Saiba Como Usar A Vitrine Da Internet Para Construir Uma Imagem Pessoal Positiva

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Há mais de 120 milhões de blogs na web. Ser criativo não é fácil.

A internet é uma vitrine. Escreva seu nome no Google e confira o resultado: surge um rastro digital feito de listas de aprovação em concursos, comentários em salas de bate-papo, resultados de competições esportivas e fotos. A web registra pedaços de sua vida e forma uma imagem virtual. As empresas de recrutamento já descobriram isso faz tempo. A consultoria americana Michael Page, que tem escritório em São Paulo, desenvolveu, por exemplo, uma ferramenta de busca própria, voltada para encontrar informações de profissionais na web. É impossível controlar tudo o que sai publicado na internet. Mas é possível aumentar a relevância de uma parcela das informações. Confira nossas sugestões e use a rede a seu favor.

SEJA NATURAL
Evite criar uma imagem altamente positiva. Trata-se de um erro facilmente percebido por headhunters e recrutadores. Ninguém é perfeito, e demonstrar humanidade, acredite, pode contar pontos a seu favor. As empresas valorizam candidatos autênticos. Portanto, seja transparente. Não minta nem omita. Tenha apenas bom senso. “Não faça na internet algo que você evitaria fazer no mundo real”, diz Fernando Mantovani, gerente do escritório de São Paulo da consultoria de recrutamento Robert Half.

PUBLIQUE CONTEÚDOS PERTINENTES
Se tiver algo realmente a dizer na internet, diga. Se não for importante, fique calado. “Criar mais um blog ou abrir uma comunidade para não ter o que dizer é perda de tempo. Tente ser singular no conteúdo”, diz o paulistano René de Paula Junior, autor de seis blogs independentes e funcionário da área de experiência do usuário da Microsoft.

SIGA SEU RASTRO

Uma vez por mês, Marcelo Sant’Iago, diretor de novos negócios da agência de publicidade digital MídiaClick, de São Paulo, entra no Google, digita seu nome e faz uma busca. É uma boa medida. Os buscadores são um termômetro para saber o que aparece sobre ele e se há alguém falando algo a seu respeito. “Encontro meu trabalho em outros sites”, diz Marcelo Sant’Iago.

EVITE A IMAGEM DE POPSTAR

Estar presente em todos os sites de relacionamento, blogs, fotologs e comunidades da internet não é bom para a imagem. “Fazer marketing pessoal em excesso atrapalha”, diz Karin Parodi, diretora da consultoria Career Center, de São Paulo. “Evite a alta exposição”, diz Karin.

TORNE-SE UM VERBETE

Há uma série de grandes executivos com um verbete criado na enciclopédia virtual Wikipedia. Muitos foram construídos de forma neutra, enquanto outros são partidários ou subjetivos demais. Criar um para o seu nome é simples. Se alguém já criou seu perfil, você poderá alterá-lo com informações mais precisas. A dica é fazer buscas freqüentes para descobrir se há novidades ou erros envolvendo seu nome.

FAÇA USO DE SUA LISTA DE CONTATOS

No L’inkedIn, Plaxo ou qualquer outra rede de relacionamento, é importante trazer para a vida real a lista de contatos virtuais. “Cuide da sua rede de contatos, não a procure só quando necessitar”, diz Karin Parodi, diretora do Career Center. Ou seja, mantenha contato com as pessoas fora da internet.

CORRA PARA O LINKEDIN

É consenso entre headhunters, recrutadores e executivos: o LinkedIn é a ferramenta de relacionamento profissional mais poderosa da internet. Preencha cada item com o máximo possível de informações. Tome cuidado: o que vale é a qualidade dos relacionamentos, e não a quantidade. Entre os contatos conhecidos, tente fazer uma seleção de quem realmente integrará sua rede. Evite adicionar desconhecidos e recomendações exageradas. “O risco de obter uma série de recomendações sem critério é cair no descrédito. O recrutador percebe e checa esse tipo de coisa”, diz Ricardo Basaglia.

SEJA DISCRETO

O Orkut é um dos sites de relacionamento mais conhecidos do Brasil e também o de maior exposição. Marcar presença em suas páginas não é ruim. Pelo contrário, pode transmitir a imagem de profissional conectado. No entanto, use o bom senso. Não vá moderar a comunidade “Eu odeio a minha empresa”. Cuidado também com fotos ousadas.

MELHORE A PESQUISA

Já ouviu falar de Search Engine Optimization (SEO)? Trata-se de uma combinação de técnicas e estratégias para facilitar a seleção de um site pelo Google, por exemplo. Otimizado, o site salta para os primeiros lugares na lista de resultados. As empresas usam o SEO. Nada impede que um profissional faça o mesmo para destacar seus blogs profissionais. Há alguns macetes tecnológicos, como programar o site para os buscadores, atualizar constantemente o conteúdo e fazer com que o maior número possível de sites inclua links para a sua página.

Fonte: http://vocesa.abril.com.br/edicoes/121/aberto/informado/mt_288906.shtml

Françoise Terzian

A Era da Informação e do Conhecimento

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As instituições políticas estão envolvidas em uma crise estrutural de legitimidade, intermitentemente devastadas por escândalos, com submissão total à cobertura da mídia e de liderança personificada, cada vez mais isolada dos cidadãos. Os movimentos sociais tendem a ser fracionado, local, com objetivos restritos e efêmeros, contraídos em seus mundos interiores ou brilhando por apenas um momento em um símbolo da mídia. Neste universo de mudanças confusas e incalculáveis, as pessoas inclinam-se a se reagrupar em torno de componentes primários: religiosos, étnicos, territoriais, nacionais, etc.

A cada dia as pessoas delineiam o sentido de suas vidas, não em torno do que executam, mas com base no que elas verdadeiramente são ou acreditam que são. Podemos tomar como exemplo, um tema atual, as discriminações regionais e sociais. Ser nordestino não é crime, muito menos um pecado mortal, iguais aos que fazem os religiosos sentirem o “calorzinho da caldeirinha”, porém, o antigo modelo bairrista ainda impede que as transformações intelectuais modifiquem o modo de pensar dos que cultuam esta filosofia. Para estes, só aconteceram as transformações tecnológicas.

É fundamental que “estas pessoas”, que ainda cultivam um estilo predominantemente regionalista, saibam que o mundo não é mais o dos nossos pais. A globalização trouxe consigo uma sociedade bem mais moderna, na sua maioria voltada para o neoliberalismo, sempre se modernizando e se capacitando, constantemente declinando para os sistemas de informação e comunicação. “A era da informação e do conhecimento”.

Vivemos em um mudo caracterizado pela globalização onde não podemos deixar de reconhecer que avançamos muito em ciência e tecnologia, porém os valores do ser humano, infelizmente, não acompanharam estas mudanças, mesmo assim, não há mais lugar para as discriminações raciais e/ou sociais, intolerância religiosa, entre outros. É fundamental que a sociedade contemporânea adote procedimentos diferenciados, não permitindo mais um “comportamento Feudal, retrógrado e de difícil compreensão”.   Alberto Peixoto

O Amor Vencerá

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Não se preocupe:

No final de tudo o amor vencerá!

E se ainda não venceu, é porque o final ainda não chegou.

É tempo de reacender chamas, de renovar esperanças, de buscar a essência perdida, esquecer o medo de uma vez por todas, assim, se preparar para viver o amor.

Não o amor mesquinho que quer a posse, não o amor sonhador que imagina apenas, não o amor vazio de sentidos, paixão, não o amor carne, que se cansa.

Mas o amor que nasce da maturidade, da certeza de ter vivido experiências, de encontrar a alma que se encaixa, pedaço da sua que dispensa ilusões…

Não se preocupe, o amor vencerá! esteja pronto, todos os dias e se for possível, se o amor já existir na sua vida, renove-se diariamente,firme compromissos,o amor que se nutre da esperança, é como essa noite cheia de estrelas, beleza rara que contemplamos, na certeza de que o amanhã será lindo, e por ser amor, com certeza,será!

Paulo Roberto Gaefke

Relações que Excluem

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Conviver é uma arte que vale a pena exercermos. Nem sempre é amistosa, devido às diferenças. O ser humano identifica, com muita habilidade, a exclusão. Os fatores para isso são muito variados e supõem uma animosidade.

Normalmente sentimos no ar quando estamos sobrando, mas, quando não fazemos essa identificação, alguém o fará. Nada de rodeios, nem “meias palavras”. Quando alguém não é bem-vindo ao grupo, será avisado. Nesse caso, a gentileza não é exatamente a forma de comunicação usada. Usam-se atitudes desprezíveis como: agressividade, frieza, isolamento, “meias palavras”, fofocas, cobranças infundadas, olhares gelados, “sorriso amarelo” e o que mais dói à vítima: o legítimo escanteamento.

Tudo isso é reflexo de relações em conflito. Relações essas que ocorrem em casa, entre amigos, vizinhos, colegas de trabalho, casais etc. A maioria sabe perfeitamente quando é vítima ou quando é agente. As duas formas de convívio maltratam. Em ambas, há uma queda no índice de AMOR. E na vida, qualquer abalo no percentual do amor pode significar diminuição das resistências imunológicas.

Explico: quando nos desligamos do estado sereno e envolvente do amor, conectamo-nos, automaticamente, ao estado da rebeldia e do egoísmo. Resultado: viramos presas fáceis para o insucesso. Talvez não pareça bem assim, pois, na maioria das vezes, sentimos orgulho ao excluirmos alguém. No entanto, logo adiante, virá o resultado gerado pelo clima pesado que fica no ar.

Sentimentos de fraqueza física nos atingem, gerados pela ausência de energia. Desconforto inexplicável devido à consciência pesada. A falta de entusiasmo motivada pela desilusão em uma relação. O medo de alucinar, porque lidar com o outro é, definitivamente, um caos. E aos poucos, o pior vai acontecendo. Recebemos da nossa consciência um alerta: Excluir vale a pena? Quando a resposta é não, então, nasce a dúvida: como reverter a situação? Aí falta conteúdo, sabedoria e habilidade.

Devemos semear a idéia do amor, desprezando completamente a idéia da exclusão. Afinal, se analisarmos bem, o que queremos sinceramente da vida? Por acaso não é sentir-nos BEM? Por que então construir relações que me fazem sentir um mal-estar inconsciente? Uma sensação ruim que atesta a minha incapacidade no trato humano, uma consciência pesada por não ser capaz de lidar com o outro, apesar de saber que sei lidar bem com tantas outras situações.

Enfim, se estamos com dificuldades em lidar com pessoas, saibamos que elas são um reflexo daquilo que nós devemos melhorar. Jamais devemos fazer de conta que isso não tem importância ou que isso deverá ser assim mesmo. Não, nem pensar. Relacionar-se bem deve ser também uma questão de honra. Lembremos que três coisas deterioram a nossa vida. São elas: a arrogância, orgulho e a soberba.

Nesse aspecto, o amor nas relações, bem como o respeito no convívio, não existe. É cada um por si e Deus por todos. Penso que as jóias que a vida nos oferece incansavelmente, para usufruirmos durante nossa vida aqui na Terra, são: a auto-estima, verdadeiros amigos, relações amistosas e a jóia mais brilhante de todas: o amor.

Um lugar especialmente impactante para aperfeiçoar o sentimento do amor é no nosso local de trabalho, uma vez que lá lidamos com afetos e desafetos. O amor pode servir de ingrediente essencial quando não vislumbramos mais saída. Só ele possui a força suficiente para:

– apaziguar os ânimos;

– diminuir a alucinação entre setores;

– promover uma comunicação amistosa e não agressiva;

– retroceder, se necessário, com humildade;

– diagnosticar a maldade no coração do colega;

– reconhecer o grau de autossuficiência no qual estamos impregnados;

– ativar nosso nível de paciência e honestidade;

– intensificar o nosso comprometimento na construção de empresas melhores e, como consequência, um planeta mais generoso.  Invista no AMOR. Pense nisso.  Irlei Wiesel   Rh.com.br

A Mala de Viagem

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Conta-se uma fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada, levando uma pedra numa mão e um tijolo na outra. Nas costas carregava um saco de terra; em volta do peito trazia vinhas penduradas. Sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.
Pelo caminho encontrou um transeunte que lhe perguntou: “Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande?”
“É estranho”, respondeu o viajante, “mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava.” Então, ele jogou a pedra fora e se sentiu muito melhor.
Em seguida veio outro transeunte que lhe perguntou: “Diga-me, cansado viajante, por que carrega essa abóbora tão pesada?”
“Estou contente que me tenha feito essa pergunta”, disse o viajante, “porque eu não tinha percebido o que estava fazendo comigo mesmo”.
Então ele jogou a abóbora fora e continuou seu caminho com passos muito mais leves.
Um por um, os transeuntes foram avisando-o a respeito de suas cargas desnecessárias. E ele foi abandonando uma a uma.
Por fim, tornou-se um homem livre e caminhou como tal.
Qual era na verdade o problema dele? A pedra e a abóbora?
Não!
Era a falta de consciência da existência delas.

Quem Se Mete, Também Se Compromete

Quem Se Mete

“Não te mete” é um dos mais antigos conselhos e, também, um dos mais sábios que eu conheço. Um alerta para as futuras consequências a serem suportadas por pessoas impulsivas, inconformadas, inquietas e, claro, intrometidas. Um fusível para conter o ímpeto emocional. Porém, como quase todo antigo e sábio conselho, ele é quase sempre inútil. Explico. Ao ser ofertado para os naturalmente reservados, acaba como chover no molhado. Quando dito aos que não se contêm, termina pouco eficaz. Aliás, algumas vezes este conselho soará como um desafio: “Agora mesmo é que eu vou!”.

Todos sabem que macaco velho não mete a mão em cumbuca, isto é, ou meteu quando jovem, ficou preso e aprendeu a lição; ou nunca meteu, envelhecendo sem jamais ver trancada sua mão. O galho (de cada macaco) é convencer um tipo mais sanguíneo a aderir às vantagens de quem não mete o nariz onde não é chamado. São pessoas mais rápidas do que Cisco Kid para sacar suas colheres e enfiá-las na primeira panela que promete entornar o caldo. Estes, divido em dois grupos: os apaziguadores e os incendiários. Os apaziguadores até metem o dedo na ferida, mas o fazem com o objetivo de higienizar as ideias, suturar o conflito, proteger as partes com um bom curativo. Fazem parte da “turma do deixa disso”: tomam a frente para acalmar os ânimos.

Os incendiários, ao contrário, metem os peitos tomando partido. Em sua face nobre, são as pessoas que não podem ver uma injustiça, uma maldade ou uma covardia sem intervir de modo veemente: passam descomposturas, ameaçam, prometem agressões. Normalmente, metem mais medo do que respeito. São extremamente eficazes enquanto não encontram, do outro lado, um metido a besta. É quando a rosca engrossa e tudo pode dar em tragédia. Por outro lado, em sua face sombria, os incendiários são usados como massa de manobra por pessoas inescrupulosas – elas mesmas covardes e sectárias, interessadas apenas em reforçar o seu ponto de vista, poder ou agremiação. Uns, incendiários movidos por extrema empatia; outros, totalmente desprovidos dela.

Toda essa conversa tem um só motivo: 15 de março e dois lados da política nacional estão “se prometendo” horrores, sabendo que sou cronista, um bom camarada logo aconselhou: “Não te mete!”. Sim, neste caso, é grande a chance de meter os pés pelas mãos ao se meter de pato a ganso. O problema é que sou metido como dedo em nariz de piá. Por isso, aos muitos amigos que tenho nos dois lados da contenda, peço encarecidamente: não acusem nem defendam os que não merecem. Há joio e trigo nos dois lados da fronteira. E uma batalha maior a ser vencida: o fim do uso privado da coisa pública. Entendam isso como aprouver.

Rubem Penz é escritor, músico, publicitário, baterista e compositor. Autor de “Enquanto Tempo” e coordenador da oficina literária Santa Sede crônicas de botequim. Seu site é rubempenz.net

O Mundo Fora Da Janela

O MUNDO FORA DA JANELA

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as  tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias…
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia passar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira  deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem…
Moral da História:  Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.

Sete Dicas Para Recomeçar Depois De Uma Desilusão Amorosa

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1- Você merece uma nova chance.

Não se trata de dar uma chance para o ex ou para uma pessoa nova. Trata-se de dar uma nova chance a você. Todo mundo está sujeito a sofrer uma decepção amorosa. Mas isso não pode ser motivo para se tornar uma pessoa amargurada e que não acredita no amor. Isso é desculpa de quem está morrendo de medo de sofrer de novo. Só que não se dar uma nova chance é sofrimento na certa!

2- Não compare as pessoas.

Você certamente não gostaria de ser comparado com outra pessoa. Ninguém gosta. Somos únicos e em constante mudança. Por isso, pare com isso de dizer que homem é tudo igual ou que são as mulheres que nunca valem a pena. Abra os olhos e os ouvidos e surpreenda-se com quanta gente bacana no mundo. Uma hora dessas, sua “cara metade” vai aparecer.

3- Toda desilusão põe fim a uma ilusão.

Sofreu uma desilusão? Saiba que tem um lado muito bom nisso! Você finalmente saiu da ilusão em que tinha entrado. Se a pessoa não era o que você imaginava, então foi tarde. Agradeça ao universo por ter te dado a chance de se livrar de alguém que não estava em sintonia com você. Agora, é partir pra outra e se lembrar de que o amor não vem com certificado de garantia.

4- Tire uma lição da sua dor.

Toda vez que a gente sofre, ganha uma oportunidade imperdível: a de aprender uma grande lição. Porque a dor revela que fizemos um investimento, seja de afeto ou de qualquer outro sentimento, e o resultado não foi o esperado. Mas a responsabilidade nunca é somente de um dos envolvidos. Por isso, tente perceber o que você poderia ter feito melhor ou de um outro jeito. E fique com o aprendizado.

5- Desapegue-se do passado.

De nada vai adiantar ficar puxando uma carroça cheia de tristeza, mágoa e desilusão. Aliás, só vai servir pra você se tornar uma pessoa pesada, tensa, desagradável e desinteressante. Abra mão do passado, do que não serve pra mais nada. Esvazie seu coração, lave a alma, tome um banho de positividade, abundância e amor… e terminará se dando conta de que o melhor está por vir.

6- Aposte no amor que você pode dar.

Em vez de focar seus pensamentos e suas palavras no que você acredita que o outro não pode te dar, foque toda a sua energia no amor que você está disposto a compartilhar. No amor que você deseja viver. Lembre-se de que você pode escolher ou ser escolhido, mas o que vai contar mesmo para a sua realização é que você tem a oferecer.

7- Quem fica parado é poste.

Essa é uma sacada genial de um grande colunista. Você não é um poste. Você é gente. E gente anda pra frente. A vida anda pra frente. Não há amor nem no passado e nem no futuro. Só agora. É o que é. Então, abra mão de histórias falidas e romances no estilo tragédia grega. Não deu certo? Muito bem! Viva seu processo de luto e tristeza, mas lembre-se de que ele precisa ter fim. Você precisa se colocar em movimento e viver. Viver de verdade. Porque só assim o amor pode acontecer mais uma vez! E dessa vez, pode valer muito a pena!   Rosana Braga

Pequenos Gestos Que Podem Mudar O Mundo!

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Certo dia, saindo apressada de um supermercado em São Paulo, Anamaria Sobral, 47, segurava a mão do filho ainda pequeno. Foi quando sentiu um puxão na barra da calça. Assustada, olhou para baixo e viu uma senhora com a mão estendida. Na mistura de sobressalto e irritação, Anamaria, em tom ríspido, disse que não tinha nada para oferecer. A senhora, mantendo a expressão calma, respondeu: “não pode me dar nem um sorriso”?

“Fiquei muda, olhando nos olhos daquela senhora, até que caiu a ficha do quanto eu estava distantes das pessoas, sem paciência e sem tolerância”, relembra Anamaria. Depois desse episódio, sempre quando alguém lhe para na rua, ela olha nos olhos da pessoa e ouve com atenção. “Procuro responder da melhor forma e, sempre que possível, com um belo sorriso no rosto”, conta. Em tempos de sustentabilidade ouvimos muito a respeito de ações para promover um mundo melhor como reciclagem de lixo ou redução de emissão de gases tóxicos na atmosfera. Mas, pensemos: será que só esses fatores influenciam na construção de uma sociedade mais harmoniosa?

Segundo a consultora em relacionamentos autora do livro O poder da Gentileza, Rosana Braga, a chave para um mundo melhor está na gentileza. “Se nos comprometermos com essa atitude no sentido de ficarmos atentos, conscientes e dispostos a ajudar, certamente estaremos mudando o mundo”, diz. Pequenos gestos como não reagir diante da falta de paciência do outro ou respirar fundo antes de dar continuidade a uma discussão, por exemplo, podem até beneficiar a nossa saúde.

“Gentileza é uma expressão dos valores mais nobres de um ser humano”, afirma Rosana. De acordo com a especialista, a gentileza compreende toda e qualquer atitude que revele compaixão, desejo de conciliação e consciência de que precisamos uns dos outros para questões práticas, emocionais e espirituais.  A consultora acrescenta que quando passamos a construir ambientes mais harmoniosos por meio de atitudes gentis, nos tornamos mais aptos para encarar a vida de forma mais fluída, tranqüila e amigável. “Não há nada mais verdadeiro do que o mote Gentileza gera Gentileza. Do mesmo modo, podemos apostar: falta de Gentileza, gera falta de Gentileza. A decisão entre ser gentil e ser intolerante é de cada um”.

Abílio Diniz comenta o livro de Rosana Braga.

Afaste-Se De Pessoas Que Lhe Fazem Sentir-Se Mal

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De fato estamos cercados de pessoas tóxicas.

Pessoas que são egocêntricas, manipuladoras, interesseiras, arrogantes, rancorosas, amarguradas, mal amadas, invejosas ou fracassadas, que não conseguem ver o sucesso ou a felicidade alheia. Enfim, pessoas sombrias que minam os relacionamentos e amizades com intrigas, críticas excessivas, falta de consideração e respeito pelo outro e abusos verbais ou físicos. Pessoas muito perigosas de se conviver.

Essas pessoas tóxicas acabam, de alguma forma, nos envenenando. Direta ou indiretamente, acabamos agindo por influência delas, seja com atitudes ou omissões. Muitas vezes acabamos agindo por impulso para evitar essas pessoas, ou, na pior das hipóteses, acabamos agindo da mesma forma. São pessoas nocivas, intoxicando nosso comportamento e nos levando a agir e a tomar decisões que, em outras circunstâncias poderiam ser completamente diferentes.

São “tóxicas”, porque conseguem despertar o que há de pior dentro de nós, não apenas no sentido de maldade ou crueldade, mas no sentido de perdermos a identidade, a autonomia, a energia, a iniciativa e o poder de decisão. Ficamos estagnados, hipnotizados, paralizados. São verdadeiros vampiros, sem Luz própria, que consomem nossa energia vital, que exploram e manipulam pessoas de acordo com os seus interesses e vivem às custas da energia dos outros para se sustentarem.

Tóxicas são aquelas pessoas que sabem tudo a respeito da vida das outras pessoas, mas não conseguem administrar a própria vida. Sabem dar conselhos como ninguém (há até terapeutas nessa categoria!) tem um discurso lindíssimo para o mundo lá fora, mas que, na vida pessoal, nos bastidores, na vida íntima, são pessoas frustradas, isoladas, verdadeiras ilhas no meio da sociedade, que não tomam para si os próprios conselhos.

Sabem olhar de fora, apontar defeitos, problemas, erros. Mas não sabem participar, não conseguem enxergar os próprios problemas ou defeitos. Apontam os erros alheios para, de certa forma, esconder os seus próprios. São os “sabe-tudo” e só a sua forma de pensar é que está certa. Não suportam ser contrariados e confrontados. Quando o são, perseguem a pessoa até “livrarem-se” dela ou então se vingam. Seu Ego é Superlativo para compensar a sua extrema falta de Amor-Próprio. Usam as pessoas conforme seus interesses e, quando estas discordam de suas idéias, são descartadas e eliminadas, sem a menor consideração.

A “toxicidade” reside exatamente no fato de não nos darmos conta de que estamos sendo manipulados ou influenciados. Ficamos hipnotizados, fascinados, imersos numa imensa ilusão, até o dia em que despertamos e tomamos consciência de que estamos muito mal, morrendo por dentro, e que algo urgente necessita ser feito. Um corte para a nossa libertação, para resgatar a nossa sanidade, saúde, alegria de viver.

Em nossa busca pela felicidade, por tudo aquilo que nos traz bem-estar e alegria, o grande segredo é não se deixar influenciar, se afastar e evitar a convivência com esses tipos. Isso não significa alimentar sentimentos negativos dentro de si com relação a eles, mas de preferência visualizá-los felizes e agradecidos em sua vida, emanando energias e vibrações positivas.

Reflita, você convive intimamente com alguma pessoa tóxica, seja na família, no trabalho, ou nas “amizades”?

Tenha cuidado, afaste-se, fique longe o quanto antes dessas pessoas…

Cuide-se, preserve-se, seja você mesmo, seja pleno e feliz..

E acima de tudo SEMPRE perdoe essas pessoas,

muitas vezes, elas não tem consciência de seus proprios malefícios.