Saiba Como Usar A Vitrine Da Internet Para Construir Uma Imagem Pessoal Positiva

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Há mais de 120 milhões de blogs na web. Ser criativo não é fácil.

A internet é uma vitrine. Escreva seu nome no Google e confira o resultado: surge um rastro digital feito de listas de aprovação em concursos, comentários em salas de bate-papo, resultados de competições esportivas e fotos. A web registra pedaços de sua vida e forma uma imagem virtual. As empresas de recrutamento já descobriram isso faz tempo. A consultoria americana Michael Page, que tem escritório em São Paulo, desenvolveu, por exemplo, uma ferramenta de busca própria, voltada para encontrar informações de profissionais na web. É impossível controlar tudo o que sai publicado na internet. Mas é possível aumentar a relevância de uma parcela das informações. Confira nossas sugestões e use a rede a seu favor.

SEJA NATURAL
Evite criar uma imagem altamente positiva. Trata-se de um erro facilmente percebido por headhunters e recrutadores. Ninguém é perfeito, e demonstrar humanidade, acredite, pode contar pontos a seu favor. As empresas valorizam candidatos autênticos. Portanto, seja transparente. Não minta nem omita. Tenha apenas bom senso. “Não faça na internet algo que você evitaria fazer no mundo real”, diz Fernando Mantovani, gerente do escritório de São Paulo da consultoria de recrutamento Robert Half.

PUBLIQUE CONTEÚDOS PERTINENTES
Se tiver algo realmente a dizer na internet, diga. Se não for importante, fique calado. “Criar mais um blog ou abrir uma comunidade para não ter o que dizer é perda de tempo. Tente ser singular no conteúdo”, diz o paulistano René de Paula Junior, autor de seis blogs independentes e funcionário da área de experiência do usuário da Microsoft.

SIGA SEU RASTRO

Uma vez por mês, Marcelo Sant’Iago, diretor de novos negócios da agência de publicidade digital MídiaClick, de São Paulo, entra no Google, digita seu nome e faz uma busca. É uma boa medida. Os buscadores são um termômetro para saber o que aparece sobre ele e se há alguém falando algo a seu respeito. “Encontro meu trabalho em outros sites”, diz Marcelo Sant’Iago.

EVITE A IMAGEM DE POPSTAR

Estar presente em todos os sites de relacionamento, blogs, fotologs e comunidades da internet não é bom para a imagem. “Fazer marketing pessoal em excesso atrapalha”, diz Karin Parodi, diretora da consultoria Career Center, de São Paulo. “Evite a alta exposição”, diz Karin.

TORNE-SE UM VERBETE

Há uma série de grandes executivos com um verbete criado na enciclopédia virtual Wikipedia. Muitos foram construídos de forma neutra, enquanto outros são partidários ou subjetivos demais. Criar um para o seu nome é simples. Se alguém já criou seu perfil, você poderá alterá-lo com informações mais precisas. A dica é fazer buscas freqüentes para descobrir se há novidades ou erros envolvendo seu nome.

FAÇA USO DE SUA LISTA DE CONTATOS

No L’inkedIn, Plaxo ou qualquer outra rede de relacionamento, é importante trazer para a vida real a lista de contatos virtuais. “Cuide da sua rede de contatos, não a procure só quando necessitar”, diz Karin Parodi, diretora do Career Center. Ou seja, mantenha contato com as pessoas fora da internet.

CORRA PARA O LINKEDIN

É consenso entre headhunters, recrutadores e executivos: o LinkedIn é a ferramenta de relacionamento profissional mais poderosa da internet. Preencha cada item com o máximo possível de informações. Tome cuidado: o que vale é a qualidade dos relacionamentos, e não a quantidade. Entre os contatos conhecidos, tente fazer uma seleção de quem realmente integrará sua rede. Evite adicionar desconhecidos e recomendações exageradas. “O risco de obter uma série de recomendações sem critério é cair no descrédito. O recrutador percebe e checa esse tipo de coisa”, diz Ricardo Basaglia.

SEJA DISCRETO

O Orkut é um dos sites de relacionamento mais conhecidos do Brasil e também o de maior exposição. Marcar presença em suas páginas não é ruim. Pelo contrário, pode transmitir a imagem de profissional conectado. No entanto, use o bom senso. Não vá moderar a comunidade “Eu odeio a minha empresa”. Cuidado também com fotos ousadas.

MELHORE A PESQUISA

Já ouviu falar de Search Engine Optimization (SEO)? Trata-se de uma combinação de técnicas e estratégias para facilitar a seleção de um site pelo Google, por exemplo. Otimizado, o site salta para os primeiros lugares na lista de resultados. As empresas usam o SEO. Nada impede que um profissional faça o mesmo para destacar seus blogs profissionais. Há alguns macetes tecnológicos, como programar o site para os buscadores, atualizar constantemente o conteúdo e fazer com que o maior número possível de sites inclua links para a sua página.

Fonte: http://vocesa.abril.com.br/edicoes/121/aberto/informado/mt_288906.shtml

Françoise Terzian

Lenda Japonesa

samurai

Era uma vez um grande samurai que vivia perto de Tóquio.

Mesmo idoso, se dedicava a ensinar a arte zen aos jovens.

Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.

O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.

Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.

Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.

No final do dia, sentindo-se já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se.

E os alunos, surpresos, perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.

– Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? – A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. – O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregam consigo.

*MORAL DA HISTÓRIA:*
*A sua paz interior depende exclusivamente de você.

*As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir

Falar Sem Medo E Culpa

Falar Sem Medo E CulpaAs empresas atualmente têm muitos desafios, ainda mais em um momento de mudanças de cenários tão significativos e vertiginosos. Um desses desafios é ter seus colaboradores devidamente preparados e capacitados em uma das principais competências do profissional moderno – a comunicação, notadamente a comunicação verbal.
O papel do colaborador é justamente participar do “time” e se relacionar com os outros na empresa. E ele precisa saber como, afinal, manter uma relação de convivência diária com seus colegas de trabalho, já que um bom relacionamento interno é um fator estratégico para seu sucesso profissional e para o sucesso da empresa.
Conhecer a si mesmo é a primeira etapa de uma vida equilibrada, e por consequência, de uma comunicação eficiente. É preciso fazer uma reflexão profunda de como é a nossa interação com o mundo e conosco: a forma de interpretar fatos, de compreender o próximo, de adquirir o conhecimento, de tratar as pessoas.
Pensando no processo de comunicação, quando falamos, achamos que o outro está recebendo a nossa mensagem sem interpretação pessoal; entretanto, esquecemos que o nosso interlocutor adiciona significados. Ele reelabora o que apresentamos, baseado nas suas experiências e referências. Além das palavras, usamos a linguagem não verbal, gestos e expressões para transmitir sentimentos, ideias, intuições, valores e crenças pessoais. Nossa comunicação verbal e não verbal é a representação do nosso mundo interior interagindo com o exterior, que se confronta com a representação do mundo do nosso interlocutor.
No contexto de uma empresa, cada pessoa precisa avaliar seu relacionamento com os funcionários de diferentes setores da companhia: saber lidar com a gerência, a diretoria e os mais diversos departamentos, muitas vezes envolvendo fornecedores e parceiros. Ser um profissional proativo, comunicativo e perspicaz vai ajudar a evitar os sete pecados capitais ao se comunicar no trabalho. Eles foram inspirados nos sete pecados capitais e nas suas respectivas contrapartidas, as sete virtudes sagradas. Classificados por São Tomás de Aquino (1225-1274), os mais conhecidos são: gula, luxúria, avareza, ira, inveja, soberba, vaidade, preguiça, mentira, arrogância, calúnia, adultério, roubo, orgulho, ódio.
E se durante a Idade Média o indivíduo era condenado ao cometer uma falha, hoje em dia o ser humano é visto como multidimensional e em constante evolução. Todos cometemos erros, porém, o que não devemos é permanecer neles. Na vida moderna, parte do avanço conquistado vem do aprendizado proporcionado pelas vivências e treinamentos corporativos. Durante a carreira profissional, e no decorrer da vida, é essencial observar quais pecados de comunicação são cometidos e o que fazer para evitá-los:
Apatia
Ela reflete o desconhecimento das características do público-alvo. De nada adianta ter o domínio da forma e do conteúdo se a fala é sem “alma”, sem sensibilidade e sem conexão com a audiência. O contrário da apatia é a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o seu nível sociocultural, temperamento e momento psicológico. Ser empático é ser generoso com o outro, ao contrário da avareza, o querer tudo para si. Com a voz serena, mas firme, podem-se articular palavras com calma, confiança, polidez e respeitabilidade, tornando a comunicação atraente.
Insegurança
A falta de informação, de conhecimento sobre uma situação ou um tema, pouco ou nenhum conteúdo evidenciam a ausência de assertividade. Pessoas inseguras geralmente se comportam de maneira agressiva, para causar medo e intimidação. Expressam autoridade com rispidez. Essa imposição encobre o receio das suas próprias fragilidades. Ser assertivo é ter autoconhecimento. Quem se conhece verdadeiramente pode se observar “de fora”. Possui uma consciência de si tão sensível que pode observar a própria atuação durante as relações interpessoais. Detém o controle de seus atos, seus gestos e suas palavras. A comunicação interpessoal é o reflexo da comunicação intrapessoal. Ao dominar as ações e o discurso, cultiva-se o equilíbrio interior, e certamente os reflexos na comunicação interpessoal serão positivos. Uma pessoa assertiva quer defender seus direitos e ideias e, ao mesmo tempo, procura aceitar os dos demais. Ela é firme, confiante, respeitosa, é, afinal, controlada. Quem mantém um comportamento assertivo é alguém emocionalmente inteligente e maduro e com certeza tem um destino destacado no futuro: o sucesso.

Impaciência
Um dos grandes obstáculos ao aprendizado e à boa convivência. Pouca clareza e nenhuma empatia tornam a comunicação quase uma obrigação em vez de ser uma ação prazerosa e envolvente. Quando se é impaciente, sobra pouco ou quase nada a ensinar e não há espaço para a observação e o intercâmbio de informações. Uma postura sábia requer dar o tempo de maturação necessário aos acontecimentos e também tomar decisões firmes de forma serena, sem atropelos. No contexto corporativo, os profissionais – que são, sobretudo, seres humanos, com todas as suas imperfeições e singularidades intrínsecas – se inserem em uma dinâmica empresarial e têm de lidar com conflitos provocados pelo atrito de suas diferenças. Ninguém é melhor do que ninguém a priori: só é possível avaliar uma proposta ou uma opinião como “a melhor”, ou mais adequada, com base no diálogo e na consideração e respeito pelos outros.
Incoerência
Discrepância, falta de lógica, inconsequência. É a diferença entre falar, defender uma ideia, valores ou posição e não seguir os discursos e as ideias apregoados. Durante uma exposição, não encadear os assuntos dando uma sequência pertinente e complementar, defendendo um ponto de vista para em outro momento contradizê-lo. Esse comportamento desperta desconfiança e descrédito, pois as pessoas acreditam que a qualquer momento o incoerente poderá mudar de lado, sem se importar com os desdobramentos das suas atitudes.

Prolixidade
Ser excessivamente longo, cansativo e entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação. Geralmente, o prolixo não reconhece que sua expressão é confusa, cheia de palavras repetidas ou sem um significado importante e que os ouvintes não prestam a atenção justamente pela falta de objetividade. Assim como uma orquestra, uma apresentação ou reunião necessita de um maestro, um profissional que lidere o grupo, alinhe e sintonize os interesses em questão, afine os instrumentos, balize o timing da equipe, amenize ou elimine os ruídos e dissonâncias desnecessárias, potencialize o som dos solistas mais talentosos e interessantes, enfim, dê o ritmo e o tom do que está na “partitura musical”.
Ignorância
Falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado tema, ou mesmo acreditar em algo falso, não tendo discernimento. Saber que existe mais conhecimento e profundidade num assunto, porém, não buscar isso. Fazer pouco caso da importância do saber, e agir como se não precisasse do outro. Quando se trata de um líder, os conflitos e as diferenças motivados pela desinformação e ignorância precisam ser encarados e resolvidos, afinal, não se pode simplesmente ignorá-los. Saber lidar com os conflitos e administrar as diferenças, usando uma comunicação equilibrada, pode enriquecer a pluralidade da empresa, ampliando seus horizontes e a sua visão de mundo.
Arrogância
Caracteriza a falta de humildade. Alguém que não deseja ouvir os outros, aprender algo que não saiba ou estar no mesmo nível do seu próximo. A soberba, a altivez, o orgulho exagerado, a vaidade em excesso em relação ao que sabe ou ao sucesso que desfruta completam esse pecado. Segundo o cristianismo, um dos sete pecados capitais é a soberba, que por sua vez inclui a vaidade e a arrogância. Mas ser arrogante pode também significar coragem, o assumir o seu ponto de vista, a personalidade ou a identidade. Contraposta, a humildade é uma das qualidades mais difíceis de exercer. Porém, humilde não significa ser fraco perante a posição que se ocupa. Pode-se nascer com tendências à virtude da humildade, como também trabalhar para adquirir esse comportamento. É saber ouvir, ser firme sem passar por cima do outro, é ser reverente e ter o conhecimento exato do que não se é. É viver sem ilusões. Alegria e paz são os frutos colhidos.

Revista Melhor – Reinaldo Passadori – Presidente e fundador do Instituto Passadori e autor do livro Comunicação essencial – Estratégias eficazes para encantar seus ouvintes, – Ed. Gente

Inveja no Trabalho

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Muitas pessoas me perguntam como devem lidar com pessoas invejosas no ambiente de trabalho.

Um ponto importante que sempre ressalto é se a pessoa sabe o quão exposta ela está. Quanto mais expostos estamos mais vulneráveis nos tornamos.

Existe muita gente que gosta de escancarar a vida particular como forma de chamar a atenção e ser aceito no grupo mas é certo que esta tática ( muito propagada em cursos e palestras de atendimento ao cliente e sucesso) não é mais tão infalível quanto se pensava.

Profissionais competentes e valorizados são reconhecidos pela atuação profissional. Tenha em mente que ficar de fofoquinhas, semeando intrigas ou simplesmente saber sobre a vida de todos além de não ser produtivo, incita a inveja alheia.

Foque-se em fazer bem o seu trabalho aliás, fazer bem já não é suficiente para quem quer vencer; faça melhor que os outros. Certifique-se que seu desempenho está sendo notado mas não vanglorie-se disto na frente de ninguém.

Sempre vão existir colegas invejosos mas se você conseguir preservar sua intimidade, evitar ser o centro das atenções de quem não precisa e focar-se em seu trabalho, não haverá com o que se preocupar a este respeito.                Simone Castillo

O Sucesso no Matrimônio

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O café da manhã que mamãe preparava era maravilhoso!
Embora fôssemos uma  família humilde, minha mãe sempre preparava com muito carinho a primeira  refeição do dia. Era ovo frito com farinha, outro dia era ovo escaldado, depois era bife com pão, lingüiça com ovo e pão…
Tudo feito com simplicidade e amor…
Ao acordar, naquela manhã, quando retornei da ‘lua-de-mel’ , para ir ao trabalho, pensei que encontraria a mesa posta, o café da manhã preparado. Como estava acostumado com a casa da mamãe, pensei que acordaria com aquele gostoso cheirinho que vinha sempre da cozinha lá de casa.
Olhei para o lado e vi minha esposa, dormindo profundamente. Feito um anjinho  de pedra!
Raspei a garganta, fiz barulho tentando acordá-la.Nada!
Fui para o trabalho irritado, de barriga vazia. O local do trabalho ficava a uns cinco minutos do apartamento que alugávamos.
Ao me sentar na mesa de trabalho, sentindo o estômago roncar, abri a Bíblia no seguinte trecho: ‘O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles’ (Lc. 6:31). Disse pra mim mesmo: ‘O Senhor não precisa dizer mais nada’. Lá pelas nove horas da manhã, hora em que se podia tirar alguns minutos para o café, dei um jeito de ir até o apartamento, não sem antes passar em uma padaria e comprar algumas guloseimas.
Preparei o café da manhã e levei na cama. Ela acordou com aquele sorriso tão lindo!
Estamos para completar Bodas de Prata. Nesses quase vinte e cinco anos de casamento, continuo repetindo esse gesto todos os dias. E com muito amor!
Estou longe de ser um bom marido, mas a cada dia me esforço ao máximo… Tenho muito a melhorar, tenho de ser mais santo, mais paciente, mais carinhoso. Sinto-me ainda longe disso, pois o modelo que estou mirando é Jesus: ‘Maridos, amai a vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela’ (Ef 5,25)……. ..
O matrimônios é um desafio, pois a todo o momento temos que perdoar e pedir perdão.
A cada dia temos que buscar forças em Jesus, pois sem Ele nada podemos fazer (Jo 15,5). Quando Paulo se despedia dos cristãos em Éfeso, citou uma bela frase de Jesus (que, aliás, não está nos Evangelhos): ‘É maior a felicidade de dar que receber’ (At 20,35). Quando se descobre isso no matrimônio, se descobre o princípio da  felicidade.
Por que muitos casamentos não têm ido adiante?
Porque o egoísmo tomou conta do casal.
É o ‘cada um por si’ que vigora.
Estamos na sociedade do descartável: copo descartável, prato descartável, etc.
Pessoas não são descartáveis, porém, o que não é descartável precisa ser cuidado para ser durável.
O mundo precisa do testemunho dos casais de que o matrimônio vale a pena! E, para que isso aconteça, é necessário um cuidado amoroso e carinhoso por parte do marido e da esposa. Ambos têm o dever de cuidar um do outro com renovados gestos de carinho e perdão diariamente.
É preciso declarar, todos os dias o amor, em gestos e palavras.
A primeira palavra que sempre digo para minha esposa ao iniciar o dia é: ‘Eu amo você’.
Não é fácil dizer isso, às vezes, pois muitas vezes, acordo de mal comigo mesmo. Então, faço uma oração pedindo o Espírito Santo e Ele me dá a força do amor para amar aquele dia. Recebo de Deus a força do perdão.
Faça isso agora também. Declare seu amor!
Aos solteiros e aos que ainda não se casaram, quero dizer o seguinte: ‘Se você estiver pensando em casar para ser feliz, não se case nunca! Fique como está, solteiro mesmo’. Mas, se sua intenção é casar para fazer alguém  feliz, case-se e você será a pessoa mais feliz do mundo!
O segredo da felicidade é fazer o outro feliz!
Quem disse isso foi Aquele que mais entende de felicidade:  Jesus.   Marcelo Gonçalves

O Amor Vencerá

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Não se preocupe:

No final de tudo o amor vencerá!

E se ainda não venceu, é porque o final ainda não chegou.

É tempo de reacender chamas, de renovar esperanças, de buscar a essência perdida, esquecer o medo de uma vez por todas, assim, se preparar para viver o amor.

Não o amor mesquinho que quer a posse, não o amor sonhador que imagina apenas, não o amor vazio de sentidos, paixão, não o amor carne, que se cansa.

Mas o amor que nasce da maturidade, da certeza de ter vivido experiências, de encontrar a alma que se encaixa, pedaço da sua que dispensa ilusões…

Não se preocupe, o amor vencerá! esteja pronto, todos os dias e se for possível, se o amor já existir na sua vida, renove-se diariamente,firme compromissos,o amor que se nutre da esperança, é como essa noite cheia de estrelas, beleza rara que contemplamos, na certeza de que o amanhã será lindo, e por ser amor, com certeza,será!

Paulo Roberto Gaefke

Relações que Excluem

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Conviver é uma arte que vale a pena exercermos. Nem sempre é amistosa, devido às diferenças. O ser humano identifica, com muita habilidade, a exclusão. Os fatores para isso são muito variados e supõem uma animosidade.

Normalmente sentimos no ar quando estamos sobrando, mas, quando não fazemos essa identificação, alguém o fará. Nada de rodeios, nem “meias palavras”. Quando alguém não é bem-vindo ao grupo, será avisado. Nesse caso, a gentileza não é exatamente a forma de comunicação usada. Usam-se atitudes desprezíveis como: agressividade, frieza, isolamento, “meias palavras”, fofocas, cobranças infundadas, olhares gelados, “sorriso amarelo” e o que mais dói à vítima: o legítimo escanteamento.

Tudo isso é reflexo de relações em conflito. Relações essas que ocorrem em casa, entre amigos, vizinhos, colegas de trabalho, casais etc. A maioria sabe perfeitamente quando é vítima ou quando é agente. As duas formas de convívio maltratam. Em ambas, há uma queda no índice de AMOR. E na vida, qualquer abalo no percentual do amor pode significar diminuição das resistências imunológicas.

Explico: quando nos desligamos do estado sereno e envolvente do amor, conectamo-nos, automaticamente, ao estado da rebeldia e do egoísmo. Resultado: viramos presas fáceis para o insucesso. Talvez não pareça bem assim, pois, na maioria das vezes, sentimos orgulho ao excluirmos alguém. No entanto, logo adiante, virá o resultado gerado pelo clima pesado que fica no ar.

Sentimentos de fraqueza física nos atingem, gerados pela ausência de energia. Desconforto inexplicável devido à consciência pesada. A falta de entusiasmo motivada pela desilusão em uma relação. O medo de alucinar, porque lidar com o outro é, definitivamente, um caos. E aos poucos, o pior vai acontecendo. Recebemos da nossa consciência um alerta: Excluir vale a pena? Quando a resposta é não, então, nasce a dúvida: como reverter a situação? Aí falta conteúdo, sabedoria e habilidade.

Devemos semear a idéia do amor, desprezando completamente a idéia da exclusão. Afinal, se analisarmos bem, o que queremos sinceramente da vida? Por acaso não é sentir-nos BEM? Por que então construir relações que me fazem sentir um mal-estar inconsciente? Uma sensação ruim que atesta a minha incapacidade no trato humano, uma consciência pesada por não ser capaz de lidar com o outro, apesar de saber que sei lidar bem com tantas outras situações.

Enfim, se estamos com dificuldades em lidar com pessoas, saibamos que elas são um reflexo daquilo que nós devemos melhorar. Jamais devemos fazer de conta que isso não tem importância ou que isso deverá ser assim mesmo. Não, nem pensar. Relacionar-se bem deve ser também uma questão de honra. Lembremos que três coisas deterioram a nossa vida. São elas: a arrogância, orgulho e a soberba.

Nesse aspecto, o amor nas relações, bem como o respeito no convívio, não existe. É cada um por si e Deus por todos. Penso que as jóias que a vida nos oferece incansavelmente, para usufruirmos durante nossa vida aqui na Terra, são: a auto-estima, verdadeiros amigos, relações amistosas e a jóia mais brilhante de todas: o amor.

Um lugar especialmente impactante para aperfeiçoar o sentimento do amor é no nosso local de trabalho, uma vez que lá lidamos com afetos e desafetos. O amor pode servir de ingrediente essencial quando não vislumbramos mais saída. Só ele possui a força suficiente para:

– apaziguar os ânimos;

– diminuir a alucinação entre setores;

– promover uma comunicação amistosa e não agressiva;

– retroceder, se necessário, com humildade;

– diagnosticar a maldade no coração do colega;

– reconhecer o grau de autossuficiência no qual estamos impregnados;

– ativar nosso nível de paciência e honestidade;

– intensificar o nosso comprometimento na construção de empresas melhores e, como consequência, um planeta mais generoso.  Invista no AMOR. Pense nisso.  Irlei Wiesel   Rh.com.br

Você Reclama que Não Faz o que Gostaria Porque Não Tem Tempo?

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Você provavelmente já fez ou pelo menos ouviu falar daquele exercício em que imaginamos que este é o último dia de nossas vidas, ou que descobrimos que só temos mais alguns meses de vida. O exercício nos pede para pensarmos no que faríamos com este limitado tempo que nos resta.

O objetivo é fazer com que a pessoa descubra suas reais prioridades. O que poucos se dão conta é que não importa quanto tempo de vida nos resta, sejam 5 ou 40 anos, vida é vida e se não colocarmos nosso tempo, nossa vida, em nossas prioridades, estaremos simplesmente desperdiçando-a.
Olhando para a coluna ao lado esquerdo onde está a enquete que pergunta aos nossos leitores quantos já leram o livro “Um Sentido Para a Vida”, o primeiro volume da coleção carpe diem que estamos apresentando neste site, podemos ver que a grande maioria responde que “deseja ler” mas ainda não o fez.

Bom, suponho que a razão de boa parte dessas pessoas que, tendo adquirido o livro ou não, ainda não o leram é a falta de tempo.

Agora vamos pensar no seguinte: a pessoa que reclama da falta de tempo o faz porque está tão ocupada fazendo sua vida valer à pena, fazendo coisas extraordinárias? Provavelmente não! A pessoa que reclama da falta de tempo está justamente desperdiçando a própria vida fazendo tudo o que ela não quer fazer, esperando ingenuamente que “um dia” ela vai achar tempo para fazer as coisas que ela quer fazer!

O tempo pessoal é uma questão de postura mental. A pessoa que prioriza corretamente se nega a fazer o que não é prioridade, custe o que custar. LITERALMENTE, custe o que custar!
Muita gente pensa que eu “devo ter sido” uma ótima aluna na escola, inteligente, perspicaz, atenta, “CDF”, mas não! Pelo contrário! Eu fui uma aluna desobediente, relapsa, teimosa, briguenta, reprovei de ano diversas vezes e não demonstrava interesse nenhum em aceitar as tentativas disciplinares impostas por professores e orientadores educacionais.

Eu já sabia desde cedo o que eu queria ser, e para tanto, sabia o que exatamente eu deveria aprender e sabia que não deveria perder meu precioso tempo aprendendo aquelas coisas inúteis que queriam me ensinar na escola.

Ao contrário do que meus professores pensavam, eu não era nem um pouco “desinteressada” dos estudos, como eles me descreviam. Eu só não queria estudar o que eles tinham para me ensinar! Eu voltava para casa e passava o resto do meu dia devorando livros e estudando, porém o que eu estudava não coincidia com que a escola queria me enfiar goela abaixo. Eu não me importava nem um pouco com as notas baixas e constantes repreensões, para o desespero e vergonha dos meus pais, que hoje, felizmente compreendem o meu comportamento no passado e já me perdoaram há muito tempo!

Quando chegou a hora de ter que trabalhar, eu também mantive a mesma postura. Eu sabia dentro de mim que jamais iria trabalhar para os outros e tinha aquela postura, “custe o que custar”. Eu não me importava se não tinha dinheiro para pagar as contas, se eu estava me enterrando em débito. Eu sabia que se persistisse, tudo isso iria passar e eu usufruiria dos benefícios de não ter cedido por uma situação mais fácil e confortável. Valeu à pena e é isso que eu tento passar para os meus leitores.

Faça o que você quer fazer, mesmo que o custo seja altíssimo, assuma riscos, chute o balde, assuma a responsabilidade por estar fazendo coisas que causam a antipatia alheia, que fazem os outros olharem para você como se você fosse louco ou estivesse fazendo tudo errado, como faziam meus professores que balançavam a cabeça como se estivessem dizendo “essa aí não tem mais jeito”.

Independente de quanto tempo você ainda tem de vida, não vale à pena perder um dia sequer fazendo algo sem sentido, só porque você “tem que” fazer.

Esta postura do “tem que” é extremamente nociva, corrói a alma, destrói a autoconfiança e faz com que você acredite cada vez menos em seu propósito até chegar ao ponto em que você nem sabe mais qual é esse propósito.

Sua vida se tornou automática, você acorda, vai para o trabalho, faz atividades sem sentido para que outra pessoa enriqueça às suas custas em troca de um salário miserável. Você volta pra casa, interage com sua família que também está em modo automático, assistem TV juntos, falam mal do governo e da economia juntos. Depois o dia acaba, só para se repetir novamente cinco vezes por semana. Você dá um suspiro de alívio quando o final de semana chega, mas não tem nada muito especial para fazer, só se sente melhor por não ter que ir ao trabalho de novo, mesmo que seja só por dois dias…

Se a sua vida é assim pare agora mesmo! O que é que você está fazendo?

Você acha que isso vai simplesmente acabar um dia e que por um passe de mágica você vai “encontrar tempo” para fazer as coisas que você quer fazer? Me desculpe, mas vou pedir para que você pense com clareza! Se você continua fazendo as coisas de uma determinada forma, você continua obtendo os mesmos resultados! Óbvio não?! Se você continuar fazendo as coisas do mesmo jeito, você nunca vai arranjar tempo algum!

Nada vai mudar se você não provocar a mudança! Agora, para provocar qualquer mudança é preciso coragem e é preciso assumir riscos. Os outros ao nosso redor não querem que a gente mude, pois isso perturba o conforto deles – as pessoas se sentem desconfortáveis quanto não sabem o que estamos fazendo, quando acham que estão perdendo o controle sobre nós, ou quando acreditam que o que estamos fazendo é “errado”. É preciso força de caráter para lidar com estas pessoas com assertividade e firmeza, mesmo que sejam as pessoas mais próximas em nosso convívio.

Você próprio pode se sentir desconfortável ao pisar em terreno desconhecido, mas se não o fizer, se continuar se vendendo por segurança e conforto, sua vida continuará a ser do mesmo jeito, justamente o jeito que você não quer que ela seja!

Sim, se você continua “sem tempo” é porque está literalmente “se vendendo” por situações que o providenciam conforto e segurança. Por exemplo, por que o indivíduo que odeia o próprio trabalho não pede demissão? Porque ele não quer passar pelo desconforto e pela insegurança de ficar desempregado! Agora, se você quer viver uma vida extraordinária, você tem que aprender a chutar o balde e teimar em só fazer o que você bem entende, nem que isso seja extremamente desconfortável e o coloque numa situação de alta insegurança.

O preço a pagar pode ser alto, mas a recompensa é a liberdade pessoal e uma vida cheia de desafios e interessante. Quem decide é você!  Fonte: vivacarpediem.com/tempo/falta-de-tempo

Tudo O Que Já Fomos, Ainda Somos!

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A mudança é uma proposta interessante. Ao mesmo tempo em que pode nos encher de ansiedade e insegurança e até nos paralisar, quase sempre nos remete à expectativa de que tudo pode ser melhor do que tem sido. Mais ou menos como se estar satisfeito com o que já temos e com o que já somos, fosse sinônimo de covardia ou acomodação.

Faz sentido, em partes. Mudar pode mesmo ser assustador, já que nos impulsiona ao desconhecido. E pode também ser surpreendente e maravilhoso, já que nos possibilita ampliar os horizontes, abrir a mente e experimentar o novo.

No entanto, penso que a questão principal nem seja sobre mudar ou não mudar. Digamos que a mudança é inevitável. Portanto, discuti-la pode servir apenas para compreendê-la melhor. Penso que a questão, na verdade, tem a ver com quem nos tornamos cada vez que mudamos.

Se considerarmos que mudamos o tempo todo – de modo significativo ou imperceptível, propositadamente ou sem querer, consciente ou inconscientemente – não dá para dizer que somos completamente ‘outro’ a cada mudança. Somos os mesmos e, ainda assim, refeitos.

O que quero dizer, enfim, é que não substituímos o que fomos pelo que nos tornamos a cada mudança. Tudo o que já fomos, ainda somos! Somos as marcas, as cicatrizes e as lembranças de ontem, as ações, as escolhas e o modo como enxergamos o mundo de hoje, e os sonhos, a esperança e as possibilidades de amanhã. E tudo isso é fundamental!

Só que, infelizmente, algumas pessoas tendem a desperdiçar seus dias julgando sua história. Num esforço desgastante e inútil, tentam separar o que foi bom e o que foi ruim. O que foi acerto e o que foi erro. O que foi sucesso e o que foi fracasso. E nesta dinâmica, insistem na fantasia de que é possível ser completamente diferente do que se é. Ou do que se foi.

Penso que o intuito de viver é bem outro. É justamente somar. É exatamente considerar todas as camadas, todos os processos, todas as experiências. É genuinamente acolher a própria biografia com todos os seus ônus e todos os seus bônus. Todos os seus risos e todas as suas lágrimas. Todos os seus gozos e todas as suas dores.

E assim, podendo aprender com o passado, fincar os dois pés e o coração no presente e desenhar o futuro que deseja viver, sugiro que você observe – como se estivesse assistindo ao longa vencedor do Oscar de Melhor Filme – o quão emocionante e essencial foi cada uma de suas tristezas, cada um de seus amores e cada instante em que você decidiu, com todas as suas forças, ser quem você é!

É só isso que pode fazer a vida valer a pena! Ser quem você é! Não apenas uma parte. Não apenas o que é bonito de mostrar. Não só o que foi gostoso de ser. Ser quem você é por inteiro, podendo se levantar agora, de onde você estiver, e traçar um novo enredo para sua história. E que este novo se encaixe no velho e te refaça ainda mais intenso, mais profundo e com mais um broto de vida pra viver! Rosana Braga

É Preciso Coragem

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É preciso coragem, já dizia um amigo meu… Mas coragem para o quê? Eu retruquei. Para tudo…

Hoje fico pensando nesta verdade. Realmente é preciso coragem para se exercer o que se escreve. Para se fazer o que se ensina e para entendermos os revezes da vida.

Sem coragem tudo fica sem sentido porque é muito mais cômodo desistir. É mais tranqüilo buscarmos culpados para as nossas falhas e para os nossos insucessos.

Sim, é preciso coragem.

Sem ela a vida deixa de ser vida, porque não enfrentamos as adversidades de frente. E é com ela, só com ela, nossa amiga adversidade que aprendemos a entender o que fazemos nesta vida e como conseguimos evoluir.

Sim, é preciso coragem.

Sem ela não conseguimos enfrentar a escuridão dos desafios do nosso dia-a-dia. Sem ela não temos forças para abandonar a negritude de nossos pensamentos odiosos. Sem ela jamais iremos desembainhar nossa espada e nem compreender o porquê das mãos que ontem nos aplaudiram e hoje nos atiram pedras.

Sim, é preciso coragem.

Coragem que na realidade é a mãe do desafio e a senhora de nosso sucesso. Coragem que dá vida à vida. Coragem que se antecipa às nossas mudanças e dá “cor” às nossas vitórias.

Sim, é preciso coragem para se dizer não quando se quer dizer não e sim quando nosso coração grita por isso. Só assim conseguiremos ser mais fortes. Únicos e independentes. Ninguém pode nos possuir… É livre-arbítrio a nossa entrega. A posse é matéria, a entrega é o amor.

Sim, é preciso, é necessário coragem para conseguirmos derrotar o nosso maior inimigo – Nós mesmos. E mais ainda, é preciso, é vital muita coragem para vivermos o perdão e aí, somente aí conseguiremos entender o verdadeiro amor.

Finalmente, é preciso coragem para SONHAR, para acreditar que a vida é construída por nós e só nós decretamos o nosso sucesso. Sim, acredite, é assim mesmo.

Sabe por que escolhi escrever isso?

Porque preciso de coragem… Só por isso.  Um dia, sei que será assim. Nos veremos. Beijo na alma.