Professor: Ensine ao Invés De Transmitir Conhecimentos

Uma data muito especial para todos que procuram dividir um pouco de suas experiências em salas de aula. Faço isto sempre que posso, seja em salas de aula na graduação e pós, seja como palestrante.

Um dos pilares para refletir neste dia, é sobre ensinar e transmitir conhecimentos.

Quer dizer, ao invés de ficar dizendo o resultado, deve mostrar os motivos, argumentos para o aluno aprenda a tirar seus próprios resultados e não aqueles que o próprio professor tirou.

Por melhor professor que possa ser, os alunos somente chegarão aonde o professor chegou, se ele não ensina-los a pensar.

Ainda neste sentido, vivenciamos uma realidade forte no Brasil, onde não somente alunos, mas profissionais querem respostas prontas e verdades absolutas, ao invés de oportunidades e possibilidades de crescimento.

Para ilustrar, divido o texto abaixo:

Em vez de matar um leão por dia, aprenda a amar o seu (Pierre Schurmann)

Outro dia fui almoçar com um amigo, hoje chegando perto de seus 70 anos. Gosto disso.

Depois de uma almoço longo, no qual falamos bem pouco de negócios mas muito sobre a vida, ele me perguntou sobre meus negócios.

Contei um pouco do que estava fazendo e, meio sem querer, disse a ele:

“Pois é. Empresário, hoje, tem de matar um leão por dia”.

Sua resposta, rápida e afiada, foi:

“Não mate seu leão. Você deveria mesmo era cuidar dele”.

Fiquei surpreso com a resposta e ele provavelmente deve ter notado minha surpresa, pois me disse:

“Deixe-me lhe contar uma história que quero compartilhar com você”.

Segue mais ou menos o que consegui lembrar da conversa:

“Existe um ditado popular antigo que diz que temos de ‘matar um leão por dia’.

E por muitos anos, eu acreditei nisso, e acordava todos os dias querendo encontrar o tal leão.

A vida foi passando e muitas vezes me vi repetindo essa frase.

Quando cheguei aos 50 anos, meus negócios já tinham crescido e precisava trabalhar um pouco menos, mas sempre me lembrava do tal leão.

Afinal, quem não se preocupa quando tem de matar um deles por dia?

Pois bem. Cheguei aos meus 60 e decidi que era hora de meus filhos começarem a tocar a firma.

Mas qual não foi minha surpresa ao ver que nenhum dos três estava preparado!

A cada desafio que enfrentavam, parecia que iam desmoronar emocionalmente.

Para minha tristeza, tive de voltar à frente dos negócios, até conseguir contratar o Paulo, que hoje é nosso diretor geral.

Este ‘fracasso’ me fez pensar muito. O que fiz de errado no meu plano de sucessão?

Hoje, do alto dos meus quase 70 anos, eu tenho uma suspeita: ‘a culpa foi do leão’.”

Novamente, eu fiz cara de surpreso. O que o leão tinha a ver com a história?

Ele, olhando para o horizonte, como que tentando buscar um passado distante, me disse:

“É, pode ser que a culpa não seja cem por cento do leão, mas fica mais fácil justificar dessa forma.

Porque, desde quando meus filhos eram pequenos, dei tudo para eles. Uma educação excelente, oportunidade de morar no exterior, estágio em empresas de amigos.

Mas, ao dar tudo a eles, esqueci de dar um leão para cada, que era o mais importante.

Meu jovem, aprendi que somos o resultado de nossos desafios.

A capacidade de luta que há em você, precisa de adversidades para revelar-se.

Com grandes desafios, nos tornamos grandes. Com pequenos desafios, nos tornamos pequenos.

Aprendi que, quanto mais bravo o leão, mais gratos temos de ser.

Por isso, aprendi a não só respeitar o leão, mas a admirá-lo e a gostar dele.

A metáfora é importante, mas errônea: não devemos matar um leão por dia, mas sim cuidar do nosso.

Porque o dia em que o leão, em nossas vidas morre, começamos a morrer junto com ele…”

Depois daquele dia, decidi aprender a amar o meu leão. E o que eram desafios se tornaram oportunidades.

Para crescer e ser mais forte nesta ‘selva’ em que vivemos.

Quais leões você deve amar todos os dias?

As oportunidades que existem em cada negócio?

E o aprendizado? O que dizer dos erros e acertos que nos remontam a forjar o que somos?

Transmitir conhecimentos e dizer resultados não irá transformar ninguém. Sei que a mudança começa naqueles que querem mudar, mas podemos ajudar: Ensinando.

Ensinando que a vida nega muita coisa e nem sempre tudo sai como planejado;

Ensinando que a vida é um caminho somente de ida e perdoar, amar e levantar fazem parte;

Ensinando que se quer alguma coisa somente com trabalho, foco, gestão e tecnologia podemos chegar lá;

Enfim,

Ensinando que a vida é mais que um videogame, muito maior que nossas vontade e que o sucesso que tanto se almeja nasce do trabalho honesto, da ambição justa e principalmente do amor e dedicação àquilo que se faz no seu dia a dia.

Parabéns a todos educadores pelo seu dia e por não desistirem de amarem o seu leão da educação em cada sala de aula.

Artigo escrito por Gustavo Rocha Sócio da GestãoAdvBr – Consultoria em Gestão e Tecnologia Estratégicas Sócio da Bruke Investimentos| www.gestao.adv.br | www.bruke.com.br Contato integrado: gustavo@gestao.adv.br [Email, Skype, Gtalk, Twitter, LinkedIn, Facebook, Instagram, Youtube]

Painel

Objetivos

Reunião de várias pessoas que estudaram um assunto e vão expor suas ideias sobre ele, diante de um auditório, de maneira dialogada.

1- Conhecer melhor um assunto.
2- Tornar mais compreensivo o estudo de um tema que tenha deixado dúvidas.
3- Apropriar-se de um conhecimento, com a ajuda de várias pessoas.
Desenvolvimento:
– Coordenador do grupo com os componentes do painel organizam um roteiro de
perguntas que cubra todo o tema em pauta.
– Coordenador abre o painel, apresenta os componentes do painel. Seu papel é
lançar perguntas para que os componentes do painel, discutam sobre elas.
– Convida também o grupo (demais participantes do grupo) para participar,
lançando perguntas de seus interesses  ao final do tempo previsto, faz uma
síntese dos trabalhos e encerra o painel.

Componentes do painel
– Podem ser de 3 a 6. Podem ser membros do grupo que queriam estudar
(preparar) o assunto, ou pessoas convidadas. Sua função é discutir as
questões propostas, primeiro pelo coordenador e, depois, as que forem
propostas pelo grupo.

Grupo (plateia)
– Membros do grupo. Acompanha a discussão com atenção e preparam questão
para lançarem aos componentes do painel, para também serem discutidas.

Passos

1- Coordenador abre o painel, apresenta componentes, justifica a realização
do mesmo e orienta a participação.
2- O coordenador lança perguntas,  para serem discutidas, até esgotar o
roteiro preparado anteriormente. Sempre que necessário, o coordenador poderá
lançar outras perguntas fora do roteiro, para melhor esclarecer o assunto.
3- Ao terminar o roteiro, o coordenador pede a cada  componente do painel
que resuma suas idéias. Após, o coordenador pode ressaltar aspectos
importantes do assunto.
4- Coordenador convida o grupo (platéia) para fazerem perguntas aos
componentes do painel.
5- Quando não tiver mais perguntas, o coordenador agradece os componentes do
painel e o grupo e encerra os trabalhos.

Fechamento:
1- Que proveitos tiramos dessa dinâmica?
2- Como nos sentimos?
3- O que precisamos melhorar?

Palavra Chave

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.

Material: Bíblia.

Descrição: Essa brincadeira segue uma certa lógica que será explicada para o grupo;

A lógica é: Com a palavra chave na mão, deve-se com o auxílio da Bíblia, procurar um versículo que se enquadre com a palavra chave. Anotar esse versículo e a citação Bíblica.

Exemplo: casamento: No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus estava aí. (Jo 2, 1)

Outras sugestões de palavras-chave:

pedra, pedreira, pedregulho (“Tu és Pedro”)

pobre, pobreza (“bem aventurados os pobres…”)

oração, oratório, templo, culto (“Jesus se afastava da multidão para rezar”)

criança (“deixai vir a mim os pequeninos)

mulher (“tua fé te salvou”)

semente (“se tu tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, serás salvo”)

ouvido (“as minhas orelhas ouvem a tua voz”)

Palavra Iluminada

- Participantes: 7 a 15 pessoas
– Tempo Estimado: Indefinido
– Modalidade: Debate e Apresentação (opcional).
– Objetivo: Verificar a opinião do grupo com relação a algum tema baseado em passagens bíblicas.
– Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.
– Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica.
Desenvolvimento:A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso é alcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas.

Papel Amassado

Objetivos: Levar os participantes a refletir sobre o seu aprendizado e avaliar a experiência vivenciada – o quanto foi válida e o quanto agregou de novo ao nível dos seus conhecimentos anteriores.

Material:  Uma folha de papel em branco, som com CD ou tape-deck e a gravação da música “Como uma onda” ( Lulu Santos ou Leila Pinheiro).

Processo: Informar que todos se preparem, pois “iremos realizar a prova final, de mensuração do nível de aprendizado do grupo”.

Distribuir uma folha de papel em branco para cada participante.

Pedir-lhes que deixem todo o material sobre as cadeiras, inclusive as canetas ou lápis, e “venham para formarmos um grande círculo”.

Orientar para que amassem, o máximo que puderem, a folha de papel.

Iniciar a música e , em seguida, solicitar que “voltem as suas folhas ao que eram antes, ou seja, desamassem-nas”.

Deixar a música tocar um bom pedaço.

Diz o facilitador: “ Ninguém, jamais, consegue tomar um banho num mesmo rio duas vezes… isso significa que, por mais simples, elementar ou superficial que uma experiência possa nos parecer, sempre é possível aprender-se algo novo com ela. Espero que vocês tenham aprendido algo diferente aqui e que a folha de papel das suas vidas nunca mais sejam as mesmas de quando vocês entraram aqui, no início desse evento. Que saiam modificados por algum aprendizado.”

Criar oportunidade para abraços e despedidas.

Pare

Objetivos: através de um teste surpresa, medir o grau de interesse, de participação, a preocupação atual, a motivação dos participantes; visa conscientizar o grupo acerca daquilo que se passa com os indivíduos participantes.
Tamanho: 30 pessoas
Tempo: 45 minutos
Material: caneta e papel em branco
Desenvolvimento:

A técnica do “PARE” usa-se quando se nota pouco integração grupal, quando há bloqueios, para maior presença consciente, para descobrir a evolução do grupo.
O exercício processa-se assim:
A um dado momento, durante a sessão, interrompe-se tudo, distribui-se uma papeleta em branco para cada membro participante e, a pedido do coordenador, todos deverão escrever em poucas palavras o que gostariam de ouvir, de falar ao grupo, de fazer, no momento;
O preenchimento de papeleta será feito anonimamente;
Uma vez preenchidas, recolhem-se às papeletas dobradas, e após embaralhá-las, processa-se a redistribuição;
A seguir, a pedido do coordenador, todos, uma a um irão ler em público o conteúdo das papeletas;
Finalizando o exercício, seguem-se os depoimentos a respeito.

Partilha

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 15 minutos.

Material: lápis ou caneta e uma folha de papel em branco para cada participante.

Descrição: Formar um circulo e entregar uma folha em branco para cada participante, juntamente caneta ou lápis.

Pedir para todos iniciarem uma Historia qualquer que simboliza o seu cotidiano dentro da comunidade, da igreja.

Cada membro terá 35 segundos para essa parte e depois deste tempo passa para o membro da esquerda do grupo.

Pedir para um membro do grupo levar uma historia concluída e partilhar alguns fatos e falar se a historia terminou do jeito que ele estava imaginando.

Passáros No Ar

Objetivo: Revitalizador de atividade

Salientar a necessidade de desenvolver a escuta, como instrumento efetivo de comunicação, favorecendo as relações de modo geral.

Destacar a importância da concentração através da escuta, para melhor compreensão no recebimento e também transmissão de informações.

Material: Não há.

Tempo: 15 minutos

Instruções: grupo em círculo, sentados;

Método: Cada vez que mencionar o nome de um pássaro, todos devem erguer a mão direita e fazê-la flutuar, imitando um pássaro em vôo. Se mencionar um grupo de pássaros, ambas as mãos deverão flutuar. Se mencionar um animal que não voe, deverão ficar imóveis, com as mãos sobre os joelhos; quem errar sai do grupo e colabora com o facilitador na fiscalização

Amarrar a dinâmica  “Pássaros no ar” com o  desenvolvimento do tema de escuta ativa.

A seguir encontra-se um modelo de estória para trabalhar com o grupo.

Exemplo:

“Esta manhã levantei-me cedo. O dia estava magnífico. O sol de primavera animava toda natureza e os pássaros (duas mãos) cantavam sem cessar.

Ao abrir a janela do quarto, um pardal (mão direita), sem cerimônia, invadiu a casa, pondo o gato (mãos no joelho) em polvorosa.

O papagaio (mão direita) que estava no jardim de inverno irritou-se com a correria do gato (mãos nos joelhos) e pôs-se a berrar, assustando os canários (duas mãos), que tranqüilamente cantavam em suas gaiolas. O pardal (mão direita) acabou saindo pela janela de onde entrou, deixando o gato (mãos nos joelhos) mais tranqüilo que foi brincar com o cachorro (mãos nos joelhos) já resignado com perda de seu pardal (mão direita) que planejava ter para o café da manhã. Sucessivamente acalmaram-se o papagaio  (mão direita) e os canários (duas mãos). Continuando a contemplar a natureza, observei que se aproximou de um lindo vaso de flores um beija flor (mão direita). Ai pensei comigo, vai começar tudo de novo. O gato (mãos nos joelhos) felizmente, nesta altura se mantinha concentrado brincando com o cachorro (mãos nos joelhos) e não percebeu a aproximação do beija flor (mão direita). O papagaio (mão direita) se divertia com uma corrente pendurada em sua gaiola e os canários (duas mãos) cantarolavam mais tranqüilamente em suas gaiolas, saldando o lindo dia que iniciava…”

Pavão Misterioso

Objetivo:

Viver uma experiência de criação em equipe que oportunize a percepção do fazer conjunto, da renúncia aos pontos de vista pessoais e da soma das diferenças.

Quem aqui é artista? Quem já desenhou? Todo mundo já desenhou alguma coisa, nem que seja no Jardim de infância. Vamos precisar da habilidade de todos. Precisamos construir o desenho do pavão misterioso, que ninguém jamais viu mas todos imaginam. Dar um tempo para cada um imaginar como é o pavão misterioso.

Desenvolvimento:

  1. Dividir o grupo em subgrupos de 4 a 6 pessoas.
  2. Cada grupo recebe uma folha de papel e um único pincel atômico. O desenho deve ser feito com esse recurso.
  3. Logo ao final, perguntar se o trabalho foi realmente feito em equipe, ou se apenas um desenhou. Se apenas uma pessoa fez o desenho, insistir em que todos devem participar do desenho de alguma forma, nem que seja fazendo um traço.
  4. Fornecer nova folha de papel e repetir a experiência.
  5. Perguntar em seguida se todos participaram. O habitual é que isso tenha acontecido.
  6. Propor então um novo desafio: O desenho deve ser feito com todos segurando o pincel a um só tempo. Entregar uma nova folha de papel.
  7. Nesse momento, se algum grupo pedir pincéis de outras cores, pode ser fornecido, desde que todas as pessoas desenhem ao mesmo tempo, tocando o pincel juntos.

Fechamento:

Avaliar com o grupo a diferença entre os três desenhos. Conversar sobre o que acharam do primeiro, do segundo e do terceiro. Qual a diferença observada entre fazer um desenho sozinho; fazer em grupo, um de cada vez, e fazer um desenho a várias mãos? Houve alguma situação em que alguém forçava numa direção contra a vontade do grupo? Como foi superado? Houve momentos em que tivemos de ceder para alcançar o objetivo? Como se dá a nossa relação com os objetivos propostos para o nosso trabalho? Como ocorre esse jogo de forçar e ceder? Que lições podem tirar dessa experiência para o nosso dia a dia?

Material:

Folha de flip-charter e pincel atômico.

Pegador E O Fugitivo

Objetivo: Socialização, desenvolvimento espaço-temporal, velocidade, condicionamento cardiorespiratório.Intensidade: moderada;

Material: Uma bola leve de basquete, giz para marcar a quadra, arco;
Desenvolvimento: traça-se dois círculos um dentro do outro, e aos cantos da quadra ou do pátio um quadrado em cada quina. Os alunos serão divididos em duas equipes, onde um é caçador e o outro fugitivo.
Caçador: Essa equipe ficará em cima da linha do círculo central disposto um atrás do outro.
Fugitivos: A equipe ficará em cima da linha do circulo maior na mesma formação da outra equipe, um atrás do outro.
Execução: Ao primeiro sinal do professor, a equipe do círculo central correrá em circulo em cima da linha (um atrás do outro). Quanto à outra equipe fará o mesmo, mas correndo do lado contrario, (uma corre para o lado direito e a outra para o lado esquerdo).

Ao segundo sinal, do professor, a equipe que corre no círculo central, tentará pegar a outra equipe, que por razão fugirá deles, ficando salvos ao entrar nos quadrados dispostos nos canto da quadra, os que forem pegos ficam com a equipe dos caçadores e conta 1 ponto para cada um que foi pego, após inverter os personagens.