Apareça Na Busca

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Os sites que cadastram currículos funcionam como o Google. Ou seja, você precisa aparecer entre os primeiros resultados da busca. O ideal é ficar entre os 20 candidatos da pesquisa. Na Curriculum.com.br, site de hospedagem de CVs, 86% das buscas são feitas por profissões e cargos e 54%, por idade. Para aumentar suas chances quando fizer seu currículo na Internet, em sites de hospedagem como Monster, Manager, Curriculum.com.br ou Catho, preste atenção às seguintes recomendações:

1- Preencha todos os campos. Inclusive a carta de apresentaçao pessoal, caso exista esse espaço. Os bancos de dados online colocam os documentos completamente preenchidos em melhor posiçao.

2- Como a maioria das buscas é feita por cargos e profissões, liste todos os sinônimos e ocupações compatíveis com a sua. Exemplo: se você é economista, pode perder a chance de ser entrevistado para uma vaga interessante caso a busca seja realizada por “gerente financeiro”. Não economize nesse item.

3- Atualize a data da edição do seu CV regularmente. Currículos que permanecem muito tempo inativos são preteridos pelo mecanismo de busca. Atualize o seu documento sempre – nem que seja apenas para deixar a data de edição em dia.

4- Revise o seu curículo. Erros de português prejudicam muito a apresentação de um candidato. O mesmo vale para problemas de layout.

5- Evite mencionar pretensão salarial. Isso pode fazer com que você nem chegue a uma entrevista. O melhor, nesse caso, é negociar diretamente com quem irá contratá-lo, de preferência depois da entrevista.

6- Caso exista um espaço para uma auto-avaliação e apresentação livre, aproveite. A chance é boa para que a empresa lhe conheça melhor, identifique seu estilo profissional e suas características. Não subestime esse campo.

José Eduardo Costa

A Carreira É Sua

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Não existem regras prontas para o sucesso, pois o que se aplica a uma pessoa não se aplica a outra. Como um bom chef de cozinha, cada um precisa criar sua própria receita, seus ingredientes e sua maneira de fazer.

Independente de suas convicções e crenças, pode ter uma grande certeza em sua vida: a carreira é sua! Não, não tem jeito! Grande parte da responsabilidade é toda sua, então nada de lamentações, mas sim ações. Leia e reflita:

» Nada de paternalismo – Nós, brasileiros, temos um paternalismo muito forte arraigado em nossa cultura. A culpa é sempre do governo, da sogra, do chefe. Estamos sempre à espera de um super-homem que vai arrumar o país, nos trazer o progresso. Chega dessa história! John F. Kennedy, ex-presidente dos EUA, dizia: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”. Não espere que sua carreira decole graças a uma política econômica ou pela sorte de ter um chefe iluminado. Crie e seja dono do seu próprio destino, tenha as rédeas de sua carreira. É o melhor presente que você pode se dar.

» Cuidado com suas escolhas – O tempo todo, consciente ou inconscientemente, fazemos escolhas. Algumas fúteis, sem importância; outras de maior relevância. O simples fato de não querer ou de não fazer escolhas já é uma escolha. Mas não se esqueça de que você é o maior responsável pelas suas escolhas. Fique atento às suas opções, perceba se estão trazendo a você benefícios e resultados. Sua carreira está da maneira que está devido às suas escolhas, é claro que existem coisas que não temos controle e não podemos influenciar, como uma recessão mundial ou alguma circunstância de força maior. Mas boa parte de sua carreira, volto a afirmar, está assim devido às escolhas que você fez no decorrer de sua vida.

» Crie um círculo virtuoso – Coisas ruins também acontecem com pessoas boas e não há como evitar as más fases da sua vida. Mas podemos, em vez, de ficar nos lamentando usar essa energia para algo produtivo. Sugiro que você crie hábitos positivos e virtuosos. Que tal ler pelo menos 20 páginas de um livro qualquer quase todos os dias ou fazer 30 minutos de caminhada três vezes na semana. Ler uma história para o filho no mínimo duas vezes na semana, levar sempre que puder uma cesta básica na igreja, preparar uma comidinha bem gostosa para o amor de sua vida pelo menos uma vez por mês, os exemplos são infinitos. Pequenos atos que quando viram hábito tornam a nossa vida mais gostosa. Com sentimento de felicidade produzimos muito mais, vale a pena praticar atos virtuosos regularmente. Eu não trabalho no Ministério da Saúde, mas recomendo.

» Aposte em você – Quem não gosta de fazer uma fezinha na Mega-Sena de vez em quando? Já que, às vezes, gostamos de apostar, sugiro que faça uma aposta em você. Aposte nos seus talentos, na sua capacidade de realização, na sua criatividade. Dê uma chance a si e não seja seu maior inimigo, mas seu melhor amigo. Cuidado com seu grau de auto-exigência, aprenda a rir de seus erros e lembre-se sempre de que você não precisa saber e fazer tudo. Compartilhe seus sentimentos, tente implantar suas idéias e não as deixe somente no papel. Criatividade tem a ver com implantação e não só com projetos e mais projetos. Uma idéia só é válida quando implementada.

» Somos seres interdependentes – Acredite e fortaleça sua equipe. Ninguém faz nada sozinho, é muito importante estar ciente de que dependemos uns dos outros. Pode parecer bobagem, mas ainda nas empresas encontro feudos. Diretores, gerentes ou chefes que como reis acreditam que seus colaboradores são como súditos, prontos a atender todos os seus desejos e que estão a sua disposição a qualquer hora. Carreira tem a ver com gestão de relacionamentos. O maior diferencial de seu sucesso corporativo está na sua capacidade de gerir seus relacionamentos. Manter uma relação ganha-ganha, criar uma imagem positiva, ser um profissional que inspire confiança e que agregue valor ao ambiente. Sempre que puder contribua com o desenvolvimento das pessoas e acredite que tudo tem um retorno, quanto mais você dá, mais você receberá. Essa é uma das leis do universo que se aplicam perfeitamente no mundo corporativo e que eu espero sinceramente que você faça um bom uso dela.

Paulo Araújo

Mulheres Executivas Ganham Mercado, Mas Ainda Perdem Com A Desigualdade Salarial

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Por mais que a nossa sociedade promova a idéia de direitos e oportunidades iguais para homens e mulheres, em geral elas ainda enfrentam obstáculos maiores do que eles para avançarem em suas carreiras. Não somente a tão famosa dupla jornada feminina é um problema, mas também a diferença salarial entre os sexos.

Dados do IBGE deste ano apontam que, apesar do crescimento de 11,3% na renda da população entre 2003 e 2008, as mulheres receberam 70% do salário dos homens em todas as regiões do país. Ainda no começo de 2009, o caso de Lilly Ledbetter, trabalhora norte-americana que por 15 anos ganhou 40% a menos que um homem ocupante do mesmo cargo em sua empresa, ganhou visibilidade. E foi a partir de sua denúncia que o recém-eleito presidente Barack Obama assinou, em 29 de de janeiro, a Lei de Igualdade, que prevê o mesmo salário para homens e mulheres.

Sendo assim, fica claro que o problema da distinção salarial entre os sexos não é exclusivo do Brasil, a diferença é que aqui uma medida na dimensão da americana ainda não foi tomada. Ano após ano vemos órgãos de pesquisa lançarem números que mostram quão injusto é o mercado de trabalho para a mulher, mas, por outro lado, de 1976 a 2002 o número de trabalhoras teve um acréscimo de 25 milhões, segundo o IBGE.

Nos Estados Unidos, a ONG Catalyst, que tem como objetivo acompanhar os avanços femininos no mercado de trabalho, divulgou em outubro de 2007 uma pesquisa que analisou a chefia das 500 maiores empresas listadas pela revista Fortune. Segundo o estudo, as organizações que tinham uma maior representação das mulheres na direção conseguiram também uma melhor performance em relação àquelas com menor proporcionalidade do sexo feminino. No quesito “Retorno sobre Investimentos”, por exemplo, as companhias que apostaram nelas tiveram um resultado 66% mais positivo do que as que contavam com menos mulheres no comando.

Qualidades femininas como flexibilidade, paciência, e até mesmo a intuição, garantem, ao meu ver, os resultados positivos encontrados na pesquisa da ONG. A mulher, principalmente a que trabalha fora, é casada e tem filhos, consegue desenvolver uma capacidade incrível de liderança. Em casa, mesmo com pouco tempo, muitas conseguem ser as chefes, afinal, algumas responsabilidades, como ajudar o filho nas tarefas da escola e se preocupar com a organização, ainda são delas. Capazes de por em ordem um lar, facilmente conseguem levar para a empresa essa pró-atividade.

Outra característica que admiro no sexo feminino é o dom que elas tem de conseguir resolver mais de uma coisa ao mesmo tempo. Credito isso principalmente à dupla jornada, porque mesmo quando estão no trabalho não podem se desligar por completo da família, e nem devem. Contudo, é necessário que as responsabilidades ligadas ao lar não recaiam somente sobre a mulher, por mais forte que elas possam ser. Com certeza uma atividade compartilhada por marido e esposa fará com que nenhum dos dois fique sobrecarregado ou exausto.

Por parte das empresas, os números divulgados pesquisados pela ONG Catalyst, mesmo que referentes a outro país, não deixam dúvidas de que apostar em executivas pode ser vantajoso para o sucesso da companhia. Dessa forma, entendo que o caminho é abrir espaço para que talentos femininos possam crescer profissionalmente, reconhecendo que para isso um salário igual entre ambos os sexos é fundamental e serve como estímulo.

Renato Grinberg é diretor Geral da Trabalhando.com.br e especialista em mercado de trabalho. É pós-graduado na UCLA (University of California, Los Angeles) com MBA pela University of Southern California, Marshall School of Business (USC).

Alguns Perigosos Comportamentos Corporativos

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Nas empresas mais avançadas gerencialmente, já se fala muito em clima e cultura. A cultura é “o caldo” que se forma a partir de atitudes e comportamentos dos proprietários e altos gestores, desde sua fundação.   Ao visitar uma empresa você poderá ver nas paredes e salas símbolos da cultura, que vão desde mapas envelhecidos, grampeadores com dezenas de anos de uso, máquinas velhas encostadas em algum canto como relíquia por ser a primeira da empresa…até ambientes mais “clean e modernos” com esculturas, iluminação e outros adereços….

As coisas que se vê no ambiente físico permitem ter uma ideia de como é o “jeitão da empresa”….se é conservadora, tradicional, formal, moderna….O clima é a “temperatura” do ambiente, conforme reflexos que a empresa esteja sofrendo em função do mercado e dos gestores. Se ao chegar a recepcionista te disser…”cuidado, que a coisa hoje tá azeda”, significa que as pessoas que estão criando esse clima não desligam seu “botão deixa prá lá”, quando chegam ao trabalho…”espalhando o terror”, como se diz na rádio peão.

Quando ocorrem fusões ou incorporações de empresas, normalmente profissionais são contratados para realizar um “ajuste cultural”, da antiga cultura de quem foi incorporado, para a nova cultura. E tratam o clima também, para recomeçar de forma mais harmoniosa e produtiva.   No Brasil, as grandes incorporações e fusões passaram por esse processo com profissionais que trataram o tema.     O clima exige um trabalho de RH e T&D, focando emoções, mudanças de paradigmas, absorção de novos conceitos e metodologias, tratar os sentimentos, mudar comportamentos.   O próprio autor atuou num projeto de 33 meses na Petrobrás, em que um dos focos era clima e cultura, com dezenas de eventos e mais de 2.800 pessoas treinadas e envolvidas.

Nesse foco, vamos tratar de alguns perigosos comportamentos corporativos, que influenciam o clima e cultura empresarial e por consequência os resultados das empresas.

Criar Feudos Corporativos,

Atuar de forma a criar Ilhas dentro das empresas, que se transformam em arquipélagos, quebrando a comunicação, interação, troca de energias e por efeito disso tudo, toda a possível sinergia que poderia ser obtida se todos planejassem resultados juntos, atuassem juntos passo a passo, em busca do resultado coletivo da organização……Esse aqui é “peixinho do homem”, é uma frase sussurrada em corredores ou até fora da corporação……Os empreendedores (criadores do negócio) e empresários (gestores do negócio), que adotarem esse comportamento para ter ao lado seus “mosqueteiros”, ou “escudeiros do rei”, podem se dar mal a médio e longo prazo, porque irão contaminar toda a cultura e criar um clima de “fervura constante” dentro de suas empresas. Nossa resposta é que trabalhem com organização das funções, definir bem as responsabilidades e autonomia, para que as pessoas possam se desenvolver pela competência e não pelo grau de “adulação ao patrão”.

Passar Por Cima Dos Níveis Hierárquicos

Por falta de crescimento pessoal, seja por formação, hábitos culturais, sociais e familiares, muitos donos de empresas ainda estão habituados a dar ordens, pedir realização de atividades diretamente aos subordinados de uma gerência ou outro gestor abaixo da sua posição……quebrando a hierarquia definida pelo organograma da empresa, mesmo que de maneira informal.. Essa atitude vai criar nas pessoas um posicionamento de defesa para se manter nos empregos…..e aí,…. “atendo primeiro o dono da empresa, o filho do dono, ou o meu chefe,… meu superior na empresa ?……Esse tipo de dúvida não vai ajudar nos resultados e sim atravancar os mesmos, atrasar decisões, misturar autoridades, conturbar o ambiente. Começar pela revisão do organograma é um bom caminho. E respeitá-lo, uma boa decisão.

Estimular A Fofoca Corporativa,

O autor tomou contato com um caso desses há algum tempo, o dono do negócio tinha o hábito de estimular a fofoca, para ficar sabendo de tudo nos bastidores, através dos escudeiros do rei.

Ele criou diferenciais de tratamento e atenção dentro dos grupos, sendo aparentemente amigo de todos, mas de forma particular tratando alguns como mais íntimos ainda, patrocinando cursos, eventos e trazendo-os para o grupo dos ESCUDEIROS DO REI.

Esse comportamento vai criar um sentimento de inveja e raiva ao mesmo tempo entre pessoas da organização, mensageiros que levam as informações ao REI, assim que caem na rede interna, mais rapidamente que a rádio peão.

Na verdade o ambiente interno dessa empresa é instável, porque as pessoas suportam a pressão da autoridade, clima e cultura, em nome do trabalho, mas pessoalmente tem suas queixas.   É um erro muito grave esse tipo de comportamento nos dias de hoje, de comunicação “vap-vupt”, “redes sociais bombando”, pessoas conectadas o tempo todo.

Ficar Em Cima Do Muro

Nos processos de decisão nos quais são importantes as manifestações e apoio de todos para que as soluções sejam colocadas em prática, um membro do grupo, seja familiar ou não, não se manifesta, coloca-se em cima do muro e os demais, por receio de contrariá-lo, vão adiando as decisões e consequentes soluções, prejudicando a empresa com isso….

Ora, vamos pensar…..se existe uma situação problema que precisa ser resolvida, uma decisão adiada, postergada vai fazer com que prejuízos da operação sejam maiores, que ela deixe de ganhar espaço no mercado, de ocupar novos nichos que poderiam ser atingidos se todos no grupo decidissem em conjunto……Aos envolvidos, cabe refletir, que se um acusar o outro e todos culparem os demais, ninguém tem razão, todos estão errados. É o que ocorre nas brigas entre casais ou pessoas comuns, quando dois se acusam mutuamente, ambos estão errados. E aquele que está em cima do muro e tenha poder de fazer alguma coisa para melhorar uma situação similar, que desça do muro e cumpra seu papel !   É como o treinador de futebol, que não decide a troca do jogador que foi mal no primeiro tempo.   O general, que não decide que lado apoiar na batalha.

Não Confiar Nas Equipes E Pessoas Da Empresa

Mantendo um clima de vigilância constante e estanque em todos os departamentos, onde as informações de um setor não são compartilhadas pelos seguintes no processo de gestão, onde até os e-mails corporativos usados pelos colaboradores tem suas senhas mantidas pelo empreendedor e os usuários não tem acesso, processos ainda existentes em alguns negócios, pelo natureza desconfiada dos proprietários com medo de serem roubados……

Há alguns anos em Mirassol, o autor teve contato com um empresário que passava parte dos finais de semana, vendo as fitas gravadas na produção, para ver se descobria alguém roubando sua fábrica……Moral, quebrou….

Ora, ter pessoas na organização é abrir espaço para que cresçam, desenvolvam eu potencial profissional e isso não ocorre sem treinamento, capacitação. Isso vai levar ao processo de delegação, que poderá conduzir à meritocracia, caso se visualize que é melhor pagar algum benefício pelos resultados acima do esperado do que empacar em patamares que não levam os negócios a ganhar “share” (fatia maior), no mercado……É preciso confiar nas lideranças nomeadas para cada cargo na empresa. E dar a elas a responsabilidade de gerenciar as pessoas, processos e resultados. Dar metas e cobrar.

Autor: Prof.João Mariano de Almeida, administrador de empresas, com pós em RH e mestrando em Gestão de Negócios, atuando desde 1981, em T&D (para formar e reciclar lideranças) e produtividade pessoal (redução dos ciclos das atividades).   Também desenvolve Projetos de Melhorias dos Resultados (PMR),focando marketing-vendas, compras-estoques, produtividade-processos, redução de custos-desperdícios, nas empresas familiares. Em RH, forma multiplicadores nos processos de avaliar desempenho-rever funções-atividades-responsabilidades-autonomia. É autor do kit de áudiolivros “As 10 Dicas para o Sucesso da Empresa Familiar”.

Quanto Vale o Capital Intelectual de sua empresa? Ou o seu próprio Capital Intelectual?

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A palavra capital, em sua origem mais remota, vem do radical indo-europeu kap, “cabeça”, daí a idéia de “principal” que ela desperta. Com efeito, no mundo dos negócios, o capital é o principal, uma vez que um empreendimento é o emprego de capital para torná-lo produtivo. O lucro é a remuneração do risco do investimento. O empreendedor corre esse risco e só perde se o capital intelectual for pequeno.

Entre o capital empregado e os produtos e serviços gerados está a função gerencial em que se inclui o capital intelectual. À função gerencial compete tornar produtivos bens e serviços. Gerir e gerar são dois verbos irmãos.

O dicionário define capital como “riqueza, com dinheiro ou propriedade, usada ou acumulada em negócios por indivíduos, sociedades ou empresas”. Diz também que é todo bem econômico aplicado à produção. Ainda mais: diz que é toda riqueza capaz de produzir renda. Mas essa é uma conceituação antiga, pois hoje, com a evolução da perspicácia e sagacidade do empreendedor, inclui-se no capital da empresa insumos invisíveis como a inteligência, a criatividade, o conhecimento, a intuição, que está relacionada ao feeling . É mesmo de estranhar que não se tenha, desde logo, incluído na definição de capital justamente aquilo que vai gerar a riqueza material: o capital intelectual. Assim, hoje em dia, a definição de capital deve ser: “riqueza, com insumos invisíveis como inteligência, criatividade, conhecimento acumulados por indivíduos, por meio de livros, cursos, congressos, seminários, vivências, dinâmicos encontros para troca de experiências, dinheiro ou propriedade, usada ou acumulada em negócios, por indivíduos, sociedades ou empresas”.

Até aqui, quando se enumeravam os bens que constituem o capital de uma empresa, só a parte material era mencionada, embora, o capital intelectual dessa empresa fosse o mais valioso, pois toda empresa de sucesso deve seu resultado ao talento de seus recursos humanos. E talento pode ser treinado. Qualquer coisa, antes de se tornar um bem, foi antes uma idéia implementada pelo capital intelectual.

É mais fácil mencionar os bens que se podem ver, de maneira direta, enquanto o capital intelectual tem que ser medido indiretamente por meio de resultados conseguidos com a ajuda de cursos que a pessoa tenha feito, de seminários de que tenha participado, de palestras a que tenha assistido, de congressos a que tenha ido etc. A Universidade, em sua função de ensino, mede seu capital intelectual pela produção acadêmica: livros, artigos, palestras, participações em congressos, encontros, jornadas, artigos escritos, seminários, reuniões etc. A empresa deve medir seu capital intelectual pelos resultados apresentados.

A empresa não está interessada na inteligência pela inteligência, ou na criatividade pela criatividade, mas sim no que a inteligência e a criatividade do pessoal de sua empresa podem realizar para ela, com reflexos sociais.

Todos os bens que existem foram extraídos – e continuam sendo – da Terra e transformados em riqueza pelo capital intelectual.

Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia

Falar Sem Medo E Culpa

Falar Sem Medo E CulpaAs empresas atualmente têm muitos desafios, ainda mais em um momento de mudanças de cenários tão significativos e vertiginosos. Um desses desafios é ter seus colaboradores devidamente preparados e capacitados em uma das principais competências do profissional moderno – a comunicação, notadamente a comunicação verbal.
O papel do colaborador é justamente participar do “time” e se relacionar com os outros na empresa. E ele precisa saber como, afinal, manter uma relação de convivência diária com seus colegas de trabalho, já que um bom relacionamento interno é um fator estratégico para seu sucesso profissional e para o sucesso da empresa.
Conhecer a si mesmo é a primeira etapa de uma vida equilibrada, e por consequência, de uma comunicação eficiente. É preciso fazer uma reflexão profunda de como é a nossa interação com o mundo e conosco: a forma de interpretar fatos, de compreender o próximo, de adquirir o conhecimento, de tratar as pessoas.
Pensando no processo de comunicação, quando falamos, achamos que o outro está recebendo a nossa mensagem sem interpretação pessoal; entretanto, esquecemos que o nosso interlocutor adiciona significados. Ele reelabora o que apresentamos, baseado nas suas experiências e referências. Além das palavras, usamos a linguagem não verbal, gestos e expressões para transmitir sentimentos, ideias, intuições, valores e crenças pessoais. Nossa comunicação verbal e não verbal é a representação do nosso mundo interior interagindo com o exterior, que se confronta com a representação do mundo do nosso interlocutor.
No contexto de uma empresa, cada pessoa precisa avaliar seu relacionamento com os funcionários de diferentes setores da companhia: saber lidar com a gerência, a diretoria e os mais diversos departamentos, muitas vezes envolvendo fornecedores e parceiros. Ser um profissional proativo, comunicativo e perspicaz vai ajudar a evitar os sete pecados capitais ao se comunicar no trabalho. Eles foram inspirados nos sete pecados capitais e nas suas respectivas contrapartidas, as sete virtudes sagradas. Classificados por São Tomás de Aquino (1225-1274), os mais conhecidos são: gula, luxúria, avareza, ira, inveja, soberba, vaidade, preguiça, mentira, arrogância, calúnia, adultério, roubo, orgulho, ódio.
E se durante a Idade Média o indivíduo era condenado ao cometer uma falha, hoje em dia o ser humano é visto como multidimensional e em constante evolução. Todos cometemos erros, porém, o que não devemos é permanecer neles. Na vida moderna, parte do avanço conquistado vem do aprendizado proporcionado pelas vivências e treinamentos corporativos. Durante a carreira profissional, e no decorrer da vida, é essencial observar quais pecados de comunicação são cometidos e o que fazer para evitá-los:
Apatia
Ela reflete o desconhecimento das características do público-alvo. De nada adianta ter o domínio da forma e do conteúdo se a fala é sem “alma”, sem sensibilidade e sem conexão com a audiência. O contrário da apatia é a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o seu nível sociocultural, temperamento e momento psicológico. Ser empático é ser generoso com o outro, ao contrário da avareza, o querer tudo para si. Com a voz serena, mas firme, podem-se articular palavras com calma, confiança, polidez e respeitabilidade, tornando a comunicação atraente.
Insegurança
A falta de informação, de conhecimento sobre uma situação ou um tema, pouco ou nenhum conteúdo evidenciam a ausência de assertividade. Pessoas inseguras geralmente se comportam de maneira agressiva, para causar medo e intimidação. Expressam autoridade com rispidez. Essa imposição encobre o receio das suas próprias fragilidades. Ser assertivo é ter autoconhecimento. Quem se conhece verdadeiramente pode se observar “de fora”. Possui uma consciência de si tão sensível que pode observar a própria atuação durante as relações interpessoais. Detém o controle de seus atos, seus gestos e suas palavras. A comunicação interpessoal é o reflexo da comunicação intrapessoal. Ao dominar as ações e o discurso, cultiva-se o equilíbrio interior, e certamente os reflexos na comunicação interpessoal serão positivos. Uma pessoa assertiva quer defender seus direitos e ideias e, ao mesmo tempo, procura aceitar os dos demais. Ela é firme, confiante, respeitosa, é, afinal, controlada. Quem mantém um comportamento assertivo é alguém emocionalmente inteligente e maduro e com certeza tem um destino destacado no futuro: o sucesso.

Impaciência
Um dos grandes obstáculos ao aprendizado e à boa convivência. Pouca clareza e nenhuma empatia tornam a comunicação quase uma obrigação em vez de ser uma ação prazerosa e envolvente. Quando se é impaciente, sobra pouco ou quase nada a ensinar e não há espaço para a observação e o intercâmbio de informações. Uma postura sábia requer dar o tempo de maturação necessário aos acontecimentos e também tomar decisões firmes de forma serena, sem atropelos. No contexto corporativo, os profissionais – que são, sobretudo, seres humanos, com todas as suas imperfeições e singularidades intrínsecas – se inserem em uma dinâmica empresarial e têm de lidar com conflitos provocados pelo atrito de suas diferenças. Ninguém é melhor do que ninguém a priori: só é possível avaliar uma proposta ou uma opinião como “a melhor”, ou mais adequada, com base no diálogo e na consideração e respeito pelos outros.
Incoerência
Discrepância, falta de lógica, inconsequência. É a diferença entre falar, defender uma ideia, valores ou posição e não seguir os discursos e as ideias apregoados. Durante uma exposição, não encadear os assuntos dando uma sequência pertinente e complementar, defendendo um ponto de vista para em outro momento contradizê-lo. Esse comportamento desperta desconfiança e descrédito, pois as pessoas acreditam que a qualquer momento o incoerente poderá mudar de lado, sem se importar com os desdobramentos das suas atitudes.

Prolixidade
Ser excessivamente longo, cansativo e entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação. Geralmente, o prolixo não reconhece que sua expressão é confusa, cheia de palavras repetidas ou sem um significado importante e que os ouvintes não prestam a atenção justamente pela falta de objetividade. Assim como uma orquestra, uma apresentação ou reunião necessita de um maestro, um profissional que lidere o grupo, alinhe e sintonize os interesses em questão, afine os instrumentos, balize o timing da equipe, amenize ou elimine os ruídos e dissonâncias desnecessárias, potencialize o som dos solistas mais talentosos e interessantes, enfim, dê o ritmo e o tom do que está na “partitura musical”.
Ignorância
Falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado tema, ou mesmo acreditar em algo falso, não tendo discernimento. Saber que existe mais conhecimento e profundidade num assunto, porém, não buscar isso. Fazer pouco caso da importância do saber, e agir como se não precisasse do outro. Quando se trata de um líder, os conflitos e as diferenças motivados pela desinformação e ignorância precisam ser encarados e resolvidos, afinal, não se pode simplesmente ignorá-los. Saber lidar com os conflitos e administrar as diferenças, usando uma comunicação equilibrada, pode enriquecer a pluralidade da empresa, ampliando seus horizontes e a sua visão de mundo.
Arrogância
Caracteriza a falta de humildade. Alguém que não deseja ouvir os outros, aprender algo que não saiba ou estar no mesmo nível do seu próximo. A soberba, a altivez, o orgulho exagerado, a vaidade em excesso em relação ao que sabe ou ao sucesso que desfruta completam esse pecado. Segundo o cristianismo, um dos sete pecados capitais é a soberba, que por sua vez inclui a vaidade e a arrogância. Mas ser arrogante pode também significar coragem, o assumir o seu ponto de vista, a personalidade ou a identidade. Contraposta, a humildade é uma das qualidades mais difíceis de exercer. Porém, humilde não significa ser fraco perante a posição que se ocupa. Pode-se nascer com tendências à virtude da humildade, como também trabalhar para adquirir esse comportamento. É saber ouvir, ser firme sem passar por cima do outro, é ser reverente e ter o conhecimento exato do que não se é. É viver sem ilusões. Alegria e paz são os frutos colhidos.

Revista Melhor – Reinaldo Passadori – Presidente e fundador do Instituto Passadori e autor do livro Comunicação essencial – Estratégias eficazes para encantar seus ouvintes, – Ed. Gente

Importância do Bom Humor

Índice

Com o crescimento da economia, após a globalização do mercado, houve um grande aumento na competitividade. Com isso, além de um produto qualificado, as empresas começaram a se preocupar também com a questão do diferencial competitivo. Devido a todo esse clima de concorrência entre as organizações, as pessoas que estão inseridas nesse meio passaram por uma mudança radical de comportamentos perante o mercado para poder acompanhar essas transformações. Isso trouxe como consequências resultados já conhecidos por nós, tais como, noites de insônia, constantes dores de cabeça, enfim, o conhecido estresse, que por sua vez deixa as pessoas mal humoradas, incapacitadas de produzir.

Surgiu, então, a preocupação com a qualidade de vida no ambiente organizacional. O mundo globalizado se deu conta da importância do ser humano na empresa, valorizando assim suas emoções no espaço corporativo, pois os sentimentos podem influenciar consideravelmente em seus resultados.

Alguém já percebeu o quanto nos sentimos bem quando sorrimos, quando estamos alegres, felizes? Tudo isso tem uma explicação. Quando passamos por um momento como esse, nosso cérebro libera uma substância chamada “endorfina”. Essa substância nos dá uma sensação de bem-estar, alívio e leveza.

Algumas empresas, percebendo a importância do bom humor, estão desenvolvendo trabalhos com o objetivo de melhorar o ambiente profissional e, conseqüentemente, a sua produção. Ainda são pouquíssimas as organizações que se deram conta da importância, pois trata-se de um assunto pouco debatido, que ainda não evoluiu ao ponto de despertar o interesse dos gestores de pessoas. É claro que as ações realizadas por esses líderes trazem frutos positivos. A questão do investimento no bom humor seria mais um aliado importante para as organizações que prezam pela qualidade de vida e pela motivação do seu pessoal.

A sensação de bem-estar que sentimos é causada pela liberação de endorfina produzida pelo nosso cérebro, que contribui para um melhor batimento cardíaco, ajudando na circulação sanguínea. Portanto, quando escutamos que sorrir é o melhor remédio, isso não é utopia, existe uma explicação científica para essa afirmação.

Com os benefícios do bom humor, o colaborador desempenha melhor suas tarefas, melhora sua criatividade, aumenta a produção e contribui para um ambiente de trabalho menos tenso. Um funcionário bem humorado contagia outros com a sua alegria. Na empresa onde trabalho, escutei comentários de pessoas que chegaram para trabalhar naqueles dias quando nada dá certo. Na companhia de colegas que sempre estavam brincando, contando uma história ou outra, o dia desse mal humorado começou a se transformar para melhor, ou seja, a ficar mais descontraído, relaxado.

Como somos seres humanos, temos problemas pessoais que afetam nosso lado psicológico; juntando com os problemas profissionais, é difícil administrar nosso controle emocional. Como conseqüências, atingimos pessoas que não têm nada haver com a nossa situação problemática . E o pior, acabamos também estragando o dia desse colega afetado pelo nosso mal.

É importante lembrarmos a história da laranja podre, em que esse fruto afeta os demais que estão bons. Por isso, sempre digo para eliminarmos essa “laranja podre”, contagiando-a com alegria, humor. É muito mais fácil uma pessoa ser influenciada positivamente por um número de pessoas bem superior a ela no requisito felicidade. Um companheiro que está sempre humorado atrai outras pessoas. Todos querem ter sempre por perto essa pessoa que está sempre alegre, feliz, que traz bons fluídos para o local de trabalho.

A importância do bom humor para os enfermos – Pesquisas realizadas comprovam que o bom humor diminui em até 20% o tempo de internação de um enfermo. O filme, em homenagem ao médico americano Patch Adams, retrata bem essa teoria. Ele foi protagonizado pelo ator Robin Williams com o título: “Patch Adams, o amor é contagioso”. Na prática, ele conduzia o tratamento dos pacientes através da alegria, levando brincadeiras para as crianças.

Um outro exemplo são os “doutores da alegria” que, assim como Patch Adams, visitam hospitais caracterizados de palhaços, também levando alegria para as crianças enfermas. Como eles mesmos se definem, são “palhaços que fazem de conta que são médicos para crianças que fazem de conta que acreditam”. O trabalho desse grupo vem trazendo resultados significativos para as crianças que passam boa parte do seu tempo nos hospitais.

O riso é importante. Vamos sorrir, liberar endorfina. Com certeza nosso dia-a-dia será bem melhor, mais produtivo e criativo, sendo benéfico também para a nossa saúde mental e física.             Marcelo Marques Mota

Realidade

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Como não perder nosso senso de realidade, num mundo tão fortemente dominado pela competição, onde todos precisam provar a cada minuto ser melhor do que aquele que se encontra do lado?

Na esfera do trabalho é onde isto se apresenta de modo mais contundente. Pessoas talentosas são esmagadas em sua auto-estima por chefes insensíveis, que cobram resultados, muitas vezes realizando comparações entre os indivíduos.

Cada ser humano é único em seus talentos e habilidades e, o fato de alguns possuírem determinadas aptidões, não significa que sejam superiores. Simplesmente eles podem ter tido mais oportunidades, estímulos, recursos para desenvolverem seus talentos, enfim, ter contado com uma série de fatores que foram determinantes para que tenham atingido tal condição.

As cobranças, muitas vezes desumanas e irreais, levam as pessoas a sofrerem para atingir metas absurdas, – que têm como único parâmetro, a obtenção de mais lucro -, vendendo-lhes a falsa ilusão de que esta conquista lhes garantirá um estado permanente de felicidade.

É preciso que nos mantenhamos alertas e conscientes, para não nos deixar contaminar por esta perigosa armadilha, que é a tentativa de nos fazer acreditar que só tem importância o que é extraordinário, super-poderoso ou mega-valioso.

Felizes daqueles que são capazes de descobrir tesouros, onde se apresentam aparentes banalidades, e que já não sonham com os louros ilusórios que a vaidade e a cobiça concedem. Estes, certamente, já tocaram a dimensão divina da existência e desfrutam a cada dia, do melhor da vida.

” Torne-se mais poético
Um poeta vem a conhecer certas coisas que são reveladas somente em um relacionamento poético com a realidade.

No que se refere à esperteza mundana, o poeta é um tolo. Ele nunca se desenvolverá no mundo da riqueza e do poder. Mas, em sua pobreza, ele conhece um tipo diferente de riqueza na vida que ninguém mais conhece.

O amor é possível a um poeta, Deus é possível a um poeta. Somente aquele que é inocente o bastante para desfrutar pequenas coisas da vida pode entender que Deus existe, porque Deus existe nas pequenas coisas da vida: ele existe no alimento que você ingere, na caminhada que você faz pela manhã, no amor que você tem por seu amado ou por sua amada, na amizade que você tem com alguém.

…. Torne-se mais e mais poético. É necessário ter coragem para ser poético; você precisa ser corajoso o bastante para ser chamado de tolo pelo mundo, mas somente então poderá ser poético.

E para ser poético, não quero dizer que você precisa escrever poesia. Escrever poesia é apenas uma parte pequena e não essencial de ser poético. Uma pessoa pode ser poeta e jamais escrever uma única linha de poesia, e uma outra pode escrever milhares de poemas e ainda não ser um poeta.

Ser poeta é um estilo de vida. É amor pela vida, é reverência pela vida, é um relacionamento sincero com a vida.” – Osho, Believing in the Impossible before Breakfast. Elisabeth Cavalcante

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Estratégia

Um senhor vivia sozinho em Minnesota.
Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado.
Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão.
O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:
‘Querido Filho, estou triste pois não vou poder plantar meu jardim este ano.
Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava as flores e esta é a época do plantio.
Mas eu estou velho demais para cavar a terra.
Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão.
Com amor, Seu pai.’

Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama:
‘PELO AMOR DE DEUS, pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos’
Como as correspondências eram monitoradas na prisão…
Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de Agentes do FBI e Policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo.

Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.

Esta foi a resposta:
‘Pode plantar seu jardim agora, pai. Isso é o máximo que eu posso fazer no momento.’

Estratégia é tudo!!!

Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis.

Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas.

‘Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional’

Autoria Desconhecida
Recebido de Jurema Campos Silva