formação da equipe deve considerar as competências individuais necessárias para o desenvolvimento das atividades e atingimento das metas. O respeito aos princípios da equipe, a interação entre seus membros e especialmente o reconhecimento da interdependência entre seus membros no atingimento dos resultados da equipe, deve favorecer ainda os resultados das outras equipes e da organização como um todo. É isso que torna o trabalho desse grupo um verdadeiro TRABALHO EM EQUIPE.

Vale, portanto considerar:

Quais são os aspectos e variáveis que favorecem a formação do verdadeiro espírito de Equipe em sua empresa?

Como implementá-los?

Qual é a postura do Líder?

Que benefícios os membros e empresa terão com o Desenvolvimento do Trabalho em Equipe?

Por que é tão importante considerar este “caminho” para o atingimento dos melhores resultados?

Quem na organização deve ser envolvido?

Filme “A Fuga das Galinhas”

Resumo de observações feitas sobre o Filme “A Fuga das Galinhas”

 

Pontos observados :

–         Liderança (A galinha Ginger)

–         Perseverança (Não desistir da idéia de liberdade, sonhos, projetos)

–         Sonhos (conquista dos objetivos)

–         A questão da produtividade empresarial (as galinhas que não punham ovos , iam para degola).

–         Visão empreendedora (dona da granja vislumbrou nova oportunidade de mercado)

–         Espírito de equipe (organização das galinhas nas tentativas de fuga e na construção do lançador de vôo.

–         Subestimar a inteligência do concorrente (a dona da granja em relação a organização das galinhas)

–         Barreiras internas que impedem o crescimento profissional e pessoal (condicionamento das galinhas em não arriscar , se conformar com a condição de inferioridade)

–         Utilização de novas estratégias (planejamento de fuga das galinhas – vários métodos foram utilizados).

–         O líder precisa ter visão metodológica e sistêmica (a galinha Ginger prestava atenção em todos os detalhes e buscava ajudar a todos de várias maneiras).

–         Objetivo comum para alcance das metas (Organização, espírito de equipe .

–         O sucesso depende de trabalho  (metas alcançadas).

Os Maiores Erros do RH

Há coisas inexplicáveis que acontecem dentro das empresas. Inúmeros projetos e idéias sucumbem por erros e falhas que, após reconhecê-los, ficamos nos perguntando como não os notamos.

No mês de julho deste ano, a revista Profissional & Negócios publicou uma lista com os maiores erros do RH. A listagem contempla desde falhas que acontecem por falta de conhecimento técnico antes do iní­cio de um projeto até erros por falta de habilidade ou comprometimento, confira:

10° Lugar

Adotar programas de treinamento e desenvolvimento sem qualquer levantamento prévio das necessidades da equipe.

9° Lugar

Em qualidade de vida, dar atenção aos grandes projetos, que envolvem muitas pessoas, e esquecer dos detalhes, do dia-a-dia corporativo.

8° Lugar

Transmitir informações de grande importância para o público interno sem, anteriormente, tratar os temas com as lideranças da empresa.

7° Lugar

Atuar de maneira imparcial, baseando suas decisões e recomendações em aspectos pouco objetivos e sem regras claras ou lógicas.

6° Lugar

Oferecer um pacote de benefí­cios estático e pouco interessante para grande parte dos colaboradores.

5° Lugar

Contratar apenas candidatos com os quais tenha mais afinidade e empatia.

4° Lugar

Ser inábil ao comunicar para os colaboradores as condições técnicas de um programa de PLR e de uma avaliação de desempenho.

3° Lugar

Oferecer programas de treinamento como parte do pacote de benefí­cios.

2° Lugar

Implantar uma avaliação de desempenho apenas com a prerrogativa da remuneração, esquecendo do aspecto “desenvolvimento profissional” .

1° Lugar

Não conseguir atrelar as ações de RH ao plano estratégico da empresa.

E você? Concorda com a lista?

Competição ou Cooperação?

“Voe alto, voe longe. Seu objetivo é o céu, seu alvo as estrelas.” Inscrição no Willians College

A maioria dos jogos que você viveu na sua infância, e que você vê na televisão, são jogos de soma constante: se há algum ganhador é porque do outro lado há um perdedor. Este aprendizado acabou levando você a intuir que a vida é assim.

Marketing de guerrilha, a arte da guerra, marketing de emboscada, guerra de preços, etc e tal!

E não é assim…! Pelo menos não necessariamente assim.

A Teoria dos Jogos, com o seu já famoso “Dilema do Prisioneiro”, para o qual há farta literatura na Internet, mostra e demonstra que a cooperação pode ser uma boa estratégia para a vida em comunidade, quando temos jogos de soma positiva ou negativa.

Um resumo das regras deste dilema, onde há dois prisioneiros (A e B), que não podem se comunicar, e podem cooperar ou trair:

A trai e B trai: cada um ganha somente 1 ponto;

A trai e B coopera: somente B ganha 4 pontos;

A coopera e B trai: somente A ganha 4 pontos;

A e B cooperam: cada um ganha 3 pontos.

Este jogo tem diferentes soluções e implicações, se é jogado uma única vez, ou se é jogado um número finito de vezes, ou ainda se é jogado infinitas vezes.

Este é um jogo de soma positiva. Quanto mais se joga, mais se pode ganhar, tal como na vida.

Quais são as estratégias que mais dão resultados para o todo dos jogadores, a sociedade, quando e onde este jogo é jogado, hora a hora, diariamente?

Um resumo, para você, seria este:

– cooperar é o que resulta em ganho máximo para todos os jogadores;

– jamais traia em primeiro lugar, mas traição rebata com traição;

– perdoe, tenha memória curta (somente a última rodada);

– jogue para que ambos ganhem, não fique de olho no tamanho da carteira do vizinho.

Esta simples “brincadeirinha” permite que você tire importantes conclusões a respeito da natureza humana, da comunicação, do egoísmo e da cooperação.

Há alguns pontos de contato – muitos a meu ver! – entre estas conclusões acima, e o artigo:

“As Regras Da Felicidade Ou O Conceito D’A Hora Da Verdade”

que é o conceito mais necessário, e menos entendido e praticado, nas empresas da área de serviços.

A sua empresa, todas as empresas formam, cada uma, uma comunidade específica e com propósitos comuns a serem atingidos através dos esforços de todas as pessoas membros desta comunidade-empresa.

Na sua empresa podemos ter diversas equipes e, chegada a hora de crise, se entendermos que aquela equipe do outro prédio, que mal conhecemos e nunca nos falamos, é estranha a nós, ela pode ser considerada inimiga. Se ela é inimiga, que jogo você joga com ela?

A comunicação, o congraçamento, a aproximação física, o olho no olho, o objetivo comum, o comprometimento com a mesma finalidade, as expectativas compartilhadas, tudo isso é necessário para que se jogue o mesmo jogo.

A esposa ou esposo, o outro empregado no trabalho, o empregado distante, e do outro lado do telefone, são vistos como amigos ou inimigos? Num momento de crise você e eu contamos com ele ou temos dúvidas de que jogo ele vai jogar? Ele é o seu parceiro ou o seu inimigo?

O líder pode escolher deixar uma equipe tentar ganhar tudo para si, sem se preocupar que o resultado da empresa dependa daquela outra equipe que está perdendo. O todo perde pela atitude egoísta de uma equipe, ou pelo silêncio de um pretenso líder.

O líder é aquele que permite o maior ganho do grupo (soma das equipes), maximizando o resultado da empresa. Não basta uma equipe ganhar, há que se maximizar o ganho de todas as equipes como um todo, e nunca de uma equipe em particular, ou subconjunto destas.

Para enxergar o outro como seu amigo é necessário verificar que vocês têm objetivos comuns, que vocês têm os mesmos compromissos, que vocês partilham os mesmos propósitos, que vocês partilham o mesmo convés do navio chamado empresa, ou casamento, ou vida.

Isto é tanto comunicação empresarial, como comunicação individual, as quais precisam ser permanentes na empresa, no empreendimento, na vida.

Você tem que maximizar o ganho do todo, e não de uma equipe em particular. A equipe do lado não deve ficar circunscrita ao “seu território”, porque só há um território, o território da empresa, o território da vida, que é de todos que nela atuam.

Enxergar o empregado do seu lado como competidor é, no mínimo, jogar contra a empresa.

Competir contra o seu parceiro, esposo ou esposa é, no mínimo, jogar contra o relacionamento.

Empregados deveriam competir entre si para obter algo ou alguma promoção?

Não: os prêmios devem ser dados a todos que atingirem determinados patamares absolutos. Nunca para o melhor, pois todos os outros que não são “o melhor”, desanimam, pois a briga fica restrita a uns poucos, o “grande e numeroso resto” desanima; e isso não contribui para o resultado global.

Mas, e o famoso mundo competitivo que você escuta todo dia na televisão, que você lê na sua revista de administração? Vivemos no aparente mundo de competição alardeado pela mídia?

E indo mais fundo, é vantajoso fazer uma guerra comercial com um nosso concorrente, pela disputa desenfreada do mercado?

A teoria diz que não, que em médio prazo, todos podem estar mortos, que pode não haver ganhadores, ou ainda se obter uma falsa vitória, onde todos perdem. A melhor estratégia é a diplomacia, nunca a guerra.

Então, apesar de vivermos em um mundo dito competitivo, buscamos, necessitamos e precisamos, na realidade, de um mundo cooperativo, para que todos estejam no melhor dos mundos. Neste mundo, por incrível que pareça, a cooperação é a chave.

E empresas de serviço necessitam, particularmente, de trabalhos cooperativos, do faxineiro ao presidente, da recepcionista ao vendedor.

Cinco Dicas Para A Sua Equipe

“Fale baixo, fale devagar, e não diga demasiado.” John Wayne, ator

1º) Objetivo de montar equipes

Monta-se equipes de trabalho porque o resultado produzido pela equipe é maior do que a soma das partes dos trabalhos produzidos individualmente e em separado.

Se o resultado for igual ou menor do que a soma das partes, desmonte a equipe imediatamente, ou reformule o seu jeito de trabalhar em equipe. No segundo caso, aqui você encontra algumas dicas práticas.

2º) Equipes e ajuntamentos

Para que haja uma equipe é necessário transformar um mero ajuntamento de pessoas em um grupo que tenha objetivos comuns e cujos integrantes dessa equipe sejam:

– comprometidos entre si e

– determinados na busca de resultados comuns.

A seleção brasileira de futebol de 2006 era um ajuntamento de craques, mas não era uma equipe.

A seleção brasileira de 1994 não tinha tantos craques, mas era uma equipe determinada

A diferença entre elas chama-se resultado:

– o ajuntamento de 2006 foi um verdadeiro fiasco,

– a equipe de 1994 foi campeã mundial!

3º) Os membros da equipe

O perfil das pessoas que trabalham em equipe é completamente diferente do perfil de quem trabalha sozinho. Vejamos algumas diferenças:

a) Empregado egoísta é centrado em sua zona de conforto:

Ele finca os pés naquilo que ele conhece.

Já o membro de equipe é centrado em resultados:

Ele se aventura além dos territórios vizinhos na procura ambiciosa de melhores resultados.

b) O empregado egoísta é centrado externamente:

Ele cede aos outros num esforço para manter a paz e a harmonia.

Já o membro de equipe é centrado internamente:

Ele age de acordo com seus valores e princípios.

c) O empregado egoísta tem foco interno:

Ele coloca seus interesses acima dos interesses do grupo.

Já o membro de equipe tem foco externo:

Ele coloca o bem coletivo em primeiro lugar.

d) O empregado egoísta é fechado internamente:

Ele bloqueia estímulos externos para permanecer fazendo o que faz e evitar riscos.

Já o membro de equipe tem foco externo:

Ele aprende com o meio circundante e reconhece oportunidades e necessidades de mudanças.

4º) A liderança na equipe

A liderança na equipe serve sempre e somente aos propósitos da equipe, nunca aos propósitos do líder. Se algum líder confunde isso, a equipe tem a obrigação de trocar o líder.

A liderança de uma equipe não está incorporada em uma única pessoa, mas depende sempre da situação que está sendo enfrentada: o que se está fazendo, para quem, onde e para quando. O melhor preparado, em cada ocasião, assume a liderança.

Essa liderança recebe o nome de liderança situacional.

A liderança, em equipes, é compartilhada.

5º) Cafuné no ego, cafuné no ego!

Celebração, para mim, tem o nome de “cafuné no ego”. O que mais agrada as pessoas, a mim e a você, é um “cafuné no ego”.

Cafuné no ego é bom, é gostoso!

Portanto, quando a sua empresa for trabalhar com equipes, aprenda a colocar mel na chupeta alheia, reconheça resultados intermediários também, tanto os coletivos, como os individuais. Serve também quando sua empresa não trabalha com equipes.

Um ambiente de trabalho excelente é alegre e produtivo, promove e provoca o melhor das pessoas. O cafuné no ego ajuda as pessoas darem o melhor de si.”

Mostrar que tem gente acertando e, que quem acerta, recebe “carinho”, faz com que os seres humanos, no caso membros de equipes, dirijam seus esforços no sentido da busca do seu cafuné no ego.

O cafuné no ego pode ser um aperto de mão, uns sinceros parabéns, uma medalha, um “pin”, um bóton, um diploma, o reconhecimento em uma festa, um churrasco de comemoração.

A celebração pode ser também promoção, aumento salarial, bônus. Use todas as celebrações possíveis e recompense o bom desempenho sempre.

Somente uma recomendação: aproveite todas as oportunidades de celebrar resultados, coletivos e individuais, SEMPRE!

Premiar o bom desempenho é mostrar o exemplo a ser seguido.

A máxima tão divulgada:

“Fez certo, não fez nada mais do que a obrigação; fez errado, pau no sujeito.”

só pode ter sido cometida por alguém que não conhece os princípios básicos de como o ser humano funciona.

À luz do que se conhece hoje do comportamento humano, a frase correta para você aplicar na sua empresa é:

”Fez certo, celebre; fez errado, oriente.”

Agora, se você orientou e treinou, o empregado sabe o que deve ser feito, sabe fazer e como deve ser feito, e não faz, repetidas vezes erra; troque de empregado, pois ninguém será líder de mercado com pessoal “meia boca”.

Essa sua atitude firme também mostra quem você é e que tipo de empresa você quer criar.