Treinamento De Comunicação

Comunicação Empresarial – É uma competência essencial para o sucesso.O tempo do profissional é:
80% trabalhos interativos:
Conversando
Atuando junto
Trocando informações ou idéias
Negociando
Etc.

Comunicação
O tempo do profissional é:
20% trabalho solo:
Preparando relatórios
Pesquisando
Planejando
Organizando-se
Etc.

Comunicação
80% trabalhos interativos estão distribuídos:
40% em reuniões a dois
10% em reuniões em grupo mais de dois
15% em telefonemas (dados e recebidos)
15% em e-mails e correspondências (enviados e lidos)

O que torna uma Comunicação
boa e efetiva?

Comunicação propriamente dita
Relacionamento interpessoal
Autodisciplina e Auto-Organização no pensamento e na ação
Comunicação propriamente dita
Saber ouvir
Saber perguntar
Saber distinguir fatos, inferências e julgamentos
Saber verbalizar idéias (transmitir mensagens)
Saber escolher e usar o melhor processo (seqüência de etapas) para expressar idéias
Saber formular problemas, configurar situações (possuir habilidade conceitual e de abstração)

Relacionamento Interpessoal
Saber trabalhar em equipe
Respeitar, compreender e valorizar diferenças individuais
Saber buscar e receber feedback
Saber dar feedback
Saber administrar divergências de opiniões
Saber conviver com as contradições e as ambigüidades

Autodisciplina e Auto-Organização no pensamento e na ação
Preparar-se previamente para uma interação (reunião ou telefonema)
Elaborar uma pauta previamente
Manter o foco nas questões em discussão (disciplina da pauta)
Tomar notas durante a reunião e durante o telefonema
Fazer “follow-up” das ações combinadas e executar as ações necessárias pós-reunião ou telefonema

Teste seu poder de comunicação

Comunicação – conclusão
É um relacionamento, é um encontro e interação entre as pessoas.
É a capacidade de pensar objetivamente e refletidamente sobre as coisas.
É o talento de escrever coisas no papel
É a sabedoria de não falar sem refletir
É o talento de verbalizar idéias de forma objetiva, concisa, exata e clara
É fazer-se compreender e ser compreendido

Diferença entre Debate, Diálogo e Discussão
Debate: cada interlocutor defende a sua verdade e posição.
Diálogo: cada interlocutor entende que a verdade é um ponto de vista e procura conhecer outras verdades
Discussão: os interlocutores buscam conjuntamente examinar e analisar uma questão para decidir sobre as implicações e as melhores alternativas.

Diálogo
Assume-se que cada um possui pedaços da resposta e que juntos eles poderão colocá-los em uma solução efetiva.

Exercício:
O que é necessário para termos um bom diálogo?
Que competências são necessárias para que haja um diálogo?

Diálogo
No diálogo escuta-se ativamente um ao outro
Cada um expõe suas suposições e está aberto e disposto a mudar
Buscam-se forças na posição do outro
Busca-se chegar a soluções melhores do que as originalmente apresentadas por cada um
No diálogo procura-se convergência e um terreno comum
No diálogo existe uma genuína preocupação com o outro e busca-se evitar qualquer atitude inamistosa ou hostil

Ouvindo com os Olhos, Coração e Mente
Será que nós realmente sabemos ouvir?

Ouvir
Ouvir é mais que escutar
Ouvir é perceber
Para escutar os ouvidos são suficientes
Para perceber, além dos ouvidos são necessários olhos, coração e mente.

Ouvir ativamente = Bom ouvinte
Pensar
Refletir
Sentir
Visualizar
Imaginar
Perguntar
Refrasear
Acompanhar o raciocínio de quem fala

Ao ver um filme:
Que mensagens básicas e aprendizagem o filme me passou?

Ouvir ativamente
Mostre que você compreende que eles tem opiniões arraigadas
Sobre o que eles tem opinião
E porque eles tem essa opinião

Conquiste a sua audiência
Explique suas próprias opiniões
Refira-se ao que disseram
Exponha suas idéias firmemente, mas permaneça amistoso

Trabalhar pela solução conjunta
Peça sugestões
Construa sobre essas sugestões (não as liquide)
Ofereça suas sugestões (não as imponha)
Construa a solução baseada nas necessidades de todos

Concentre-se naquilo que você está ouvindo, combatendo armadilhas da mente
São certas reações psicológicas involuntárias de nossa parte, e que surgem sempre que escutamos determinados fatos ou quando o assunto é demasiado técnico para concentrar nossa plena atenção.

Armadilha no 1 seu pensamento vai e volta enquanto você ouve outra pessoa
CAUSAS
A maioria das pessoas pensa quatro vezes mais rápido do que alguém pode falar
AÇÃO CORRETIVA
Anote qual foi o seu último pensamento no momento em que você voltou a ouvir a outra pessoa. Isto garantirá o seu retorno a esse mesmo pensamento e permitirá que você se dedique inteiramente ao que a outra pessoa está falando.
Armadilha no 2 preconceitos / “palavras carregadas” ou emotivas
CAUSAS
Certas palavras nos incomodam e fazem com que paremos de pensar assim que a ouvimos. Exemplos: palavras como “greve”, “fora de hora”, “demissão” ou palavras imorais ou grosseiras.
AÇÃO CORRETIVA
Procure criar uma atitude neutra com relação à palavra que o incomoda. Observe se a pessoa que está falando está empregando a palavra corretamente ou está acrescentando um novo sentido a ela.
Armadilha no 3 sua mente se fecha
CAUSAS
Muitas vezes achamos que não é necessário ouvir porque não ouviremos nada de novo.
AÇÃO CORRETIVA
Tenha como objetivo ouvir para conferir se de fato a pessoa não está dizendo nada de novo. Isto vai forçá-lo a ouvir e provavelmente surpreendê-lo.
Armadilha no 4 devaneio
CAUSAS
Freqüentemente, ouvimos uma palavra ou idéia que nos faz pensar em outras coisas.
AÇÃO CORRETIVA
Se você sente, antes da reunião, que tem muitas outras idéias na cabeça, escreva-as ou, se possível, nem vá a reunião. Se você começar a devanear durante a reunião, escreva rapidamente o seu pensamento e concentre-se novamente no que está ouvindo.
Armadilha no 5 o assunto é muito técnico ou complexo
CAUSAS
Você pode estar participando de uma reunião cujo tema é muito técnico ou complexo para você.
AÇÃO CORRETIVA
Prepare-se com antecedência para esta reunião. Leia artigos a respeito dos temas a serem debatidos, ou converse com um colega mais entendido no assunto. Durante a reunião, siga a discussão. Evite uma atitude autodestrutiva ou ansiosa.
Armadilha no 6 contra-ataque
CAUSAS
Você não quer que sua idéia, valores ou opiniões sejam desafiados. Quando isto acontece, você pára de ouvir, fica defensivo e começa a planejar sua argumentação de contra-ataque.
AÇÃO CORRETIVA
Ouça! Descubra o que a outra pessoa tem a dizer, Tente entender o outro ponto de vista. Isto o levará a um melhor entendimento e o capacitará a uma resposta tranqüila e razoável.
Armadilha no 7 dificuldade de registro
CAUSAS
Você quer anotar tudo o que está sendo dito. Entretanto, as pessoas falam mais rápido do que você pode escrever.
AÇÃO CORRETIVA
Escreva apenas as palavras-chave. Mais tarde você poderá reescrever o texto.
Armadilha no 8 distrações
CAUSAS
Distrações são freqüentes em reuniões.
AÇÃO CORRETIVA
Procure ignorar as distrações e concentrar-se no que está sendo dito; tome nota dos pontos-chave; ouça ativamente e com empatia, faça perguntas; distinga fatos, inferências e julgamentos de seus interlocutores.

Enxergue os fatos na sua verdadeira dimensão, identificando e reconhecendo as idéias, opiniões e intenções que estão por trás deles.

Isole o fato das opiniões que se adicionam a ele
Distinguir qual é o fato (evento)
Quais são as opiniões – inferências e julgamentos – que se agregam a ele

Fatos
São eventos observados diretamente por nós ou por outra pessoa e relatados a nós e que, de uma maneira geral, são passíveis de verificação.

Exemplos:
O Plano Real foi elaborado no governo Itamar Franco.
A fábrica de São José vai ser desativada no início do próximo ano.
Ontem de manhã houve um congestionamento na Marginal.
Inferências
Sempre que tiramos conclusões precipitadas sobre pessoas ou acontecimentos desconhecidos estaremos fazendo uma inferência. Podem ser corretas ou não.

Exemplos:
Pela poeira destes móveis podemos dizer que esta sala não está sendo limpa há vários dias.
Pela violência dos ventos, podemos concluir que uma tempestade se aproxima.
Pelo bronzeado de sua pele, podemos deduzir que ela toma banho de sol freqüentemente.

Julgamento
Todo tipo de julgamento positivo ou negativo que fazemos a respeito de acontecimentos, pessoas, lugares ou coisas, são, na verdade, julgamentos.

Exemplos:
Paulo é muito popular entre as mulheres.
Maria é muito mole.
Aquele cinema é horrível.

Exercício:
Classifique: julgamentos, inferências ou fatos.
“Pasta em couro nobre; cantoneiras de couro artificial. Fechadura com três voltas, e chave. 16 x 11. Cores: preto e marrom. Peso: 2 Kg. Preço US$ 10,00″ (catálogo da Sears)
Ela é mentirosa.
Pela bagunça de sua mesa, ele nunca encontra os documentos que precisa.
Ouvi a porta bater, alguma janela estava aberta.
O meu melhor amigo me traiu, virou a casaca.
Ele deu murros na mesa, esbravejou e atirou a lista telefônica na secretária.

A Arte de Saber “O Que” e “Como” Perguntar
Uma pergunta deve reunir três condições:
Ser clara: perguntas claras conduzem respostas claras.
Ser objetiva: objetividade exige foco
Ser iluminadora: muitas vezes uma pergunta ajuda a abrir novos horizontes, novas idéias, buscar novos questionamentos.

A Arte de Saber “O Que” e “Como” Perguntar poderá nos ajudar a:
Estabelecer confiança mútua e obter maior cooperação de um funcionário.
Evitar um conflito em potencial
Vencer barreiras e quebrar autodefesas que poderiam prejudicar a obtenção de todas as informações possíveis.

Perguntas fechadas
São geralmente as perguntas que podem ser respondidas com um sim ou não. Exigem resposta limitada.

Exemplo:
Você foi a Santos ontem?
Você já pagou a conta do celular?
Onde foi parar aquele relatório de vendas?

Perguntas fechadas
As principais finalidades são:
Obter uma informação específica sobre um ponto específico.
Dar a uma outra pessoa uma clara idéia do que nós queremos saber dela.
Ajudar a eliminar dúvidas quanto ao tipo de resposta que está sendo solicitada.
Dirigir a discussão para um problema específico.

Perguntas abertas
São aquelas que permitem uma amplitude de respostas, encorajando as pessoas a se estenderem em suas explicações e abrindo espaço para que se expressem descontraidamente.

Exemplo:
Na sua opinião, o mercado está favorável a quais tipos de seguros?
Você poderia me esclarecer melhor sobre a atual posição das vendas para podermos pensar em possíveis alternativas?
Que conclusões você tirou deste episódio?

Perguntas abertas
As principais finalidades são:
Dar maior controle e liberdade de conversação à pessoa a qual se pergunta.
Obter informações sem criar defesas nem barreiras.
Permitir que cada pessoa expresse livremente o seu ponto de vista.
Deixar espaço para a conversa ramificar (e possivelmente revelar fatos ou causas não expressas ou desconhecidas)
Ajudar a descobrir o que a outra pessoa vê como importante situação.
Obter informações adicionais

Perguntas fechadas x abertas
FECHADA
Por que esta carta está aqui até agora?
ABERTA
Você teve algum problema que acabou atrasando a entrega desta carta?
FECHADA
Por que você saiu mais cedo ontem?
ABERTA
Eu estive procurando por você ontem às 16h30 e não o encontrei. Aconteceu algum problema fora do escritório?
FECHADA
Por que você saiu mais cedo ontem?
ABERTA
Eu estive procurando por você ontem às 16h30 e não o encontrei. Aconteceu algum problema fora do escritório?

Compreensão
Para melhorar a sua compreensão do que está sendo dito, faça perguntas de Clarificação.

Exemplos
Pressuponha sempre que aquilo que a pessoa está querendo nos dizer não é o que ela está dizendo. Portanto, pergunte:
Você poderia me dar um exemplo?
Qual é o seu ponto principal? (ou argumento, propósito, idéia, etc)
Você poderia formular (ou colocar) esta pergunta de outra maneira?

Exemplos
2) Pressuponha sempre que aquilo que a pessoa está nos dizendo não constitui toda a informação que ela possui. Portanto, pergunte:
Você poderia me explicar um pouco mais?
O que mais você poderia me contar?
O que fez você trazer o assunto agora?
Por que você me diz isto?

Exemplos
Pressuponha sempre que aquilo que a pessoa está nos dizendo não constitui toda a informação disponível. Portanto, pergunte:
O que você quer dizer com …?
Você está dizendo que …?
Eu estou entendendo (da sua explicação) que ….Está correto o que estou compreendendo?
O que você entendeu que eu quis dizer?
Boa comunicação exige boa estrutura:

Deve seguir um modelo mental:
Início
Meio
Fim

Modelo básico:
Introdução ou preparação ao assunto/tema: é uma declaração sobre o que vai falar.
Exposição ou Desenvolvimento: é a exploração do assunto visando obter a sua compreensão.
Conclusão: é um resumo do que foi dito, que pode incluir um convite à ação.

Exemplo:
O seu chefe se vira para você em uma reunião e lhe diz inesperadamente: “Por favor, dê nos agora rapidamente um relatório sobre o andamento do trabalho do depto. de novos projetos?
As três questões mais importantes sobre Novos Projetos são:
1º Estamos conseguindo os resultados desejados dentro do prazo previsto?
2º Estamos conseguindo os resultados desejados dentro do orçamento (custo) previsto?
3º Os planos sobre os Novos Produtos deve ser revisados e modificados?

Painel

Objetivos

Reunião de várias pessoas que estudaram um assunto e vão expor suas ideias sobre ele, diante de um auditório, de maneira dialogada.

1- Conhecer melhor um assunto.
2- Tornar mais compreensivo o estudo de um tema que tenha deixado dúvidas.
3- Apropriar-se de um conhecimento, com a ajuda de várias pessoas.
Desenvolvimento:
– Coordenador do grupo com os componentes do painel organizam um roteiro de
perguntas que cubra todo o tema em pauta.
– Coordenador abre o painel, apresenta os componentes do painel. Seu papel é
lançar perguntas para que os componentes do painel, discutam sobre elas.
– Convida também o grupo (demais participantes do grupo) para participar,
lançando perguntas de seus interesses  ao final do tempo previsto, faz uma
síntese dos trabalhos e encerra o painel.

Componentes do painel
– Podem ser de 3 a 6. Podem ser membros do grupo que queriam estudar
(preparar) o assunto, ou pessoas convidadas. Sua função é discutir as
questões propostas, primeiro pelo coordenador e, depois, as que forem
propostas pelo grupo.

Grupo (plateia)
– Membros do grupo. Acompanha a discussão com atenção e preparam questão
para lançarem aos componentes do painel, para também serem discutidas.

Passos

1- Coordenador abre o painel, apresenta componentes, justifica a realização
do mesmo e orienta a participação.
2- O coordenador lança perguntas,  para serem discutidas, até esgotar o
roteiro preparado anteriormente. Sempre que necessário, o coordenador poderá
lançar outras perguntas fora do roteiro, para melhor esclarecer o assunto.
3- Ao terminar o roteiro, o coordenador pede a cada  componente do painel
que resuma suas idéias. Após, o coordenador pode ressaltar aspectos
importantes do assunto.
4- Coordenador convida o grupo (platéia) para fazerem perguntas aos
componentes do painel.
5- Quando não tiver mais perguntas, o coordenador agradece os componentes do
painel e o grupo e encerra os trabalhos.

Fechamento:
1- Que proveitos tiramos dessa dinâmica?
2- Como nos sentimos?
3- O que precisamos melhorar?

Palavra Chave

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.

Material: Bíblia.

Descrição: Essa brincadeira segue uma certa lógica que será explicada para o grupo;

A lógica é: Com a palavra chave na mão, deve-se com o auxílio da Bíblia, procurar um versículo que se enquadre com a palavra chave. Anotar esse versículo e a citação Bíblica.

Exemplo: casamento: No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus estava aí. (Jo 2, 1)

Outras sugestões de palavras-chave:

pedra, pedreira, pedregulho (“Tu és Pedro”)

pobre, pobreza (“bem aventurados os pobres…”)

oração, oratório, templo, culto (“Jesus se afastava da multidão para rezar”)

criança (“deixai vir a mim os pequeninos)

mulher (“tua fé te salvou”)

semente (“se tu tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, serás salvo”)

ouvido (“as minhas orelhas ouvem a tua voz”)

Palavra Iluminada

– Participantes: 7 a 15 pessoas
– Tempo Estimado: Indefinido
– Modalidade: Debate e Apresentação (opcional).
– Objetivo: Verificar a opinião do grupo com relação a algum tema baseado em passagens bíblicas.
– Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.
– Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica.
Desenvolvimento:A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso é alcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas.

Papel Amassado

Objetivos: Levar os participantes a refletir sobre o seu aprendizado e avaliar a experiência vivenciada – o quanto foi válida e o quanto agregou de novo ao nível dos seus conhecimentos anteriores.

Material:  Uma folha de papel em branco, som com CD ou tape-deck e a gravação da música “Como uma onda” ( Lulu Santos ou Leila Pinheiro).

Processo: Informar que todos se preparem, pois “iremos realizar a prova final, de mensuração do nível de aprendizado do grupo”.

Distribuir uma folha de papel em branco para cada participante.

Pedir-lhes que deixem todo o material sobre as cadeiras, inclusive as canetas ou lápis, e “venham para formarmos um grande círculo”.

Orientar para que amassem, o máximo que puderem, a folha de papel.

Iniciar a música e , em seguida, solicitar que “voltem as suas folhas ao que eram antes, ou seja, desamassem-nas”.

Deixar a música tocar um bom pedaço.

Diz o facilitador: “ Ninguém, jamais, consegue tomar um banho num mesmo rio duas vezes… isso significa que, por mais simples, elementar ou superficial que uma experiência possa nos parecer, sempre é possível aprender-se algo novo com ela. Espero que vocês tenham aprendido algo diferente aqui e que a folha de papel das suas vidas nunca mais sejam as mesmas de quando vocês entraram aqui, no início desse evento. Que saiam modificados por algum aprendizado.”

Criar oportunidade para abraços e despedidas.

Pare

Objetivos: através de um teste surpresa, medir o grau de interesse, de participação, a preocupação atual, a motivação dos participantes; visa conscientizar o grupo acerca daquilo que se passa com os indivíduos participantes.
Tamanho: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: caneta e papel em branco
Desenvolvimento:

A técnica do “PARE” usa-se quando se nota pouco integração grupal, quando há bloqueios, para maior presença consciente, para descobrir a evolução do grupo.
O exercício processa-se assim:
A um dado momento, durante a sessão, interrompe-se tudo, distribui-se uma papeleta em branco para cada membro participante e, a pedido do coordenador, todos deverão escrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir, de falar ao grupo, de fazer, no momento;
O preenchimento de papeleta será feito anonimamente;
Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas dobradas, e após embaralhá-las, processa-se a redistribuição;
A seguir, a pedido do coordenador, todos, uma a um irão ler em público o conteúdo das papeletas;
Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos a respeito.

Partilha

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 15 minutos.

Material: lápis ou caneta e uma folha de papel em branco para cada participante.

Descrição: Formar um circulo e entregar uma folha em branco para cada participante, juntamente caneta ou lápis.

Pedir para todos iniciarem uma Historia qualquer que simboliza o seu cotidiano dentro da comunidade, da igreja.

Cada membro terá 35 segundos para essa parte e depois deste tempo passa para o membro da esquerda do grupo.

Pedir para um membro do grupo levar uma historia concluída e partilhar alguns fatos e falar se a historia terminou do jeito que ele estava imaginando.

Passáros No Ar

Objetivo: Revitalizador de atividade

Salientar a necessidade de desenvolver a escuta, como instrumento efetivo de comunicação, favorecendo as relações de modo geral.

Destacar a importância da concentração através da escuta, para melhor compreensão no recebimento e também transmissão de informações.

Material: Não há.

Tempo: 15 minutos

Instruções: grupo em círculo, sentados;

Método: Cada vez que mencionar o nome de um pássaro, todos devem erguer a mão direita e fazê-la flutuar, imitando um pássaro em vôo. Se mencionar um grupo de pássaros, ambas as mãos deverão flutuar. Se mencionar um animal que não voe, deverão ficar imóveis, com as mãos sobre os joelhos; quem errar sai do grupo e colabora com o facilitador na fiscalização

Amarrar a dinâmica  “Pássaros no ar” com o  desenvolvimento do tema de escuta ativa.

A seguir encontra-se um modelo de estória para trabalhar com o grupo.

Exemplo:

“Esta manhã levantei-me cedo. O dia estava magnífico. O sol de primavera animava toda natureza e os pássaros (duas mãos) cantavam sem cessar.

Ao abrir a janela do quarto, um pardal (mão direita), sem cerimônia, invadiu a casa, pondo o gato (mãos no joelho) em polvorosa.

O papagaio (mão direita) que estava no jardim de inverno irritou-se com a correria do gato (mãos nos joelhos) e pôs-se a berrar, assustando os canários (duas mãos), que tranqüilamente cantavam em suas gaiolas. O pardal (mão direita) acabou saindo pela janela de onde entrou, deixando o gato (mãos nos joelhos) mais tranqüilo que foi brincar com o cachorro (mãos nos joelhos) já resignado com perda de seu pardal (mão direita) que planejava ter para o café da manhã. Sucessivamente acalmaram-se o papagaio  (mão direita) e os canários (duas mãos). Continuando a contemplar a natureza, observei que se aproximou de um lindo vaso de flores um beija flor (mão direita). Ai pensei comigo, vai começar tudo de novo. O gato (mãos nos joelhos) felizmente, nesta altura se mantinha concentrado brincando com o cachorro (mãos nos joelhos) e não percebeu a aproximação do beija flor (mão direita). O papagaio (mão direita) se divertia com uma corrente pendurada em sua gaiola e os canários (duas mãos) cantarolavam mais tranqüilamente em suas gaiolas, saldando o lindo dia que iniciava…”

Pavão Misterioso

Objetivo:

Viver uma experiência de criação em equipe que oportunize a percepção do fazer conjunto, da renúncia aos pontos de vista pessoais e da soma das diferenças.

Quem aqui é artista? Quem já desenhou? Todo mundo já desenhou alguma coisa, nem que seja no Jardim de infância. Vamos precisar da habilidade de todos. Precisamos construir o desenho do pavão misterioso, que ninguém jamais viu mas todos imaginam. Dar um tempo para cada um imaginar como é o pavão misterioso.

Desenvolvimento:

  1. Dividir o grupo em subgrupos de 4 a 6 pessoas.
  2. Cada grupo recebe uma folha de papel e um único pincel atômico. O desenho deve ser feito com esse recurso.
  3. Logo ao final, perguntar se o trabalho foi realmente feito em equipe, ou se apenas um desenhou. Se apenas uma pessoa fez o desenho, insistir em que todos devem participar do desenho de alguma forma, nem que seja fazendo um traço.
  4. Fornecer nova folha de papel e repetir a experiência.
  5. Perguntar em seguida se todos participaram. O habitual é que isso tenha acontecido.
  6. Propor então um novo desafio: O desenho deve ser feito com todos segurando o pincel a um só tempo. Entregar uma nova folha de papel.
  7. Nesse momento, se algum grupo pedir pincéis de outras cores, pode ser fornecido, desde que todas as pessoas desenhem ao mesmo tempo, tocando o pincel juntos.

Fechamento:

Avaliar com o grupo a diferença entre os três desenhos. Conversar sobre o que acharam do primeiro, do segundo e do terceiro. Qual a diferença observada entre fazer um desenho sozinho; fazer em grupo, um de cada vez, e fazer um desenho a várias mãos? Houve alguma situação em que alguém forçava numa direção contra a vontade do grupo? Como foi superado? Houve momentos em que tivemos de ceder para alcançar o objetivo? Como se dá a nossa relação com os objetivos propostos para o nosso trabalho? Como ocorre esse jogo de forçar e ceder? Que lições podem tirar dessa experiência para o nosso dia a dia?

Material:

Folha de flip-charter e pincel atômico.

Pegador E O Fugitivo

Objetivo: Socialização, desenvolvimento espaço-temporal, velocidade, condicionamento cardiorespiratório.Intensidade: moderada;

Material: Uma bola leve de basquete, giz para marcar a quadra, arco;
Desenvolvimento: traça-se dois círculos um dentro do outro, e aos cantos da quadra ou do pátio um quadrado em cada quina. Os alunos serão divididos em duas equipes, onde um é caçador e o outro fugitivo.
Caçador: Essa equipe ficará em cima da linha do círculo central disposto um atrás do outro.
Fugitivos: A equipe ficará em cima da linha do circulo maior na mesma formação da outra equipe, um atrás do outro.
Execução: Ao primeiro sinal do professor, a equipe do círculo central correrá em circulo em cima da linha (um atrás do outro). Quanto à outra equipe fará o mesmo, mas correndo do lado contrario, (uma corre para o lado direito e a outra para o lado esquerdo).

Ao segundo sinal, do professor, a equipe que corre no círculo central, tentará pegar a outra equipe, que por razão fugirá deles, ficando salvos ao entrar nos quadrados dispostos nos canto da quadra, os que forem pegos ficam com a equipe dos caçadores e conta 1 ponto para cada um que foi pego, após inverter os personagens.