Pressão

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Conheço empresa que parece trabalhar em regime ou um modelo chicote. Sente prazer em fazer seu pessoal sofrer.

Como? Com cobrança exagerada.

As caricaturas das cotas ditam o regime do “é sofrendo que se consegue”. Claro que todo mundo – desde a pessoa em casa e a do trabalho -, sim, tem que ter planejamentos estratégicos, visão magro, objetivos traçados, projetos sendo executados, não ficando só na gaveta ou pensamento. A visão, modernização, e aprendizado continuo, fazem parte do está tentando se manter vivo e na escalada para o crescimento.

As cotas podem e até devem ser apresentadas como uma forma de mostrar números e fazer o pessoal sentir que faz parte o sucesso ou insucesso.

Mostrar e analisar resultados deve fazer parte do dia-a-dia da empresa. O pessoal deve sentir que faz parte e está junto nos momentos.

Conheço um rapaz que trabalhava de vendas em uma empresa que quando tinha que sair para uma reunião ou até mesmo falar com o chefe imediato, chegava muitas vezes a fazer xixi na calça de tamanha ansiedade e medo. Ameaça de demissão é um ponto forte para enfartar uma pessoa; mas jamais para estimular alguém a produzir mais.

Criar metas ou objetivos possíveis de serem atingidos poderá fazer seu pessoal sair do patamar que está e ajudar a empresa a crescer. Há uns dois anos uma empresa aqui do nordeste fez uma empregada ficar sentada próximo ao balcão, de castigo, como forma de punição. Certo dia um empregado pediu para ir ao médico, o gerente como no piscar de olhos, ordenou que outro empregado seguisse o colega para ver se ele iria mesmo ao médico.

Hoje as empresas no mundo inteiro trabalham na busca da satisfação de seus empregados. Desde a criarem alternativas flexíveis para o bem estar, a implantação de remuneração através de prêmios e composição salarial. Claro que muitas vezes o salário em si não resolve; são atitudes consideradas grandiosas que faz cada dia o empregado se apegar cada vez mais sentimentalmente à empresa. São os laços familiares, mesmo no trabalho que fazem o indivíduo crescer como homem, produzir mais e trabalhar satisfeito. É a velha estória de colocar emoção em tudo que faz.

Certa vez em São Luiz, no Maranhão, convidei um rapaz para mudar de empresa e ganhar bem mais – com certeza ele teria uma melhoria no nível de sua renda. A empresa que ele trabalhava atrasava os seus ordenados, ganhava menos do que merecia como profissional. Mesmo assim ele recusou o convite para sair de onde estava e ir para uma empresa maior e melhor. Fiquei alguns dias impressionado e me perguntando o porquê daquela decisão, depois voltei a ele e fiz a pergunta. Ele me disse: “olha, aqui sou valorizado, respeitado e o dono da empresa precisa de mim, gosto de onde estou”.

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