Liderança E Valores Da Próxima Geração

Liderança E Valores Da Próxima Geração

Assim como os times de futebol têm dificuldade em manter seus melhores jogadores, as empresas também terão dificuldade em atrair e reter aqueles talentos da próxima geração com potencial de liderança, pois esses possuem valores e atitudes muito diferentes sobre o trabalho e sobre a vida em geral. A geração que desponta nas posições de linha de frente das empresas é, sem dúvida, mais bem preparada que a anterior, mas defronta-se com um mundo mais volátil. Essa volatilidade ocorre não só na esfera externa, fruto da globalização e dos avanços tecnológicos já descritos acima. A volatilidade ocorre principalmente no sistema de valores, onde parecem desmoronar conhecidas verdades sobre a motivação no trabalho, lealdade, comprometimento e… liderança!
Nada mais natural que essa geração possua uma visão do conceito de autoridade muito diferente daquela esposada pela geração anterior que enfatizou valores como a obediência e a troca de sacrifícios na vida pessoal pela estabilidade no emprego. O pacto era simples: quem demonstrasse lealdade com a empresa obtinha como recompensa a promoção, o poder para comandar outros e homenagens com belas placas em agradecimento pela dedicação e serviços prestados. Produziu o que se convencionou chamar de homem organizacional, o conformista com as regras da burocracia em vigor.
A próxima geração é menos identificada com qualquer empresa específica. Seus integrantes pensam mais como profissionais independentes que possuem empregabilidade e que podem se mover, se não se sentem felizes onde estão, com uma velocidade proporcional ao seu talento. Como a tecnologia democratizou os meios de produção, tornou-se possível para um número crescente de pessoas adquirir seus instrumentos de trabalho sem depender de uma grande empresa. O atual dono dos meios de produção passa a ser quem detém o conhecimento. Não será mais, como no passado, o dono da terra, das máquinas ou do capital. O conhecimento é cada vez mais portátil e migra com quem tem a capacidade de criá-lo.
Em qualquer circunstância, a Inovação, Flexibilidade e Agilidade serão as marcas registradas da Era da Conectividade no século 21. O que não pode ocorrer é tentar atuar no novo jogo da liderança usando as velhas regras da Era do Comando. Ela está ficando tão fora de moda quanto o cartão de ponto, que foi tão útil nos tempos da economia industrial quando a presença física era a forma de medir a produtividade das pessoas.
Assim como os times de futebol têm dificuldade em manter seus melhores jogadores, as empresas também terão dificuldade em atrair e reter aqueles talentos da próxima geração com potencial de liderança, pois esses possuem valores e atitudes muito diferentes sobre o trabalho e sobre a vida em geral.
A geração que desponta nas posições de linha de frente das empresas é, sem dúvida, mais bem preparada que a anterior, mas defronta-se com um mundo mais volátil. Essa volatilidade ocorre não só na esfera externa, fruto da globalização e dos avanços tecnológicos já descritos acima. A volatilidade ocorre principalmente no sistema de valores, onde parecem desmoronar conhecidas verdades sobre a motivação no trabalho, lealdade, comprometimento e… liderança!
<p>Nada mais natural que essa geração possua uma visão do conceito de autoridade muito diferente daquela esposada pela geração anterior que enfatizou valores como a obediência e a troca de sacrifícios na vida pessoal pela estabilidade no emprego. O pacto era simples: quem demonstrasse lealdade com a empresa obtinha como recompensa a promoção, o poder para comandar outros e homenagens com belas placas em agradecimento pela dedicação e serviços prestados. Produziu o que se convencionou chamar de homem organizacional, o conformista com as regras da burocracia em vigor.
A próxima geração é menos identificada com qualquer empresa específica. Seus integrantes pensam mais como profissionais independentes que possuem empregabilidade e que podem se mover, se não se sentem felizes onde estão, com uma velocidade proporcional ao seu talento. Como a tecnologia democratizou os meios de produção, tornou-se possível para um número crescente de pessoas adquirir seus instrumentos de trabalho sem depender de uma grande empresa. O atual dono dos meios de produção passa a ser quem detém o conhecimento. Não será mais, como no passado, o dono da terra, das máquinas ou do capital. O conhecimento é cada vez mais portátil e migra com quem tem a capacidade de criá-lo.
Em qualquer circunstância, a Inovação, Flexibilidade e Agilidade serão as marcas registradas da Era da Conectividade no século 21. O que não pode ocorrer é tentar atuar no novo jogo da liderança usando as velhas regras da Era do Comando. Ela está ficando tão fora de moda quanto o cartão de ponto, que foi tão útil nos tempos da economia industrial quando a presença física era a forma de medir a produtividade das pessoas.

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