Apareça Na Busca

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Os sites que cadastram currículos funcionam como o Google. Ou seja, você precisa aparecer entre os primeiros resultados da busca. O ideal é ficar entre os 20 candidatos da pesquisa. Na Curriculum.com.br, site de hospedagem de CVs, 86% das buscas são feitas por profissões e cargos e 54%, por idade. Para aumentar suas chances quando fizer seu currículo na Internet, em sites de hospedagem como Monster, Manager, Curriculum.com.br ou Catho, preste atenção às seguintes recomendações:

1- Preencha todos os campos. Inclusive a carta de apresentaçao pessoal, caso exista esse espaço. Os bancos de dados online colocam os documentos completamente preenchidos em melhor posiçao.

2- Como a maioria das buscas é feita por cargos e profissões, liste todos os sinônimos e ocupações compatíveis com a sua. Exemplo: se você é economista, pode perder a chance de ser entrevistado para uma vaga interessante caso a busca seja realizada por “gerente financeiro”. Não economize nesse item.

3- Atualize a data da edição do seu CV regularmente. Currículos que permanecem muito tempo inativos são preteridos pelo mecanismo de busca. Atualize o seu documento sempre – nem que seja apenas para deixar a data de edição em dia.

4- Revise o seu curículo. Erros de português prejudicam muito a apresentação de um candidato. O mesmo vale para problemas de layout.

5- Evite mencionar pretensão salarial. Isso pode fazer com que você nem chegue a uma entrevista. O melhor, nesse caso, é negociar diretamente com quem irá contratá-lo, de preferência depois da entrevista.

6- Caso exista um espaço para uma auto-avaliação e apresentação livre, aproveite. A chance é boa para que a empresa lhe conheça melhor, identifique seu estilo profissional e suas características. Não subestime esse campo.

José Eduardo Costa

A Carreira É Sua

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Não existem regras prontas para o sucesso, pois o que se aplica a uma pessoa não se aplica a outra. Como um bom chef de cozinha, cada um precisa criar sua própria receita, seus ingredientes e sua maneira de fazer.

Independente de suas convicções e crenças, pode ter uma grande certeza em sua vida: a carreira é sua! Não, não tem jeito! Grande parte da responsabilidade é toda sua, então nada de lamentações, mas sim ações. Leia e reflita:

» Nada de paternalismo – Nós, brasileiros, temos um paternalismo muito forte arraigado em nossa cultura. A culpa é sempre do governo, da sogra, do chefe. Estamos sempre à espera de um super-homem que vai arrumar o país, nos trazer o progresso. Chega dessa história! John F. Kennedy, ex-presidente dos EUA, dizia: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”. Não espere que sua carreira decole graças a uma política econômica ou pela sorte de ter um chefe iluminado. Crie e seja dono do seu próprio destino, tenha as rédeas de sua carreira. É o melhor presente que você pode se dar.

» Cuidado com suas escolhas – O tempo todo, consciente ou inconscientemente, fazemos escolhas. Algumas fúteis, sem importância; outras de maior relevância. O simples fato de não querer ou de não fazer escolhas já é uma escolha. Mas não se esqueça de que você é o maior responsável pelas suas escolhas. Fique atento às suas opções, perceba se estão trazendo a você benefícios e resultados. Sua carreira está da maneira que está devido às suas escolhas, é claro que existem coisas que não temos controle e não podemos influenciar, como uma recessão mundial ou alguma circunstância de força maior. Mas boa parte de sua carreira, volto a afirmar, está assim devido às escolhas que você fez no decorrer de sua vida.

» Crie um círculo virtuoso – Coisas ruins também acontecem com pessoas boas e não há como evitar as más fases da sua vida. Mas podemos, em vez, de ficar nos lamentando usar essa energia para algo produtivo. Sugiro que você crie hábitos positivos e virtuosos. Que tal ler pelo menos 20 páginas de um livro qualquer quase todos os dias ou fazer 30 minutos de caminhada três vezes na semana. Ler uma história para o filho no mínimo duas vezes na semana, levar sempre que puder uma cesta básica na igreja, preparar uma comidinha bem gostosa para o amor de sua vida pelo menos uma vez por mês, os exemplos são infinitos. Pequenos atos que quando viram hábito tornam a nossa vida mais gostosa. Com sentimento de felicidade produzimos muito mais, vale a pena praticar atos virtuosos regularmente. Eu não trabalho no Ministério da Saúde, mas recomendo.

» Aposte em você – Quem não gosta de fazer uma fezinha na Mega-Sena de vez em quando? Já que, às vezes, gostamos de apostar, sugiro que faça uma aposta em você. Aposte nos seus talentos, na sua capacidade de realização, na sua criatividade. Dê uma chance a si e não seja seu maior inimigo, mas seu melhor amigo. Cuidado com seu grau de auto-exigência, aprenda a rir de seus erros e lembre-se sempre de que você não precisa saber e fazer tudo. Compartilhe seus sentimentos, tente implantar suas idéias e não as deixe somente no papel. Criatividade tem a ver com implantação e não só com projetos e mais projetos. Uma idéia só é válida quando implementada.

» Somos seres interdependentes – Acredite e fortaleça sua equipe. Ninguém faz nada sozinho, é muito importante estar ciente de que dependemos uns dos outros. Pode parecer bobagem, mas ainda nas empresas encontro feudos. Diretores, gerentes ou chefes que como reis acreditam que seus colaboradores são como súditos, prontos a atender todos os seus desejos e que estão a sua disposição a qualquer hora. Carreira tem a ver com gestão de relacionamentos. O maior diferencial de seu sucesso corporativo está na sua capacidade de gerir seus relacionamentos. Manter uma relação ganha-ganha, criar uma imagem positiva, ser um profissional que inspire confiança e que agregue valor ao ambiente. Sempre que puder contribua com o desenvolvimento das pessoas e acredite que tudo tem um retorno, quanto mais você dá, mais você receberá. Essa é uma das leis do universo que se aplicam perfeitamente no mundo corporativo e que eu espero sinceramente que você faça um bom uso dela.

Paulo Araújo

Mulheres Executivas Ganham Mercado, Mas Ainda Perdem Com A Desigualdade Salarial

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Por mais que a nossa sociedade promova a idéia de direitos e oportunidades iguais para homens e mulheres, em geral elas ainda enfrentam obstáculos maiores do que eles para avançarem em suas carreiras. Não somente a tão famosa dupla jornada feminina é um problema, mas também a diferença salarial entre os sexos.

Dados do IBGE deste ano apontam que, apesar do crescimento de 11,3% na renda da população entre 2003 e 2008, as mulheres receberam 70% do salário dos homens em todas as regiões do país. Ainda no começo de 2009, o caso de Lilly Ledbetter, trabalhora norte-americana que por 15 anos ganhou 40% a menos que um homem ocupante do mesmo cargo em sua empresa, ganhou visibilidade. E foi a partir de sua denúncia que o recém-eleito presidente Barack Obama assinou, em 29 de de janeiro, a Lei de Igualdade, que prevê o mesmo salário para homens e mulheres.

Sendo assim, fica claro que o problema da distinção salarial entre os sexos não é exclusivo do Brasil, a diferença é que aqui uma medida na dimensão da americana ainda não foi tomada. Ano após ano vemos órgãos de pesquisa lançarem números que mostram quão injusto é o mercado de trabalho para a mulher, mas, por outro lado, de 1976 a 2002 o número de trabalhoras teve um acréscimo de 25 milhões, segundo o IBGE.

Nos Estados Unidos, a ONG Catalyst, que tem como objetivo acompanhar os avanços femininos no mercado de trabalho, divulgou em outubro de 2007 uma pesquisa que analisou a chefia das 500 maiores empresas listadas pela revista Fortune. Segundo o estudo, as organizações que tinham uma maior representação das mulheres na direção conseguiram também uma melhor performance em relação àquelas com menor proporcionalidade do sexo feminino. No quesito “Retorno sobre Investimentos”, por exemplo, as companhias que apostaram nelas tiveram um resultado 66% mais positivo do que as que contavam com menos mulheres no comando.

Qualidades femininas como flexibilidade, paciência, e até mesmo a intuição, garantem, ao meu ver, os resultados positivos encontrados na pesquisa da ONG. A mulher, principalmente a que trabalha fora, é casada e tem filhos, consegue desenvolver uma capacidade incrível de liderança. Em casa, mesmo com pouco tempo, muitas conseguem ser as chefes, afinal, algumas responsabilidades, como ajudar o filho nas tarefas da escola e se preocupar com a organização, ainda são delas. Capazes de por em ordem um lar, facilmente conseguem levar para a empresa essa pró-atividade.

Outra característica que admiro no sexo feminino é o dom que elas tem de conseguir resolver mais de uma coisa ao mesmo tempo. Credito isso principalmente à dupla jornada, porque mesmo quando estão no trabalho não podem se desligar por completo da família, e nem devem. Contudo, é necessário que as responsabilidades ligadas ao lar não recaiam somente sobre a mulher, por mais forte que elas possam ser. Com certeza uma atividade compartilhada por marido e esposa fará com que nenhum dos dois fique sobrecarregado ou exausto.

Por parte das empresas, os números divulgados pesquisados pela ONG Catalyst, mesmo que referentes a outro país, não deixam dúvidas de que apostar em executivas pode ser vantajoso para o sucesso da companhia. Dessa forma, entendo que o caminho é abrir espaço para que talentos femininos possam crescer profissionalmente, reconhecendo que para isso um salário igual entre ambos os sexos é fundamental e serve como estímulo.

Renato Grinberg é diretor Geral da Trabalhando.com.br e especialista em mercado de trabalho. É pós-graduado na UCLA (University of California, Los Angeles) com MBA pela University of Southern California, Marshall School of Business (USC).

A Era da Informação e do Conhecimento

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As instituições políticas estão envolvidas em uma crise estrutural de legitimidade, intermitentemente devastadas por escândalos, com submissão total à cobertura da mídia e de liderança personificada, cada vez mais isolada dos cidadãos. Os movimentos sociais tendem a ser fracionado, local, com objetivos restritos e efêmeros, contraídos em seus mundos interiores ou brilhando por apenas um momento em um símbolo da mídia. Neste universo de mudanças confusas e incalculáveis, as pessoas inclinam-se a se reagrupar em torno de componentes primários: religiosos, étnicos, territoriais, nacionais, etc.

A cada dia as pessoas delineiam o sentido de suas vidas, não em torno do que executam, mas com base no que elas verdadeiramente são ou acreditam que são. Podemos tomar como exemplo, um tema atual, as discriminações regionais e sociais. Ser nordestino não é crime, muito menos um pecado mortal, iguais aos que fazem os religiosos sentirem o “calorzinho da caldeirinha”, porém, o antigo modelo bairrista ainda impede que as transformações intelectuais modifiquem o modo de pensar dos que cultuam esta filosofia. Para estes, só aconteceram as transformações tecnológicas.

É fundamental que “estas pessoas”, que ainda cultivam um estilo predominantemente regionalista, saibam que o mundo não é mais o dos nossos pais. A globalização trouxe consigo uma sociedade bem mais moderna, na sua maioria voltada para o neoliberalismo, sempre se modernizando e se capacitando, constantemente declinando para os sistemas de informação e comunicação. “A era da informação e do conhecimento”.

Vivemos em um mudo caracterizado pela globalização onde não podemos deixar de reconhecer que avançamos muito em ciência e tecnologia, porém os valores do ser humano, infelizmente, não acompanharam estas mudanças, mesmo assim, não há mais lugar para as discriminações raciais e/ou sociais, intolerância religiosa, entre outros. É fundamental que a sociedade contemporânea adote procedimentos diferenciados, não permitindo mais um “comportamento Feudal, retrógrado e de difícil compreensão”.   Alberto Peixoto

Quanto Vale o Capital Intelectual de sua empresa? Ou o seu próprio Capital Intelectual?

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A palavra capital, em sua origem mais remota, vem do radical indo-europeu kap, “cabeça”, daí a idéia de “principal” que ela desperta. Com efeito, no mundo dos negócios, o capital é o principal, uma vez que um empreendimento é o emprego de capital para torná-lo produtivo. O lucro é a remuneração do risco do investimento. O empreendedor corre esse risco e só perde se o capital intelectual for pequeno.

Entre o capital empregado e os produtos e serviços gerados está a função gerencial em que se inclui o capital intelectual. À função gerencial compete tornar produtivos bens e serviços. Gerir e gerar são dois verbos irmãos.

O dicionário define capital como “riqueza, com dinheiro ou propriedade, usada ou acumulada em negócios por indivíduos, sociedades ou empresas”. Diz também que é todo bem econômico aplicado à produção. Ainda mais: diz que é toda riqueza capaz de produzir renda. Mas essa é uma conceituação antiga, pois hoje, com a evolução da perspicácia e sagacidade do empreendedor, inclui-se no capital da empresa insumos invisíveis como a inteligência, a criatividade, o conhecimento, a intuição, que está relacionada ao feeling . É mesmo de estranhar que não se tenha, desde logo, incluído na definição de capital justamente aquilo que vai gerar a riqueza material: o capital intelectual. Assim, hoje em dia, a definição de capital deve ser: “riqueza, com insumos invisíveis como inteligência, criatividade, conhecimento acumulados por indivíduos, por meio de livros, cursos, congressos, seminários, vivências, dinâmicos encontros para troca de experiências, dinheiro ou propriedade, usada ou acumulada em negócios, por indivíduos, sociedades ou empresas”.

Até aqui, quando se enumeravam os bens que constituem o capital de uma empresa, só a parte material era mencionada, embora, o capital intelectual dessa empresa fosse o mais valioso, pois toda empresa de sucesso deve seu resultado ao talento de seus recursos humanos. E talento pode ser treinado. Qualquer coisa, antes de se tornar um bem, foi antes uma idéia implementada pelo capital intelectual.

É mais fácil mencionar os bens que se podem ver, de maneira direta, enquanto o capital intelectual tem que ser medido indiretamente por meio de resultados conseguidos com a ajuda de cursos que a pessoa tenha feito, de seminários de que tenha participado, de palestras a que tenha assistido, de congressos a que tenha ido etc. A Universidade, em sua função de ensino, mede seu capital intelectual pela produção acadêmica: livros, artigos, palestras, participações em congressos, encontros, jornadas, artigos escritos, seminários, reuniões etc. A empresa deve medir seu capital intelectual pelos resultados apresentados.

A empresa não está interessada na inteligência pela inteligência, ou na criatividade pela criatividade, mas sim no que a inteligência e a criatividade do pessoal de sua empresa podem realizar para ela, com reflexos sociais.

Todos os bens que existem foram extraídos – e continuam sendo – da Terra e transformados em riqueza pelo capital intelectual.

Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia

Lenda Japonesa

samurai

Era uma vez um grande samurai que vivia perto de Tóquio.

Mesmo idoso, se dedicava a ensinar a arte zen aos jovens.

Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.

O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.

Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.

No final do dia, sentindo-se já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se.

E os alunos, surpresos, perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

– Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? – A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. – O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregam consigo.

*MORAL DA HISTÓRIA:*
*A sua paz interior depende exclusivamente de você.

*As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir

Inveja no Trabalho

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Muitas pessoas me perguntam como devem lidar com pessoas invejosas no ambiente de trabalho.

Um ponto importante que sempre ressalto é se a pessoa sabe o quão exposta ela está. Quanto mais expostos estamos mais vulneráveis nos tornamos.

Existe muita gente que gosta de escancarar a vida particular como forma de chamar a atenção e ser aceito no grupo mas é certo que esta tática ( muito propagada em cursos e palestras de atendimento ao cliente e sucesso) não é mais tão infalível quanto se pensava.

Profissionais competentes e valorizados são reconhecidos pela atuação profissional. Tenha em mente que ficar de fofoquinhas, semeando intrigas ou simplesmente saber sobre a vida de todos além de não ser produtivo, incita a inveja alheia.

Foque-se em fazer bem o seu trabalho aliás, fazer bem já não é suficiente para quem quer vencer; faça melhor que os outros. Certifique-se que seu desempenho está sendo notado mas não vanglorie-se disto na frente de ninguém.

Sempre vão existir colegas invejosos mas se você conseguir preservar sua intimidade, evitar ser o centro das atenções de quem não precisa e focar-se em seu trabalho, não haverá com o que se preocupar a este respeito.                Simone Castillo

O Sucesso no Matrimônio

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O café da manhã que mamãe preparava era maravilhoso!
Embora fôssemos uma  família humilde, minha mãe sempre preparava com muito carinho a primeira  refeição do dia. Era ovo frito com farinha, outro dia era ovo escaldado, depois era bife com pão, lingüiça com ovo e pão…
Tudo feito com simplicidade e amor…
Ao acordar, naquela manhã, quando retornei da ‘lua-de-mel’ , para ir ao trabalho, pensei que encontraria a mesa posta, o café da manhã preparado. Como estava acostumado com a casa da mamãe, pensei que acordaria com aquele gostoso cheirinho que vinha sempre da cozinha lá de casa.
Olhei para o lado e vi minha esposa, dormindo profundamente. Feito um anjinho  de pedra!
Raspei a garganta, fiz barulho tentando acordá-la.Nada!
Fui para o trabalho irritado, de barriga vazia. O local do trabalho ficava a uns cinco minutos do apartamento que alugávamos.
Ao me sentar na mesa de trabalho, sentindo o estômago roncar, abri a Bíblia no seguinte trecho: ‘O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles’ (Lc. 6:31). Disse pra mim mesmo: ‘O Senhor não precisa dizer mais nada’. Lá pelas nove horas da manhã, hora em que se podia tirar alguns minutos para o café, dei um jeito de ir até o apartamento, não sem antes passar em uma padaria e comprar algumas guloseimas.
Preparei o café da manhã e levei na cama. Ela acordou com aquele sorriso tão lindo!
Estamos para completar Bodas de Prata. Nesses quase vinte e cinco anos de casamento, continuo repetindo esse gesto todos os dias. E com muito amor!
Estou longe de ser um bom marido, mas a cada dia me esforço ao máximo… Tenho muito a melhorar, tenho de ser mais santo, mais paciente, mais carinhoso. Sinto-me ainda longe disso, pois o modelo que estou mirando é Jesus: ‘Maridos, amai a vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela’ (Ef 5,25)……. ..
O matrimônios é um desafio, pois a todo o momento temos que perdoar e pedir perdão.
A cada dia temos que buscar forças em Jesus, pois sem Ele nada podemos fazer (Jo 15,5). Quando Paulo se despedia dos cristãos em Éfeso, citou uma bela frase de Jesus (que, aliás, não está nos Evangelhos): ‘É maior a felicidade de dar que receber’ (At 20,35). Quando se descobre isso no matrimônio, se descobre o princípio da  felicidade.
Por que muitos casamentos não têm ido adiante?
Porque o egoísmo tomou conta do casal.
É o ‘cada um por si’ que vigora.
Estamos na sociedade do descartável: copo descartável, prato descartável, etc.
Pessoas não são descartáveis, porém, o que não é descartável precisa ser cuidado para ser durável.
O mundo precisa do testemunho dos casais de que o matrimônio vale a pena! E, para que isso aconteça, é necessário um cuidado amoroso e carinhoso por parte do marido e da esposa. Ambos têm o dever de cuidar um do outro com renovados gestos de carinho e perdão diariamente.
É preciso declarar, todos os dias o amor, em gestos e palavras.
A primeira palavra que sempre digo para minha esposa ao iniciar o dia é: ‘Eu amo você’.
Não é fácil dizer isso, às vezes, pois muitas vezes, acordo de mal comigo mesmo. Então, faço uma oração pedindo o Espírito Santo e Ele me dá a força do amor para amar aquele dia. Recebo de Deus a força do perdão.
Faça isso agora também. Declare seu amor!
Aos solteiros e aos que ainda não se casaram, quero dizer o seguinte: ‘Se você estiver pensando em casar para ser feliz, não se case nunca! Fique como está, solteiro mesmo’. Mas, se sua intenção é casar para fazer alguém  feliz, case-se e você será a pessoa mais feliz do mundo!
O segredo da felicidade é fazer o outro feliz!
Quem disse isso foi Aquele que mais entende de felicidade:  Jesus.   Marcelo Gonçalves

O Amor Vencerá

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Não se preocupe:

No final de tudo o amor vencerá!

E se ainda não venceu, é porque o final ainda não chegou.

É tempo de reacender chamas, de renovar esperanças, de buscar a essência perdida, esquecer o medo de uma vez por todas, assim, se preparar para viver o amor.

Não o amor mesquinho que quer a posse, não o amor sonhador que imagina apenas, não o amor vazio de sentidos, paixão, não o amor carne, que se cansa.

Mas o amor que nasce da maturidade, da certeza de ter vivido experiências, de encontrar a alma que se encaixa, pedaço da sua que dispensa ilusões…

Não se preocupe, o amor vencerá! esteja pronto, todos os dias e se for possível, se o amor já existir na sua vida, renove-se diariamente,firme compromissos,o amor que se nutre da esperança, é como essa noite cheia de estrelas, beleza rara que contemplamos, na certeza de que o amanhã será lindo, e por ser amor, com certeza,será!

Paulo Roberto Gaefke

Importância do Bom Humor

Índice

Com o crescimento da economia, após a globalização do mercado, houve um grande aumento na competitividade. Com isso, além de um produto qualificado, as empresas começaram a se preocupar também com a questão do diferencial competitivo. Devido a todo esse clima de concorrência entre as organizações, as pessoas que estão inseridas nesse meio passaram por uma mudança radical de comportamentos perante o mercado para poder acompanhar essas transformações. Isso trouxe como consequências resultados já conhecidos por nós, tais como, noites de insônia, constantes dores de cabeça, enfim, o conhecido estresse, que por sua vez deixa as pessoas mal humoradas, incapacitadas de produzir.

Surgiu, então, a preocupação com a qualidade de vida no ambiente organizacional. O mundo globalizado se deu conta da importância do ser humano na empresa, valorizando assim suas emoções no espaço corporativo, pois os sentimentos podem influenciar consideravelmente em seus resultados.

Alguém já percebeu o quanto nos sentimos bem quando sorrimos, quando estamos alegres, felizes? Tudo isso tem uma explicação. Quando passamos por um momento como esse, nosso cérebro libera uma substância chamada “endorfina”. Essa substância nos dá uma sensação de bem-estar, alívio e leveza.

Algumas empresas, percebendo a importância do bom humor, estão desenvolvendo trabalhos com o objetivo de melhorar o ambiente profissional e, conseqüentemente, a sua produção. Ainda são pouquíssimas as organizações que se deram conta da importância, pois trata-se de um assunto pouco debatido, que ainda não evoluiu ao ponto de despertar o interesse dos gestores de pessoas. É claro que as ações realizadas por esses líderes trazem frutos positivos. A questão do investimento no bom humor seria mais um aliado importante para as organizações que prezam pela qualidade de vida e pela motivação do seu pessoal.

A sensação de bem-estar que sentimos é causada pela liberação de endorfina produzida pelo nosso cérebro, que contribui para um melhor batimento cardíaco, ajudando na circulação sanguínea. Portanto, quando escutamos que sorrir é o melhor remédio, isso não é utopia, existe uma explicação científica para essa afirmação.

Com os benefícios do bom humor, o colaborador desempenha melhor suas tarefas, melhora sua criatividade, aumenta a produção e contribui para um ambiente de trabalho menos tenso. Um funcionário bem humorado contagia outros com a sua alegria. Na empresa onde trabalho, escutei comentários de pessoas que chegaram para trabalhar naqueles dias quando nada dá certo. Na companhia de colegas que sempre estavam brincando, contando uma história ou outra, o dia desse mal humorado começou a se transformar para melhor, ou seja, a ficar mais descontraído, relaxado.

Como somos seres humanos, temos problemas pessoais que afetam nosso lado psicológico; juntando com os problemas profissionais, é difícil administrar nosso controle emocional. Como conseqüências, atingimos pessoas que não têm nada haver com a nossa situação problemática . E o pior, acabamos também estragando o dia desse colega afetado pelo nosso mal.

É importante lembrarmos a história da laranja podre, em que esse fruto afeta os demais que estão bons. Por isso, sempre digo para eliminarmos essa “laranja podre”, contagiando-a com alegria, humor. É muito mais fácil uma pessoa ser influenciada positivamente por um número de pessoas bem superior a ela no requisito felicidade. Um companheiro que está sempre humorado atrai outras pessoas. Todos querem ter sempre por perto essa pessoa que está sempre alegre, feliz, que traz bons fluídos para o local de trabalho.

A importância do bom humor para os enfermos – Pesquisas realizadas comprovam que o bom humor diminui em até 20% o tempo de internação de um enfermo. O filme, em homenagem ao médico americano Patch Adams, retrata bem essa teoria. Ele foi protagonizado pelo ator Robin Williams com o título: “Patch Adams, o amor é contagioso”. Na prática, ele conduzia o tratamento dos pacientes através da alegria, levando brincadeiras para as crianças.

Um outro exemplo são os “doutores da alegria” que, assim como Patch Adams, visitam hospitais caracterizados de palhaços, também levando alegria para as crianças enfermas. Como eles mesmos se definem, são “palhaços que fazem de conta que são médicos para crianças que fazem de conta que acreditam”. O trabalho desse grupo vem trazendo resultados significativos para as crianças que passam boa parte do seu tempo nos hospitais.

O riso é importante. Vamos sorrir, liberar endorfina. Com certeza nosso dia-a-dia será bem melhor, mais produtivo e criativo, sendo benéfico também para a nossa saúde mental e física.             Marcelo Marques Mota