Mentes Que Brilham

No Tratado Particular de Contas e Escrituração, de Luca Pacioli, no capítulo XVII, encontramos a seguinte pérola: “Outras normas entendo dispensáveis para as demais mercadorias como peles, cruas ou curtidas, ou finas, etc., no que concerne aos procedimentos de Diário e Razão e só recomendo que nada esqueças porque no mercado um outro cérebro se faz necessário, ou seja não é aquele que nos açougues se vende.”

Portanto, passados cinco séculos, ainda, no “mercado”, persiste a necessidade do diferencial no profissional em contabilidade. E muito mais agora, na chamada Era do Conhecimento.

Ser o diferencial requer disciplina no aprendizado, persistência para mudanças e muita, muita  inovação.

Alguns profissionais escondem-se no conservadorismo para justificarem sua aversão às mudanças, pois entendem que sempre foi feito da mesma forma, por que e para quê mudar?

À Lavoisier concede-se a autoria da frase: “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Parafraseando esse conceito, Aberlado Barbosa, o Chacrinha, afirmou: “Na televisão nada se cria, tudo se copia”. Entretanto, o Rei Salomão, com sabedoria divina, registra há cerda 2.950 anos atrás, em Eclesiastes 1:9 – o que foi isso é o que há de ser, e o que se fez isso se tornará a fazer, de modo que nada há novo debaixo do sol.

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