Eu Faço Minhas Escolhas

escolhas

O mais incrível que a lei do livre arbítrio me proporciona é o poder de eu mesmo escolher tudo que eu quero ou não quero fazer.

Assim, eu sou resultado das escolhas que fiz ou deixei de fazer.

Mesmo que eu não queira aceitar essa ideia, ela é assim e pronto. Pois até mesmo não fazer escolha alguma é uma escolha e sou responsável pelas consequências.

Ah, eu já ia me esquecendo!

Como você está hoje?

Pare por um momentinho apenas e presta atenção antes de responder.

Vou lhe dar três alternativas para você escolher, de acordo com o que você está sentindo neste exato instante.

( ) a) Estou ótimo, me sinto muito bem e nada vai estragar meu dia.

( ) b) Estou mais ou menos hoje, não me sinto nem bem nem mal.

( ) c) Estou mal hoje. Não sei bem por que, mas não estou nada bem.

Qual alternativa você assinalou?

Eu esperaria que você assinalasse a primeira alternativa, aquela da letra (a). Mas se por alguma razão muito particular sua, você pode ter escolhido uma das outras alternativas.

Não tem problema.

Lembra que eu disse que era para você responder exatamente de acordo com o que está sentindo neste momento? Assim, de acordo com seu estado você fez a escolha certa.

Mas vamos entender agora o que eu quero mostrar com esta situação, independente da sua resposta.

Primeiro, sua resposta foi, é e será sempre sua escolha.

Mas como?

Se hoje acordei mal. Já tive uma noite muito mal dormida e sei que meu dia vai ser ruim, por diversas razões!

Tudo bem. Eu entendo você perfeitamente. Mas, o que eu quero mostrar a você agora é que é você quem tem o poder de mudar sua escolha, por mais difícil que isso possa parecer a neste momento.

Quer ver?

Se o seu dia não começou lá muito bem, como você gostaria. Você vai deixar ele continuar assim, até chegar a noite?

Veja outra situação. Por exemplo: você entra num restaurante, com bastante fome, se prepara para fazer uma deliciosa refeição e o que lhe entregam é um prato com uma aparência desagradável, o cheiro é de comida estragada que é de fazer você sair correndo dali. Mas pela fome que você está, ainda insiste em experimentar. Quem sabe o gosto possa compensar. Aí você descobre que o gosto é também intragável.

O que você faz a essa altura?

Eu provavelmente chamaria o garçom ou o próprio dono do restaurante e lhe pediria para no mínimo trocar o prato ou simplesmente sairia dali sem comer nada e procuraria outra alternativa. Mas de jeito nenhum iria me sujeitar a ingerir nada que não me satisfizesse pela visão, olfato e paladar.

Ah, mas o que isso tem a ver com o mau começo do seu dia?

Ué? Você vai querer ingerir um péssimo dia só para ter um gostinho de no final, dizer: “meu dia foi péssimo hoje”?

Ou você vai tentar escolher algo diferente, algo melhor, para chegar até a noite?

Pare e pense um pouco, como você reage aos maus começos de dia.

Quero finalizar deixando só mais uma pergunta:

Será que não temos mesmo nenhuma opção de escolher outra saída?

Sigmar Sabin – Professor e Aprendiz da vida – sigmarsabin@bomdiahoje.com.br

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