Comunicação Empresarial

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A Comunicação Empresarial (Organizacional, Corporativa ou Institucional) compreende um conjunto complexo de atividades, ações, estratégias, produtos e processos desenvolvidos para reforçar a imagem de uma empresa ou entidade (sindicato, órgãos governamentais, ONGs, associações, universidades etc) junto aos seus públicos de interesse (consumidores, empregados, formadores de opinião, classe política ou empresarial, acionistas, comunidade acadêmica ou financeira, jornalistas etc) ou junto à opinião pública.

A Comunicação Empresarial tem assumido, nos últimos anos, maior complexidade, tendo em vista a necessidade de trabalhar com diferentes públicos (portanto diferentes conteúdos, discursos ou linguagens), o acirramento da concorrência, a segmentação da mídia e a introdução acelerada das novas tecnologias.

Hoje, exige-se do profissional da área não apenas conhecimentos e habilidades nas práticas profissionais, mas também uma visão abrangente do mercado e do universo dos negócios. Mais do que um simples executor de tarefas (bom redator de releases, bom relacionamento com a mídia, excelente editor de house organ), o profissional de comunicação empresarial deve ser um executivo, um gestor, capaz de planejar, estrategicamente, o esforço de comunicação da empresa ou entidade.

O mercado brasileiro e internacional já dispõe de empresas especializadas na realização deste trabalho e, internamente, as empresas ou entidades também têm experimentado gradativa profissionalização. Hoje, a Comunicação Empresarial já desempenha papel fundamental, definindo-se como estratégica para as organizações, superada a fase anterior, em que suas ações, produtos e profissionais eram vistos como acessórios, descartáveis ao primeiro sinal de crise.

A literatura na área cresce vertiginosamente, com a contribuição de profissionais do mercado e das universidades (a Comunicação Empresarial, em seus múltiplos aspectos, tem, cada vez mais, sido objeto de trabalhos na graduação e na pós-graduação em Comunicação no Brasil). Muitas universidades, como a USP e a UMESP, para só citar duas instituições de ensino tradicionais na área de Comunicação no País, mantêm linhas de pesquisa em Comunicação Empresarial em seus programas de pós-graduação e já contabilizam mais de uma centena de dissertações e teses já defendidas.

Da mesma forma, multiplicam-se os eventos sobre Comunicação Empresarial, destacando-se, dentre outros, os Congressos promovidos pela Comtexto Comunicação e Pesquisa, pela Mega Brasil e pela ABERJE, entidade mais representativa da área. Fonte: ww.comunicacaoempresarial.com.br

Aprimore Suas Habilidades De Bom Ouvinte

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Aprendemos a falar, ler e escrever quando ainda somos crianças, e aprimoramos essas técnicas no decorrer de nossas vidas. Hoje, dentro do ambiente organizacional, percebemos quão importante é treinar e desenvolver de maneira formal tais habilidades.

Acredito que tudo começa quando decidimos aprender a ouvir.
Segundo estudo publicado na Supervisory Management, EUA, as pessoas passam 80% de suas vidas se comunicando. Desse total, 16% são gastos lendo, 9% escrevendo, 30% falando e 45% ouvindo.
A pesquisa ainda comenta o seguinte fato: as duas primeiras atividades são aprendidas na escola e a terceira é ensinada nos primeiros anos de vida. A ouvir ninguém ensina, embora no dia a dia das organizações seja uma atividade tão, ou mais, importante que as outras.

Pode parecer simples, no entanto aprender a ouvir é um processo complexo que exige certos princípios básicos, além de muita prática.
Um bom exemplo disso é uma história que o escritor americano Jeff Davidson colocou em seu livro.

Davidson conta que a primeira vez que percebeu sua deficiência comunicativa foi em uma reunião de negócios.
Segundo ele, um dos participantes tinha o hábito de gravar as conversas mais importantes; todas as vezes que se encontravam, lá estavam sobre a mesa o gravador e as fitas.

Certa vez, quando levou a fita para casa e resolveu ouvi-la, ficou surpreso com a quantidade de idéias preciosas surgidas na reunião das quais já se havia esquecido. Lembra ainda que não fosse pela gravação metade das informações estaria perdida, pois mesmo suas anotações não cobriam tudo que estava registrado naquela fita. Então o escritor passou a se preocupar mais em ouvir.
Descobriu que o melhor momento de registrar por escrito era depois, quando ouvia fita.   Débora Martins

Técnica Agiliza Leitura

Diariamente, 20 milhões de palavras com informações são apresentadas em livros, relatórios, pesquisas, estudos, veículos de comunicação, entre outros. Um leitor é capaz de ler 1.000 palavras por minuto (a média é de 150) e necessitaria de 45 dias para ler tudo, considerando 8 horas diárias de leitura. Tudo isso, só para dar conta de ler o que foi gerado durante 24 horas.

“Apesar de todo avanço tecnológico, pouco se avançou na leitura”, comenta Huaras Duarte, especialista em fotoleitura. Essa técnica, que vem do termo em inglês PhotoReading, permite minimizar drasticamente o tempo de leitura sem perder a capacidade de entendimento das informações recebidas.

“Isso só é possível quando vemos a leitura por outro prisma, através de um paradigma diferente, pois muitos dos problemas que temos com a leitura estão relacionados com a maneira como lemos”, completa Duarte.

Em seu livro “Fotoleitura: o Sistema Whole Mind”, o autor Paul R. Scheele, explica que a base da metodologia de aprendizado da fotoleitura é baseada em cinco passos: preparação; prever; leitura intuitiva; ativação e leitura rápida. Após a preparação, o leitor, para aplicar na prática, deve estar relaxado, escolher um objetivo, estimular o inconsciente e ativar a informação.

Em nossa sociedade atual, o sucesso e a sobrevivência de muitas empresas e indivíduos dependem da capacidade de localizar, analisar e usar a informação de maneira apropriada e rápida. Enquanto a tecnologia não avança a tal ponto que possibilite a personalização do recebimento de informações, os leitores precisam utilizar técnicas, como a fotoleitura, para tentar se adaptar à nova realidade.              Fonte: Portal HSM On-line

Recebendo Feedback

Falando nisto, não é interessante começar com reuniões/treinamentos onde cada colaborador seja ensinado na prática como fazer este feedback, sem agredir o outro?

Um treinamento que pode ser feito da seguinte forma:

1. Inicia-se com teorias sobre mudanças, quebra de paradigmas, comportamento, perfil das pessoas e como identificá-las, forma correta de fornecer feedback, seja escrito ou pessoalmente,  etc.

2.  Parte-se para a prática, onde um colaborador fará o feedback, outro irá receber este feedback e um terceiro irá observar em conjunto com os responsáveis pelo treinamento.

Será muito mais efetivo do que simplesmente falar e dar dicas de feedback, pois desta forma, não ficará só na teoria.

Hoje, eu observo que muitos líderes têm dificuldade em dar feedback, e muitas vezes na hora em que dão este retorno acabam por fazer um momento que deveria ser positivo, em um momento negativo.

É necessário uma balançada na cultura da empresa.

Feedback é uma questão de conscientização. É preciso que as pessoas percebam que as coisas funcionam melhor quando as dificuldades, erros, inconformidades etc… são discutidas e colocadas para solução, de preferência pelo grupo.

É preciso que seja desenvolvida a capacidade de interargir em 360 graus, sem medo de ferir suscetibilidades e principalmente sem medo de errar, pois se aprende muito com os erros.

Esta postura, como toda iniciativa referente a cultura da empresa, precisa ser de cima para baixo. Os gestores precisam estar cientes que as dificuldades precisam ser discutidas e as ações corretivas realizadas. Sem saber como as coisas estão indo isto é impossível.

O feedback vai ser o termômetro disso tudo. Vai ser baseado no retorno que vai ser possílve saber se há necessidade de correção.

Comunicação Empresarial

Comunicação Empresarial (Organizacional, Corporativa ou Institucional) compreende um conjunto complexo de atividades, ações, estratégias, produtos e processos desenvolvidos para reforçar a imagem de uma empresa ou entidade (sindicato, órgãos governamentais, ONGs, associações, universidades etc) junto aos seus públicos de interesse (consumidores, empregados, formadores de opinião, classe política ou empresarial, acionistas, comunidade acadêmica ou financeira, jornalistas etc) ou junto à opinião pública.

A Comunicação Empresarial tem assumido, nos últimos anos, maior complexidade, tendo em vista a necessidade de trabalhar com diferentes públicos (portanto diferentes conteúdos, discursos ou linguagens), o acirramento da concorrência, a segmentação da mídia e a introdução acelerada das novas tecnologias.

Hoje, exige-se do profissional da área não apenas conhecimentos e habilidades nas práticas profissionais, mas também uma visão abrangente do mercado e do universo dos negócios. Mais do que um simples executor de tarefas (bom redator de releases, bom relacionamento com a mídia, excelente editor de house organ), o profissional de comunicação empresarial deve ser um executivo, um gestor, capaz de planejar, estrategicamente, o esforço de comunicação da empresa ou entidade.

O mercado brasileiro e internacional já dispõe de empresas especializadas na realização deste trabalho e, internamente, as empresas ou entidades também têm experimentado gradativa profissionalização. Hoje, a Comunicação Empresarial já desempenha papel fundamental, definindo-se como estratégica para as organizações, superada a fase anterior, em que suas ações, produtos e profissionais eram vistos como acessórios, descartáveis ao primeiro sinal de crise.

A literatura na área cresce vertiginosamente, com a contribuição de profissionais do mercado e das universidades (a Comunicação Empresarial, em seus múltiplos aspectos, tem, cada vez mais, sido objeto de trabalhos na graduação e na pós-graduação em Comunicação no Brasil). Muitas universidades, como a USP e a UMESP, para só citar duas instituições de ensino tradicionais na área de Comunicação no País, mantêm linhas de pesquisa em Comunicação Empresarial em seus programas de pós-graduação e já contabilizam mais de uma centena de dissertações e teses já defendidas.

Da mesma forma, multiplicam-se os eventos sobre Comunicação Empresarial, destacando-se, dentre outros, os Congressos promovidos pela Comtexto Comunicação e Pesquisa, pela Mega Brasil e pela ABERJE, entidade mais representativa da área.

A Probabilidade De Mentir Através Do E-Mail É Maior Que Utilizando Papel E Caneta

A partir de 1994 o e-mail começou a ser usado no ambiente de trabalho. As vantagens do correio eletrônico na comunicação entre as empresas vão desde o baixo custo, a agilidade no tempo médio de resposta em relação à mala-direta tradicional, a fidelização de marcas e clientes até se configurar como uma ferramenta eficaz como ação da estratégia de comunicação. Muitos acreditam que sua criação só veio a acrescentar para as empresas. Porém, dois estudos feitos por um grupo de pesquisadores norte-americanos provaram que não é bem assim.

Segundo as pesquisas, ficou comprovado que mentir pela internet é mais fácil, principalmente quando o destinatário não possui nenhuma relação de familiaridade com o remetente. A metodologia utilizada pelos pesquisadores é baseada na repartição de dinheiro entre duas pessoas.

No primeiro trabalho, os autores distribuíram US$ 89 para cada um de 48 estudantes de MBA. Cada estudante tinha como tarefa dividir o montante entre ele e um colega fictício. No experimento, esse colega sabia que o total estava entre US$ 5 e US$ 100 dólares e aceitaria o dinheiro recebido, não importando o valor.

Aos voluntários foi pedido que usassem e-mail ou papel e caneta para comunicar o valor total e quanto o colega receberia. Os estudantes que escreveram mensagens em papel mentiram sobre o total em 64% dos casos, contra 92% daqueles que preferiram usar o correio eletrônico.

O grupo que usou e-mail distribuiu em média US$ 29 de um total médio que ficou em US$ 56 (dos reais US$ 89). Os estudantes que usaram papel e caneta foram mais amigáveis: distribuíram em média US$ 34 de um total que disseram ser de US$ 67.

Para tentar entender se o senso de identidade compartilhado reduz a propensão à mentira, os pesquisadores fizeram outro estudo, dessa vez com 69 estudantes. Verificou-se que dessa forma erma menores as suas mentiras. Mas, ainda assim, eles continuaram faltando com a verdade.

“Os resultados são consistentes com outro estudo que fizemos, o qual indicou que a comunicação por e-mail diminui a confiança e a cooperação em grupos de trabalho, ao mesmo tempo que aumenta a negatividade em avaliações de performance. As pessoas se sentem mais justificadas em agir de modo egoísta ao digitar, em comparação com quando têm que escrever algo em papel”, afirma uma das autoras da pesquisa, Terri Kurtzberg, professora da Universidade Rutgers.               Da redação: www.administradores.com.br

Dicas Para Escrever Bem

1.Vc. deve evitar ao máx. abrev. etc.

2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. “não se esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.

5. Evite lugares comuns assim como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8. Chute o balde no emprego de gírias, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?

9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.

10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.

11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo Paulo, “quem cita os outros não tem idéias próprias”.

13. Frases incompletas podem causar

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.

15. Seja mais ou menos específico.

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

17. A voz passiva deve ser evitada.

18. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

20. Conforme recomenda a A.G.O.P , nunca use siglas desconhecidas.

21. Exagerar é 100 bilhões de vezes pior que a moderação.

22. Evite mesóclises. Repita comigo: “Mesóclises, evitá-las-ei!”

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

24. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!

25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.

27. Seja incisivo e coerente, ou não.

28. Não fique escrevendo no gerúndio. Você vai deixando seu texto pobre – causando ambigüidade – e esquisito, ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo.

29. Outra barbaridade que tu também deves evitar é usar muitas expressões que acabem denunciando a região onde tu moras, tchê!

Comunicação – A importância de se relacionar bem

Pesquisa indica que o principal motivo de uma demissão é a falta de um bom relacionamento entre o profissional e o superior. Não basta um currículo excelente se você não souber cuidar dos relacionamentos
Ter uma sólida posição como executivo numa boa empresa e ter sucesso na carreira depende de vários fatores objetivos e evidentes que você desenvolve em sua vida pessoal. Aprender inglês, ter mestrado, ser um colaborador dedicado, ser envolvido com sua área, aceitar trabalhar com remuneração variável – são alguns exemplos de fatores que influenciam imensamente sua trajetória profissional.

Mas toda carreira tem alguns outros fatores menos objetivos e menos evidentes que são absolutamente decisivos: são como limites que não podem ser ultrapassados. É muito importante que você, como executivo, entenda estes limites.

Numa pesquisa realizada pelo Grupo Catho, sob o título ´A contratação, a demissão e a carreira do executivo brasileiro´, feita com 9.174 executivos, ficou evidenciado que a principal razão para demissão é a falta de um bom relacionamento entre o executivo e seu chefe. Essa é uma limitação na carreira.

Você precisa se relacionar bem com seu chefe! Em hipótese nenhuma você pode arrumar briga com ele! E não o incomode! Este é um dos limites que você tem que compreender e respeitar.

Você pode ser um dos melhores profissionais que existe no mercado de trabalho, porém, se você agride seu chefe ou briga com ele, você estará fora! Esta, com certeza, é uma espécie de limite primário.

Também há limites secundários, que, apesar de ditos secundários, você não pode ultrapassá-los sem correr alto risco. Na mesma pesquisa foi constatado que a sexta razão para um funcionário ser mandado embora é porque ele não se relaciona bem com as outras pessoas do seu ambiente de trabalho.

A política da boa vizinhança com os colegas de trabalho é imprescindível para compor um quadro positivo do seu desempenho global.

No dia em que você se levanta de mau humor e dá uma bronca num subordinado, trata mal ou responde de maneira errada a um colega, pode ter certeza que isso vai voltar para você na forma de um enorme prejuízo. É questão de tempo.

Em resumo, para desenvolver sua carreira profissional, não basta ser pró-ativo, falar duas línguas com fluência, ser pós-graduado, aceitar o risco da taxa de sucesso na remuneração, ser um workarolic e se dedicar à permanente atualização.

Precisa também cuidar, com enorme atenção e carinho, do relacionamento com o seu chefe, com seus colegas de trabalho e com seus subordinados.

Vírgula pode ser uma pausa… ou não.

Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

Se O Homem Soubesse O Valor Que Tem A Mulher Andaria De Quatro À Sua
Procura.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua
informação.

Celular: Angústia e Ansiedade?

Os meios de comunicação de hoje em dia retratam em si o imediatismo da época em que vivemos. Não apenas a comunicação, mas a comunicação quase instantânea. O que de pronto já oferece um dado relevante, que é a ideia de estar sempre acessível ou ter constante acesso com outros seres humanos.

O celular, por excelência, representa esta quase compulsão do homem moderno. Talvez indique algum traço da solidão, que o indivíduo sente em seu interior, mas que não se apercebe, pois, atropeladamente, busca um modo de ignorá-la. E ao fazê-lo, perde qualquer possibilidade de conscientizar-se dela, e, consequentemente, de fazer algo a respeito.

Talvez o celular externe em última análise, certa prepotência, própria do ser humano, ao considerar-se indispensável, e, portanto com a legítima necessidade de que a qualquer momento o encontrem e ele possa encontrar também a quem desejar. Certo toque de poder, que o leva a sentir-se seguro.

Parece-me que estes traços, apresentados em roupagens justificáveis, baseiam-se na angústia e ansiedade que dominam, em alguma medida, o ser humano. O homem hoje, via de regra, se sente à deriva em meio às incertezas e violência que caracterizam a sociedade em que vive.

Sua consciência não sabe aquietar-se, não se sente confortável no silêncio interior, provavelmente porque perdeu o hábito de estar consigo mesmo. O Homem moderno é afoito, apressado, ansioso e nem sempre se dá conta deste fato. Distrai-se com tudo que é exterior e que, aparentemente, ocupe sua mente e dê a ele e aos que o rodeia, a ilusão de estar ocupado, de ter prestígio, de ser importante. Enfim, me parece que neste aspecto, mais uma vez o homem é vitima dele mesmo, e como tal, permanece mergulhado na ilusão, dando cada vez mais importância a tudo que lhe distraia a mente, e o distancie de seu ponto central, do seu eu mais profundo.

Não desejo criticar o uso em si do celular, pois é óbvio que tem suas vantagens e independente do que possamos pensar, ele é parte integrante da vida atual, e como tal deve ser utilizado. Talvez a questão não seja o uso do celular, mas o poder que ele pode exercer na vida das pessoas, a dependência que pode criar. Como tudo, não são as coisas que nos fazem mal, mas somos nós que fazemos mal às coisas. Essa idéia permeia diversas filosofias, e há que se levar em consideração a sabedoria dos que se dedicaram a buscar o sentido das coisas para melhorar a qualidade de vida do ser humano.

Cabe aqui um convite à reflexão, ao questionamento frente às novidades que surgem em nossa rotina. Mudanças saudáveis e que nos proporcionam conforto e maior destreza, mas que exigem de nós algo mais. Precisamos descobrir se estamos dispostos a pagar o preço ou não. E, acima de tudo, a possibilidade de se usufruir toda modernidade, sem dela nos tornarmos escravos.

A idéia que um grande homem sugeriu: “estar no mundo, mas a ele não pertencer” vale toda atenção que pudermos dar a ela.

Faço uma rápida alusão, uma quase brincadeira, na busca do entendimento das variáveis que interferem na conduta cotidiana do ser humano.

Ocorre-me então pensar sobre a Religião. Religião é Re ligação, reencontrar a unidade que se pressente, fazer parte. O celular poderia ser considerado um símbolo, bastante discutível, mas nem por isso descartável, desta possibilidade de unir-se ao todo. Mas é preciso cuidado, ou nos tornaremos vitimas de nosso próprio mal entendido. Muitas vezes a modernidade causa mais ansiedade, escraviza e até certo ponto, isola, tornando o homem compulsivo e impaciente. Faz, muitas vezes, perder o senso comum mais elementar, e o leva a excessos, e como tal, a prejuízos maiores do que ganhos.

Podemos afirmar, portanto, que tudo que possuímos não é bom ou ruim. O modo como utilizamos, a forma com que nos relacionamos com as coisas é que determina se o resultado será positivo ou negativo.

Fica o convite para cada um refletir sobre o assunto, que embora pareça tão prosaico, e tolo, pode abrigar em suas dobras, pistas bastante conclusivas na arte de se conhecer.                    Priscila de Loureiro Coelho – Gestão de Pessoas