O Brasil Decolou. E você, Também Vai Decolar?

Em 2001 os economistas do banco americano Goldman Sachs criaram a sigla BRIC, com as letras iniciais dos países cujas economias poderiam vir a dominar o mundo.
Embora a esperança seja uma característica presente na cultura
brasileira, muito bem sintetizada na frase – “brasileiro, profissão esperança” – o certo é que nem você nem eu acreditávamos que aquele “B” alinhado garbosamente ao lado de potências gigantescas como Rússia, índia e China poderia fazer referência ao nosso Brasil.
Você duvidou… eu duvidei… e não é que eles estavam certos?
Tanto isso é verdade que o título de capa da edição de novembro 2009 da revista inglesa “The Economist” estampa, em letras garrafais – Brazil takes off- acima da foto do Cristo Redentor sendo impulsionado por um foguete.
Mas as previsões favoráveis ao Brasil não param por aí. Você tem ideia do que será viver em um país que ocupa a quinta maior economia do mundo? Pois pode ir se preparando porque será essa a posição do nosso país lá pelos anos 2014.
A pergunta a ser colocada agora é: O Brasil, como país, fez a sua parte e não é mais o “gigante adormecido”. E nós, como empresários, executivos, líderes de equipes e profissionais liberais, estamos fazendo a nossa?
Ao ler a reportagem da revista fui invadido por um sentimento patriótico que me encheu de orgulho. Ver o Brasil em situação privilegiada é, afinal, um sonho que se concretiza. Mas não posso
negar que também senti o peso da responsabilidade, uma forma mais branda de dizer “medo”.
Quer ver alguns flashes que rapidamente passaram pela minha mente?
Como precisará ser a minha empresa para não desaparecer no meio de tanto
crescimento?
Qual deverá ser o perfil das minhas equipes de profissionais para “lutar” pela nossa fatia de mercado?
Que tipo de tecnologia precisarei utilizar para enfrentar a velocidade e voracidade
do mercado?
Qual o volume de investimentos necessários e em que áreas deverão ser aplicados?
Se a tecnologia hoje existente já dificulta a aproximação com clientes, como ficará
esse relacionamento no futuro se a tecnologia não para de evoluir?
Se um dos principais objetivos das empresas clientes é a redução de custos com acréscimo de qualidade e eficácia, que tecnologia deverei desenvolver para aplicar os meus cursos e palestras? Como estará a minha empresa que importa máquinas e equipamentos pesados da Rússia?
Se as empresas estão cada vez mais voltadas para a “conveniência” e a tecnologia incentiva essa tendência, devo continuar investindo em cursos presenciais ou via internet? Viajar mais ou conversar através de videoconferências?
Estes são apenas alguns exemplos de respostas que precisarei encontrar para enfrentar o rolo compressor que vem pela frente. Todos nós sabemos que crescimento econômico gera dinheiro,
dinheiro atrai concorrência, e concorrência nos empurra para diante, sem falar nas enormes dores de
cabeça que também provoca. Mas esse é o preço do sucesso que todos precisamos pagar.
Esse meu artigo tem o objetivo de convidá-lo a uma reflexão.
O mundo inteiro diz: “O Brasil decolou!”.
E a sua empresa, também decolou?
E você, como profissional, está fazendo tudo que precisa para decolar?
Eu recomendo que você não espere muito.
Se você não começar agora mesmo a:Traçar objetivos para saber onde vai querer estar em 2014;
Definir estratégias que possam levá-lo a atingir os objetivos, e
Começar a agir imediatamente

Correrá um sério risco de nadar…nadar… para morrer na praia. Ou ainda, usando a analogia do foguete, você decola – fica sem força depois de alguns minutos e se estraçalha na terra…
É uma questão de atitude (e altitude). Ou você decola com o Brasil, ou descola do grupo de empresas e profissionais que estão ajudando a construir a nova potência mundial. Não deve ser do
seu tempo, mas no passado já se disse: “Brasil – ame-o ou deixe-o!”. As situações poderiam ser
diferentes, mas a mensagem é a mesma. O que você prefere, torcer pelo Brasil na Copa do Mundo de Futebol de 2014 como um vencedor ou como um derrotado?
Como um vencedor seria melhor, concorda comigo?          Então decole!    Márcio Miranda

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