Falando Sobre A Dinâmica De Grupo

A D.G. é um método muito aplicado nas escolas, no trabalho e em outros grupos de pessoas para atingir fins diversos que vão depender muito da necessidade para tal. Por exemplo pode ser aplicado em salas de aulas na tentativa de aproximar mais os alunos buscando uma melhor participação nas aulas tentando assim acabar com a inibição de muitos alunos que muitas vezes negam em arriscar um palpite durante as aulas temendo as críticas de seus colegas. Outro exemplo muito prático é na empresa quando se quer detectar um problema existente no grupo ou ambiente de trabalho do dia-a-dia, mas que é difícil detectar.  Assim, na D.G. pode ser colocado todos os problemas dentro de um método para descobrir melhor os desejos, comportamento e idéias de cada um.  Quando no fim e semana ou no fim do ano a empresa se reúne com seus empregados para uma festa de confraternização pode ser uma maneira de estar reproduzindo ali uma D.G.  Deve-se criar subgrupos de no máximo 5 (cinco) pessoas e sempre procurar diversificar bastante os componentes do grupo.  Como por exemplo integrar ao grupo pessoas falantes e extrovertidas, pessoas introvertidas, pessoas que não gostam muito de expor ou seja aquelas que sempre permanecem indiferentes e etc. Pedir que ali no grupo procurem falar de suas vontades, pensamentos, preferências, políticas desportivas, procurando sempre respeitar a ideologia de cada componente e questionando sempre com todos sobre os assuntos abordados.

Em relação ao  trabalho em grupo o treinamento visa tornar os membro de um grupo mais sensíveis ao seu próprio funcionamento, as suas modalidades característica de comportamento e aos processos importantes que se desenvolvem dentro do grupo, para que alcancem a solução sobre seus pontos cegos no relacionamento  com os outros e assim desenvolver sua eficiência como membros e como líderes de outros grupos.   O grupo tende a forçar a produtividade de cada um de seus membros, criando um padrão mínimo de comportamento chamado padrão de comportamento grupal.

Já o trabalho  individual deve ser posto como condição prévia do trabalho em grupo, onde as ordens não devem ser discutidas e os indivíduos estão presos por voto ou regulamento de obediência cega, não se deve trabalhar em equipe, mesmo para evitar aspirações que não se podem realizar.

 

Na D.G. discute-se a necessidade de integração entre os pq. Grs.,  como cada elemento reagiu a esta integração e em que foi importante está integrado, avaliando a  iniciativa e o nível de cooperação entre os elementos.  Enfatizando a importância de cada um na realização do produto final.

Filosofia:  “Em um clima participativo desenvolve-se mais o trabalho, encontra-se mais facilidade em executar tarefas, estabelece-se um alto nível de desempenho contribuindo assim para um maior satisfação pessoal.”

Em trabalhos como estes podemos destacar alguns aspectos no  atendimento de qualidade: atenção, ética, respeito ao outro, conhecimento do que se faz, fluência verbal, confiabilidade, conhecimento do setor (geral), saber ouvir (seletivamente), rapidez com eficiência, checar a necessidade do cliente, postura, paciência, honestidade, iniciativa, criatividade, o cliente é o foco do atendimento. É fundamental praticar empatia. Eficiência é conhecer o que se faz e o que a empresa faz (fazer de maneira correta desde a 1ª vez e estar bem informado) Rapidez: Executar as tarefas de forma ágil, sem perda de qualidade. Cortesia e gentileza: Ser atencioso, prestativo, simpático (acolhedor).  Mostrar ao cliente a satisfação que se tem em atendê-lo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *