Qual Roupa Usar Em Uma Dinâmica Na Área De Enfermagem?

Olá, sou estudante de Enfermagem e fui classificado para a etapa da dinâmica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Agora estou na dúvida sobre a roupa que devo usar para a dinâmica. Será que eu poderia usar camisa de mangas curtas e uma calça social? Obrigado pela atenção.  Rafael IIyama

Sempre aparecem dúvidas quanto à vestimenta adequada num processo seletivo. Pense nos seguintes critérios para definir sua apresentação pessoal:

· Empresa: Já reparou como as pessoas se vestem por lá? Se não, vale a pena dar uma passadinha pelo hospital e observar o que há por baixo dos jalecos. Se for roupa branca tradicional é sinal de que o estilo do hospital também é esse.
· Social x Esporte: A roupa social tem lugar em qualquer organização; o mesmo não podemos falar do estilo esportivo, descontraído. Principalmente em empresas tradicionais o velho costume (paletó e calça social) é muito bem visto. Com gravata fica melhor ainda.
· Ocasião: Mais do que em uma entrevista individual, as dinâmicas de grupo podem exigir outros movimentos corporais (levantar, abaixar, mudar de lugar, etc.). Escolha roupas confortáveis e que não exponham seu belo físico à sua revelia!
· Perfume: Não são só as mulheres que abusam do perfume. Tenho visto casos escabrosos de “banho de perfume” que nem dá para ficar ao lado da pessoa. Escolha cuidadosamente sua fragrância e use-a com parcimônia. Se seu desodorante já for perfumado, esqueça o outro.
· Cores: Combinações harmônicas também são sempre bem-vindas e nunca causam surpresa desagradável ou constrangimento. Lembre-se: sapatos sociais jamais combinaram com meias brancas.
· Higiene: Cabelos lavados e bem penteados, unhas limpas e cortadas, sapatos devidamente engraxados, o mesmo de sua pasta de trabalho (se usar uma). Roupas bem passadas e igualmente limpas são fundamentais. Não há segunda impressão neste quesito, ainda mais se tratando de empresa de saúde!
· Piercing e Tatuagem: Vamos aos fatos: a maioria das empresas prefere seus profissionais mais tradicionais neste quesito. Se você usa piercing vale a pena deixá-lo de lado por enquanto. Quanto à tatuagem, dependendo do local do corpo pode manter-se “reservada” por um tempo. Esta sugestão tem como objetivo apenas preservar o candidato para que ele possa escolher o que fazer posteriormente. Se seu emprego depender disso (“com tatuagem, nada feito”), ao menos tem chance de optar.

Estas dicas são para homens e mulheres, e para elas ainda acrescento:
· Maquiagem: Como sempre, quanto mais natural melhor.
· Bijuterias: Discretas são a grande pedida; cuidado com brincos exagerados. Ah! Se você é homem e usa brinco pesquise antes se a empresa aprova. Se for do seu interesse, claro.

Acho que é isso. Dúvidas? Use o bom senso, que ainda não é vendido nos supermercados mas, se olhar bem lá no fundo de você mesmo, vai encontrar uma boa quantidade para utilizar! Fonte: empregos.com Izabel Failde

Máquinas De Pessoas

Objetivo
exploração da criatividade e trabalho em equipe do grupo.cenário:

Desenvolvimento:
uma pessoa é retirara da sala, enquanto o grupo escolhe uma máquina para representar.
A pessoa que saiu retorna e tem três chances para descobrir qual máquina o grupo está representando.

Processamento:
Conversar com o grupo sobre a experiência e seus desafios. Correlacionar com as concepções de possível e impossível, o habitual e o novo no trabalho.

 

Imagem do corpo

Objetivo: Desenvolver a consciência dos jovens em relação ao seu físico; perceber o papel dos meios de comunicação ao influenciar nossa auto-imagem e como esta afeta nossa conduta; introduzir um conceito mais amplo de beleza.
Material: cartolina, revistas, tesouras, cola e papel cortado em pedaços.
Desenvolvimento:
1º – Dividir os participantes em dois grupos segundo o sexo:
meninos e meninas (se for necessário, subdividir cada metade para que se formem equipes de cinco ou seis pessoas).
2º – Pedir ao grupo das meninas que faça uma colagem sobre o homem ideal e ao grupo dos meninos, sobre a mulher ideal.
3º – Cada subgrupo apresenta sua colagem aos demais.
4º – Plenário: discutir os seguintes pontos:
– Quais atributos nas mulheres atraem os homens?
– Quais atributos nos homens atraem as mulheres?
– Que diferença entre homens e mulheres você percebe, analisando os trabalhos apresentados?
– O que, para você, é mais importante na escolha do parceiro?
– Qual o papel que a imagem corporal ocupa na sua escolha?
– Como se forma em nós a idéia de “corpo atraente”?
5º – Fechamento: o facilitador conclui o trabalho mostrando que existe uma beleza além da física, chamando a atenção para a importância desta beleza interior estar refletida no físico, pois é ela que ilumina e dá cor ao ser humano.
Fonte: Projeto Adolescência Criativa Olodum

Conversando Com Meu Corpo

Objetivo: Aprofundar a relação com o próprio corpo; fortalecer a auto-estima.
Material: gravador ou toca-cd.
Desenvolvimento:
1) Grupo espalhado pela sala, deitado. Pôr música suave.
2) Relaxar todo o corpo no chão. Permanecer em silêncio e de olhos fechados.
3) Sentir cada parte do corpo à medida que o facilitador as enumera. O facilitador deve nomear as partes do corpo, começando pela cabeça, indo até os pés, solicitando que os participantes façam contato com as mesmas e relaxem. Tempo.
4) Identificar as partes de que mais gosta e as de que menos gosta.
5) Enviar uma mensagem positiva à parte do corpo de que mais gosta.
6) Enviar uma mensagem positiva à parte do corpo de que menos gosta.
7) Lentamente, começar a movimentar-se, até espreguiçar.
8) Abrir os olhos e sentar em círculo.
9) Plenário – compartilhar com o grupo os sentimentos vividos:
Como cada um está se sentindo?
Qual o sentimento mais forte que você vivenciou durante a dinâmica?
O que lhe chamou a atenção sobre si mesmo?
Fonte: Projeto Crescer e Ser

Gincana Cooperativa Em Defesa Do Meio Ambiente

1. Atitude é fundamental
Dois elementos principais: a coletividade e a solidariedade. Uma gincana requer trabalho de equipe, de grupo. Por isso, é fundamental que todos se integrem e participem ativamente. Solidariedade pressupõe auxílio mútuo, cooperação, companheirismo, troca, irmandade.
2. Um espírito diferente
Ter presente a idéia ou as idéias que irão direcionar o trabalho. Quando for organizado o conjunto das “tarefas” deixar bem claro quais são as atitudes que serão cultivadas. Ressignificar o pensamento que temos sobre gincanas como momentos de competição entre equipes, ganhadores e perdedores, pontuações, prêmios, vaias.
3. No lúdico as gerações em solidariedade
O que está por trás de tudo isso é a ação coletiva e solidária de uma comunidade (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos) em torno de uma busca comum: a preservação da obra criada por Deus. Deste modo, preservar a dignidade humana e o planeta são tarefas inseparáveis e que devem ser trabalhadas conjuntamente. Precisamos “construir um Novo Ser e um Novo Mundo a partir de uma Nova Relação”. Por isso, existe a orientação para que seja uma gincana que envolva toda a comunidade, desde a formação das equipes participantes.
4. Agitação também é construção
A “correria” precisa ser iniciada em benefício do planeta que começa em nossa própria casa e que se chama “nossa casa”. A correria solidária de quem sai do seu mundo e decide lutar coletivamente. Correria como sinônimo de trabalho muito ativo e não de algo desordenado. Para essa correria vamos nos organizar e desenvolver a consciência comunitária e desacomodada. Correria tem tudo a ver com adolescentes e jovens!

Dentro E Fora Do Coração

(Dinâmica utilizada para refletir o tema “drogas”)

Primeiro momento
Colocar cartaz com o desenho de um coração no centro da sala. Cada pessoa escreve, fora do coração, uma palavra que expresse o que vê e ouve das pessoas da comunidade a respeito do mundo das drogas e das vítimas da dependência.
Segundo momento
Escreve dentro do coração uma palavra que expresse o que está sendo feito para mudar a problemática das drogas em nossa comunidade e na sociedade de modo geral.
Terceiro momento
Pedir aos jovens que comparem o que está escrito dentro e fora do coração.
Quarto momento
Nossa comunidade tem agido com misericórdia para com as vítimas das drogas?

Dos Sonhos À Realidade

foto 3

Objetivo: Partilhar sonhos individuais e coletivos.
Material: papelógrafos e pincéis atômicos.
Desenvolvimento:
1) Grupo em círculo, de pé.
2) Formar duplas. Pedir que as duplas se espalhem pela sala e sentem-se.
3) O facilitador solicita que cada participante da dupla complete a frase:
“O maior sonho de minha vida é…”, compartilhando este sonho com seu par.
4) Quando as duplas tiverem concluído sua conversa, pedir que formem quartetos nos quais compartilhem resumidamente seus sonhos e completem a frase: “para tornar o meu sonho realidade eu…”
5) Juntar os quartetos, formando subgrupos de oito, solicitando que completem a frase: “O Brasil dos meus sonhos…”
6) Formar grupos de 16 pessoas para discutir: “Para o Brasil chegar a ser o país que eu sonho, é necessário…”
7) Pedir que cada subgrupo escolha um relator, entregando-lhe uma folha de papelógrafo e canetas para escrever as conclusões do subgrupo.
8) Apresentação de cada subgrupo.
9) Plenário – compartilhar observações e conclusões:
O que mais lhe chamou a atenção durante as discussões sucessivas?
O que aprendeu com o trabalho?
Foi possível perceber semelhanças, diferenças e/ou contradições entre os sonhos pessoais e os sonhos para o país? Quais?
Se o sonho pessoal de cada um do grupo se concretizasse, o Brasil se tornaria um país melhor? Como?
Se os sonhos do grupo para o Brasil se concretizassem, a vida de cada um melhoraria? Como?
10) Fechamento: o facilitador aponta a interdependência entre os sonhos pessoais e os coletivos, chamando a atenção para a necessidade de cada indivíduo contribuir para a realização de um ideal maior em prol da coletividade.
Fonte: Feizi Milani e Márcia Lacerda.

Gincana Para a Semana da Pátria

1.Cidadania se aprende com exercícios de participação. Uma gincana requer trabalho de equipe, envolvimento, que todos se integrem e participem ativamente.
2. Cooperação: ter clareza de que as idéias que vão direcionar o trabalho não serão de competição, mas de cooperação. As tarefas terão esse objetivo.
3. Aprender brincando: o que se deseja é favorecer o envolvimento da comunidade (crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos) em torno de uma busca comum: crescer na consciência de que é cidadão quem participa e se envolve.
4. Indignação geradora de transformação: a indignação dos descontentes não pode ficar sufocada, mas gerar energia para buscar mudanças, para decidir a lutar e trabalhar coletivamente pelas mudanças que se deseja. Entender indignação como sinônimo de trabalho ativo e não de algo desordenado.
Pontuação e premiação:
Ao contrário de estimular a competição, estimular a cooperação e a alegria da participação. Exemplo: pontuar pelas atitudes: a equipe que mais movimentou pessoas, que demonstrou mais alegria, criatividade. Prêmio: Exemplo: as equipes recebem sementes para serem plantadas ao final da gincana.
Exemplo de tarefas
1 – Montagem das equipes (mistas, integrando idades)
2 – Escolha dos nomes – algo ligado ao espírito da gincana (consciência, união, solidariedade, cooperação, respeito, amizade…).
3 – Exemplos de tarefas:
– Entrevista com uma pessoa da comunidade, de mais ou menos 60 anos, para perguntar como era o voto no Brasil quando ela era jovem (com que idade era permitido votar, quem votava, que partidos existiam, como era o processo da eleição, o que havia de curioso…) e como isso evoluiu.
– Montagem de dramatização a partir de uma música, retratando o Brasil que temos e o Brasil que queremos.
– Fazer uma paródia de música conhecida, e nela falar sobre a importância do voto.
– Criação de uma camiseta, com mensagem que fale de cidadania, participação.
– Fazer um vídeo de cinco minutos com jovens de 16 anos, que vão votar pela primeira vez, falando de como estão se preparando para as eleições.
– Gravar 10 minutos de um horário político e contar quantos partidos apareceram. Apresentar uma lista das propostas possíveis de se realizar e das que são só promessas.
– Entrevistar uma ONG ou algum grupo da comunidade para conhecer qual trabalho social realiza e depois apresentar.
– Encaminhar cinco crianças para fazerem o registro de nascimento.
– Cada equipe organizar faixas, bandeiras e formar blocos com os excluídos da comunidade, dando voz àqueles que muitas vezes ficam esquecidos.
Fonte: Jornal Mundo Jovem.

Dia do Estudante

“Roteiro Para Trabalho Em Sala De Aula”

Objetivo: Discutir sobre o papel do(a) estudante na luta por direitos e motivar a organização da Semana do(a) Estudante 2006 na escola.
Ambiente: Frases cortadas em forma de quebra-cabeça e embaralhadas, com pedaços para todos os participantes. Elas devem falar sobre Protagonismo Estudantil, a organização dos(as) estudantes, seus espaços de atuação e as lutas estudantis. Exemplos de frases: “Somos jovens e queremos viver de forma plena e bela a nossa cidadania”, “Somos estudantes e nos organizamos para fazer a diferença em nosso país”, “Na escola há muitos espaços que podem ser ocupados para a luta e mobilização pelos direitos dos estudantes”, “Devemos exercer nossa cidadania e lutar pela garantia dos direitos a todos e todas”.
Passos:

Ouvir a música “Vamos fazer um filme” (Renato Russo)

Enquanto a música toca, cada participante deve pegar um pedaço do quebra-cabeça.

Motivar para que os(as) participantes montem as frases. Cada grupo será formado ao unir os pedaços do quebra-cabeça.

Cada grupo discute sobre o conteúdo da frase que montou e o que pode ser feito para que essas frases possam se tornar realidade na sua escola.

A apresentação dos grupos pode ser feita através de texto, encenação etc. que represente como seria a escola se a frase em questão fosse realidade. As ações sugeridas nos grupos podem ser listadas em um cartaz.

Motivar para que a turma discuta, a partir das sugestões dos grupos, quais as ações podem ser realizadas na escola durante a Semana do(a) Estudante.

Ouvir novamente a música.

Concluir motivando os(as) estudantes a se organizarem para desenvolverem essas ações.
Solicitação de materiais para trabalho com jovens estudantes: Secretaria Nacional da PJE
Av. Luiz Manoel Gonzaga, 744CEP: 90470-280 – Porto Alegre – RS

A Família Que Tenho Ou A Família Que Gostaria De Ter

Objetivo: perceber as semelhanças e diferenças entre a família real e a desejada.
Material necessário: papel ofício e lápis.
Desenvolvimento:
1º – Grupo em círculo, sentado.
2º – Distribuir a cada participante uma folha de papel e lápis.
Solicitar que façam um traço no meio da folha, escrevendo de um lado “A família que tenho” e, do outro, “A família que gostaria de ter”.
3º – Pedir que descrevam, individualmente, sua família real e a desejada, nos locais correspondentes. Tempo.
4º – Formar subgrupos para discussão dos seguintes pontos:
– Que pontos em comum eu encontro entre a família que tenho e a que gostaria de ter?
– O que há de semelhante entre a família que tenho e as dos demais componentes do subgrupo?
– O que há de semelhante entre a família que eu e meus companheiros gostaríamos de ter?
– O que é possível fazer para aproximar a família real da família ideal?
5º – Plenário: apresentação das conclusões.

Fonte: Projeto Adolescência Criativa Olodum