Técnicas De Quebra-Gelo

– Ajuda a tirar as tensões do grupo, desinibindo as pessoas para o encontro.
– Pode ser uma brincadeira onde as pessoas se movimentam e se descontraem.
– Resgata e trabalha as experiências de criança.
– São recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas.

Técnica De Apresentação
– Ajuda a apresentar-se uns aos outros. Possibilitando descobrir: quem sou, de onde venho, o que faço, como e onde vivo, o que gosto, sonho, sinto e penso… Sem máscaras e subterfúgios, mas com autenticidade e sem violentar a vontade das pessoas.

Exige diálogo verdadeiro, onde partilho o que posso e quero ao novo grupo.
– São as primeiras informações da minha pessoa.
– Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração.
– O momento para a apresentação, motivação e integração. É aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.

Técnica De Integração
– Permite analisar o comportamento pessoal e grupal. A partir de exercícios bem específicos, que possibilitam partilhar aspectos mais profundos das relações interpessoais do grupo.
– Trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo.
– Ajuda a sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos pelos participantes em suas relações.
– Os exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação.

Técnicas De Animação E Relaxamento
– Tem como objetivo eliminar as tensões, soltar o corpo, voltar-se para si e dar-se conta da situação em que se encontra, focalizando cansaço, ansiedade, fadigas etc. Elaborando tudo isso para um encontro mais ativo e produtivo.
– Estas técnicas facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o clima grupal é muito frio e impessoal.
– Devem ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se está cansado e necessita retomar uma atividade. Não para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra.

Técnica De Capacitação
– Deve ser usada para trabalhar com pessoas que já possuem alguma prática de animação grupal.
– Possibilita a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a realidade que os rodeia.
– Amplia a capacidade de escutar e observar.
– Facilita e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho grupal, de forma mais clara e livre com os grupos.
– Quando é proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.

Litúrgicas
– Possibilitam aos participantes uma vivência e uma experiência da mística, do sagrado.
– Facilitam o diálogo com as leituras bíblicas, com os participantes e com Deus.
– Ajudam a entrar no clima da verdadeira experiência e não somente a racionalização.

Observação: Outros autores ou organizações usam outra nomenclatura para definir os tipos de dinâmicas. Por exemplo, no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, de Margarida Serrão e Maria C. Boleeiro, Editora FTD, 1999, as técnicas são divididas em Identidade, Integração, Comunicação, Grupo, Sexualidade, Cidadania, Projeto de Vida e Jogos para formação de subgrupos.

Fonte: Equipe da Casa da Juventude Pe. Burnier,CAJU, Goiânia, GO.Artigo publicado na edição 313, fevereiro de 2001, página 20.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *