Não Entregue O Seu Poder

4AFRICA DO SUL

Quando culpamos o outro, entregamos o nosso poder, porque estamos colocando a responsabilidade pelos nossos sentimentos em outra pessoa. As pessoas em nossas vidas podem se comportar de maneiras que desencadeiem reações desconfortáveis em nós.

Entretanto, elas não entraram em nossas mentes e criaram os botões que foram empurrados.

Assumir a responsabilidade pelos nossos próprios sentimentos e reações é dominar a nossa “capacidade de responder.” Em outras palavras, aprendemos a escolher conscientemente, ao invés de simplesmente reagirmos. Não podemos falar de ressentimento sem também falarmos sobre o perdão. Perdoar alguém não significa que toleremos o seu comportamento. O ato do perdão ocorre em nossa própria mente. Ele realmente nada tem a ver com a outra pessoa. A realidade do verdadeiro perdão está em deixarmos de nos agarrarmos à dor.

É simplesmente um ato de nos liberarmos da energia negativa. O Perdão não significa permitir que as ações ou comportamentos dolorosos do outro continuem em sua vida. Algumas vezes, o perdão significa liberação. Você os perdoa e os libera. Tomar uma posição e estabelecer limites saudáveis são, muitas vezes, as coisas mais amorosas que você pode fazer – não somente para si mesmo, mas para a outra pessoa também. Eu realmente acredito que não há erros.

Quando os nossos corações estão fechados e sentimos ressentimento, raiva e tristeza, é difícil ver alguma coisa boa. No entanto, quando os nossos corações estão abertos, é como se grande parte desta negatividade desaparecesse e fôssemos capazes de liberar estes velhos pensamentos e despertarmos para a alegria. Para cada um de nós, há sempre a alegria interior. E precisamos saber que somos muito perfeitos como somos. Não importa quanto caos possa estar acontecendo ao nosso redor, não importa quantas coisas possam estar acontecendo de errado ou não da forma como queremos, não importa o que os nossos corpos possam estar fazendo no momento – podemos amar e aceitarmos a nós mesmos. Pois a nossa verdade – a verdade do nosso ser – é que somos eternos. Sempre fomos e sempre seremos. E esta parte de nós mesmos continua para sempre.

Alegre-se que seja assim. Quando nos amamos e nos aceitamos exatamente como somos, torna-se mais fácil passarmos pelos momentos difíceis. Não estamos mais lutando contra nós mesmos. Estamos nos aceitando. Estamos nos tornando sensíveis. Estamos nos valorizando. Estamos nos confortando e tornando as coisas mais fáceis para nós mesmos. Veja-se na frente de um espelho, olhando para os seus próprios olhos e dizendo: “Eu o amo e o aceito exatamente como você é”. E respire. Permita-se sentir o que você está sentindo. Você não tem que ser perfeito. Você já é perfeito como é: Você é você. Você é exatamente o que escolheu ser nesta existência.

De todos os corpos e de todas as personalidades que estavam disponíveis, você escolheu ser quem você é – experienciar este mundo, esta vida, através do seu corpo, através de sua personalidade. Assim, ame a sua escolha, pois é parte da sua evolução espiritual. Louise Hay

O Que Você Pode Fazer Para Mudar O Mundo

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Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo …

Cuide da Saúde do Planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e conseqüências de sua exploração …

Seja responsável: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres …

Acredite em um mundo melhor. Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua Honra e Caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo …

Tenha Humildade, faça o Bem, trabalhe. Não tenha medo de errar, com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor de teu esforço para alcançar seus objetivos …

Busque a Verdade, a Perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida…

Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela Justiça, Paz e Amor. Um mundo justo é pacífico, e onde há paz pode-se estar preparado para viver um grande Amor …

O Marketing Morreu?

Segundo Kevins Roberts, sim.

Em uma convenção anual ele afirmou alguns pontos que trazem uma reflexão essencial para todos nós nesta época de final de ano:

Falando para uma audiência de líderes de negócios seniores no The IoD’s Annual Convention que aconteceu em Londres, Kevin Roberts, CEO da Saatchi & Saatchi Worldwide, clamou que no mundo louco de hoje a estratégia está morta, as grandes idéias estão mortas, a administração está morta e o marketing, como nós conhecemos, também está morto.

As suas visões sobre o mercado são muito interessantes. Divido com vocês e teço meus comentário abaixo.

“Eu sou um otimista radical, eu não compro esse papo todo sobre recessão. Eu não penso que nós estamos em um ambiente recessivo mas que temos muitos líderes recessivos. Para ganhar o mercado hoje nós todos precisamos acelerar as mudanças.”

“Nós não apenas vivemos num mundo volátil, incerto, ambíguo e complexo, vivemos num mundo SUPER volátil, incerto, ambíguo e complexo. Nós vivemos num mundo vibrante onde nossos filhos estão conectados com os outros e com marcas por todo mundo sem dinheiro envolvido. Pra nós, isso é um mundo que ficou maluco.”

“A estratégia está morta. Quem pode saber o que vai acontecer com este mundo? Quanto mais tempo e dinheiro você gasta testando estratégias, mais tempo e dinheiro você está dando para seus rivais para que eles comecem a comer seu almoço.”

“A administração está morta. Para ter sucesso hoje, você precisa de uma cultura e de um ambiente onde o poder da criatividade floresça. As ideias são hoje a moeda corrente e não mais as estratégias. Martin Luther King não disse: “Eu tive uma visão”, disse? Ele teve um sonho. Você tem que ter certeza que tem sonhos bons e, a sua marca, também precisa de um sonho.”

Ele então prosseguiu mostrando como os líderes de sucesso precisam fomentar a criatividade no futuro, dizendo: “Líderes precisam se tornar líderes criativos. Nós precisamos mudar a linguagem dos negócios. Quem quer ser um Chief Executive Officer – CEO? Soa como se você trabalhasse para o governo e quem quer isso? Ser um Chief “Excitement” Officer seria muito melhor, você não acha? O papel de um bom CEO é fazer com que as pessoas comprem seus sonhos e os sonhos de sua empresa.

Roberts também disse que a era das “grandes idéias” acabou.

“A grande idéia está morta. Não há mais grandes idéias. Líderes criativos devem procurar por muitas e muitas pequenas idéias por aí. Pare de se bater procurando por uma grande idéia. Tenha muitas idéias e então, deixe as pessoas interagirem e alimentarem essas idéias e fazê-las crescer”.

“Líderes precisam se tornar pensadores emocionais. A diferença entre o pensamento racional e o emocional é que o pensamento racional te leva a conclusões e a reuniões e mais reuniões. O pensamento emocional leva você a ação.

“Há três segredos para o pensamento emocional – mistério, sensibilidade e intimidade. É sobre o contar estórias. As marcas precisam contar estórias em seus websites e em sua embalagem e por aí vai. Tenha certeza que sua marca e empresa tem um cheiro, tem um som, e possui um toque e uma intimidade com as pessoas. Pense em como construir empatia. São as pequenas coisas que contam e como os consumidores se sentem com relação a sua marca que faz a diferença hoje.

“O Marketing está morto. O papel do marketing mudou. Não há nada novo mais. Se os marketeiros estão ouvindo algo que está acontecendo, bom isso já é passado no mundo de hoje. Quanto mais você se aprofunda em uma empresa mais você fica estúpido e distante das coisas novas. Velocidade é tudo hoje. O trabalho do marketing é criar movimento e inspirar as pessoas a se juntar a você.”

“Todos querem uma conversação. Eles querem inspiração. Inspire as pessoas com seu website. Não interrompa, mas interaja. Perguntar sobre o ROI hoje é uma pergunta errada. Você deveria se perguntar sobre Retorno sobre o Envolvimento.”

Fonte: http://thegrowthhacker.yow.com.br/marketing-digital/marketing-morreu/

Em bom português: O que realmente morreu foi a forma tradicional de se lidar com marketing. O que acabou foi a forma arcaica e antiga de ver o mercado.  Estamos diante de um mercado mutante, sempre em movimento e principalmente focado nos relacionamentos e nas pessoas.

Como bem disse o autor, o que realmente importa é o retorno do envolvimento.

Qual o envolvimento das pessoas na sua empresa?

Qual o foco do marketing do seu negócio?

Qual as estratégias para 2014?

E principalmente: Como a criatividade está inserida no seu contexto de trabalho?

São estas perguntas que poderão mudar 2014 no seu caminho.

Não se preocupe com o marketing, estratégia e demais previsões. Preocupe-se em viver plenamente e analisar as mudanças com os olhos de quem as acompanha e pode com elas ser diferente e fazer a diferença.

Viva a um 2014 mais criativo e feliz!

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on the Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business,Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.gustavo@gestao.adv.br

O Problema dos Camelos

A advocacia é uma profissão intrigante.

Estuda-se anos e anos a fio, busca-se conhecimento em várias áreas além do próprio direito e muitas vezes a solução do “causo” do cliente está além do próprio direito.

Penso que um dos fatos mais claros é a maturidade da idade e principalmente a maturidade profissional, já que ambas podem correr separadamente.

Quando adquirimos alguma maturidade profissional percebemos que nada sabemos ou que muito pouco adianta o que sabemos e que devemos muito buscar mais e mais o conhecimento, mas não apenas o conhecimento jurídico, principalmente o conhecimento de vida, de relacionamentos, de solução efetiva da causa e não apenas mais um processo no escritório.

Como muito bem já dito: Daria tudo que sei pela metade do que ignoro. René Descartes.

Então, divido um belo exemplo, em que o direito em nada ajudou para solução do causo, mas sim a simples, pura e bela matemática.

Isto mesmo, aquela matemática que com certeza foi o motivo que você ingressou na faculdade de direito: Para fugir dela!

Vejamos:

O problema dos 17 camelos: Um homem, que tinha 17 camelos e 3 filhos, morreu.Quando o testamento foi aberto, dizia que: metade dos camelos ficaria para o filho mais velho,um terço para o segundo e um nono para o terceiro.  O que fazer? Eram dezessete camelos; como dar metade ao mais velho? Um dos animais deveria ser cortado ao meio? Tal não iria resolver, porque um terço deveria ser dado ao segundo filho. E a nona parte ao terceiro. É claro que os filhos correram em busca do homem mais erudito da cidade, o estudioso, o matemático. Ele raciocinou muito e não conseguiu encontrar a solução, já que a mesma é matemática. Então alguém sugeriu: “É melhor procurarem alguém que saiba de camelos, não de matemática”.  Procuraram assim o Sheik, homem bastante idoso e inculto, mas com muito saber de experiência feito. Contaram-lhe o problema. O velho riu e disse:  “É muito simples, não se preocupem”.  Emprestou um dos seus camelos
– eram agora 18 -e depois fez a divisão. Nove foram dados ao primeiro filho, que ficou satisfeito. Ao segundo coube a terça parte – seis camelos – e ao terceiro filho foram dados dois camelos – a nona parte. Sobrou um camelo: o que foi emprestado.    O velho pegou seu camelo de volta e disse: “Agora podem ir”.  Esta história foi contada no livro “Palavras de fogo”, de Rajneesh e serve para ilustrar a diferença entre a sabedoria e a erudição. Ele conclui dizendo: “A sabedoria é prática, o que não acontece com a erudição.  A cultura é abstrata, a sabedoria é terrena; a erudição são palavras e a sabedoria é experiência.”

17+1= 18
1º filho- 18/2= 9
2º ” – 18/3= 6
3º ” – 18/9= 2
9+6+2= 17 camelos

(está cumprido o testamento)  18-17=1    sobrou 1 camelo que foi entregue de volta ao seu proprietário.

Depois de resolvido, parece simples. Antes de ser resolvido, parece insolúvel.

Por este exato motivo, o momento ideal para contratar os seus honorários é antes de resolver o problema do cliente, senão irá parecer que tudo foi muito simples e tudo que é simples, tem valor baixo (o que é um contra senso, pois o simples é sempre muito mais complexo de ser conseguido).

Cobre seus honorários antes, busque soluções simples e use e abuse de conhecimentos multidisciplinares. A advocacia agradece.

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on the Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business,Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.gustavo@gestao.adv.br

Out or In – Sourcing?

Em uma época em que tudo se terceiriza, algumas empresas tem optado pelo caminho inverso, estão interiorizando tecnologia e processos antes externos, internamente.

Os cuidados tanto no out como insourcing são enormes.

Hoje, repassamos algumas dicas para não errar no insourcing extraídas do portal CIO:

1. Objetivos
Um bom ponto de partida é definir o que se quer atingir com o insourcing, ou seja, espera-se economia, melhores serviços, ou aumentar a dinâmica dos processos? Definidas as respostas para esses questionamentos é chegada a hora de avaliar a atual estrutura da organização e de descobrir se ela possui os requerimentos necessários.

Comparar o custo total implicado na transição com o investimento necessário para manter a terceirização é outra tarefa que deve ser atendida. Uma boa análise da questão leva em torno de três meses e requer dezenas de revisões.

 

2. Avaliação de custos
No levantamento de custos envolvidos ao reincorporar as funções outrora terceirizadas, a honestidade e as margens de cálculo são absolutamente críticos. Existe uma série enorme de itens na composição do cálculo, entre eles, o quanto isso pode impactar em aumento da conta de energia elétrica, qual o custo para compra de hardware e de software e o investimento para capacitação de pessoal.

Questões legais devem ser igualmente apreciadas. Nesse caso entram na conta os custos para encerrar o contrato, a renovação das licenças e os acordos de manutenção.

“Também faz sentido pensar no investimento mensal requerido para a manutenção dos serviços. É comum as empresas subestimarem esse valor”, ressalta Mathers.

Pode ser especialmente complicado avaliar a capacidade dos funcionários na empresa e quantificar os novos recursos necessários para realocar ou contratar novos empregados.

3. Questões contratuais
Se haverá despesas com taxas de quebra de contrato, é melhor pensar nisso. Muitos instrumentos abrigam cláusulas para a proteção das partes em caso de quebra ou encerramento antes do previsto. A empresa contratada pode realizar investimentos enormes para assumir algumas tarefas e livrar-se dessas despesas contraídas é complicado.

4. Conhecimentos
Ao decidir pela terceirização, a empresa contratada e a contratante devem reunir as equipes técnicas para definir prioridades e requerimentos. A decisão de realizar os serviços na empresa devolve às costas da organização o peso de definir essas questões. Provavelmente muitos dos técnicos que estavam na empresa quando essa decidiu terceirizar os serviços, agora estão trabalhando para essas companhias e não é de responsabilidade da empresa contratada desenvolver uma solução sob medida. 

Procurar alguém com profundo conhecimento da estrutura da organização é a saída para estabelecer um bom quadro do que precisa ser feito.

5. Suporte
“Independente da estratégia adotada, é importante considerar demandas futuras”, diz Mathers. Desenvolver uma perspectiva futura acerca das condições financeiras e de negócios e estudar de que maneira os serviços reintegrados vão atender à empresa nesse momento faz todo o sentido.

6. Fonte dos problemas
Se o fator motivador para o insourcing for uma decepção com o prestador de serviços, há a necessidade de uma profunda reflexão.

“Jamais esqueça que o cliente faz as coisas serem o que são. A não ser que você passe um bom tempo identificando onde foi que participou na construção dessa insatisfação, corre o risco de enfrentar o mesmo problema em pouco tempo”, sinaliza Mathers.

 7. Apoio interno
Nada é mais fatal para reintegrar processos do que a falta de compreensão por parte de executivos em cargos de chefia na organização. O ideal é envolver o board nas discussões sobre a manobra o quanto antes. É fundamental garantir que os projetos em andamento não sejam afetados pela decisão.

8. ROI
Cada serviço terceirizado envolve entre 20 e 30 variáveis. Em um nível macro, à complexidade de realizar o insourcing devem ser integrada a questão de quanto da estrutura da empresa foi efetivamente transferida para o prestador de serviços. Saber, por exemplo, se a base de dados está abrigada na empresa contratada ou nos servidores internos é fundamental. No que se refere ao ROI, para cada processo de insourcing, devem ser calculados até 6 meses, no caso de processos complexos, esse prazo vai de 9 a 14 meses.

Fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/2013/11/13/insourcing-e-uma-boa-opcao/

Não é simples, eu avisei.

Estas dicas são mínimas e não personalizadas, quer dizer, em cada caso podemos ter muitas outras variáveis envolvidas que impactam no resultado final.

Usar interno ou externamente algo da empresa é uma decisão complexa e principalmente particular: Somente com análise crítica, muito vagar e maturidade pode dar certo.

Gustavo Rocha-GestãoAdvBr CEO – Consultancy on the Strategic Management and Technology-Bruke Investimentos CEO – Business,Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.gustavo@gestao.adv.br

Quem Falta?

1Evolução da Dinâmica:

1- O facilitador solicita aos integrantes que formem um círculo, esclarecendo em seguida que cada um deverá pegar o crachá do colega da direita, assumindo o seu nome.

2- Em seguida, quando todos estiverem prontos, com os crachás afixados, o facilitador deverá dizer: (verificando a lista de presença) percebi que fulano não veio (cita o nome de um dos componentes do grupo).

3- A pessoa que estiver com a identificação, ou seja, aquela pessoa que assumiu o nome do participante citado dará um passo à frente, respondendo: “fulano não falta, quem falta é cicrano?” e retorna ao seu lugar.

4- Aquele que errar deve sair do círculo.

Jogo Da Dança

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Material necessário para realização da dinâmica de grupo:

Equipamento de som, cartolinas, flip-chart, pincéis coloridos, fita gomada.

 

Evolução da Dinâmica:

a-) O facilitador informa que irá ser trabalhado ou desenvolvido um tema específico, utilizando música, dança, bate-papo, e muita criatividade.

b-) Escolhem-se, previamente, de cinco a sete palavras-chaves do toma ou assunto tema que irá ser desenvolvido com o grupo. Estas palavras serão escritas no flip-chart.

c-) Selecionam-se também, previamente, algumas músicas que possam ser tocadas para dançar, adequadas ao estilo do grupo.

d-) As cadeiras podem ser afastadas a fim de que se tenha um ambiente mais livre para movimentos.

e-) O facilitador solicita que se formem duplas esclarecendo: “Vocês vão conversar livremente, durante, aproximadamente, dois minutos, sobre a palavra que vou escrever no flip-chart (ou quadro)”.

f-) Ao final dos dois minutos, colocarei uma música e, cada dupla, começará a dançar. Quando a música parar, as duplas se desfazem e cada pessoa procurará outra pessoa e formará uma nova dupla. “Nesse momento, eu já terei colocado no flip-chart (ou quadro) uma nova palavra, para uma nova conversa de mais dois minutos”.

g-) Em seguida podem-se sugerir grupos de três pessoas, para a terceira palavra, grupos de quatro pessoas, para a quarta palavra e assim sucessivamente.

h-) Ao concluir todas as palavras, orienta-se cada equipe para formar uma frase, com sentido lógico, utilizando, na forma e ordem que quiser as palavras relacionadas, que foram colocadas no flip-chart. Concede-se dez minutos para essa conversa grupal, de formação da frase.

i-) Cada grupo deverá escrever a sua frase em uma cartolina (ou papel de flip-chart) e fixar em local estabelecido pelo facilitador.

j-) O facilitador efetua a leitura das frases, destacando as semelhanças.

Rolo de Jornal

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Material necessário para realização da dinâmica: Um rolo de jornal.

Progresso da Dinâmica:

Primeiro forma-se um círculo com todos sentados, e a seguir cada qual dirá seu nome uma única vez e em voz alta.

No passo seguinte, uma pessoa ficará ao centro do círculo seguranado um rolo de jornal (largo e grosso).

Dá-se inicio à dinâmica escolhendo uma pessoa qualquer do círculo que dirá o nome de um dos que se apresentaram, por exemplo: Carla.

Imediatamente a pessoa que está no centro do círculo tratará de identificá-la para dar-lhe uma jornalada (sem muita força), entretanto Carla ao escutar seu nome terá que lembrar-se rapidamente de outro nome que fora mencionado e dizê-lo apontando para a respectiva pessoa. Se não o fizer em tempo levará uma jornalada e ocupará o lugar daquele que estava ao centro do círculo. Se conseguir dizer o nome a tempo o que está no centro do círculo irá atrás deste último que foi mencionado para dar-lhe a jornalada.

O jogo é no estilo batata-quente, pois quem é chamado deve rapidamente chamar e apontar outro sem vacilar ou errar, sob o risco de levar a jornalada e ficar no centro do círculo.

Jogando Objetos Fora

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Material a ser utilizado: Papel e caneta.

 

Evolução da Dinâmica :

O orientador solicita aos participantes que formem um grande círculo, definindo que escrevam em uma folha de papel seu nome.

Nesta folha de papel também deverão escrever o nome de um objeto que gostariam de jogar fora e a razão pela qual estão jogando fora aquele objeto.

Exemplo: “vou jogar fora minha caneta porque está sem tinta; vou jogar fora minha bola porque está furada”.

Logo a seguir, o orientador recolhe todos os papéis, embaralhando-os e redistribuindo-os novamente.

Então, pede-se aos participantes, individualmente, que leiam o papel que se encontra em suas mãos, da seguinte forma: “vou jogar fora…” (ler o nome da pessoa ao invés de ler o nome do objeto) “… por que…” (ler o motivo pelo qual está jogando fora o objeto).

E assim sucessivamente até que todos leiam o seu papel.

Galeria de Artes

Material:

Revistas usadas, folhas de flip-chart, pincéis atômicos, tesouras, cola, papel crepom.

Desenvolvimento:

a-) Coloca-se todo o material no centro da sala.

b-) O facilitador explica ao grupo que estará numa galeria de artes, onde seus quadros serão expostos.

c-) Cada participante deverá compor seu quadro utilizando somente de figuras, desenhos e palavras.

d-) Cada participante fará seu quadro pessoal de valores.

e-) Em seguida realiza-se sua apresentação, baseando-se no quadro feito.