Decálogo do Comunicador Eficiente

Segundo, Mazzilli existem algum pressupostos dos processos de comunicação, sendo eles:
” Não existe erros em comunicação, apenas resultados.
O significado de uma comunicação é o resultado que se obtém com ela.
Quando alguém não entende a nossa comunicação, não é porque seja burra ou incompetente. Nós é que não soubemos nos comunicar.
Aquilo que as pessoas dizem não são verdades, nem mentiras. É apenas o que elas acreditam ser real ou verdadeiro.
O comunicador eficiente fica atento não apenas ao que as pessoas falam, mas como falam.
O comunicador eficiente fica atento não apenas ao que as pessoas dizem, mas ao que fazem quando estão falando.
A eficiência e o impacto de uma comunicação não depende apenas do conteúdo da mensagem, mas do modo como elaboramos a mensagem e como nos expressamos de modo não-verbal.
O comunicador eficiente não pressupõe, nem interpreta os comportamentos das outras pessoas. Baseia-se apenas na sua experiência sensorial para aproximar dos fatos.
O comunicador eficiente sabe o resultado que deseja com sua comunicação; tem acuidade sensorial para saber se obteve o resultado ou está a caminho de conseguí-lo; e é flexível para mudar o seu próprio comportamento e fazer o outro acompanhá-lo para obter a mudança que deseja.
Em comunicação, como na vida, a magia surge no processo de ressignificar ou recontextualizar conceitos e eventos.” ( 1999: 72)
Na sociedade para a maioria das pessoas a palavra família tem uma conotação altamente impregnada de afetividade.
Numa esfera muito particular e restrita a representação do quadro família é dada pela composição do marido, da esposa e dos filhos. No entanto, no que se refere a constituição de um lar e formação de identidade do indivíduo, não podemos afirmar que família é tão somente representada por esta composição.
A família é também composta por outros laços consangüíneos ou não, onde se estabelece vínculos dada às circunstâncias da vida do indivíduo. Segundo, Heller “se quisermos fazer do mundo um lar, devemos ter um lar no mundo”
Entendendo a existência humana com probabilidade de ocorrências de momentos alegres ou de infortúnios, ambos podem definir a que esfera e composição familiar o indivíduo será inserido.
“A boa madeira não cresce com sossego; quanto mais forte o vento, mais forte a árvore” J. Williard Maniott, citado em Anthony Robbins ( 1987:75)Esta estabilidade ou mudança de composição familiar torna-se o fator determinante das primeira experiências subjetivas do indivíduo. A partir deste momento inicia-se suas crenças.
“A família no seu percurso de vida, cria sua história: uma história com passado, presente e perspectiva de futuro. Na sua dinâmica interna e na sua relação com o meio social mais amplo, a família modifica-se constantemente, modificando por conseqüência esse meio .
Ela vive um ciclo vital, tem períodos marcados por acontecimentos que lhe são próprios, quase sempre críticos. São eles que vão definir as etapas da evolução familiar. Diante desses acontecimentos, mesmo que sejam ‘esperados’, as reações de aceitação e superação são às vezes lentas e problemáticas.
Esses chamados ‘eventos críticos’ não possuem conotação negativas. Eles fazem parte da vida e, como tal, são fatores ricos ou de reforços para conquista da maturidade afetiva, social e política. E é por isso que o espaço familiar é um lugar- locus – de aprendizado de afetos, socialização, cooperação e desapego.
É certo que cada família tem uma ‘biografia’ que lhe é própria, mas a maioria delas passa por etapas relativamente comuns a todas.” Carvalho. Et al (1994:15)
” Dominar a agressividade, suavizar as arestas, moderar as palavras.” Masaharu Taniguchi
Todos nós sabemos que relacionamento pressupõe relacionar-se com pessoas independente do âmbito em que estas se encontram. Isso porque , não é possível que nós, enquanto seres sociais, possamos usufruir dos encantos naturais da vida, sem que estejamos de alguma forma nos comunicando e nos relacionando. Até porque é impossível nos relacionarmos sem nos comunicarmos.
Desde a tenra infância, procuramos de acordo com nossas condições sócio – econômicas, suprir nossas necessidades. Somos colocados em escolas, em grupos religiosos e de amigos. Nesses grupos, iniciamos a aprendizagem onde construímos nossa identidade e até nossas crenças de culpa, as quais carregamos ao longo de nossa vida.
A essência do ser humano concerne em auto conhecer-se e buscar o conhecimento supremo em busca de uma aproximação com Deus e consigo mesmo. Sendo este o foco da espiritualidade.
Negligenciamos os aspectos naturais de interação com o universo e privilegiamos aquilo que supostamente nos traga realização pessoal, ou seja, substituímos nossa relação com o ser supremo pelo egocentrismo. Nos preocupamos com o TER e não com o SER.
Nos esquecemos que numa relação o ganho que um indivíduo tem , não ocorre em detrimento da perda que supostamente o outro teria, pois a PNL preconiza que : O fracasso não existe, o que existe são resultados.
Se focarmos estes resultados na perspectiva de ganhar podemos assim, mudarmos nossas estratégias com relação as nossas ações e comportamentos. Estaremos ampliando nossas habilidades, criando flexibilidade na arte de nos relacionarmos.
” Quando nós atraímos os pensamentos que nos fortalece, estamos usando o mesmo princípio dos corredores. Sabemos que a trajetória para alcançar nosso objetivo é difícil, então pensamos cuidadosamente sobre o que iremos carregar durante o percurso.”
Wes Beavis
A nossa situação nos relacionamentos, depende da idéia que cultivamos e da atitude que tomamos em relação a nós e as outras pessoas.
“A vida no universo, dotada de força criadora, age de acordo com impressões, idéias, conceitos, etc…, fortemente gravados em sua mente”

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