O Amor Vencerá

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Não se preocupe:

No final de tudo o amor vencerá!

E se ainda não venceu, é porque o final ainda não chegou.

É tempo de reacender chamas, de renovar esperanças, de buscar a essência perdida, esquecer o medo de uma vez por todas, assim, se preparar para viver o amor.

Não o amor mesquinho que quer a posse, não o amor sonhador que imagina apenas, não o amor vazio de sentidos, paixão, não o amor carne, que se cansa.

Mas o amor que nasce da maturidade, da certeza de ter vivido experiências, de encontrar a alma que se encaixa, pedaço da sua que dispensa ilusões…

Não se preocupe, o amor vencerá! esteja pronto, todos os dias e se for possível, se o amor já existir na sua vida, renove-se diariamente,firme compromissos,o amor que se nutre da esperança, é como essa noite cheia de estrelas, beleza rara que contemplamos, na certeza de que o amanhã será lindo, e por ser amor, com certeza,será!

Paulo Roberto Gaefke

A Mala de Viagem

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Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.
Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: “Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?”
“É estranho”, respondeu o viajante, “mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.” Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.
Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: “Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?”
“Estou contente que me tenha feito essa pergunta”, disse o viajante, “porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo”.
Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.
Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma.
Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.
Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?
Não!
Era a falta de consciência da existência delas.

Excesso De Ansiedade Pode Estragar O Que Mal Começou

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Quando um relacionamento está começando ou para começar, a maioria das pessoas costuma se encher de ansiedade, expectativas e até ilusões sobre o que pode acontecer. Sim, eu disse “pode”. Assim como também pode ser que não aconteça. Ou seja, enquanto não tivermos “bola de cristal”, não temos como prever o futuro. Não temos certezas nem garantias.

Sendo assim, relacionar-se é um exercício, uma possibilidade, um risco, uma tentativa. E é justamente por saber disso que muitas pessoas se deixam afogar pelo medo de que as coisas não aconteçam como elas gostariam.

Inconscientemente, para aplacar esses sentimentos tão incômodos, tentam driblá-los criando expectativas e ilusões. Mas nem se dão conta de que o excesso de pensamentos e a tentativa de controlar seus desejos só servem para gerar mais e mais ansiedade.

Daí, resta aquela sensação de urgência, aquele “buraco no estômago”. O coração acelera, o humor fica instável e todo o corpo parece se mobilizar na tentativa de acelerar o mundo, as pessoas, a relação, os resultados desejados!

Cuidado! É exatamente por causa desta mania de idealizar o outro e o amor, de querer garantir que tudo se desenrole com perfeição, que a maioria das pessoas termina estragando o que mal começou.

Claro! Esta urgência que é alimentada internamente e, na maioria das vezes, inconscientemente, transforma-se em insegurança e, por conseguinte, em cobrança, em pressão, em necessidades exageradas. Enfim, transforma-se em tensão, peso, chatice…

O que deveria ser um tempo de prazer, leveza, diversão, muita conversa… tempo de se conhecerem melhor e rirem juntos de si mesmos e da vida, passa a provocar em ambos a impressão de que estão vivendo numa contagem regressiva para a explosão de uma bomba-relógio.

Assim não dá! Não há quem agüente por muito tempo… E o final dessa história é aquela triste sensação de que “tinham tudo para dar certo, mas… não se sabe por que, deu errado!”. Será que não é hora de parar e refletir sobre o quanto você está confiando em si mesmo, na vida e no fluxo do universo?

Será que você não está criando qualidades e vendo coisas que nem existem? Será que o outro é real ou é invenção da sua cabeça? Sim, porque tem gente que, de tão ansiosa, termina enxergando príncipes e princesas onde só existem pessoas. Pessoas normais, imperfeitas, com seus medos e desejos… e que têm limites e que se assustam com tantas idealizações e expectativas, e que só querem, no final das contas, uma chance para ser feliz…

Sim, eu sei. Na teoria, é exatamente isso que você quer também! Mas é preciso agir, na prática, com essa mesma lógica. Se você quer uma chance, se dê uma chance! Se você quer ser feliz, aja como quem é feliz. Se você quer que essa relação dê certo, pare de tentar acelerar os acontecimentos e deixe rolar!

Isso! Deixe rolar… deixe acontecer… vá se colocando aos poucos, falando sobre você, o que sente e quer… Mas pare de transformar essa possibilidade numa espécie de ameaça. Senão, em vez de ser feliz, você e a pessoa amada conseguirão apenas viver à beira de um ataque de nervos! E amor não tem nada a ver com isso…

Rosana Braga

Abaixo O Mau Humor

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Um interessante artigo de uma revista especializada em psicologia, nos dá conta que uma das características mais comuns de pessoas “inteligentes” tanto de Q.I. quanto emocionalmente é o Bom Humor.

Pessoas mal humoradas, rabugentas, que vivem “emburradas” como se diz no interior, são pessoas carentes, emocionalmente inseguras, pobres de espírito. Pessoas com as quais ao se conversar ou tratar temos que saber antes como está o seu humor, são pessoas fadadas ao fracasso no relacionamento interpessoal e portanto distantes do sucesso que tanto almejam.

Abaixo o Mau Humor!

Nada, absolutamente nada, justifica o mau humor no trabalho, na família, nas relações sociais. Ele só serve para afastar as pessoas. Chefes mal humorados distanciam-se de seus subordinados que com eles não querem falar, não querem comentar nada, evitam falar das coisas sérias do trabalho. Subordinados mal humorados são horríveis. Os chefes acabam evitando essas pessoas e a cada dia que passa elas ficam mais distantes de uma promoção, criando um círculo vicioso – mau humor = fracasso = mau humor pelo fracasso.

As  pessoas que têm uma tendência para o mau humor devem fazer um esforço adicional para vencê-lo. Pessoas mal humoradas tratam mal outras pessoas e isso deve ser evitado a qualquer custo. Pessoas mal humoradas são, via de regra, igualmente “reclamonas”, sentem-se injustiçadas e tem um sentimento de auto-piedade que não pode ter lugar nos dias de hoje em que precisamos ter relações sociais positivas, proativas.

Nesta semana, gostaria que você fizesse uma auto-análise e visse se você, seja chefe ou subordinado, não está “viciado” em ser mal humorado. Há pessoas que pensam que ser mal humorado seja sinônimo de “seriedade”. Nada mais falso. Lembre-se que o bom humor é um dos mais visíveis sinônimos de inteligência.

Prof. Luiz Marins: Antropólogo, professor e consultor de empresas no Brasil e no exterior, 25 livros (também disponível em vários países da América Latina e Europa) e mais de 300 vídeos e DVDs publicados; Empresário de sucesso nos ramos de agronegócio, educação, comunicação e marketing.

Gestão de Conflitos, O Que Fazer?

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Gerir pessoas e fatos. A dor de cabeça de inúmeros profissionais.

Lidar com maturidade, conhecimento e formação diferentes, sendo que todos pertencem a mesma salada de fruta que se chama empresa.

Realmente não é simples. Uma pesquisa recente realizada pelo GEJUR demonstrou algumas particularidades, vejamos:

“Nos casos onde o conflito se mostrou irremediável, em 41% uma ou ambas as partes foram demitidas, em 25% um lado foi transferido e em 17% uma ou ambas as partes pediram demissão. Visto que uma parcela menor chega a solicitar o desligamento, sócios e administradores têm mostrado iniciativa para resolver o problema. “A grande maioria dos escritórios não tem um RH interno para cuidar desse tipo de questão e acaba se socorrendo de consultorias terceirizadas para tratar disso, mas o consultor não está no dia a dia do trabalho para fazer esse acompanhamento, e os conflitos de personalidade em um ambiente de vaidade como é o do direito, na minha opinião, são os de mais difícil solução. No longo prazo a questão acaba se resolvendo com a saída de um ou ambos do escritório.”

Em cerca de metade dos casos os advogados comentaram que o resultado poderia ter sido diferente quando houve o afastamento ou a demissão, muitas vezes mencionando falta de maturidade por parte dos funcionários ou falta de liderança por parte do gestor, mas pode ser que o problema esteja em outro lugar. “As funções e atividades não foram bem delimitadas e isso poderia ter sido resolvido atribuindo/esclarecendo a cada qual a sua atividade como responsabilidade; não foi falado o certo e o errado da situação. Os dois envolvidos no conflito saíram achando que estavam certos e que por pedido do gestor cada qual cooperaria com o outro para solucionar o problema.”

Entre as censuras e punições mais utilizadas para que novos casos aconteçam são a advertência e a transferência, mas as opções que mais funcionariam segundo os respondentes são o corte de benefícios (35%), transferência (27%), conversa com a equipe (12%), treinamento (11%) e conversa com as partes (9%). Ao final da pesquisa ainda recebemos algumas dicas para evitar a reincidência de questões deste tipo. “A estrutura hierárquica bem definida, a existência de ferramentas de avaliação de desempenho e a aplicação das políticas de RH, permitiu que uma conversa entre a equipe de gestores fosse suficiente para corrigir o problema. O treinamento de formação de gestores é outra ferramenta eficaz para prevenir e, quando necessário, ajudar a resolver conflitos de maneira amigável.”

Fonte: http://www.gejur.com.br

Concordo que treinamento e funções bem definidas resolvem muita coisa, que as partes envolvidas serem bem lideradas também, mas como consultor de gerência de vários escritórios de advocacia e departamentos jurídicos, vejo um ponto essencial e crítico: A demissão.

Para a grande maioria das empresas e escritórios demitir é um problema. Os funcionários pintam e bordam, chegam a absurdos de falta de respeito (inclusive com gestores) e nada acontece.

Alguns dizem: “Mas é um bom funcionário, mas tem problemas de comportamento”. Para outros, “o mercado tá tão ruim de contratar que é melhor aguentar o humor deste do que treinar outro” e por aí vai.

Vamos pensar com vagar nisto: Se um funcionário faz o trabalho, mas passa tempo todo reclamando, xingando, trazendo a toda equipe um problema e o gestor deixa assim, o gestor está transformando ele num mártir, quer dizer, em um verdadeiro herói, sendo o mesmo um antiherói.

Precisamos oportunizar ao funcionário algumas chances? Sim!

Precisamos dar treinamento? Sim!

Precisamos definir funções claras e objetivas? Sim!

Precisamos demitir pessoas por comportamento? Claro que sim!

Equipes existem para agir como grupos e ninguém trabalha sozinho. Se o colaborador não sabe trabalhar com equipes e/ou não suporta ser supervisionado – a não ser que ele possa ser isolado numa solitária e trabalhar por produtividade – melhor deixar ele procurar outro emprego.

E pense no favor que você gestor está fazendo: Ele faz de tudo pra sair e você mantém ele no emprego, você está fazendo ele infeliz. Agora, se ele apronta e você demite, a felicidade dele é plena, afinal ele pediu/implorou pra isto.

Em resumo: Dê todas as condições e quem quiser fique e evolua e quem não quiser, que vá procurar a sua turma.

 

Artigo escrito por Gustavo Rocha Sócio da GestãoAdvBr – Consultoria em Gestão e Tecnologia Estratégicas  Sócio da Bruke Investimentos [+55] [51] 8163.3333 | http://www.gestao.adv.br | http://www.bruke.com.br 

gustavo@gestao.adv.br [Email, Skype, Gtalk, Twitter, LinkedIn, Facebook, Instagram, Youtube]

Duelo de Gerações

Hoje, como exceção de tudo que normalmente publico (artigos próprios e/ou comentários) vou deixar um texto escrito por Breno Ferreira e apenas dizer que quem está lidando com negócios e quer crescer neste ramo, terá que compreender muito bem estas relações, afinal, negócios vem de origem e berço dos contatos e relações humanas.

Boa leitura!

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes

Um texto que reflete a cara da nossa geração.

Esta é a Ana.

Ana é parte da Geração Y, a geração de jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e a metade da década de 1990. Ela também faz parte da cultura Yuppie, que representa uma grande parte da geração Y.
“Yuppie” é uma derivação da sigla “YUP”, expressão inglesa que significa “Young Urban Professional”, ou seja, Jovem Profissional Urbano. É usado para referir-se a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta. Os yuppies em geral possuem formação universitária, trabalham em suas profissões de formação e seguem as últimas tendências da moda. – Wikipedia
Eu dou um nome para yuppies da geração Y — costumo chamá-los de “Yuppies Especiais e Protagonistas da Geração Y”, ou “GYPSY” (Gen Y Protagonists & Special Yuppies). Um GYPSY é um tipo especial de yuppie, um tipo que se acha o personagem principal de uma história muito importante.
Então Ana está lá, curtindo sua vida de GYPSY, e ela gosta muito de ser a Ana. Só tem uma pequena coisinha atrapalhando:
Ana está meio infeliz.
Para entender a fundo o porquê de tal infelicidade, antes precisamos definir o que faz uma pessoa feliz, ou infeliz. É uma formula simples:
É muito simples — quando a realidade da vida de alguém está melhor do que essa pessoa estava esperando, ela está feliz. Quando a realidade acaba sendo pior do que as expectativas, essa pessoa está infeliz.
Para contextualizar melhor, vamos falar um pouco dos pais da Ana:
Os pais da Ana nasceram na década de 1950 — eles são “Baby Boomers“. Foram criados pelos avós da Ana, nascidos entre 1901 e 1924, e definitivamente não são GYPSYs.
Na época dos avós da Ana, eles eram obcecados com estabilidade econômica e criaram os pais dela para construir carreiras seguras e estáveis. Eles queriam que a grama dos pais dela crescesse mais verde e bonita do que eles as deles próprios. Algo assim:
Eles foram ensinados que nada podia os impedir de conseguir um gramado verde e exuberante em suas carreiras, mas que eles teriam que dedicar anos de trabalho duro para fazer isso acontecer.
Depois da fase de hippies insofríveis, os pais da Ana embarcaram em suas carreiras. Então nos anos 1970, 1980 e 1990, o mundo entrou numa era sem precedentes de prosperidade econômica. Os pais da Ana se saíram melhores do que esperavam. isso os deixou satisfeitos e otimistas.
Tendo uma vida mais suave e positiva do que seus próprios pais, os pais da Ana a criaram com um senso de otimismo e possibilidades infinitas. E eles não estavam sozinhos. Baby Boomers em todo o país e no mundo inteiro ensinaram seus filhos da geração Y que eles poderiam ser o que quisessem ser, induzindo assim a uma identidade de protagonista especial lá em seus sub-conscientes.
Isso deixou os GYPSYs se sentindo tremendamente esperançosos em relação à suas carreiras, ao ponto de aquele gramado verde de estabilidade e prosperidade, tão sonhado por seus pais, não ser mais suficiente. O gramado digno de um GYPSY também devia ter flores.
Isso nos leva ao primeiro fato sobre GYPSYs:
GYPSYs são ferozmente ambiciosos
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O GYPSY precisa de muito mais de sua carreira do que somente um gramado verde de prosperidade e estabilidade. O fato é, só um gramado verde não é lá tão único e extraordinário para um GYPSY. Enquanto seus pais queriam viver o sonho da prosperidade, os GYPSYs agora querem viver seu próprio sonho.
Cal Newport aponta que “seguir seu sonho” é uma frase que só apareceu nos últimos 20 anos, de acordo com o Ngram Viewer, uma ferramenta do Google que mostra quanto uma determinada frase aparece em textos impressos num certo período de tempo. Essa mesma ferramenta mostra que a frase “carreira estável” saiu de moda, e  também que a frase “realização profissional” está muito popular.
Para resumir, GYPSYs também querem prosperidade econômica assim como seus pais – eles só querem também se sentir realizados em suas carreiras, uma coisa que seus pais não pensavam muito.
Mas outra coisa está acontecendo. Enquanto os objetivos de carreira da geração Y se tornaram muito mais específicos e ambiciosos, uma segunda ideia foi ensinada à Ana durante toda sua infância:
Este é provavelmente uma boa hora para falar do nosso segundo fato sobre os GYPSYs:
GYPSYs vivem uma ilusão
Na cabeça de Ana passa o seguinte pensamento: “mas é claro… todo mundo vai ter uma boa carreira, mas como eu sou prodigiosamente magnífica, de um jeito fora do comum, minha vida profissional vai se destacar na multidão”. Então se uma geração inteira tem como objetivo um gramado verde e com flores, cada indivíduo GYPSY acaba pensando que está predestinado a ter algo ainda melhor:
Um unicórnio reluzente pairando sobre um gramado florido.
Mas por que isso é uma ilusão? Por que isso é o que cada GYPSY pensa, o que põe em xeque a definição de especial:
es-pe-ci-al | adjetivo
melhor, maior, ou de algum modo
diferente do que é comum
De acordo com esta definição, a maioria das pessoas não são especiais, ou então “especial” não significaria nada.
Mesmo depois disso, os GYPSYs lendo isto estão pensando, “bom argumento… mas eu realmente sou um desses poucos especiais” – e aí está o problema.
Uma outra ilusão é montada pelos GYPSYs quando eles adentram o mercado de trabalho. Enquanto os pais da Ana acreditavam que muitos anos de trabalho duro eventualmente os renderiam uma grande carreira, Ana acredita que uma grande carreira é um destino óbvio e natural para alguém tão excepcional como ela, e para ela é só questão de tempo e escolher qual caminho seguir. Suas expectativas pré-trabalho são mais ou menos assim:
Infelizmente, o mundo não é um lugar tão fácil assim, e curiosamente carreiras tendem a ser muito difíceis. Grandes carreiras consomem anos de sangue, suor e lágrimas para se construir – mesmo aquelas sem flores e unicórnios – e mesmo as pessoas mais bem sucedidas raramente vão estar fazendo algo grande e importante nos seus vinte e poucos anos.
Mas os GYPSYs não vão apenas aceitar isso tão facilmente.
Paul Harvey, um professor da Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos, e expert em GYPSYs, fez uma pesquisa onde conclui que a geração Y tem “expectativas fora da realidade e uma grande resistência em aceitar críticas negativas” e “uma visão inflada sobre si mesmo”. Ele diz que “uma grande fonte de frustrações de pessoas com forte senso de grandeza são as expectativas não alcançadas. Elas geralmente se sentem merecedoras de respeito e recompensa que não estão de acordo com seus níveis de habilidade e esforço, e talvez não obtenham o nível de respeito e recompensa que estão esperando”.
Para aqueles contratando membros da geração Y, Harvey sugere fazer a seguinte pergunta durante uma entrevista de emprego: “Você geralmente se sente superior aos seus colegas de trabalho/faculdade, e se sim, por quê?”. Ele diz que “se o candidato responde sim para a primeira parte mas se enrola com o porquê, talvez haja um senso inflado de grandeza. Isso é por que a percepção da grandeza é geralmente baseada num senso infundado de superioridade e merecimento. Eles são levados a acreditar, talvez por causa dos constantes e ávidos exercícios de construção de auto-estima durante a infância, que eles são de alguma maneira especiais, mas na maioria das vezes faltam justificativas reais para essa convicção”.
E como o mundo real considera o merecimento um fator importante, depois de alguns anos de formada, Ana se econtra aqui:
A extrema ambição de Ana, combinada com a arrogância, fruto da ilusão sobre quem ela realmente é, faz ela ter expectativas extremamente altas, mesmo sobre os primeiros anos após a saída da faculdade. Mas a realidade não condiz com suas expectativas, deixando o resultado da equação “realidade – expectativas = felicidade” no negativo.
E a coisa só piora. Além disso tudo, os GYPSYs tem um outro problema, que se aplica a toda sua geração:
GYPSYs estão sendo atormentados
Obviamente, alguns colegas de classe dos pais da Ana, da época do ensino médio ou da faculdade, acabaram sendo mais bem-sucedidos do que eles. E embora eles tenham ouvido falar algo sobre seus colegas de tempos em tempos, através de esporádicas conversas, na maior parte do tempo eles não sabiam realmente o que estava se passando na carreira das outras pessoas.
A Ana, por outro lado, se vê constantemente atormentada por um fenômeno moderno: Compartilhamento de Fotos no Facebook.
As redes sociais criam um mundo para a Ana onde: A) tudo o que as outras pessoas estão fazendo é público e visível à todos, B) a maioria das pessoas expõe uma versão maquiada e melhorada de si mesmos e de suas realidades, e C) as pessoas que expôe mais suas carreiras (ou relacionamentos) são as pessoas que estão indo melhor, enquanto as pessoas que estão tendo dificuldades tendem a não expor sua situação. Isso faz Ana achar, erroneamente, que todas as outras pessoas estão indo super bem em suas vidas, só piorando seu tormento.
Então é por isso que Ana está infeliz, ou pelo menos, se sentindo um pouco frustrada e insatisfeita. Na verdade, seu início de carreira provavelmente está indo muito bem, mas mesmo assim, ela se sente desapontada.
Aqui vão meus conselhos para Ana:
1) Continue ferozmente ambiciosa. O mundo atual está borbulhando de oportunidades para pessoas ambiciosas conseguirem sucesso e realização profissional. O caminho específico ainda pode estar incerto, mas ele vai se acertar com o tempo, apenas entre de cabeça em algo que você goste.
2) Pare de pensar que você é especial. O fato é que, neste momento, você não é especial. Você é outro jovem profissional inexperiente que não tem muito para oferecer ainda. Você pode se tornar especial trabalhando duro por bastante tempo.
3) Ignore todas as outras pessoas. Essa impressão de que o gramado do vizinho sempre é mais verde não é de hoje, mas no mundo da auto-afirmação via redes sociais em que vivemos, o gramado do vizinho parece um campo florido maravilhoso. A verdade é que todas as outras pessoas estão igualmente indecisas, duvidando de si mesmas, e frustradas, assim como você, e se você apenas se dedicar às suas coisas, você nunca terá razão pra invejar os outros.

Leia mais: http://www.g88.com.br/2013/10/porque-os-jovens-profissionais-da.html#ixzz2k3Qr3ZT0

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Marketing ou Lenda

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Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição ter na frente um lindo gramado.

E, para este serviço, há diversos jardineiros autônomos que fazem reparos nestes jardins.

Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa americana contratou um desses jardineiros.

Chegando a sua casa, o executivo viu que se tratava de um garoto de apenas 13 anos de idade, e o executivo ficou surpreso.

Quando o garoto terminou o serviço, solicitou ao executivo permissão para utilizar o telefone.

O executivo encantado com a educação do garoto, prontamente atendeu o pedido e muito curioso com a atitude do garoto, não pode deixar de escutar a conversa.

O garoto havia ligado para uma senhora e perguntara:

– A senhora está precisando de um jardineiro?

– Não . Eu já tenho um, respondeu a senhora.

– Mas além de aparar, eu também tiro o lixo.

– Isso o meu jardineiro também faz.

– Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço, disse o garoto.

– Mas isso o meu jardineiro também faz.

– Eu faço a programação do atendimento o mais rápido possível.

– O meu jardineiro também me atende prontamente.

– O meu preço é um dos melhores.

– Não muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.

Quando o garoto desligou o telefone, o executivo perguntou:

– Você perdeu um cliente?

– Não respondeu o garoto. Eu sou o jardineiro dela. Eu estava apenas medindo o quanto ela estava satisfeita com o meu serviço.

A mensagem desta semana para você é para você que tem metas para cumprir e precisa de muita determinação, paciência e tolerância para que seus objetivos sejam alcançados.

Desejo que suas atitudes possam ser o Marketing da sua vida e não apenas um Lenda do Marketing.

Pense nisso.

Autor Desconhecido

Mudança de Emprego: Que Atitudes Ajudam na Integração Com a Equipe?

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Mesmo empolgado e feliz da vida por ter conseguido uma nova posição no mercado do trabalho – do jeito que você queria -, sempre dá aquele frio na barriga. Mas a emoção deve ser controlada, para que não seja passada uma má impressão logo de começo.

“O que a pessoa que entra, está chegando, tem que fazer é: muita observação, muito ouvido e pouca boca”, afirmou a consultora da DBM, Carmelina Nickel. Isso porque um primeiro passo para a integração é conhecer a cultura da nova empresa.

Uma dica bastante valiosa é observar a pessoa que está fazendo sua conexão com o novo ambiente corporativo. Aquela que tem lhe passado as novas atividades, apresentado as pessoas. Como ela age? Assim, você vai percebendo o que a empresa e as pessoas valorizam.

Departamentos

Num primeiro momento, você vai se integrar com as pessoas de seu departamento, o que é extremamente comum. “Aos poucos, vai participando de reuniões e conhecendo outras pessoas”, afirmou Carmelina. No começo, pode ser até mesmo mais interessante você focar em relacionamentos, conversas, do que querer somente “mostrar trabalho”.

Em posições sênior, Carmelina confessa que os relacionamentos são mais fáceis de serem formados. “A empresa ajuda mais”. Agora, no caso dos cargos júnior, é preciso ser mais amistoso, aceitando mais convites de integração: happy hour, almoços, festas de aniversário… “Se for convidado, vá, ou então vai virar um elemento estranho na empresa. Tem que mostrar que está inserido no grupo”.

Para o profissional de RH (recursos humanos), que às vezes é visto como aliado dos profissionais, mas em algumas ocasiões pode ser enxergado como um espião da empresa, a dica é chegar para cada departamento e questionar o que eles precisam. “Como está sendo atendido?”, disse a consultora, sobre o questionamento que o RH deve fazer, que o ajuda na integração.

Liderança

No caso de um profissional de liderança, cuja situação é bastante complicada, uma vez que ele pode ser visto como “alguém que entrou e já quer mandar!”, a integração é feita na base de muita conversa. Confira as atitudes para ajudar logo na mudança de emprego:

Avalie o ambiente de trabalho;

Faça reuniões;

Não tome nenhuma decisão precipitada, “como entrar na empresa e já demitir, já que vai ficar mal visto pelos colegas que ficaram”.

Fonte : Flávia Furlan Nunes – InfoMoney

Um Novo Tempo

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Então é tempo; tempo de renovar certezas,  de deixar as mágoas para trás, tempo de seguir adiante.

Então é tempo; tempo de declarar o amor, e dele fazer a sua bandeira, não importa onde ou com quem for, você vai viver com amor.

Então é tempo; tempo de valorizar-se, descobrir e exibir o seu melhor, ainda que não reparem, ainda que desprezem, você sabe o quanto vale.

Então é tempo, de plantar novas sementes, a chuva passou, o sol brilhou, e é o chamado para uma nova safra, plante seus melhores sonhos…

Então é tempo; de esvaziar-se do que é passado, de libertar-se de amarras antigas, de se transformar em borboleta, sair do casulo apertado das lembranças, abrir as asas e voar.

Então é tempo; tempo do espiritual, descobrir que existe um Força Maior, capaz de indicar caminhos, de acompanhar seus passos, porque te ama, e não te abandona nunca!

Então é tempo; tempo de redescobrir que em você, existe a chave da porta que leva ao novo tempo, de renovação, graça e paz, tempo de ser você e ser feliz!

Paulo Roberto Gaefke

Respostas em Si

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“O Sol que nasce pela manhã não é diferente daquele que se pôs na véspera.”

Persona,  vem da antiga máscara usada no teatro grego para representar esse ou aquele papel numa peça, e como componente psíquico, persona, é a máscara que usamos para representar diante da sociedade o papel que escolhemos, e que pode ser muito boa para fazer com que o nosso desempenho profissional, por exemplo, seja o melhor possível, que reconheçam em nós aquilo que gostaríamos realmente que todos vissem que somos, ou aparentamos ser: fiel, integro, capaz, educado, gentil,responsável, etc…

Por outro lado, essa mesma persona pode fazer muito mal para nós, quando esquecemos de deixar o personagem criado, essa máscara que usamos na sociedade e seguimos com ela na nossa casa, no nosso lazer, no encontro com a espiritualidade e em outros ambientes que pedem a nossa “participação” como seres humanos normais e comuns, que todos somos.

Essas pessoas que esquecem de viver o seu “eu”, que tem dificuldade de deixar de lado a austeridade dos seus personagens, tornam-se pessoas amargars, rudes, são rígidos em sua “persona” e exigem dos demais que se comportem igual a ele.

Assim, criam-se aquelas “pessoas de difícil convivência”, os “generais durões” que agem como se a família fosse uma extensão do quartel, os médicos que parecem estar em uma cirurgia arriscada por 24 horas, não riem nem sob decreto, professoras que vão para casa pensando no castigo que vão dar para os filhos,  administradores que levam o balanço da empresa na cabeça e esquecem do amor para fazer cálculos e assim por diante.

Lembre-se:

Há um tempo para tudo debaixo do sol…

Aprenda a desligar-se de seus compromissos, das “máscaras” que precisa usar para conviver na sociedade. Saber separar onde termina o profissional e onde começa o ser humano é fundamental para a estabilidade física, emocional e afetiva de cada um.

Tenha tempo para andar descalço pela areia, ler um bom livro por puro prazer, assistir aquele programa rídiculo de humor e rir desavergonhadamente das imbecialidades do personagem.

E o melhor, apaixonar-se mais vezes, mesmo que seja  pela mesma pessoa, o que é mais gostoso ainda, pois assim como o sol, que é o mesmo no dia seguinte, o amor pode ser eterno, se não colocarmos máscaras nos sentimentos que sobram em nós mesmos.

Busque em você, respostas para si mesmo.

Não se esconda, não se reprima,antes, seja feliz com suas qualidades e defeitos,e descubra que a melhor máscara, é viver a realidade das possibilidades que existem em você.

Paulo Roberto Gaefke