Do Planejamento À Prática

Um interessante artigo de Hitendra Patel publicado na revista Amanhã nos brinda com a ideia do REALIZE.

Mais do que apenas uma regra, trata-se de um forma de trazer o seu negócio do planejamento à pratica.

Divido parte da reportagem:

(…)

No século 21, as coisas mudaram. Além de não terem mais ao seu dispor um grande horizonte de tempo – ou mesmo maiores margens para cometer erros de manobra –, os recursos das companhias se reduziram drasticamente. Com mais incertezas e volatilidade, os estrategistas foram obrigados a descer de seus “postes”. Agora, a maioria deles se envolve até mesmo em detalhes operacionais necessários em momentos de definir mudanças de rumo. Hoje,  para executar uma estratégia, os líderes precisam se aproximar da prática. Ainda mais em um tempo em que as informações capazes de impactar o desempenho das corporações chegam de qualquer lugar – e não apenas dos pontos luminosos de outrora. Os novos rumos, cabe lembrar, também surgem de indicadores considerados “menores”, percebidos por profissionais mais próximos da base, como gerentes de vendas ou gestores da cadeia de fornecimento, por exemplo. 

A maioria das empresas ainda está acostumada à tradição de que a estratégia de negócio e sua consequente execução vivem em domínios intelectuais e institucionais diferentes. Trata-se de um legado difícil de superar. Embora tenham aparecido algumas tentativas corajosas de evoluir nessa questão, boa parte dos executivos lastima a lacuna permanente entre visão estratégica e realidade de desempenho. Cerca de 70% das estratégias traçadas mundo afora não conseguem atingir seus objetivos. Na busca por uma solução, chegamos a uma abordagem conhecida como REALIZE. Com ela, é possível não apenas estabelecer uma relação direta entre estratégia e processos, mas também entender e utilizar a relevância da cultura empresarial. 

Não podemos esquecer, ainda, que planos de ação são executadas por pessoas. A REALIZE é o elo que faltava para transformar visão estratégica em realidade. Por isso, o desmembramento da sigla resulta em um processo de execução dividido em sete etapas. Vamos a elas:

Robustas estratégias são necessárias para compelir e estimular as pessoas a executá-las.

Empoderadores (facilitadores) respondem por regras não escritas dentro de uma empresa e são capazes de provocar grandes mudanças.

Abordagens devem ir além da tradicional gestão de projetos – excessivamente focada na pontualidade e no orçamento. São elas que dão o equilíbrio dos meios-termos entre necessidade de rapidez, observância e conformidade. 

Liderar a mudança requer compreensão de que há grande variedade de estilos de trabalho – garantindo aos colaboradores motivação para fazer com que a nova estratégia seja bem-sucedida. 

Competências Individuais e em equipe são necessárias para o sucesso, desde que sejam intencionalmente identificadas e adquiridas.

Zelo para fazer a iniciativa seguir em frente no longo prazo deve ser apoiado através de vitórias rápidas e de comunicação clara e periódica.

Executar prestação de contas requer disciplina. Trata-se de algo que deve ser realizado com medição e recompensando os desempenhos individuais e de equipes. 

(…)

Fonte: http://www.amanha.com.br/home-2/5252-como-ligar-estrategia-e-execucao

Cada um dos tópicos do REALIZE realmente nos abrilhantam os principais escopos que as empresas necessitam: Sair do papel e ir a prática.

Como a sua empresa lida com esta realidade?

Muito planejamento e pouca execução? Muitas metas e pouco resultado? Muitas pessoas e pouco lucro?

Já disse a personagem Mafalda do autor Quino: Pensar é grátis e não fazê-lo sai caríssimo.

Pense e mãos a obra!

Artigo escrito por Gustavo Rocha  Sócio da GestãoAdvBr – Consultoria em Gestão e Tecnologia EstratégicasSócio da Bruke Investimentos  www.gestao.adv.br | http://www.bruke.com.br
Contato integrado: gustavo@gestao.adv.br [Email, Skype, Gtalk, Twitter, LinkedIn, Facebook, Instagram, Youtube]

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