Por Que Fazer Parte Das Redes Sociais É Importante?

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“Estamos mais interessados em como as pessoas são, com o que elas gostam de trabalhar e como elas pensam”. A frase dita por uma executiva americana define bem o novo pensamento das empresas e deixa claro que seu futuro chefe também está de olho no que você fala e mostra nas redes sociais. Para Christina Cacioppo, associada da Union Square Ventures, uma companhia de capital de riscos e investidora de redes sociais conhecidas como Twitter, Foursquare e Zynga, os currículos convencionais já não dizem o suficiente sobre o candidato.

Em reportagem para o diário norte-americano The Wall Street Journal, a empresa revelou que exige que o candidato à vaga mande, junto com o currículo, perfis no Twitter e Tumblr. Aliás, a Union Square Ventures já substituiu o currículo convencional, em papel, por um vídeo no qual será preciso demonstrar o interesse na posição pretendida.

Mas não são só as empresas do segmento online que usam as redes sociais para Redes Sociais novos talentos. Aqui no Brasil já é normal criar grupos profissionais no Facebook e no Orkut para debater e anunciar vagas. E são muitas oportunidades, tanto para freelancers, quanto para estagiários e contratados. Estar conectado e saber usar as ferramentas colocam você um passo a frente para conquistar uma posição no mercado de trabalho.

Porém, não adianta sair fazendo contas em todas as redes sociais, primeiro é preciso definir objetivos: retomar contatos com amigos ou conseguir uma recolocação no mercado? A especialista em recrutamento, seleção e treinamento de pessoal Rita Alonso indica, para quem quer trabalhar, o site Linkedin – porém fique atento a outros sites: não coloque fotos comprometedoras no Facebook ou Orkut, não fale mal da sua empresa no Twitter e sempre use um vocabulário correto.

No entanto, parafraseando o imperador romano Julio César, não basta apenas ter, é preciso aparecer. No meio de tantos perfis e dezenas de sites diferentes, seu nome nas redes sociais precisa se destacar. Especialistas garantem que o seu futuro chefe está de olho nas novas mídias.

Ainda de acordo com o jornal norte-americano, Todd Carlisle, um dos diretores do Google, pensa que o empregador quer saber, sim, das experiências profissionais anteriores, mas também deseja entender os hobbies e sonhos do candidato, justamente para definir se ele se encaixaria na cultura organizacional da empresa. Algumas organizações já dispensam os currículos e apostam em desafios interativos em seus sites.

O Linkedin é a rede social mais usada quando se trata de relacionamento de trabalho. Se você ainda não tem um perfil no site, deveria criar. Afinal, através dele você vai poder manter contatos profissionais. No Linkedin os grupos acabam sendo as páginas das empresas onde as pessoas trabalharam, ou das instituições em que as pessoas estudaram.

Sites como o Place To Ask, facilitam o encontro de quem precisa terceirizar o serviço e a mão-de-obra que pode oferecer soluções. Por isso fique atento às redes sociais: contratantes estão atentos ao que você faz e oportunidades são divulgadas por lá.

Cinco dicas finais sobre as rede sociais:

1) Os contratantes estão atentos ao que acontece nas novas mídias e querem saber o que e sobre o que você pensa, além de descobrir se você pode ou não se encaixar na cultura da empresa.

2) Através das redes sociais são divulgadas oportunidades de trabalho e debates sobre a profissão.

3) Você pode conhecer outros profissionais e trocar experiências, conhecendo onde eles trabalharam e estudaram.

4) Destaque-se. Crie blogs ou outras plataformas para mostrar os seus trabalhos. Isso facilita a avaliação do contratante e faz você ganhar pontos com ele.

4) E o que NÃO se deve fazer: Não cometa erros de português, não divulgue fotos comprometedoras e não fale mal da empresa onde você trabalha e nem de colegas nas redes sociais.    Robson Sales

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