Apareça Na Busca

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Os sites que cadastram currículos funcionam como o Google. Ou seja, você precisa aparecer entre os primeiros resultados da busca. O ideal é ficar entre os 20 candidatos da pesquisa. Na Curriculum.com.br, site de hospedagem de CVs, 86% das buscas são feitas por profissões e cargos e 54%, por idade. Para aumentar suas chances quando fizer seu currículo na Internet, em sites de hospedagem como Monster, Manager, Curriculum.com.br ou Catho, preste atenção às seguintes recomendações:

1- Preencha todos os campos. Inclusive a carta de apresentaçao pessoal, caso exista esse espaço. Os bancos de dados online colocam os documentos completamente preenchidos em melhor posiçao.

2- Como a maioria das buscas é feita por cargos e profissões, liste todos os sinônimos e ocupações compatíveis com a sua. Exemplo: se você é economista, pode perder a chance de ser entrevistado para uma vaga interessante caso a busca seja realizada por “gerente financeiro”. Não economize nesse item.

3- Atualize a data da edição do seu CV regularmente. Currículos que permanecem muito tempo inativos são preteridos pelo mecanismo de busca. Atualize o seu documento sempre – nem que seja apenas para deixar a data de edição em dia.

4- Revise o seu curículo. Erros de português prejudicam muito a apresentação de um candidato. O mesmo vale para problemas de layout.

5- Evite mencionar pretensão salarial. Isso pode fazer com que você nem chegue a uma entrevista. O melhor, nesse caso, é negociar diretamente com quem irá contratá-lo, de preferência depois da entrevista.

6- Caso exista um espaço para uma auto-avaliação e apresentação livre, aproveite. A chance é boa para que a empresa lhe conheça melhor, identifique seu estilo profissional e suas características. Não subestime esse campo.

José Eduardo Costa

A Carreira É Sua

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Não existem regras prontas para o sucesso, pois o que se aplica a uma pessoa não se aplica a outra. Como um bom chef de cozinha, cada um precisa criar sua própria receita, seus ingredientes e sua maneira de fazer.

Independente de suas convicções e crenças, pode ter uma grande certeza em sua vida: a carreira é sua! Não, não tem jeito! Grande parte da responsabilidade é toda sua, então nada de lamentações, mas sim ações. Leia e reflita:

» Nada de paternalismo – Nós, brasileiros, temos um paternalismo muito forte arraigado em nossa cultura. A culpa é sempre do governo, da sogra, do chefe. Estamos sempre à espera de um super-homem que vai arrumar o país, nos trazer o progresso. Chega dessa história! John F. Kennedy, ex-presidente dos EUA, dizia: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”. Não espere que sua carreira decole graças a uma política econômica ou pela sorte de ter um chefe iluminado. Crie e seja dono do seu próprio destino, tenha as rédeas de sua carreira. É o melhor presente que você pode se dar.

» Cuidado com suas escolhas – O tempo todo, consciente ou inconscientemente, fazemos escolhas. Algumas fúteis, sem importância; outras de maior relevância. O simples fato de não querer ou de não fazer escolhas já é uma escolha. Mas não se esqueça de que você é o maior responsável pelas suas escolhas. Fique atento às suas opções, perceba se estão trazendo a você benefícios e resultados. Sua carreira está da maneira que está devido às suas escolhas, é claro que existem coisas que não temos controle e não podemos influenciar, como uma recessão mundial ou alguma circunstância de força maior. Mas boa parte de sua carreira, volto a afirmar, está assim devido às escolhas que você fez no decorrer de sua vida.

» Crie um círculo virtuoso – Coisas ruins também acontecem com pessoas boas e não há como evitar as más fases da sua vida. Mas podemos, em vez, de ficar nos lamentando usar essa energia para algo produtivo. Sugiro que você crie hábitos positivos e virtuosos. Que tal ler pelo menos 20 páginas de um livro qualquer quase todos os dias ou fazer 30 minutos de caminhada três vezes na semana. Ler uma história para o filho no mínimo duas vezes na semana, levar sempre que puder uma cesta básica na igreja, preparar uma comidinha bem gostosa para o amor de sua vida pelo menos uma vez por mês, os exemplos são infinitos. Pequenos atos que quando viram hábito tornam a nossa vida mais gostosa. Com sentimento de felicidade produzimos muito mais, vale a pena praticar atos virtuosos regularmente. Eu não trabalho no Ministério da Saúde, mas recomendo.

» Aposte em você – Quem não gosta de fazer uma fezinha na Mega-Sena de vez em quando? Já que, às vezes, gostamos de apostar, sugiro que faça uma aposta em você. Aposte nos seus talentos, na sua capacidade de realização, na sua criatividade. Dê uma chance a si e não seja seu maior inimigo, mas seu melhor amigo. Cuidado com seu grau de auto-exigência, aprenda a rir de seus erros e lembre-se sempre de que você não precisa saber e fazer tudo. Compartilhe seus sentimentos, tente implantar suas idéias e não as deixe somente no papel. Criatividade tem a ver com implantação e não só com projetos e mais projetos. Uma idéia só é válida quando implementada.

» Somos seres interdependentes – Acredite e fortaleça sua equipe. Ninguém faz nada sozinho, é muito importante estar ciente de que dependemos uns dos outros. Pode parecer bobagem, mas ainda nas empresas encontro feudos. Diretores, gerentes ou chefes que como reis acreditam que seus colaboradores são como súditos, prontos a atender todos os seus desejos e que estão a sua disposição a qualquer hora. Carreira tem a ver com gestão de relacionamentos. O maior diferencial de seu sucesso corporativo está na sua capacidade de gerir seus relacionamentos. Manter uma relação ganha-ganha, criar uma imagem positiva, ser um profissional que inspire confiança e que agregue valor ao ambiente. Sempre que puder contribua com o desenvolvimento das pessoas e acredite que tudo tem um retorno, quanto mais você dá, mais você receberá. Essa é uma das leis do universo que se aplicam perfeitamente no mundo corporativo e que eu espero sinceramente que você faça um bom uso dela.

Paulo Araújo

Mulheres Executivas Ganham Mercado, Mas Ainda Perdem Com A Desigualdade Salarial

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Por mais que a nossa sociedade promova a idéia de direitos e oportunidades iguais para homens e mulheres, em geral elas ainda enfrentam obstáculos maiores do que eles para avançarem em suas carreiras. Não somente a tão famosa dupla jornada feminina é um problema, mas também a diferença salarial entre os sexos.

Dados do IBGE deste ano apontam que, apesar do crescimento de 11,3% na renda da população entre 2003 e 2008, as mulheres receberam 70% do salário dos homens em todas as regiões do país. Ainda no começo de 2009, o caso de Lilly Ledbetter, trabalhora norte-americana que por 15 anos ganhou 40% a menos que um homem ocupante do mesmo cargo em sua empresa, ganhou visibilidade. E foi a partir de sua denúncia que o recém-eleito presidente Barack Obama assinou, em 29 de de janeiro, a Lei de Igualdade, que prevê o mesmo salário para homens e mulheres.

Sendo assim, fica claro que o problema da distinção salarial entre os sexos não é exclusivo do Brasil, a diferença é que aqui uma medida na dimensão da americana ainda não foi tomada. Ano após ano vemos órgãos de pesquisa lançarem números que mostram quão injusto é o mercado de trabalho para a mulher, mas, por outro lado, de 1976 a 2002 o número de trabalhoras teve um acréscimo de 25 milhões, segundo o IBGE.

Nos Estados Unidos, a ONG Catalyst, que tem como objetivo acompanhar os avanços femininos no mercado de trabalho, divulgou em outubro de 2007 uma pesquisa que analisou a chefia das 500 maiores empresas listadas pela revista Fortune. Segundo o estudo, as organizações que tinham uma maior representação das mulheres na direção conseguiram também uma melhor performance em relação àquelas com menor proporcionalidade do sexo feminino. No quesito “Retorno sobre Investimentos”, por exemplo, as companhias que apostaram nelas tiveram um resultado 66% mais positivo do que as que contavam com menos mulheres no comando.

Qualidades femininas como flexibilidade, paciência, e até mesmo a intuição, garantem, ao meu ver, os resultados positivos encontrados na pesquisa da ONG. A mulher, principalmente a que trabalha fora, é casada e tem filhos, consegue desenvolver uma capacidade incrível de liderança. Em casa, mesmo com pouco tempo, muitas conseguem ser as chefes, afinal, algumas responsabilidades, como ajudar o filho nas tarefas da escola e se preocupar com a organização, ainda são delas. Capazes de por em ordem um lar, facilmente conseguem levar para a empresa essa pró-atividade.

Outra característica que admiro no sexo feminino é o dom que elas tem de conseguir resolver mais de uma coisa ao mesmo tempo. Credito isso principalmente à dupla jornada, porque mesmo quando estão no trabalho não podem se desligar por completo da família, e nem devem. Contudo, é necessário que as responsabilidades ligadas ao lar não recaiam somente sobre a mulher, por mais forte que elas possam ser. Com certeza uma atividade compartilhada por marido e esposa fará com que nenhum dos dois fique sobrecarregado ou exausto.

Por parte das empresas, os números divulgados pesquisados pela ONG Catalyst, mesmo que referentes a outro país, não deixam dúvidas de que apostar em executivas pode ser vantajoso para o sucesso da companhia. Dessa forma, entendo que o caminho é abrir espaço para que talentos femininos possam crescer profissionalmente, reconhecendo que para isso um salário igual entre ambos os sexos é fundamental e serve como estímulo.

Renato Grinberg é diretor Geral da Trabalhando.com.br e especialista em mercado de trabalho. É pós-graduado na UCLA (University of California, Los Angeles) com MBA pela University of Southern California, Marshall School of Business (USC).

Quanto Vale o Capital Intelectual de sua empresa? Ou o seu próprio Capital Intelectual?

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A palavra capital, em sua origem mais remota, vem do radical indo-europeu kap, “cabeça”, daí a idéia de “principal” que ela desperta. Com efeito, no mundo dos negócios, o capital é o principal, uma vez que um empreendimento é o emprego de capital para torná-lo produtivo. O lucro é a remuneração do risco do investimento. O empreendedor corre esse risco e só perde se o capital intelectual for pequeno.

Entre o capital empregado e os produtos e serviços gerados está a função gerencial em que se inclui o capital intelectual. À função gerencial compete tornar produtivos bens e serviços. Gerir e gerar são dois verbos irmãos.

O dicionário define capital como “riqueza, com dinheiro ou propriedade, usada ou acumulada em negócios por indivíduos, sociedades ou empresas”. Diz também que é todo bem econômico aplicado à produção. Ainda mais: diz que é toda riqueza capaz de produzir renda. Mas essa é uma conceituação antiga, pois hoje, com a evolução da perspicácia e sagacidade do empreendedor, inclui-se no capital da empresa insumos invisíveis como a inteligência, a criatividade, o conhecimento, a intuição, que está relacionada ao feeling . É mesmo de estranhar que não se tenha, desde logo, incluído na definição de capital justamente aquilo que vai gerar a riqueza material: o capital intelectual. Assim, hoje em dia, a definição de capital deve ser: “riqueza, com insumos invisíveis como inteligência, criatividade, conhecimento acumulados por indivíduos, por meio de livros, cursos, congressos, seminários, vivências, dinâmicos encontros para troca de experiências, dinheiro ou propriedade, usada ou acumulada em negócios, por indivíduos, sociedades ou empresas”.

Até aqui, quando se enumeravam os bens que constituem o capital de uma empresa, só a parte material era mencionada, embora, o capital intelectual dessa empresa fosse o mais valioso, pois toda empresa de sucesso deve seu resultado ao talento de seus recursos humanos. E talento pode ser treinado. Qualquer coisa, antes de se tornar um bem, foi antes uma idéia implementada pelo capital intelectual.

É mais fácil mencionar os bens que se podem ver, de maneira direta, enquanto o capital intelectual tem que ser medido indiretamente por meio de resultados conseguidos com a ajuda de cursos que a pessoa tenha feito, de seminários de que tenha participado, de palestras a que tenha assistido, de congressos a que tenha ido etc. A Universidade, em sua função de ensino, mede seu capital intelectual pela produção acadêmica: livros, artigos, palestras, participações em congressos, encontros, jornadas, artigos escritos, seminários, reuniões etc. A empresa deve medir seu capital intelectual pelos resultados apresentados.

A empresa não está interessada na inteligência pela inteligência, ou na criatividade pela criatividade, mas sim no que a inteligência e a criatividade do pessoal de sua empresa podem realizar para ela, com reflexos sociais.

Todos os bens que existem foram extraídos – e continuam sendo – da Terra e transformados em riqueza pelo capital intelectual.

Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia

Estratégia

Um senhor vivia sozinho em Minnesota.
Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado.
Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão.
O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:
‘Querido Filho, estou triste pois não vou poder plantar meu jardim este ano.
Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava as flores e esta é a época do plantio.
Mas eu estou velho demais para cavar a terra.
Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão.
Com amor, Seu pai.’

Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama:
‘PELO AMOR DE DEUS, pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos’
Como as correspondências eram monitoradas na prisão…
Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de Agentes do FBI e Policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo.

Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.

Esta foi a resposta:
‘Pode plantar seu jardim agora, pai. Isso é o máximo que eu posso fazer no momento.’

Estratégia é tudo!!!

Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis.

Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas.

‘Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional’

Autoria Desconhecida
Recebido de Jurema Campos Silva

O “T ” Da Vida

Quantos planos cabem nos seus sonhos?
Qual é a ousadia que você pode fazer neste dia?
Qual é a coisa mais louca que passou pela sua cabeça?
Qual o desejo que mexeu com sua estrutura?
Qual o prato te fez salivar no meio da rua?
Qual a pessoa que te fez virar o rosto para seguir com os olhos?
Quem você desejou estar numa ilha deserta nesta tarde?
O que você achou possível e a realidade disse não?

Não, não pare de sonhar.
A hora que essas coisas não acontecerem mais, pode procurar o analista, deitar no divã ou no caixão, ou você anda vivendo no estresse, na depressão, ou pior, morreu e esqueceu de deitar,
não pare de sonhar…

A vida pede desejos, sonhos, interesses pessoais, e por mais que falem para buscarmos a simplicidade, até a simplicidade tem um custo, um preço diferenciado,
a sua casinha branca no campo custa caro, a horta pede trabalho forçado, a hora do rush na cidade é um inferno, mas, em qualquer lugar, podemos sonhar…

Sonhe, mas não deixe de correr atrás, não desista de você, das suas idéias, coloque paixão em tudo, até na hora incerta,
no medo de errar, na hora de falar, na gagueira nervosa, tudo isso passa, a hora passa, o trem passa,
ihhh…o ônibus passou…
“tem problema não”, logo vem outro, o que importa é você.
O ônibus, o trem, o carro, o amor que passou, tudo é passageiro, vai um, vem outro.

Você não, você é especial,
podemos perder tudo, menos você.
Você é essencial.
Eu acredito em você.

Paulo Roberto Gaefke

Combinação Entre O Coração e A Língua

Queria combinar com você hoje , da gente fazer um trato… um trato entre nosso coração e nossa língua…Quando nosso coração estiver enfurecido, que nossa língua guarde o silêncio.

As palavras respondem aos sentimentos, e os sentimentos às idéias. Por isso é impossível dominar nossas palavras se não somos senhores de nossos sentimentos; e estes sentimentos só vão se acalmando segundo a força de nossas idéias.

Um coração que não se domina, é perigoso pois pode ferir,principalmente as pessoas mais próximas, mais importantes com palavras violentas em um momento de fúria; quantas vezes você não se diz, nossa ,estava cega de raiva… na verdade seu coração que estava fechado e não enxergava mais nada ….. e quantas vezes você depois disso não se arrepende e sofre por ter ferido alguém…

Por tanto, tome muito cuidado…. quando seu coração não estiver sossegado e em calma; cale-se… nem que seja por alguns minutos…talvez o tempo suficiente para que a injustiça e a dor não partam das suas palavras… não fale… porque você vai se arrepender do que disse ou, pelo menos, do modo como disse, ou do momento em que o disse.

Faça esse trato com você mesma… acalme seu coração antes de permitir que suas palavras saiam por sua boca…o coração só deve falar mais alto quando falar de amor…porque disso ele entende….

Tatiana f. Hovoruski  –  Nativa FM

Como Agir Diante Da Crise

Muitos ouvintes e internautas vêm me perguntando, através do site www.maisdinheiro.com.br, sobre como deve agir o investidor pessoa física, diante da atual crise. A primeira atitude é conscientizar-se de que ele não deve “agir”, mas sim “reagir” à crise, pois a ação é recomendada em períodos de calmaria, quando podemos fazer nossas escolhas sem sermos influenciados pela emoção ou pela manipulação de mercados turbulentos.

Agir é fazer a lição de casa: ter uma carteira de investimentos bem balanceada, sem riscos excessivos e com investimentos em ativos que nos protejam do desequilíbrio, como renda fixa e imóveis. A maioria dos investidores que perdeu muito dinheiro com a crise não estava fazendo a lição de casa.

Deixaram de ouvir o gerente de conta, o jornalista, o economista e o bom senso e se esbaldaram no risco – com o ajuste, veio a perda. Quem contava com os recursos para a aposentadoria em poucos anos (e não seguiu a regra básica que diz que curto prazo é igual a 100% em renda fixa ou ativos reais) não tem outra escolha a não ser refazer as contas, estimar nova data para a aposentadoria e arregaçar as mangas durante esta “hora extra”.

O que quero dizer com arregaçar as mangas pode ser tanto trabalhar muitas horas a mais para ganhar o que perdeu, quanto começar uma boa pesquisa de mercado para aproveitar os investimentos que, mais baratos, podem recuperar grande parte da perda quando as nuvens negras forem embora.

É hora de trabalhar os investimentos, aprofundar-se em conhecimento do mercado e buscar oportunidades concretas nas dificuldades de outros investidores. Uma boa saída é acelerar ganhos através da aquisição de imóveis ou ações muito depreciadas. Quem investe em imóveis tem nos leilões uma boa referência de oportunidades a aproveitar. Quem prefere continuar no mercado de ações pode optar por operações de renda fixa com derivativos ou a aquisição de cotas de fundos com capital protegido, com boas oportunidades de ganho e risco reduzido. Mas, independentemente da escolha, ela só fará sentido se for consciente, por isso a recomendação é: estude seu investimento.  Gustavo Cerbasi, para o Transnotícias

A Importância De Um Amigo

Existem cinco estágios em uma carreira.

O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá,
porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, Ernesto de contas a pagar.

No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. Ernesto do banco tal.

No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: Ernesto, diretor do banco tal.

Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Ernesto passam a se referir a ele como ‘o meu amigo Ernesto, diretor do banco tal’.

Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, em ‘amigo profissional’ .

Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional.

Amigos que são amigos trocam sentimentos.
Amigos profissionais trocam cartões de visita.

Uma amizade dura para sempre.
Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.

Amigos de verdade perguntam se podem ajudar.
Amigos profissionais solicitam favores.

Amigos de verdade estão no coração.
Amigos profissionais estão em uma planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais.
É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional.
Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.
Amigos profissionais são necessários.
Amigos de verdade, indispensáveis.

Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar
serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores.

Que tipo de amigo você tem cultivado durante sua vida?

Max Gehringer

Evitar Promoção Prejudica Carreira

Em tempos de dificuldade para manter o cargo devido à instabilidade econômica internacional, consultores defendem a ambição de cada funcionário para crescer e assumir cargos mais relevantes como um ingrediente para que as empresas prosperem como um todo. Afinal, quando almejam novas tarefas, os funcionários costumam executar melhor seu trabalho e contribuir espontaneamente com novos projetos. No entanto, há uma ala que prefere manter distância das promoções. Satisfeitos com sua carga de trabalho e acomodados com sua remuneração, alguns executivos, diretores e técnicos acreditam ter a realização já alcançada – e não querem pensar em mudança tão cedo.
As companhias não enxergam esta postura com bons olhos. Primeiro, por que perdem sua principal fonte de recrutamento de talentos para postos de comando: o interior do próprio escritório. Depois por que ganham um exemplo negativo para os demais funcionários, de alguém que, embora faça bem seu trabalho, não vai adiante disso – algo que soa quase como um pecado em uma época em que se defende pró-atividade e desenvolvimento nas companhias.
A resistência ao crescimento é ruim para o profissional. Em um momento de crise como o atual, quando enxugamento de quadros se torna mais frequente, geralmente aquele funcionário estacionado no organograma corporativo costuma ser o alvo da decisão fatal do departamento pessoal. “E, quando volta a procurar oportunidades no mercado, este profissional geralmente está despreparado, pois não costuma buscar qualificação ou atualização”, alerta Crismeri Delfino Corrêa, vice-presidente de gestão e inovação da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Rio Grande do Sul (ABRH-RS).
Quando se depara com um quadro do gênero, o papel do líder é de abrir os olhos do seu funcionário e buscar motivá-lo para crescer profissionalmente. Muitos dos que estão acomodados não se dão conta de que há possibilidades de melhorar sua carreira. Em alguns casos, o erro é das companhias, que não possuem ou não conseguem mostrar as possibilidades de crescimento que oferecem e os caminhos para que se chegue lá. Para alguns, o desejo pode ser assumir um cargo em outro país, enquanto tudo o que a empresa oferece é uma mudança de tarefa, por exemplo. Para outros, o que atrai é uma boa remuneração para mudar de cargo. Se a companhia não a oferece, dilui seu desejo de crescer. “Cabe ao líder saber o que motiva seu colaborador e apresentar alternativas interessantes”, diz Crismeri.
Erik Farina
Fonte: http://jcrs.uol.com.br/noticias.aspx?pCodigoNoticia=12361&pCodigoArea=33