Por Que Você Diria “Não”?

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Saiba que você pode dizer “não” para o pedido de alguém simplesmente porque você não quer fazer. Por exemplo, sua amiga te convida para ir a um bazar no sábado a tarde e você não quer ir. Ponto. Talvez você queira dizer não porque esse pedido vai contra o que você acredita e quer para sua vida. Ou talvez ainda porque você realmente não pode e, se fizer, vai se prejudicar de alguma forma. Qual é o seu motivo? Você nem precisa, necessariamente, contar ao outro. Mas precisa saber internamente. Precisa aprender a se questionar.

Quais as prováveis consequências que o seu “não” vai gerar?

Primeiro: talvez nem gere tantas consequências ruins como você imagina. No mais, você está sendo egoísta porque essa pessoa é sempre parceira e você se sente no dever de retribuir? Ou apenas ela vai ficar chateada porque não sabe ouvir não? Você consegue lidar com a mágoa dela? Essa pessoa é realmente importante pra você ou você simplesmente não aguenta a ideia de não ser querida por todos? Veja que a sua resposta tem tudo a ver com você e não com o outro.

Sua decisão precisa fazer sentido pra você!

Se você não conseguir descobrir por que você adoraria dizer “não” ao pedido de alguém, e se você não conseguir analisar, de modo realista, o que o seu “não” pode gerar e o quanto você está pronta para lidar com essas consequências, você vai continuar experimentando uma verdadeira tortura toda vez que alguém te pedir algo e você sentir vontade de dizer “não”.

Por isso, minha cara, parta do pressuposto de que todo mundo tem o direito de dizer “não”, inclusive você. E que você não pode decidir por ninguém, mas pode e deve decidir por si mesma. Você nunca será querida por todos, mesmo dizendo sempre “sim”.

E só tem um jeito de conseguir ser uma pessoa que diz “não” quando quer dizer “não” e sabe lidar com as consequências: treinando, experimentando, errando e consertando, se questionando, refletindo e, acima de tudo, desenvolvendo maturidade suficiente para saber ouvir e falar um “não” e se sentir tão justa e digna de ser querida quanto se tivesse ouvido e dito “sim”.

Afinal, você disse “sim”, só que para si mesma – a pessoa mais importante da sua vida! Sim pra você porque se deu o direito de pedir… e soube lidar com a disponibilidade do outro. E sim pra você porque escolheu fazer o que era melhor naquele momento, na sua vida.

Esse é o princípio da honestidade e da transparência. Esse é o princípio da autoestima!  Rosana Braga

Eu Faço Minhas Escolhas

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O mais incrível que a lei do livre arbítrio me proporciona é o poder de eu mesmo escolher tudo que eu quero ou não quero fazer.
Assim, eu sou resultado das escolhas que fiz ou deixei de fazer.
Mesmo que eu não queira aceitar essa ideia, ela é assim e pronto. Pois até mesmo não fazer escolha alguma é uma escolha e sou responsável pelas consequências.
Ah, eu já ia me esquecendo!
Como você está hoje?
Pare por um momentinho apenas e presta atenção antes de responder.
Vou lhe dar três alternativas para você escolher, de acordo com o que você está sentindo neste exato instante.
( ) a) Estou ótimo, me sinto muito bem e nada vai estragar meu dia.
( ) b) Estou mais ou menos hoje, não me sinto nem bem nem mal.
( ) c) Estou mal hoje. Não sei bem por que, mas não estou nada bem.
Qual alternativa você assinalou?
Eu esperaria que você assinalasse a primeira alternativa, aquela da letra (a). Mas se por alguma razão muito particular sua, você pode ter escolhido uma das outras alternativas.
Não tem problema.
Lembra que eu disse que era para você responder exatamente de acordo com o que está sentindo neste momento? Assim, de acordo com seu estado você fez a escolha certa.
Mas vamos entender agora o que eu quero mostrar com esta situação, independente da sua resposta.
Primeiro, sua resposta foi, é e será sempre sua escolha.
Mas como?
Se hoje acordei mal. Já tive uma noite muito mal dormida e sei que meu dia vai ser ruim, por diversas razões!
Tudo bem. Eu entendo você perfeitamente. Mas, o que eu quero mostrar a você agora é que é você quem tem o poder de mudar sua escolha, por mais difícil que isso possa parecer a neste momento.
Quer ver?
Se o seu dia não começou lá muito bem, como você gostaria. Você vai deixar ele continuar assim, até chegar a noite?
Veja outra situação. Por exemplo: você entra num restaurante, com bastante fome, se prepara para fazer uma deliciosa refeição e o que lhe entregam é um prato com uma aparência desagradável, o cheiro é de comida estragada que é de fazer você sair correndo dali. Mas pela fome que você está, ainda insiste em experimentar. Quem sabe o gosto possa compensar. Aí você descobre que o gosto é também intragável.
O que você faz a essa altura?
Eu provavelmente chamaria o garçom ou o próprio dono do restaurante e lhe pediria para no mínimo trocar o prato ou simplesmente sairia dali sem comer nada e procuraria outra alternativa. Mas de jeito nenhum iria me sujeitar a ingerir nada que não me satisfizesse pela visão, olfato e paladar.
Ah, mas o que isso tem a ver com o mau começo do seu dia?
Ué? Você vai querer ingerir um péssimo dia só para ter um gostinho de no final, dizer: “meu dia foi péssimo hoje”?
Ou você vai tentar escolher algo diferente, algo melhor, para chegar até a noite?
Pare e pense um pouco, como você reage aos maus começos de dia.
Quero finalizar deixando só mais uma pergunta:
Será que não temos mesmo nenhuma opção de escolher outra saída?

Arrependeu-Se Do Que Fez? Hora De Agir Feito Gente Grande!

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Quem nunca agiu por impulso e se arrependeu depois, que atire a primeira pedra! A grande maioria das pessoas certamente já fez algo sem pensar e depois, ao cair em si, percebeu que deveria ter agido de modo diferente ou simplesmente não ter feito nada, pelo menos não naquele momento. Portanto, essa sensação de arrependimento certamente não é privilégio de poucos.
No entanto, você também provavelmente conhece aquele grupo de pessoas (e talvez até faça parte dele) que vive afirmando aos quatro cantos nunca ter se arrependido de nada do que fez! Os mais poéticos, inclusive, arriscam completar com “somente do que deixou de fazer”.
Respeitando as singularidades e lembrando que não existe um jeito certo e um jeito errado de ser, devo dizer que, particularmente, não acredito que arrepender-se seja ruim ou sinal de falta de personalidade, como este grupo faz parecer. Pelo contrário, penso que denota boa dose de consciência. Demonstra que, se fosse possível, a pessoa teria agido com mais prudência, equilíbrio e coerência.
Bem, mas arrepender-se não basta! É preciso tentar consertar o estrago que você causou. Primeiramente, vale procurar os atingidos e desculpar-se, lembrando que um pedido de desculpa pode ser aceito ou recusado, e você terá de lidar com isso.
E é aí que a situação pode complicar. Quando você magoa ou prejudica alguém que decide não te desculpar, aquele gosto amargo do arrependimento parece teimar em não sair de você. Neste caso, o que fazer?
O fato de você ter deixado claro que se arrependeu é um ótimo começo, mas é, sobretudo, uma baita responsabilidade, porque arrependimento tem de ser sinônimo de aprendizado. Tem de significar que você fará de tudo para não cometer o mesmo erro. Tem de mostrar que você merece uma segunda chance.
De todo modo, ainda assim, o outro pode não conseguir te perdoar. Isso se chama “consequência”. Tudo o que fazemos na vida nos rende consequências. Umas boas, outras nem tanto. E ingressamos na vida adulta com méritos justamente quando aprendemos a crescer e nos tornar melhores, especialmente com nossos próprios equívocos.
Enfim, arrependimento não conserta o que foi quebrado, não desfaz o que foi feito e não garante que você seja perdoado. Ainda assim, é possível superar a dor que ele causa. É possível transformá-lo em algo bom. E, acima de tudo, deve ser um convite ao autoperdão! Até porque se você mesmo não se perdoar, terminará empacado numa espécie de buraco, sem conseguir seguir adiante. Sem conseguir crescer.
Por essas e outras, além de se perdoar, que tal -a partir de agora- ser mais tolerante, gentil e compreensivo diante do erro do outro? Estou certa de que todos nós só temos a ganhar! Rosana Braga

O Momento De Decidir

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O que inspira você?

Muitas coisas que fazemos resultam da influência que outras pessoas exercem sobre nós. Igualmente, muitas das nossas atitudes são reflexo desse poder.

De qualquer forma, consciente ou inconscientemente, imitamos, moldamos ou até mesmo copiamos atos e pensamentos de outras pessoas. Dependendo da forma e conteúdo isso até pode nos prejudicar, fazendo com que diminua nosso interesse para as coisas grandiosas, alem de nos inclinar para passividade e o temor.

Todos podemos ter uma fonte de inspiração, sem nos deixar influenciar negativamente.

O futuro é feito de escolhas e decisões individuais. Chega o momento na vida, no qual devemos impor nossa vontade e nossos pensamentos a outras pessoas e não elas a nós. Este é momento da liderança inspiradora. O objetivo é possuir uma forte vontade, nunca devemos nos inspirar nos inativos, nos fracos ou nos escravos de tendências negativas.

Pelo contrário, nossos fonte de inspiração devem ser aqueles que mostram possuir firmeza de vontade, espírito de luta, auto confiança, alta capacidade para conquistar pessoas e influenciá-las a seu favor. Tais pessoas foram aquelas que conseguiram superar-se. Elas se inspiraram em outras que por suas obras demonstraram haver-se disciplinado e conseguido sobrepor-se as forças que debilitam e conduzem ao pessimismo e a derrota.

Assim, temos que nos inspirar naqueles que conseguiram vencer pela força de vontade, pela persistência e pelo esforço.

Precisamos averiguar, investigar porque venceram aqueles que chegaram a ocupar lugares de destaque, valor e distinção.

Investiguemos ainda porque tais pessoas conseguiram sobrepor-se as decepções e a dor. Chegaremos á conclusão de que tais pessoas nunca se deixaram impressionar pelos indolentes e atrofiados de espírito, mas lutaram valentemente contra a adversidade, não confiaram na sorte, compreenderam que todo triunfo nasce da luta.

Convido você a fazer um balanço no resultado do seu trabalho, do seu esforço, da sua existência até agora, mas não se aborreça por não ter ainda conseguido o desejado triunfo, nem se desanime por ter tropeçado e caído muitas vezes.

Também é bastante lógico compreender-se que, nada adianta pensar nos escassos resultados obtidos, entregar-se a lamentação, ao pesar, a tristeza. É perda de tempo. O melhor a fazer é estudar os meios de encontrar soluções e compensações adequadas; analisar as causas do que parece prejudicar e animar-se no propósito de prosseguir no esforço até conseguir a necessária melhora.

Use a habilidade de pensar e meditar. O pensamento existe para auxiliar o ser humano e não para desanimá-lo e sua função é essencialmente iluminadora. Resulta daí, que se nos desviamos do caminho certo é porque não pensamos acertadamente e muito menos, com finalidade construtiva.

Quando pensamentos negativos paralisam a nossa vontade, suprimimos também o raciocínio. Interrompida a função intelectual, produzem-se a confusão, a incerteza e o temor. Nunca se compadeça de si mesmo, julgando-se vítima da fatalidade ou do destino.

Todos os que venceram foram vítimas de grandes aflições. Apesar de tudo, persistiram na luta e a vontade decidida levou-os ao triunfo. Tais pessoas não pensaram negativamente, mas de maneira positiva e dinâmica, o que explica a razão de terem vencido todos os obstáculos e levado uma vida de grandes benefícios para a coletividade e para si mesmos.

Raras são as pessoas cujos pensamentos se dirigem exclusivamente para o objetivo que desejam alcançar e que dedicam ao seu trabalho um esforço constante e consciente.

Regra geral, desde o mais modesto operário, até os grandes profissionais, passando por grandes figuras do comércio, indústria e esporte, cada qual se conforma em fazer o que o patrão, o chefe ou as circunstâncias lhes ordenem. Só a vida lhes obriga a sair dos limites que são traçados.

Para a grande maioria, o trabalho representa como que um castigo que oprime. E pensam: “terminado esse trabalho, descansarei um pouco e depois me divertirei até tantas horas”.

E assim, tudo quanto fazem, o fazem como amadores, o espírito, as idéias se dispersando sobre um grande número de coisas inúteis. Tais pessoas não enxergam longe. Não compreendem que com alguns esclarecimentos, um pouco de estudo e ambição, lhes seria possível superar os limites atuais e abrir perspectivas notáveis na vida. Muitos, quando falham as suas tentativas para melhorar de posição, limitam-se a dizer que, “não tiveram sorte”. E assim, se submergem na tristeza sem procurar a causa real da “falta de sorte”.

Contra essa franqueza moral, é fundamental reagir.

Quanto menos esclarecida é a pessoa, mais difícil lhe será modificar a maneira de pensar, bem como levar a cabo qualquer esforço construtivo. A experiência prova que a iniciativa pessoal, a firmeza, a perseverança, conduzem as pessoas a conquista dos seus ideais. O grande diferencial, que realmente deve servir de fonte inspiradora esta na necessidade do esforço laborioso, obstinado, com visão do futuro, agregando valor como fonte de informação, cultura e informação.

Pense nisso, vá à luta.

Muito sucesso.