Como Falar Em Público Com Confiança E Com Sucesso

VOZ – Deve ser evitada a todo curso a voz gritada, torna-se desagradável. Evitar, principalmente o ritmo monocórdio. Deve ter um bom timbre e num volume que alcance toda a platéia. As palavras devem ser ditas de maneira impecável, completas e audíveis e evitar vocábulos difíceis ou pouco conhecidos da platéia.
VELOCIDADE – Quando estamos conversando uns com outros, falamos ora mais devagar, ora mais depressa. E isso faz com naturalidade, sem darmos conta, inconscientemente. O mesmo devemos fazer quando se fala em público: maior rapidez ao enunciar as palavras de importância secundária e maior lentidão e ênfase nas palavras que se deseja destacar.
PEQUENOS SILÊNCIOS / PEQUENAS PAUSAS – Antes de enunciar uma idéia ou um fato importante faça um pequeno silêncio. Um silêncio de alguns segundos, durante os quais deverá olhar o auditório bem de frente, nos próprios olhos. Um pequeno silêncio é tão importante como um grito, como um ruído brusco e violento que resulta na atenção geral do auditório. Todos ficam alerta e espera o que está para vir.
O silêncio fala.
O silêncio é de ouro.
GESTOS – Recomenda-se a maior sobriedade nos gestos. Os braços, se não devem pender imóveis e parados, também não devem agitar-se como catavento. O corpo não deve fazer contorções. Nem ficar rígido como uma árvore.
O QUE FAZER COM AS MÃOS E COM OS BRAÇOS – Por incrível que pareça, existemlivros inteiros ensinando uma série de posições aconselháveis para as mãos e para os braços enquanto se fala em público. Mas uma dica importantíssima é: Esqueça suas mãos. Normalmente não se sabe o que fazer com elas, mas na verdade, ninguém no auditório dá a menor importância às mãos do orador. Aí sim eles, braços e mãos, passarão a movimentar-se com naturalidade ao nosso lado.
FISIONOMIA – Nem rosto aberto em sorriso, o que dá logo idéia de leviandade – nem fisionomia fechada e carrancuda, que faz lembrar ameaça.
A fisionomia deverá ter a expressão tranqüila num misto de calma e sobriedade.
SABER SORRIR – O palestrante que inicia cumprimentando o auditório e sorrindo e com meia vitória ganha. O sorriso aí diz muita coisa, é como se dissesse: Estou feliz de estar aqui falando pra vocês.
E o sorriso é sempre contágios. Imediatamente o auditório adquire predisposição favorável, fica nas melhores condições possíveis de receptividade às palavras do orador.
Qual a razão do sucesso de certos oradores e da relativa dificuldade de outros em arrancar aplausos e aprovação – Se formos procurar com acuidade, encontraremos o – poder mágico do sorriso – .
O sorriso proporciona instantaneamente a boa vontade dos outros.
APARÊNCIA – A pessoa que fala deve ser agradável, pois para si convergem todos os olhares, é alvo de todas as análises e exames.
Nunca parecer mal vestido, gravata fora do lugar, barba por fazer, cabelos caindo pela testa, decotes, saias curtas demais, cores berrantes ou vestidos com padrões muito grandes. Qualquer um destes fatores ocasiona imediata repulsa, gera sentimento de hostilidade, é como uma ofensa ao auditório.
RESPIRAÇÃO – Não pode fazer nunca uma palestra, quem não sabe respirar. Não sabendo respirar, o auditório logo se cansa.
As palavras do orador que não sabe respirar tornam-se fatigantes, ele faz pausas onde não há pausas, põe vírgulas onde não há vírgulas. Outras vezes o orador, querendo acabar um período dentro da respiração, corre e atropela-se, as últimas palavras são mal ouvidas ou não são compreendidas.

 

COMO FALAR EM PÚBLICO:

-Não recostar (cuidados com a postura)
-Não gaguejar /muletas de linguagem / cuidados com gírias e com o português.
-Equilíbrio nos gestos (excesso/nenhum) – O q faço com as mãos?
-Olhos: no infinito ou em uma pessoa
-Criatividade / jogo de cintura
-concaternar idéias
-segurança / confiança
-Persuasão / Objetividade
-Injeção de humor (excesso intimidade = cinismo, deboche, ironia…)
-Com quem falo? Para quem falo?
-voz: tom (timbre) / volume
inflexão da voz
ritmo monocórdio

 

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